Joguei as chaves na bancada da cozinha, o metal tilintando sobre o granito, e virei para a sala. Levei um segundo para processar o que estava acontecendo. Talvez dois. O tempo pareceu esticar, enrolar em si mesmo, enquanto meus olhos focavam no sofá de tecido cinza onde ela estava.
Anna Beatriz a filha da minha esposa que era minha enteada. A menina que eu criei desde os quinze anos, que tinha chegado na minha vida como uma adolescente magrela de olhos assustados e que agora, aos vinte e dois, era uma morena alta com corpo escultural daqueles que fazem qualquer homem babar. Pele morena brilhando de suor, como se tivesse corrido por horas, os ombros encostados no encosto do sofá, os seios pequenos e firmes empinados para cima, mamilos escuros bicos de bala dura. O bumbum grande e redondo que sempre me fazia desviar o olhar quando ela passava de shortinho pela casa estava esparramado no assento, coxas grossas abertas como asas. Mas dessa vez não tinha para onde desviar. Não tinha shortinho. Não tinha camiseta. Não havia camuflagem.
O short dela estava jogado no chão, ao lado da mesinha de centro, o tecido jeans amassado como papel velho. A calcinha fio-dental branca descansava perto, toda molhada, o algodão da virilha manchado de um amarelado translúcido que denunciava o que ela tinha feito antes de eu chegar. Talvez estivesse se tocando há minutos. Talvez horas. As pernas abertas no sofá, uma mão enfiada entre as coxas grossas, dedos deslizando devagar na buceta depilada, lisinha, rosada, inchada de tesão. Os lábios carnudos, inchados do atrito, se abriam sob o toque dela como pétalas de uma flor molhada. O grelinho dela estava duro, aparecendo entre os lábios, uma pérola vermelha pulsando, e ela circulava ele com o dedo médio, devagar, traçando círculos preguiçosos, gemendo baixinho.
— Ahhh… porra… que delícia… — ela sussurrava para si mesma, olhos semicerrados, a outra mão apertando um dos seios pequenos, beliscando o bico escuro entre o polegar e o indicador, puxando, torcendo, o mamilo esticando e voltando como uma borracha.
Meu pau endureceu na hora. Sem aviso. Sem cerimônia. Latejando dentro da calça jeans, inchando tanto que doeu, a cabeça esmagada contra o tecido, pulsando com cada batida do meu coração. O sangue correu para baixo tão rápido que tonteei, as orelhas zunindo, a boca seca como areia. Fiquei parado ali, coração martelando contra as costelas, sem saber se corria ou ficava. Os pés grudados no piso frio da cozinha, as mãos caídas ao lado do corpo, os dedos formigando. A voz na minha cabeça gritava para eu dar meia-volta, sair pela porta, fingir que não vi nada. Mas os olhos não obedeciam. Ficavam ali, fixos na visão de Anna Beatriz se tocando no sofá da sala, a mesma sala onde tínhamos assistido filme de domingo, onde ela fazia lição, onde eu a tinha visto crescer.
Ela abriu os olhos. Lentamente, como se estivesse saindo de um sonho. Os olhos escuros, quase negros, encontraram os meus através do espaço que separava a cozinha da sala. O ar entre nós parecia eletrificado, pesado, difícil de respirar. Em vez de gritar, de fechar as pernas, de se cobrir com uma almofada ou sair correndo para o quarto, ela parou por um segundo. Só um segundo. Os dedos imóveis entre as coxas, o peito subindo e descendo rápido, os mamilos duros apontados para o teto. Me encarou direto nos olhos, sem pudor, sem medo, sem a vergonha que eu esperava. E continuou.
Os dedos voltaram a foder a bucetinha dela, agora mais fundo, dois dedos entrando e saindo com um barulhinho molhado, schlick schlick, o som obsceno enchendo a sala silenciosa como um tapete de liquidez. O suco escorrendo pela rachinha até o sofá, manchando o tecido cinza com uma mancha escura que se espalhava devagar. Ela não desviou o olhar. Os olhos escuros cravados nos meus, a boca entreaberta, a língua passando pelo lábio inferior, molhando a pele seca.
— Olha pra mim, Padrasto… — ela disse, voz rouca, arranhada de prazer, sem tirar os olhos de mim. — Tá vendo como eu tô molhada? Essa buceta tá piscando pra você desde que eu comecei.
As palavras bateram em mim como um soco no estômago. O apelido que ela usava desde adolescente, “Padrasto”, soando diferente agora, carregado de algo que nunca deveria existir entre nós. A voz dela era mel e veneno, doçura e perversão misturadas. Eu não aguentei. Minhas mãos foram para o cós da calça jeans antes que meu cérebro pudesse aprovar o movimento. Abri o zíper, o som metálico cortando o ar, e tirei a pica pra fora, grossa, veia pulsando, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo que já vazava da fenda, escorrendo pela glande como orvalho. O ar frio da sala bateu na pele quente do pau e eu estremeci, a sensação quase me fazendo dobrar os joelhos.
Comecei a bater punheta devagar, punho fechado ao redor da base, subindo até a cabeça e descendo, o prepúcio deslizando sobre a glande lubrificada pelo líquido que escorria, olhando pra ela se dedando na minha frente.
Ela sorriu. Safada. O canto da boca levantando, os olhos brilhando com algo que parecia triunfo, como se tivesse esperado por isso, como se tivesse planejado cada segundo. Abriu mais as pernas, os joelhos caindo para os lados, as coxas se abrindo como um livro, e puxou os lábios da buceta com os dedos pra me mostrar tudo — o buraco apertado piscando, uma boca faminta abrindo e fechando, o grelinho inchado pulsando, o cuzinho marrom logo abaixo, enrugadinho, uma rosca escura que parecia piscar também com as contrações do prazer.
— Bate essa pica pra mim, vai… — ela gemeu, enfiando três dedos agora, fodendo a buceta com força, a mão entrando e saindo, os dedos desaparecendo até a base e saindo brilhantes de suco, o barulho molhado ficando mais alto, mais urgente, schlick schlick schlick. — Eu quero ver você gozando enquanto eu gozo na sua frente.
O som dos dedos dela na buceta molhada enchia a sala. Eu apertava a pica, subia e descia a pele, o punho bombeando com mais força agora, imaginando como seria enfiar aquilo tudo lá dentro. A cabeça do meu pau latejava, cada batida do coração enviando uma onda de prazer que subia pela haste, se acumulando nos testículos pesados, cheios, doloridos de tanto segurar.
A imagem de Anna Beatriz se tocando se sobrepunha a qualquer pensamento racional, qualquer noção de certo ou errado queimando como papel no fogo. Eu via os dedos dela entrando, a carne se abrindo ao redor deles, o suco escorrendo pelo períneo, molhando o sofá, molhando tudo.
Ela começou a rebolar os quadris, o movimento circular, animal, os dedos no grelinho circulando rápido, o polegar esmagando a pérola dura enquanto os outros três dedos fodiam o buraco, entrando e saindo como pistões. O corpo dela tremendo, os seios pequenos balançando com o movimento, os mamilos duros apontados para mim como faróis.
— Ahhh porra… Padrasto… eu tô gozando… olha pra mim… — Ela arqueou as costas, seios empinados para o teto, a coluna formando um arco perfeito, buceta contraindo nos dedos, jorrando um esguicho fino que molhou o sofá, o líquido transparente jorrando como uma fonte, escorrendo pelo tecido, pingando no chão.
O gemido dela foi alto, desesperado, um grito que pareceu rasgar a garganta, corpo convulsionando enquanto ela gozava bem na minha frente, olhos fixos nos meus, buceta piscando sem parar, os lábios inchados se contraindo em espasmos, o grelinho pulsando, o cuzinho apertando e soltando, tudo visível, tudo exposto, tudo meu para ver.
Eu quase gozei ali mesmo. A porra subiu pela haste como lava, os testículos se apertando, o pau pulsando pronto para explodir. Mas segurei. Apertei a base com força, o punho fechando como um torniquete, os dentes cerrados, o suor escorrendo pela têmpora. A dor de segurar era quase insuportável, mas eu não queria acabar. Não ainda. Não assim. A respiração saía em bufadas, o peito subindo e descendo, o coração ameaçando saltar pela boca.
Ela tirou os dedos devagar, um por um, saindo da buceta com um som de sucção, pop pop pop, os dedos brilhantes de suco, fios de porra esticando entre eles como teias de aranha. Levou os dedos à boca, lambendo eles, a língua rosada passando entre cada um, limpando o próprio líquido, olhando pra mim com um sorriso sujo, de canto, os olhos semicerrados de prazer. O sorriso de quem sabe exatamente o que está fazendo. De quem planejou cada movimento.
Mas em vez de pegar as roupas e ir pro quarto, em vez de se vestir e fugir, ela ficou ali. Pernas abertas, buceta brilhando de porra dela própria, os lábios inchados e vermelhos, o grelinho ainda duro pulsando, o suco escorrendo pela rachinha até o cuzinho, até o sofá, formando uma poça escura no tecido cinza. O peito subindo e descendo, os mamilos duros, a pele morena brilhando de suor. Ela não se moveu. Não se cobriu. Não desviou o olhar.
— Vem aqui, Padrasto… — ela disse, voz baixa e safada, um sussurro que parecia vir de outro mundo, de um lugar onde não existiam regras, onde não existia certo ou errado, só desejo. — Não vai ficar só olhando não, né? Essa buceta tá louca pra sentir essa pica grossa que você tá batendo aí.
As palavras ficaram suspensas no ar entre nós, pesadas como chumbo, quentes como brasa. Meu pau pulsou na minha mão, uma gota de pré-gozo escorrendo pela cabeça, pingando no piso da cozinha. Os olhos dela desceram do meu rosto para a minha pica, parando lá, lambendo os lábios como se estivesse vendo algo que queria devorar. A língua passando pelo lábio inferior, lenta, provocante.
Eu fiquei ali, parado, a pica na mão, o coração na garganta, a razão e o desejo lutando dentro de mim como dois cães raivosos. A distância entre a cozinha e a sala nunca pareceu tão curta. E tão longe.
Meus pés se moveram antes que eu pudesse decidir. Um passo. Depois outro. O piso frio da cozinha dando lugar ao tapete da sala, a textura mudando sob meus pés descalços. Cada passo me levava mais perto dela, mais perto da linha que não deveria ser cruzada. A pica balançava a cada movimento, pesada, pulsando, a cabeça vermelha e brilhante apontando para ela como uma bússola apontando para o norte.
Anna Beatriz não tirou os olhos de mim enquanto eu atravessava o espaço entre nós, o sorriso sujo ainda no rosto, as pernas ainda abertas, a buceta ainda brilhando de porra.
Parei na frente dela. A poucos centímetros. O suficiente para sentir o calor que emanava do corpo dela, o cheiro de sexo no ar, musgoso, denso, inconfundível. O cheiro da buceta dela misturado com suor, com o perfume barato que ela usava, com algo que era só dela, algo que fazia minha cabeça girar. Olhei para baixo, para ela esparramada no sofá, e a visão quase me derrubou.
Os seios pequenos subindo e descendo com a respiração, os mamilos escuros duros como pedras, a barriga lisa, o umbigo, a linha que descia até a buceta depilada, os lábios inchados e vermelhos, o grelinho pulsando, o suco ainda escorrendo, o cuzinho marrom piscando.
Ela estendeu a mão. Os dedos que há segundos estavam dentro dela, que ela tinha lambido, tocaram a minha pica. O contato foi elétrico. Eu pulei, o corpo inteiro estremecendo, um gemido escapando pela minha garganta sem permissão.
Os dedos dela eram quentes, macios, molhados do próprio suco, e envolveram a cabeça do meu pau como uma concha, o polegar passando pela fenda, espalhando o pré-gozo que vazava.
— Porra… — eu gemi, a palavra saindo rouca, arranhada, quase irreconhecível. A mão dela deslizou pela haste, sentindo a grossura, os dedos não se fechando completamente ao redor, os olhos arregalando levemente como se estivesse impressionada com o tamanho.
— Eu sabia… — ela sussurrou, a voz baixa, quase um gemido. — Eu sabia que era grossa assim… eu via você de boxer na casa e ficava imaginando…
A mão dela começou a se mover, punheta lenta, o punho subindo e descendo pela haste, o suco da buceta dela servindo de lubrificante, misturando com o meu pré-gozo, criando um som molhado e obsceno que enchia a sala. Schlk schlk schlk. Eu fechei os olhos por um segundo, a sensação me dominando, as pernas tremendo, os joelhos quase cedendo. A mão dela era quente e macia e sabia exatamente onde tocar, onde apertar, onde torcer.
Abri os olhos e olhei para ela. Ela me encarava, os olhos escuros cheios de algo que parecia fome, a língua passando pelos lábios, os dentes brancos aparecendo no sorriso sujo. A outra mão dela desceu entre as próprias pernas, voltando a tocar a buceta, os dedos circulando o grelinho enquanto a mão direita continuava a punheta. O corpo dela se contorceu no sofá, os quadris rebolando, os seios balançando.
Eu não aguentei mais. Inclinei para a frente, as mãos encontrando os ombros dela, empurrando-a para trás no sofá, a boca encontrando a dela num beijo desesperado, faminto, violento. A língua dela abriu caminho entre meus lábios, quente e úmida e com gosto de porra, o gosto dela mesma que ela tinha lambido dos dedos segundos antes. O beijo era molhado e desajeitado e perfeito, nossos lábios se esmagando, os dentes batendo, a saliva escorrendo pelo queixo dela, pelo meu queixo, misturando com o suor, com o gosto de café que ainda pairava no ar.
As minhas mãos desceram dos ombros dela, encontrando os seios pequenos, palpitando sob os meus dedos, os mamilos duros espetando as palmas das minhas mãos. Apertei, amassei, puxei os mamilos entre os dedos como ela tinha feito antes, torcendo, esticando, sentindo ela gemer na minha boca. O gemido dela vibrou entre nossos lábios, viajou pela minha língua, desceu pela minha garganta, se instalou no meu pau como uma chama.
— Ahhh… padrinho… — ela gemeu quando nossos lábios se separaram, a voz rouca, os olhos vidrados, a boca inchada do beijo. — Porra… eu queria isso há tanto tempo…
Eu não respondi. Não tinha palavras. Só tinha fome. Desci a boca pelo pescoço dela, sentindo o gosto salgado do suor, mordendo a pele morena, deixando marcas vermelhas por onde passava. O pescoço, a clavícula, a curva do seio. Minha boca encontrou o mamilo esquerdo e eu chupei com força, puxando a carne dura entre os lábios, a língua girando ao redor do bico escuro, os dentes raspando a pele sensível.
— Uhhhn… porra… isso… — ela gemeu, a mão segurando minha cabeça contra o peito dela, os dedos enfiados no meu cabelo, puxando, arranhando o couro cabeludo. A outra mão ainda na minha pica, punhetando com mais força agora, o punho bombeando rápido, schlk schlk schlk, o som obsceno enchendo a sala junto com nossos gemidos.
Eu chupei os dois seios, alternando entre eles, lambendo, mordendo, sugando, deixando a pele molhada de saliva, os mamilos vermelhos e inchados do atrito. Desci mais, beijando a barriga, o umbigo, a linha de pelugem que descia até a buceta. O cheiro dela ficou mais forte, mais intenso, intoxicante. Eu podia sentir o calor emanando da buceta molhada, o suco escorrendo pelas coxas, a pele brilhando de umidade.
Quando minha boca chegou entre as pernas dela, Anna Beatriz abriu mais as coxas, os joelhos caindo para os lados, a buceta se abrindo para mim como uma flor. Eu parei por um segundo, olhando para ela de perto, tão perto que podia ver cada veia pulsando nos lábios inchados, cada dobra de carne, o grelinho duro e vermelho pulsando, o buraco piscando, o cuzinho marrom enrugado. O suco escorria pela rachinha, espesso e translúcido, pooling no sofá. O cheiro era inebriante, musgoso, salgado, feminino.
Lambi. Uma lambida longa, lenta, da base até o grelinho, a língua plana contra a carne, recolhendo o suco que escorria. O gosto explodiu na minha boca, salgado e levemente ácido, quente e líquido. Anna Beatriz arqueou as costas, um grito escapando pela garganta, as mãos segurando minha cabeça com força, empurrando meu rosto contra a buceta.
— Ahhh porra… Padrasto… isso… lambe essa buceta… lambe tudo… — ela gemia, a voz rouca, as pernas tremendo ao redor da minha cabeça, as coxas apertando minhas orelhas.
Eu lambi como um homem faminto, a língua explorando cada dobra, cada canto, cada centímetro da buceta inchada. Lambi os lábios carnudos, sugando cada um entre meus lábios, sentindo a carne macia e quente. Lambi a entrada do buraco, a língua entrando, fodendo com a língua, sentindo as paredes se contraindo ao redor, o suco escorrendo pela minha boca, pelo meu queixo. Circulei o grelinho com a ponta da língua, traçando círculos, sentindo o nervo duro pulsando, e depois chupei com força, puxando a pérola entre os lábios, a língua batendo contra ela.
— Uhhhn… uhhhn… porra… isso… não para… não para… — ela gemia, os quadris rebolando contra meu rosto, fodendo minha boca, o suco molhando tudo, escorrendo pelo meu queixo, pelo meu pescoço, manchando o sofá.
Enquanto chupava o grelinho, enfiei dois dedos na buceta, sentindo a carne quente e molhada se abrindo ao redor deles, o suco escorrendo pelos meus dedos, as paredes se contraindo em espasmos. Fodi os dedos para dentro e para fora, schlick schlick schlick, o som molhado se misturando com o som da minha boca chupando, com os gemidos dela, com o som da minha respiração ofegante.
— Ahhh… porra… eu vou gozar… Padrasto… eu vou gozar na sua boca… — ela gritou, as mãos segurando minha cabeça com força, os quadris se movendo descontroladamente, a buceta pulsando nos meus dedos, o grelinho inchando ainda mais entre meus lábios.
Eu não parei. Fodi os dedos mais fundo, mais rápido, chupando o grelinho com mais força, sentindo o corpo dela convulsionando, as pernas tremendo, os gemidos ficando mais altos, mais desesperados. E então ela gozou. A buceta contraindo nos meus dedos, jorrando suco na minha boca, na minha cara, escorrendo pelo meu queixo, pelo meu pescoço, molhando o sofá, o líquido quente e abundante como uma fonte. O grito dela ecoou pela sala, alto e rouco e lindo, o corpo inteiro tremendo, as costas arqueadas, os seios pequenos empinados para o teto.
Eu continuei lambendo, chupando, fodendo com os dedos, sentindo cada espasmo, cada contração, cada onda de prazer que atravessava o corpo dela. O suco escorria sem parar, quente e salgado, e eu bebi tudo, lambi tudo, não deixando nada escapar. Quando os espasmos finalmente diminuíram, quando o corpo dela relaxou no sofá, eu levantei o rosto, a boca molhada, o queixo brilhando, olhando para ela.
Anna Beatriz estava esparramada no sofá, os olhos semicerrados, a boca entreaberta, o peito subindo e descendo rápido, os mamilos duros, a pele morena brilhando de suor e porra. Ela me olhou com algo que parecia adoração, os olhos vidrados, a língua passando pelos lábios.
— Vem… — ela sussurrou, estendendo as mãos para mim, puxando-me para cima dela. — Vem me foder… vem encher essa buceta com essa pica grossa…
Eu subi sobre ela no sofá, o peso do meu corpo pressionando-a contra o tecido, a pica pulsando entre nós, dura como aço, latejando de desejo. A boca dela encontrou a minha num beijo molhado e desesperado, a língua dela invadindo minha boca, saboreando o próprio suco que ainda cobria meus lábios. O beijo era profundo e sujo e cheio de promessas, nossos corpos se esfregando, a pele contra pele, o suor se misturando, o calor nos envolvendo como uma coberta.
Posicionei a cabeça do pau na entrada da buceta, sentindo o calor irradiando da carne inchada, a umidade molhando a glande. Olhei nos olhos dela uma última vez, buscando qualquer sinal de hesitação, de arrependimento. Não encontrei nada além de desejo puro, cru, animal. Os olhos escuros queimando, a boca inchada, as mãos segurando meus quadris, puxando-me para ela.
Empurrei. A cabeça do pau entrou devagar, abrindo os lábios carnudos, a carne quente e molhada envolvendo a glande como uma luva. O gemido que escapou pela garganta dela foi longo e baixo, quase um gemido de alívio, como se ela tivesse esperado por isso a vida inteira. Eu parei por um segundo, sentindo a buceta se ajustando ao redor da cabeça, as paredes se contraindo, o suco escorrendo pela haste.
— Mais… — ela gemeu, as mãos apertando meus quadris, as unhas cravando na pele. — Mais… enfia tudo… eu quero sentir essa pica toda dentro de mim…
Empurrei mais. A pica deslizou para dentro, centímetro por centímetro, a carne quente e molhada se abrindo ao redor da haste grossa, o suco facilitando a entrada, o som molhado e obsceno enchendo a sala. Schlllck. A sensação era indescritível, a buceta dela envolvendo meu pau como uma fornalha, quente e apertada e molhada, as paredes se contraindo em espasmos ao redor da haste, puxando-me para dentro.
Quando finalmente entrei até a base, os testículos batendo contra o cuzinho dela, os dois gememos juntos, o som se misturando no ar quente da sala. Eu fiquei ali por um momento, sentindo a buceta pulsando ao redor do meu pau, o calor, a umidade, a pressão. O corpo dela tremendo sob o meu, as unhas cravadas nos meus quadris, a boca entreaberta, os olhos semicerrados.
Comecei a me mover. Devagar no início, o pau saindo até quase sair completamente e depois entrando até a base, o ritmo lento e deliberado, cada estocada uma punhalada de prazer que subia pela haste, se acumulava nos testículos, ameaçava explodir. O som molhado da buceta sendo fodida enchia a sala, schlap schlap schlap, misturado com nossos gemidos, com o som da pele contra pele, com o rangido do sofá sob nós.
— Ahhh… porra… Padrasto… essa pica é tão grossa… — ela gemia, as pernas envolvendo minha cintura, os calcanhares cravados nas minhas costas, os quadris se movendo no meu ritmo, rebolando, encontrando cada estocada. — Fode essa buceta… fode gostoso… me faz sua putinha…
As palavras dela eram fogo, queimando qualquer resto de controle que eu pudesse ter. Aumentei o ritmo, as estocadas ficando mais rápidas, mais fundo, mais forte, o pau entrando e saindo com força, os testículos batendo contra o cuzinho dela com um som seco, slap slap slap. O sofá rangia sob nós, as pernas de madeira arranhando o piso, a mesinha de centro tremendo com o impacto.
— Isso… assim… fode… fode… fode… — ela repetia como um mantra, a voz rouca, os olhos revirando, a boca aberta, a saliva escorrendo pelo canto dos lábios. As unhas dela cravavam nas minhas costas, arranhando, deixando marcas vermelhas que ardiam como fogo.
Eu fodi ela com tudo que tinha, cada estocada uma declaração, uma possessão, uma marca. A buceta dela se abrindo ao redor do meu pau, os lábios inchados se espalhando, o suco escorrendo pela rachinha, molhando os testículos, molhando o sofá, molhando tudo. O grelinho esfregando contra a base do pau a cada estocada, o nervo duro pulsando, fazendo ela gemer mais alto, tremer mais forte.
Virei ela de bruços no sofá, a mão na nuca dela, empurrando o rosto contra o tecido, o bumbum grande e redondo levantado no ar, as coxas grossas abertas, a buceta brilhando de suco, o cuzinho marrom piscando. A visão quase me fez gozar ali mesmo. O bumbum que eu tinha observado por anos, que eu tinha desviado o olhar incontáveis vezes, agora exposto e disponível e meu.
Enfiei a pica de volta na buceta dela de uma vez, a estocada fazendo ela gritar no sofá, as mãos agarrando as almofadas, o bumbum balançando com o impacto. Comecei a foder com força, as estocadas violentas, profundas, o pau entrando até os testículos, o som seco da pele contra a pele enchendo a sala, slap slap slap, misturado com os gemidos abafados dela, com o rangido do sofá, com o som molhado da buceta sendo fodida.
— Ahhh… uhhhn… porra… isso… fode essa buceta… fode… — ela gemia, a voz abafada pelo tecido do sofá, os quadris rebolando, o bumbum se mexendo em círculos, encontrando cada estocada. A mão dela desceu entre as pernas, os dedos encontrando o grelinho, circulando rápido enquanto eu fodia.
Eu segurei os quadris dela com força, os dedos cravando na pele morena, deixando marcas que ficariam roxas depois, e fodi com mais força ainda, o pau entrando e saindo como um pistão, as estocadas rápidas e profundas e violentas. A buceta dela se contraindo ao redor do meu pau, puxando-me para dentro, sugando, como se não quisesse me deixar sair.
— Eu vou gozar… porra… eu vou gozar… — ela gritou, os dedos no grelinho circulando rápido, o corpo tremendo, as pernas ficando fracas. — Goza comigo… Padrasto… goza dentro dessa buceta… me enche de porra…
Eu não podia mais segurar. A porra subiu pela haste como um vulcão, os testículos se apertando, o pau pulsando, e eu gritei, um grito rouco e desesperado que ecoou pela sala, enquanto a primeira golfada de porra explodia dentro da buceta dela. Quente e espessa e abundante, jorrando contra as paredes da buceta, enchendo ela, transbordando, escorrendo pela rachinha enquanto eu continuava fodendo, as estocadas mais lentas agora, mas ainda profundas, cada uma bombeando mais porra para dentro.
Ela gozou comigo, a buceta contraindo em espasmos ao redor do meu pau, sugando cada gota de porra, o corpo inteiro convulsionando, um grito escapando pela garganta, as mãos agarrando o sofá, os dedos rasgando o tecido. O suco dela misturando com a minha porra, escorrendo pelas coxas, molhando o sofá, formando uma poça escura sob nós.
Eu caí sobre ela, o peso do meu corpo pressionando-a contra o sofá, a pica ainda dentro da buceta, pulsando, espasmando, as últimas gotas de porra vazando. A respiração dela era rápida e quente contra o tecido do sofá, o corpo tremendo, a pele coberta de suor. Ficamos ali por um momento que pareceu uma eternidade, os dois tentando recuperar o fôlego, os corpos colados, o cheiro de sexo enchendo a sala.
Tirei a pica devagar, sentindo a buceta resistindo, as paredes se contraindo ao redor da cabeça como se não quisessem deixar sair. Quando finalmente saiu, um plop molhado, a porra escorreu da buceta dela, espessa e branca, escorrendo pela rachinha, pelo períneo, até o cuzinho, formando uma poça no sofá. A visão do meu gozo vazando da buceta dela, os lábios inchados e vermelhos, o grelinho ainda pulsando, o cuzinho brilhando de suco, era a coisa mais obscena e mais bonita que eu já tinha visto.
Anna Beatriz virou a cabeça para mim, o rosto marcado pelo tecido do sofá, os olhos semicerrados, um sorriso sujo no rosto. Estendeu a mão, os dedos tocando meu rosto, traçando a linha do maxilar.
— Isso… — ela sussurrou, a voz rouca, arranhada. — Isso foi tudo que eu sempre quis…
Eu peguei a mão dela e beijei os dedos, os mesmos dedos que há minutos estavam dentro dela, os mesmos dedos que tinham me tocado pela primeira vez. O gosto de sal e de pele e de sexo. O coração ainda martelando no peito, a respiração ainda ofegante, o corpo ainda tremendo com o que tínhamos feito.
A casa estava em silêncio novamente, exceto pelo som de nossas respirações e o zumbido distante da geladeira. O cheiro de café tinha desaparecido, substituído pelo cheiro de suor e sexo e porra. O sofá estava manchado, destruído, uma poça de fluidos sob o corpo dela. Mas nenhum de nós se moveu. Ficamos ali, deitados no sofá, os corpos entrelaçados, o calor ainda nos envolvendo, o peso do que tínhamos feito começando a se instalar.
Ela se ajeitou no sofá, virando de lado, fazendo espaço para mim. Deitei ao lado dela, o corpo grudado no dela, a pica mole e pegajosa contra a coxa dela, o braço envolvendo a cintura dela. A pele dela era quente e macia contra a minha, o cheiro dela enchendo minhas narinas, o som da respiração dela se acalmando aos poucos.
Anna Beatriz encostou a cabeça no meu peito, os cabelos escuros espalhados pela minha pele, os dedos traçando círculos preguiçosos no meu peito. Eu segurei ela mais perto, o queixo apoiado no topo da cabeça dela, os olhos fechados, o corpo finalmente relaxando.
— Padrasto… — ela murmurou, a voz baixa e sonolenta, quase um sussurro.
— Hmm?
— Não vai se arrepender, né?
Eu fiquei em silêncio por um momento, sentindo o corpo dela contra o meu, o calor dela, o cheiro dela. A razão ainda tentava falar, ainda tentava gritar que isso era errado, que não deveria ter acontecido, que as consequências seriam desastrosas. Mas o desejo, a satisfação, a sensação de completude que eu sentia com ela nos meus braços eram mais fortes. Muito mais fortes.
— Não — eu respondi, a voz firme, sem hesitação. — Não vou.
Ela sorriu contra meu peito, os lábios quentes tocando a pele, e apertou o abraço. O silêncio da casa nos envolveu como uma coberta, quente e reconfortante, e eu fechei os olhos, deixando a exaustão me levar.
Eu fui. Andei até o sofá, pau na mão, coração explodindo no peito como um tambor louco. Cada passo era uma guerra entre o que eu sabia que era errado e o que meu corpo gritava que era certo. A sala inteira parecia ter encolhido, o ar pesado, quente, sufocante de tanto tesão. Meus pés descalços bateram no piso de madeira, o som seco e firme, marcando o ritmo da minha rendição. Eu sentia o peso do meu pau na palma da mão, a pele quente, a cabeça lisinha e babada pulsando contra meus dedos.
O prepúcio tinha descido sozinho com a força da ereção, expondo a glande vermelha e latejante. Cada passo me levava mais fundo naquela loucura, e eu já sabia que não ia voltar.
Ela se levantou um pouco do sofá, os olhos escuros de tesão, pupilas dilatadas que quase engoliam a íris. Aquele olhar era um desafio e um convite ao mesmo tempo. Me puxou pela camisa com força, os dedos finos se agarrando no tecido, me arrastando para baixo até nossos rostos ficarem a centímetros de distância. Eu senti o hálito quente dela batendo na minha boca, cheirando a menta e a algo mais doce, algo proibido. Então ela me beijou com fome.
A língua dela invadiu minha boca, quente, molhada, desesperada, enquanto a mão dela agarrava minha pica e batia devagar, sentindo o volume, apertando a cabeça inchada. A língua dela era ágil, explorando cada canto da minha boca, rodando ao redor da minha, sugando com uma avidez que me fez gemer fundo na garganta. A mão livre dela subiu pelo meu pescoço, os dedos se entrelaçando no meu cabelo, puxando minha cabeça para mais perto. Eu a puxei pela cintura, sentindo a pele nua e quente sob minhas mãos, os ossos finos dos quadris sob a carne macia.
— Que pica gostosa, caralho… — ela murmurou entre beijos, a voz rouca, o hálito quente contra meus lábios. — Eu sempre imaginei você me fodendo, Padrasto. Desde que eu vi você me olhando quando eu tomava banho escondido.
Aquelas palavras bateram em mim como um soco no estômago. Ela sabia. Sempre soube. Os banhos que eu achava que eram secretos, os olhares furtivos pela fresta da porta do banheiro, a água escorrendo pelo corpo jovem dela — ela tinha visto tudo, tinha notado meus olhos pregados naquela pele molhada. E agora tava ali, mão envolta no meu pau, me beijando como se a vida dependesse disso.
A mão dela apertou mais forte, punhando com mais firmeza, sentindo a grossura, a dureza. Eu grunhi na boca dela, o pau pulsando, um fio de líquido pré-gozo escorrendo pela cabeça e molhando os dedos dela.
Eu desci a mão, toquei aquela buceta quente, molhada pra caralho. Os dedos encontraram os lábios inchados e escorregadios, a pele lisinha exceto por uma tufagem de pelos escuros aparados. Afundaram fácil, sem resistência, ela tava encharcada. O suco escorreu pelos meus dedos, quente e viscoso, encharcando minha mão inteira. Era como tocar em um fruto maduro demais, prestes a estourar.
Comecei a dedar ela, dois dedos entrando naquele buraco quente, deslindo até a base, o polegar no grelinho duro como uma pedra, esfregando em círculos firmes. Ela gemia na minha boca, o corpo inteiro estremecendo, os quadris se mexendo contra minha mão, procurando mais.
— Isso… fode minha bucetinha com o dedo… ai que delícia…
Os dedos dela apertaram minha pica mais forte, punhando devagar, espalhando o líquido pré-gozo pela cabeça, o som molhado e obsceno enchendo o silêncio da sala. Eu metia os dedos fundo, sentindo as paredes da buceta se contraindo ao redor, chupando meus dedos como uma boca pequena e quente. O barulho era imoral — schlorp schlorp — cada movimento produzia mais suco, escorrendo pelo meu pulso, gotejando no chão.
Eu curvei os dedos para cima, procurando aquele ponto esponjoso dentro dela, e quando encontrei, ela deu um pulo, um gemido agudo escapando pela garganta. Esfreguei ali, firme, enquanto o polegar trabalhava o grelinho, e senti as pernas dela tremerem, os joelhos quase cedendo.
Eu a deitei no sofá, empurrando seu corpo para trás com firmeza, sentindo-a cair de costas nas almofadas com um baque suave. Abri as pernas dela bem abertas, joelhos dobrados, os pés apoiados nas bordas do sofá, a buceta totalmente exposta pra mim, brilhando de tão molhada, os lábios inchados e separados mostrando a entrada rosa e pulsante. Me ajoelhei entre elas, o piso frio contra meus joelhos, e enfiei a cara naquela buceta.
O cheiro era doce, safado, buceta jovem e molhada, um aroma que invadiu minhas narinas e me deixou mais louco. Era musk, era sal, era o cheiro de algo que eu não deveria querer mas que agora era tudo o que eu conseguia pensar. Lambi tudo, língua plana passando dos lábios inchados até o grelinho, recolhendo o suco que escorria, chupando forte, enfiando a língua no buraco aberto. O gosto era salgado, adocicado, viciante.
Ela agarrou minha cabeça, dedos cravados no meu cabelo, puxando meu rosto contra ela, rebolando na minha cara, esfregando a buceta na minha boca com desespero.
— Come minha buceta, Padrasto… ahhh porra… chupa esse grelinho… isso… eu vou gozar de novo na sua boca!
Eu chupava como um homem possuído, língua batendo no grelinho duro, depois descendo e entrando fundo no buraco, lambendo as paredes internas, sentindo ela se contrair ao redor da minha língua. O queixo ficou encharcado, o suco escorrendo pelo pescoço, manchando o colarinho da camisa. Eu suguei os lábios da buceta, puxando com a boca, soltando com um estalo molhado que ecoou pela sala.
Ela arqueou as costas, empurrando a buceta contra meu rosto, gemidos altos ecoando pelas paredes. Eu lambi ao redor do grelinho, círculos rápidos com a ponta da língua, depois mordi de leve, sentindo o nódulo pulsar contra meus lábios. Os dedos dela apertaram meu cabelo, puxando com força, e eu soube que ela tava perto.
Ela gozou rápido, jorrando na minha língua, corpo tremendo, pernas fechando ao redor da minha cabeça como uma armadilha de carne quente. O líquido quente banhou meu rosto, escorrendo pelo queixo, pelo nariz, e eu continuei lambendo, sentindo as contrações da buceta contra minha língua, as ondas de prazer percorrendo o corpo dela.
Os gemidos dela ficaram agudos, descontrolados, quase gritos, até que o corpo relaxou, as pernas caíram abertas no sofá, os músculos das coxas tremendo com os espasmos finais. Eu lambei o suco que restava, saboreando o gosto, sentindo a buceta pulsar contra minha língua.
Eu levantei, pau babando de tanto líquido, a cabeça vermelha e brilhante, as veias saltando pelo lado do cabo. Esfreguei a cabeça na entrada da buceta dela, sentindo o calor irradiar, os lábios molhados beijando minha pica como uma boca sedenta.
Ela se contorceu, tentando me engolir, os quadris se erguendo do sofá, mas eu fiquei ali, esfregando, provocando, passando a cabeça da pica entre os lápios da buceta, de cima a baixo, molhando a glande com o suco dela.
— Enfia, vai… me fode com essa pica grossa… — ela pediu, olhos vidrados de tesão, pupilas dilatadas, lábios entreabertos, o rosto manchado de vermelho.
Eu empurrei. A cabeça entrou devagar, esticando os lábios da buceta ao redor da minha pica, o anel de carne cedendo lentamente, engolindo a grossura centímetro por centímetro.
O calor me engoliu, úmido e apertado, como um forno sedento. Ela arqueou, unhas cravando nas minhas costas, arranhando a pele através da camisa, as pernas se fechando ao redor da minha cintura.
— Ahhh caralho… que pica grande… tá me abrindo toda… fode fundo!
Eu meti tudo, até o talo, uma estocada longa e profunda, sentindo a buceta quente apertando minha pica como um punho molhado, as paredes se moldando ao redor do meu pau como uma luva feita sob medida. O suco escorreu pela base do meu pau, molhando meus pelos, gotejando nas bolas. Comecei a foder devagar, estocadas longas que tiravam a pica quase toda e entravam até o fundo, sentindo cada centímetro da buceta ao redor do meu pau, depois mais forte, o sofá rangendo sob nós, bolas batendo no cuzinho dela a cada investida com um som seco e ritmado. O barulho era obsceno — ploc ploc ploc — suco escorrendo pela minha pica, molhando o sofá, molhando tudo, o som de carne molhada batendo contra carne molhada.
— Isso… fode essa buceta do padrasto… ahhh… mais forte… me rasga!
Eu metia com força agora, segurando os seios pequenos dela através da blusa, sentindo os bicos duros como pedras contra minhas palmas, beliscando os bicos entre os dedos, puxando, torcendo. Ela rebolava embaixo de mim, buceta sugando minha pica a cada saída, como se não quisesse deixar eu sair, grelinho roçando na minha virilha toda vez que eu entrava fundo, enviando faíscas de prazer pela minha espinha.
O suco dela escorria pelas minhas bolas, quente e viscoso, formando uma poça no sofá, manchando o tecido claro. A sala cheirava a sexo — suor, buceta, porra — um aroma pesado que preenchia o ar, que se grudava na pele, que entrava nos pulmões como uma droga.
— Eu vou gozar de novo… porra… sua pica tá batendo no meu útero… ai ai ai… GOZEI!
Ela convulsionou, corpo inteiro tremendo, buceta apertando tanto que quase me fez gozar, as paredes se contraíram ao redor da minha pica como ondas, sugando, puxando, tentando arrancar a porra de dentro de mim. Eu segurei, cerrei os dentes, continuei metendo através do orgasmo dela, sentindo o suco extra escorrer pelo meu pau, o corpo dela tremendo e se contorcendo sob mim. Suor escorria pela minha testa, pelo peito, ofegante, respiração irregular, os músculos das pernas queimando de tanto foder.
Minutos se passaram, eu virando ela de quatro, mãos na cintura dela, posicionando-a no sofá com firmeza. A bunda grande ficou empinada pra mim, redonda e macia, as nádegas separadas mostrando a buceta encharcada e o cuzinho piscando. Eu meti por trás, pica entrando fácil na buceta encharcada, deslizando até o talo sem resistência, o suco servindo de lubrificação perfeita.
Bati na bunda dela, palma aberta, o som alto ecoando pela sala — SMACK — e a carne tremeu, ficando vermelha onde minha mão tinha batido, a marca dos dedos aparecendo na pele clara. Eu olhei pro cuzinho dela, enrugadinho, piscando a cada estocada, todo molhado do suco da buceta que escorria por entre as nádegas, a entrada rosada e apertada contrastando com a bunda generosa.
— Olha como essa buceta tá engolindo minha pica… — eu grunhi, voz rouca, metendo fundo, sentindo as paredes da buceta cedendo ao redor do meu pau. — Tá toda vermelha de tanto foder.
— Me enche de porra, Padrasto… goza dentro… eu quero sentir você jorrando na minha buceta!
Eu não aguentei mais. Meti fundo, até o talo, grunhindo como um animal, e gozei. Jatos grossos de porra quente enchendo a buceta dela, espirrando contra o útero, transbordando, escorrendo pelas coxas dela e pela base da minha pica. O orgasmo me atingiu como uma explosão, ondas de prazer percorrendo a espinha, pernas tremendo, a visão ficando branca por um segundo. Ela gozou junto, gritando, corpo tremendo, buceta apertando e sugando cada gota, as paredes se contraindo em espasmos ao redor da minha pica.
— Ahhh porra… tá enchendo minha buceta… que porra quente… gozei de novo!
Eu fiquei ali dentro por um momento, sentindo as últimas contrações da buceta dela ao redor da minha pica, os espasmos diminuindo aos poucos, o calor do corpo dela contra o meu. O suor escorria pelo meu rosto, pingando nas costas dela, misturando-se com o suor dela. Respirei fundo, tentando recuperar o fôlego, o coração aos pulos no peito, batendo tão forte que eu podia ouvir nos ouvidos.
Eu tirei a pica devagar, sentindo a buceta se recusar a soltar, as paredes ainda sugando a cabeça, e quando a glande saiu com um pop molhado, vi a buceta aberta, vermelha, inchada de tanto foder, cheia de porra branca escorrendo pelo buraco, escorrendo pelas coxas, manchando o sofá. A imagem era obscena e bonita ao mesmo tempo — a buceta dela fodida, aberta, não fechando direito, o buraco vermelho pulsando, gotejando porra como uma torneira que não desliga.
Mas não acabou. Meu pau ainda tava duro, babando, a cabeça vermelha e pulsando, o sangue ainda bombeando, o tesão ainda queimando nas veias. Eu olhei pro cuzinho dela, enrugadinho, piscando, todo molhado do suco da buceta misturado com a porra que escorria, a entrada rosada e apertada, convidativa.
— Agora eu quero esse cu… — eu disse, voz rouca, quase um rosnado, a garganta seca de tanto respirar pela boca.
Ela olhou pra trás por cima do ombro, olhos arregalados, mas com um sorriso safado misturado com medo nos lábios. O medo era real — o cu dela era virgem, eu sabia, e minha pica não era pequena, era grossa e longa, o tipo de pau que fazia até buceta experiente se mexer com cuidado. Mas o tesão nos olhos dela era maior, a curiosidade, a vontade de ser fodida naquele buraco que nunca tinha sido tocado.
— Vai doer, Padrasto… meu cu é virgem… mas eu quero… enfia devagar primeiro.
Eu cuspi na mão, uma quantidade generosa de saliva quente, e passei na cabeça da pica, espalhando a umidade misturada com o suco que já cobria meu pau. Passei no cuzinho dela, o dedo circulando a entrada enrugada, sentindo ela se contrair sob meu toque, o músculo apertado e quente. Pressionei o dedo contra a entrada, sentindo a resistência, o anel firme se recusando a ceder. O dedo entrou um pouco, a primeira falange, e ela gemeu, o cu piscando ao redor do meu dedo, apertando como se quisesse expulsar a invasão. Eu girei o dedo, alargando devagar, sentindo o músculo ceder aos poucos, o calor interno envolvendo minha falange.
Posicionei a cabeça da pica na entrada do cu, o buraco pequeno e apertado parecendo impossível contra a grossura do meu pau, a glande vermelha e brilhante contra a entrada rosada. Pressionei. O cu resistiu, apertado pra caralho, o músculo se recusando a ceder, a pele ao redor ficando branca com a pressão.
Eu empurrei mais, sentindo a pressão aumentar, a cabeça da pica forçando a entrada, o anel começando a ceder. Ela gemeu de dor quando a cabeça finalmente forçou a entrada, o anel apertado cedendo ao redor da grossura, engolindo a glande com um estalo molhado.
— Ahhh… caralho… tá doendo… devagar… ai porra…
Eu parei, só a cabeça dentro, sentindo o cu dela apertando como um torno ao redor da minha pica, o anel muscular pulsando, tentando se ajustar à invasão. O calor era intenso, diferente da buceta — mais apertado, mais quente, mais intenso, como se o corpo dela estivesse queimando ao redor do meu pau. Esperei, deixando ela se acostumar com a sensação, a respiração dela ofegante, as unhas cravadas no sofá, rasgando o tecido das almofadas.
Eu acariciei as nádegas dela com as duas mãos, alisando a pele quente, tentando acalmar, sentindo os músculos se relaxarem aos poucos sob meu toque.
Eu empurrei mais, sentindo o cu dela se abrindo aos poucos, centímetro por centímetro, quente, apertado como nunca, as paredes do reto se moldando ao redor do meu pau. Meio pau entrou, ela gritou, o corpo inteiro tenso, as costas arqueadas, os ombros tremendo.
— Tá me rasgando o cu… ai ai… mas continua… eu quero sentir tudo!
Eu meti devagar, centímetro por centímetro, até o talo, sentindo cada milímetro do cu dela ao redor da minha pica, o anel apertado descendo pelo cabo até a base, as paredes quentes e lisas do reto envolvendo minha pica como uma bainha de carne. O cu dela tava esticado ao máximo em volta da minha pica grossa, a pele ao redor do anel branca de tanta distensão.
Fiquei ali dentro, sentindo o calor intenso, a pressão, as paredes do reto se ajustando ao redor da minha pica, pulsando, se contraindo. Ela respirava fundo, o corpo tremendo, se acostumando com a invasão, os dedos afrouxando na almofada do sofá.
Comecei a foder, devagar no começo, estocadas curtas que mal tiravam a pica, sentindo ela se acostumar, o cu apertando a cada movimento, o anel se contraindo ao redor da base como um anel de carne quente. A dor dela virou gemido de prazer misturado, a voz ficando mais grave, mais rouca, os quadris começando a se mexer, empinando a bunda mais pra cima, pedindo mais.
— Ahhh… agora tá gostoso… fode meu cu… isso… mais fundo… ai que delícia…
Eu aumentei o ritmo, metendo mais forte, estocadas mais longas agora, tirando a pica até a cabeça e entrando até o talo, bolas batendo na buceta cheia de porra a cada investida, o som seco e ritmado enchendo a sala. O cu dela fazia barulho molhado — schlorp schlorp — o suco da buceta e a porra que escorria servindo de lubrificação, suco escorrendo pelas nádegas, molhando tudo, gotejando no sofá. Ela rebolava, empinando o bumbum mais pra cima, pedindo mais, as costas arqueadas, os ombros no sofá, a bunda grande tremendo a cada estocada.
Eu agarrei os quadris dela, dedos cravando na carne macia, marcando a pele com os dedos, e meti mais fundo, mais rápido, a pica entrando até o talo a cada estocada, o corpo dela sendo empurrado para frente com a força das investidas. O cuzinho piscava ao redor da minha pica, o anel esticado e vermelho, a pele ao redor irritada de tanto foder. A bunda grande tremia a cada impacto, as nádegas balançando, o som de carne contra carne enchendo a sala — SMACK SMACK SMACK — misturado com os gemidos dela e os grunhidos que eu não conseguia segregar.
O suor escorria pelo meu corpo, pingando nas costas dela, escorrendo pela coluna, misturando-se com o suor dela. A buceta dela continuava gotejando porra, escorrendo pelas coxas, formando uma poça no sofá, o líquido branco e espesso misturando-se com o suco transparente. O cheiro de sexo era ainda mais forte agora — suor, buceta, porra, cu — um aroma pesado e inebriante que grudava nas narinas, que entrava nos pulmões como fumaça de cigarro.
Eu alcancei ao redor dela, encontrei o grelinho duro e comecei a esfregar enquanto fodia o cu, os dedos trabalhando o nódulo em círculos rápidos, sentindo ele pulsar sob meu toque.
Ela gritou, o corpo convulsionando, o cu apertando ainda mais ao redor da minha pica, o anel se contraindo como uma mão fechada.
— Porra… eu vou gozar de novo… tá me fodendo tão bem… ahhh… GOZEI!
Ela gozou, o corpo inteiro tremendo, o cu apertando como um torno ao redor da minha pica, as paredes se contraindo em ondas, sugando, puxando, tentando arrancar a porra de dentro de mim.
Eu continuei metendo através do orgasmo dela, a pica deslizando mais fácil agora com o suco extra que escorria da buceta, o cu mais escorregadio, mais quente. O prazer era intenso, o cu apertado sugando minha pica como uma boca quente e molhada, as paredes se moldando ao redor do meu pau a cada estocada.
Eu senti o orgasmo se aproximando, a pressão crescendo nas bolas, a base da pica formigando, o calor subindo pela espinha. Aumentei o ritmo ainda mais, metendo com força, o sofá rangendo alto, as pernas arrastando no chão a cada estocada, o tecido das almofadas rasgando sob as unhas dela.
— Vou gozar no teu cu… — eu grunhi, voz rouca, metendo fundo, sentindo o ponto de não retorno se aproximando. — Vou encher esse cu de porra…
— Goza, Padrasto… goza dentro do meu cu… me enche de porra… ahhh…
Eu meti até o talo, a pica enterrada fundo no cu dela, as bolas pressionadas contra a buceta encharcada, e gozei. Jatos grossos de porra quente espirrando dentro do reto, enchendo o cu, a sensação incrível — o calor, a pressão, as paredes se contraindo ao redor da minha pica a cada jato, sugando cada gota.
Ela gozou junto, gritando, o corpo tremendo, o cu apertando e sugando cada gota de porra, as paredes pulsando em espasmos ao redor do meu pau.
— Ahhh porra… tá enchendo meu cu… sinto tua porra quente… gozei de novo!
Eu fiquei ali dentro, a pica ainda enterrada fundo, sentindo as últimas contrações do cu ao redor do meu pau, os espasmos diminuindo aos poucos, o calor diminuindo, o corpo dela relaxando. O suor escorria pelo meu rosto, pelo peito, pelas costas, pingando nela, misturando-se com o suor dela. A respiração era pesada, ofegante, o coração aos pulos, batendo tão forte que eu podia sentir nas têmporas. O corpo dela tremia em ondas, os espasmos diminuindo aos poucos, os músculos se relaxando.
Tirei a pica devagar, sentindo o cu se recusar a soltar, o anel apertado ao redor da base, as paredes ainda sugando. Quando a cabeça saiu com um pop molhado, o cuzinho ficou aberto, um buraco vermelho e esticado que não fechava direito, porra branca escorrendo para fora, misturada com o suco da buceta, gotejando no sofá. A imagem era obscena — o cu dela fodido, aberto, gotejando porra, a buceta vermelha e inchada ainda gotejando do primeiro gozo, o corpo inteiro marcado de suor e fluidos.
Eu caí ao lado dela no sofá, exausto, o corpo pesado, a pica agora mole contra a coxa, ainda pulsando com os últimos espasmos do orgasmo. Ela se aconchegou contra mim, a pele quente e suada, a respiração ainda irregular, os cabelos grudados no rosto, o corpo tremendo com os resquícios do prazer. O silêncio encheu a sala, quebrado apenas pelo som de nossas respirações e o gotejar de fluidos no sofá, o ploc ploc constante da porra escorrendo.
Nenhum de nós falou por um longo momento. Não havia o que dizer. Cruzamos uma linha que não deveria ser cruzada, e não havia volta. O ar estava pesado, cheirando a sexo e suor e pecado, as almofadas do sofá manchadas, o piso molhado sob nossos pés. Mas enquanto eu sentia o corpo quente dela contra o meu, o cheiro de sexo no ar, a porra escorrendo entre nós, eu sabia que não me arrependia.
E pelo jeito que ela se aconchegou contra mim, os dedos traçando círculos preguiçosos no meu peito, a respiração ficando mais suave, ela também não.
“Fode esse cu virgem… me arromba… ahhh porra… eu tô gozando com pau no cu… GOZEI!”
O grito rasgou a sala inteira, ecoando pelas paredes como um trovão sujo. O corpo dela detonou em convulsões, uma descarga elétrica brutal que percorreu cada músculo, cada nervo, cada célula daquela carne quente e suada. O ânus virgem, até momentos atrás intacto e apertado, agora se fechava em volta do meu pau como um torno de carne pulsante.
As paredes do cu dela apertavam, relaxavam, apertavam de novo — um ritmo desesperado, fora de controle, um espasmo que eu conseguia sentir ao longo de toda a extensão da minha pica enterrada naquele buraco proibido. Ela gozava. Gozava com meu pau enterrado no cu, gozava como uma cadela no cio, sem nenhum pudor, sem nenhuma vergonha, sem nenhum freio.
As lágrimas escorriam pelo rosto dela, linhas quentes e salgadas que se misturavam com o suor que já cobria sua pele como uma camada brilhante. Os olhos reviraram, mostrando o branco, a boca aberta num gemido contínuo, rouco, que parecia vir das profundezas do seu corpo, de um lugar primitivo que não sabia falar, apenas gritar. As unhas cravavam no tecido manchado do sofá, rasgando a almofada, enquanto as pernas tremiam sem parar, os músculos das coxas contraindo-se involuntariamente. O cu piscava ao redor da minha pica, cada contração um aperto que me sugava, que me puxava mais fundo, que me dizia sem palavras que aquele buraco era meu agora.
Eu não parei. Continuei metendo, estocando aquele cu apertado que agora pertencia ao meu pau. O som obsceno de carne molhada batendo contra carne molhada enchia a sala — splat, splat, splat — ritmado, sujo, delicioso. A cada estocada, o corpo dela balançava para frente, os seios balouçando pesadamente, o suor escorrendo pelas curvas, pingando no sofá destruído. O cu dela piscava sem parar, apertando meu pau como se não quisesse deixar ir, como se pertencesse ali para sempre, como se tivesse nascido para ser arrombado por mim.
“Se você gozar dentro do meu cu… eu vou me cagar toda…” — a voz dela saiu rouca, desesperada, entre gemidos que pareciam lamentos de alguém sendo possuído. — “Não goza dentro… ai porra… mas goza… me enche o cu de porra!”
A contradição nas palavras dela era o combustível que eu precisava. O desespero na voz, a súplica dividida entre o medo e a vontade, entre não querer e precisar, entre o não que era sim, entre a resistência que já tinha se rendido. Meus quadris não obedeceram a nenhuma lógica, nenhuma razão, nenhum vestígio de controle. Bombearam mais forte, mais fundo, mais rápido. O cu dela engolia meu pau inteiro até a raiz, aquele buraco virgem que agora estava sendo arrombado sem piedade, sem trégua, sem misericórdia.
As bolas batiam contra a buceta dela com um som pesado e úmido — clac, clac, clac — encharcadas, pesadas, cheias de porra que precisava sair, que já não podia mais ser contida. A pressão subia pelo meu pau, uma onda quente que começava na base e subia, subia, subia, uma erupção que não podia mais ser detida. O ânus dela era um túnel apertado, quente, pulsante — a coisa mais deliciosa que eu já tinha sentido na vida, um buraco feito para ser arrombado e enchido de porra. E eu estava prestes a enchê-lo.
Eu não aguentei. Com um grunhido que veio do fundo da garganta, um som animal que eu não sabia que podia produzir, enfiei até a raiz, o mais fundo que pude, até sentir as bolas esmagadas contra a buceta encharcada dela, e gozei. Jatos quentes de porra explodiram dentro do cu dela, espessos, pulsantes, enchendo aquele intestino apertado com uma força que me fez sentir cada contração do meu próprio pau.
A sensação era indescritível — o cu dela apertando, sugando, mamando minha porra, enquanto eu bombeava carga após carga de sêmen quente dentro daquele buraco proibido, daquele cu virgem que agora era meu para sempre.
“Ahhh caralho… tá enchendo meu cu… eu vou me cagar… porra!”
Ela gritou de novo, e o corpo dela detonou numa segunda explosão, ainda mais violenta que a primeira. Gozou outra vez com meu pau no cu, o orgasmo rasgando ela de dentro para fora como um raio que atravessa uma árvore. As pernas tremeram violentamente, as costas arquearam até o limite, os dedos das mãos e dos pés se curvaram como garras. O cu apertou meu pau com uma força que quase doía, quase me expulsava, mas eu fiquei ali, enterrado até os ovos, bombeando cada última gota de porra dentro dela, marcando aquele território como meu.
O corpo dela convulsionava, ondulações de prazer que percorriam da ponta dos pés até o topo da cabeça, ondas que não terminavam, que se sobreponham umas às outras. Os gemidos eram contínuos, misturados com soluços, com palavras que não faziam sentido, com sons que não eram nem palavras nem gemidos, apenas expressões puras de um prazer que transcendia a linguagem.
O suor escorria pelo corpo dela em rios, misturando-se com os fluidos que já cobriam sua pele, formando uma camada pegajosa e brilhante. O cheiro de sexo era insuportável — denso, animal, intoxicante, um aroma que impregnava cada canto da sala, cada fibra do sofá, cada milímetro de ar.
Eu gozei tudo. Cada gota. Esvaziei as bolas dentro daquele cu apertado, marcando-o, reclamando-o, possuindo-o de uma forma que não deixava margem para dúvida. A porra quente preenchia o intestino dela, uma sensação de plenitude que eu podia sentir através das paredes finas que separavam o cu da buceta, a pressão do sêmen quente contra a minha própria pica ainda enterrada. As últimas contrações do meu pau enviaram os jatos finais, mais fracos, mas ainda quentes, ainda espessos, ainda significativos.
Devagar, comecei a recuar. A sensação do cu dela se recusando a soltar meu pau era deliciosa — aquela resistência, aquele aperto que parecia não querer deixar ir, que parecia implorar para que eu ficasse, para que eu continuasse, para que eu nunca saísse daquele buraco quente e apertado. Centímetro por centímetro, fui tirando, sentindo cada milímetro daquele canal apertado deslizar ao redor da minha pica sensível, cada milímetro que era uma despedida e uma promessa ao mesmo tempo.
Quando a glande finalmente saiu, veio com um som obsceno — um pop molhado que ecoou na sala silenciosa como um tiro, um som que significava que o cu dela estava vazio agora, mas não por muito tempo.
O cu dela ficou aberto. O buraco que antes era virgem, apertado, inviolado, agora era uma entrada vermelha, dilatada, piscando — um sinal do que tinha sido feito, do que tinha sido tomado, do que tinha sido conquistado. A pele ao redor estava irritada, marcada, e o orifício não se fechava completamente, revelando o interior cor-de-rosa que tinha sido invadido, que tinha sido arrombado, que tinha sido enchido de porra. Era uma visão brutal e fascinante ao mesmo tempo, a prova física e visual do tabu que tínhamos quebrado.
De repente, ela começou a rebolar. O bumbum empinado, os quadris girando devagar, num movimento preguiçoso e sensual que fazia as nádegas carnudas balançarem como ondas. Gemia ainda, sons baixinhos que escapavam entre lábios entreabertos, sons de satisfação, de exaustão, de um prazer que ainda reverberava pelo corpo dela. E então a porra começou a sair.
O sêmen branco, grosso, escorreu do cu aberto dela como um rio lento e espesso. A mistura de porra e os fluidos do próprio cu dela formaram uma pasta viscosa que deslizou pelas coxas, sujando a pele, manchando o sofá já destruído, criando uma poça de sujeira que era ao mesmo tempo nojenta e irresistível. Ela rebolava devagar, expelindo tudo, o ânus piscando e soltando mais porra a cada contração, a cada movimento dos quadris.
O som era nojento e excitante — um borbulhar molhado, espesso, que acompanhava cada movimento, como se o cu dela estivesse falando, estivesse dizendo obrigada, estivesse pedindo mais.
Ela gemia baixinho, um som de satisfação profunda, enquanto a porra continuava escorrendo, enquanto o cu continuava vazando, enquanto as coxas continuavam sendo cobertas por aquela sujeira branca e quente. Fios brancos e grossos pendiam do cu aberto, conectando-se às coxas, ao sofá, formando teias de sêmen que brilhavam na luz fraca da sala como fios de uma teia aranha suja e perversa.
O cheiro era ainda mais forte agora — porra fresca, suor, o aroma inconfundível de cu arrombado, um cocktail de sacanagem que invadia as narinas e não soltava mais.
“Olha o que você fez…” — a voz dela saiu fraca, ainda trêmula, carregada de um cansaço satisfeito que era quase palpável. — “eu gozei toda com sua porra no cu… que delícia safada…”
A mão dela desceu, os dedos encontrando a mistura de porra e fluidos que escorria pelas coxas, aquela sujeira quente e viscosa que era a prova física do que tínhamos feito. Espalhou aquela sujeira pela buceta, esfregando devagar, sentindo a textura viscosa, o calor do sêmen misturado com os próprios líquidos, a sensação de estar suja, de estar usada, de estar marcada. Os dedos brilhavam de molhado, e ela os levou aos lábios, provando a mistura salgada e metálica, lambendo cada dedo como se fosse o sabor mais delicioso do mundo.
Eu fiquei ali, parado, o pau amolecendo, coberto de porra e dos fluidos dela, a pica brilhando e pegajosa, ainda pulsando com os resquícios do orgasmo. A visão era a coisa mais tabu e excitante que eu já tinha presenciado na minha vida. Minha afilhada, de quatro, o cu aberto e vazando minha porra, as coxas manchadas de branco, o corpo todo marcado pelo que tínhamos feito, a pele vermelha de tanto ser agarrada, mordida, estocada.
A sala inteira cheirava a sexo, porra e sacanagem — um aroma que impregnava as paredes, os móveis, tudo, um cheiro que não sairia nunca mais, uma marca olfativa do pecado que tínhamos cometido.
O sofá estava destruído. Manchas de todos os tipos — sêmen, líquido vaginal, suor — cobriam o tecido como um mapa de nossa transa, um mapa que mostrava cada posição, cada movimento, cada momento de prazer e de sacanagem. O chão embaixo estava encharcado, uma poça de fluidos que refletia a luz fraca como um espelho sujo. O ar era pesado, úmido, difícil de respirar sem sentir aquele cheiro invadindo as narinas, sem sentir aquele aroma de sexo e sacanagem preenchendo os pulmões.
Ela se virou devagar, os movimentos lentos, preguiçosos, de um corpo completamente gasto, de uma carne que tinha sido usada até o limite e além. O rosto ainda estava molhado de lágrimas e suor, o cabelo colado na testa e nas bochechas, os olhos vermelhos de tanto chorar de prazer. Mas os olhos brilhavam — não de choro, mas de algo mais profundo, mais primitivo, mais verdadeiro. Satisfação. Plenitude. Uma felicidade suja e deliciosa que só se encontra do outro lado do tabu, do outro lado da linha que não deveria ser cruzada.
Os lábios dela encontraram os meus. O beijo era molhado, quente, com gosto de suor e algo mais — o gosto da transa, da sacanagem, do tabu que tínhamos quebrado, do pecado que tínhamos cometido juntos. A língua dela deslizou na minha boca, preguiçosa mas insistente, como se quisesse provar que era real, que tinha acontecido, que não era um sonho do qual ia acordar. O corpo dela se encostou no meu, a pele pegajosa de suor e fluidos grudando na minha, dois corpos que tinham se fundido num só momento de prazer absoluto e que agora se abraçavam nas consequências daquele ato.
Ela estava suada. Suja. Feliz. E eu também.
E eu sabia, naquele momento, com uma certeza que não admitia dúvida, que não havia volta. A linha tinha sido cruzada de uma forma que não apagava, não se desfez, não se esquecia. O cu dela tinha sido arrombado, enchido de porra, e ela tinha gozado com isso — tinha amado cada segundo, cada estocada, cada momento daquele ato proibido. E eu tinha amado também. Cada gemido, cada contração, cada gota de porra que tinha bombeado dentro daquele buraco sagrado e profano ao mesmo tempo.
O beijo terminou devagar, os lábios se separando com um som molhado, uma despedida doce e suja. Ela encostou a testa na minha, os olhos fechados, a respiração ainda pesada, o peito ainda subindo e descendo com força. O corpo dela ainda tremia — pequenas ondulações que percorriam os músculos exaustos, resquícios dos orgasmos que tinham devastado ela, tremores que pareciam não querer parar, como se o prazer ainda estivesse lá, pulsando sob a superfície da pele.
A sala ficou em silêncio, quebrado apenas pelo som de nossa respiração e do gotejar molhado de fluidos que continuava caindo do sofá no chão — drip, drip, drip — um som rítmico e obsceno que era a trilha sonora da nossa sacanagem. O cheiro permanecia, denso e inescapável, uma lembrança física do que tínhamos feito, um cheiro que ia ficar naquela sala para sempre, que ia impregnar os móveis, as paredes, o ar.
E enquanto eu segurava aquele corpo suado e satisfeito nos meus braços, enquanto sentia a pele dela contra a minha, enquanto respirava o mesmo ar pesado de sexo e sacanagem, sabia que aquela noite tinha mudado tudo para sempre. Não havia volta. Não havia arrependimento. Havia apenas a verdade suja e deliciosa do que éramos agora — amantes, pecadores, donos um do outro de uma forma que ninguém mais ia entender.