
Filha chama sua mãe pra sair com seu marido e noite acaba com Genro fodendo a mãe da esposa e a prima em um ménage selvagem.
Eu era casado há muitos anos quando tudo começou. Quando conheci Mariana, ela tinha 25 aninhos, uma menina ainda, cheia de planos e de uma seriedade que eu achava encantadora.
Sua mãe, Dona Isabel, tinha 39 na época — 14 anos mais velha que a filha, quase da minha idade.
No início do namoro, as coisas com Dona Isabel foram difíceis. Ela me olhava com desconfiança, fazia perguntas demais, deixava claro que não confiava em ninguém que se aproximasse de Mariana.
Mas com o tempo, depois de meses de persistência, aquela tensão se dissolveu.
Passamos a conversar, a rir das mesmas piadas, muitas dela a minha esposa não entendi.
Dormi incontáveis noites naquela casa enquanto namorava Mariana. Aos sábados, Mariana fazia um curso de contabilidade que durava a manhã inteira, e algumas vezes eu ficava lá, dormindo mais que ela, acordando sozinho naquela casa silenciosa.
Dona Isabel e eu ocupávamos quartos separados, cada um em seu canto. Até aquele dia específico.
Acordei com o som da porta da rua se fechando. Mariana tinha saído. Me espreguicei na cama, e resolvi levantar para tomar um café.
Desci o corredor descalço. A casa estava quieta demais, aquele silêncio de sábado de manhã.
Quando passei pela sala, vi Dona Isabel.
Ela estava deitada de bruços no sofá da sala, as pernas esticadas, os braços pendendo de um lado.
Vestia uma camisola branca fina, que tinha subido durante o seu sono, o suficiente para eu ver sua bunda exposta, redonda e firme, envolta naquela calcinha cor de pêssego que tinha se enfiado profundamente entre as nádegas.
O rabo dela era mesmo um rabão, daqueles que param o comércio, como dizem. Fiquei parado no meio do corredor, a respiração presa em algum lugar entre a garganta e o peito.
Não me movi por segundos que pareceram minutos.
A partir daquele dia, eu não conseguia olhar para Dona Isabel da mesma forma. Comecei a notar detalhes que antes eram invisíveis: o perfume bom que ela usava, o riso rouco que soltava quando bebia.
E comecei a cultivar encontros. Algumas vezes saíamos os três — eu, Mariana e Dona Isabel, para tomar chopp em bares de bairro.
Mas Mariana não bebia muito, duas cervejas e já reclamava de dor de cabeça. Então eu passei a sair sozinho com Dona Isabel.
Ela bebia de um jeito que transformava a personalidade.
Duas garrafas de cerveja e a mulher séria, controlada, se tornava outra pessoa, falava sacanagem sem filtro, se insinuava com olhares demorados, deixava as mãos vaguearem por braços e ombros como se fossem acidentes.
Eu descobri depois que ela tinha transado com um casal amigo, uma história que chegou até mim em terceira mão, confirmando o que eu já suspeitava: Dona Isabel escondia uma voracidade que a filha nunca teve.
Passei a sair com ela quinzenalmente. Sempre com a mesma intenção, que eu admitia apenas para mim mesmo: comer aquele rabão da mãe da minha esposa, especialmente para me vingar de Mariana.
Não que Mariana tivesse feito algo específico, era uma vingança difusa, contra a frieza dela, contra as noites em que ela se negava ter relação sexual, mesmo fosse só sexo rápido pra eu gozar, não custava nada pra ela né…
A noite que mudou tudo começou como tantas outras. Estávamos em um bar de esquina, Dona Isabel, eu e Camila, uma prima dela.
Nesta época Camila tinha 25 anos, devia medir um 1,60, corpo compacto com seios pequenos e uma bunda que rivalizava com a de Dona Isabel, enorme, desproporcional, hipnótica.
As duas já tinham bebido bastante quando começaram a falar de Mariana.
— Aquela burra — Dona Isabel disse, girando o copo na mão, não sabe o que tem em casa.
— Conta tudo pra gente — Camila acrescentou, os olhos brilhando e ainda briga com você. Não entendo.
Fiquei encabulado, sentindo o calor subir pelo pescoço. Os comentários se estendiam, detalhados demais: as posições que eu preferia com Mariana, o tamanho do meu pau, o tempo que eu demorava para gozar.
Dona Isabel e Camila sabiam de tudo, e eu estava ali, exposto, sem saber onde colocar as mãos.
Quando eram quase 2 da manhã, Dona Isabel inclinou-se para frente, o decote do vestido de alcinha revelando mais do que ela pretendia.
— Estou muito bêbada para dirigir — ela disse, a voz arrastada — quero que meu genro gostoso leve eu e a Camila para casa.
Falei que não iria, que não queria falação. Mas Dona Isabel me interrompeu, a mão pousando na minha coxa.
— A casa é só minha no fim de semana. O seu sogro viajou. E a Camila vai dormir lá. — Ela apertou minha coxa, os dedos quentes através da calça jeans. — Se você quiser, leva as duas e dorme lá também. Assim pode beber mais um pouquinho conosco, sem se preocupar em dirigir.
Olhei para Camila, que sorria com uma expressão que eu não conseguia decifrar. Algo podia acontecer. Resolvi pagar para ver.
Mal chegamos na casa de Dona Isabel, Camila falou que precisava tomar banho para aguentar beber mais.
E então, na sala da minha sogra, ela simplesmente tirou a roupa. Blusa primeiro, depois a calça, a calcinha, o sutiã, tudo no chão, peça por peça, enquanto eu estava sentado no sofá a menos de dois metros de distância.
Ela virou-se para o banheiro nua, e eu vi aquela bunda enorme se movendo, a pele clara, a racha completamente raspada entre as pernas.
Meu pau reagiu antes que eu pudesse controlar. Ficou duro, dolorido, pressionando contra a calça. Não havia como esconder — minha mão tremeu quando tentei ajustar a posição, desistindo quase que imediatamente.
Dona Isabel observou minha reação. Seus olhos estreitaram, a boca se apertando em uma linha que eu não sabia interpretar.
— Estou com ciúmes — ela disse, a voz baixa, quase um arranhar. — Eu te conheço há mais tempo. Sou sua sogra. Deveria ter preferência.
Não aguentei. O álcool, o tesão, meses de fantasia tudo se acumulou naquele instante.
— Se você quer preferência — falei, — preciso saber se sua bunda é tão gostosa quanto a da Camila.
Dona Isabel não hesitou. Levantou na mesma hora. Tirou o vestido de calcinha de um puxão só, deixando-o cair no chão.
Virou de costas para mim, a calcinha enterrada profundamente no rêgo, e esfregou sua bunda no meu rosto.
O cheiro dela me atingiu — suor, perfume vaginal, algo salgado por baixo.
— E agora, quem é melhor? — ela perguntou, a voz abafada pelo próprio movimento de esfregar. — Tira minha calcinha e você vai ver a buceta mais bonita que já conheceu na sua vida.
Minhas mãos tremeram quando puxei a calcinha da minha sogra para baixo.
Ela era verdade: rosinha, lábios grandes e escuros, pelinhos bem aparados formando um triângulo escuro acima.
O cheiro era maravilhoso, intenso, único. Dona Isabel se curvou ainda mais, apoiando as mãos no encosto do sofá, e eu enfiei minha língua naquela fenda molhada.
Ela gemeu um som grave, vindo de algum lugar profundo e começou a esfregar o bucetão na minha cara, espalhando o melzinho pelo meu rosto, pelo meu queixo, pelas minhas narinas.
Fiquei concentrado, alternando: língua no clitóris, dedo no cuzinho, depois língua no cuzinho, três dedos na xota.
Foi quando senti outras mãos na minha calça. Camila tinha saído do banho, estava do nosso lado, abrindo meu zíper com dedos ágeis.
Quando ela viu meu pau, deu uma lambida longa, da base até a ponta, e falou com a boca colada na pele:
— Como consegue ser ainda melhor do que a Mariana descreveu!
Ela começou a mamar alucinadamente, uma mão na base da minha pica, batendo punheta enquanto sugava a cabeça.
Minha sogra saiu da minha frente, deixando Camila de quatro no chão, pagando aquele boquete com o rabo apontado para cima.
Dona Isabel afastou a mesinha de centro com um empurrão, ficou olhando para a bunda da amiga, e sem hesitar se enfiou embaixo dela, começando a lamber aquela bucetona raspada.
Camila gemeu com a língua de Dona Isabel, apertando os próprios seios com uma mão enquanto me mamava com a outra.
— Sentar no rosto do teu genro — Camila falou pra sua amiga, com a voz falhada. — Deita ele no chão, Isabel. Quero que ele me chupe enquanto você cavalga na vara dele.
Me deitei no chão da sala da minha sogra, o carpete áspero nas costas, e me entreguei aquelas duas.
Camila sentou no meu rosto, sua buceta raspada esfregando na minha boca, enquanto Dona Isabel posicionava-se acima do meu pau, guiando-o para dentro de si.
As duas se beijaram, acima de mim, línguas entrelaçadas enquanto eu lambia a xota e o cú de Camila alternadamente.
Dona Isabel cavalgava com um ritmo que ela ditava, subindo e descendo, o som úmido de nossa junção familiar.
Quando Camila gozou, ela se contraiu toda, gritando na boca de Dona Isabel, e depois caiu para o lado, ofegante.
— Quero esse pauzão no meu cú — ela disse, ainda tremendo.
Dona Isabel riu, uma risada rouca.
— Você é louca. Jamais dou a bundinha, tenho medo de dor.
Camila se recuperou, sentando-se no chão. Olhou diretamente para os olhos da amiga.
— Olha como eu faço. Gosto. Você vai perder o medo de dar esse cuzinho. — Ela se virou para mim, de quatro novamente, o cú exposto. — Mete gostoso no meu cuzinho.
Abaixei-me, lambi a xotinha dela, passei os dedos coletando o melzinho e levando ao cuzinho.
Quando senti que estava molhado o suficiente, enfiei meu pau na xota dela primeiro, uma passagem, duas e então direcionei a cabeça para a entrada do cú.
Forcei devagar, sentindo a resistência, mas Camila jogou o corpo para trás e meu pau entrou todo de uma vez.
Ela gritou. Pediu para eu ficar parado, massageou sua própria xota, e então virou o rosto para mim:
— Agora fode meu cú com força. Quero gritar de prazer.
Obedeci. Meti com vigor, o som de nossa pele batendo ecoando na sala, enquanto ela gritava, misturando dor e êxtase.
Dona Isabel, vendo a cena, começou a tocar uma siririca, os dedos circulando o clitóris, e se aproximou para lamber meu saco.
De repente, senti outra língua — no meu cú.
Me assustei, me contraindo, mas a voz de Isabela veio abafada:
— Acho gostoso. Se você deixar, só lambo. Me dá o cú depois.
Confesso que no começo me assustei. Mas naquela hora, valia quase tudo.
Ela parou de lamber meu cú e se enfiou embaixo de Camila, alternando: língua na xota da amiga, língua no meu saco, enquanto eu continuava metendo no cú de Camila.
Quando Camela ia gozar pela segunda vez, eu não aguentei mais.
— Vou gozar — avisei, a voz estrangulada.
Dona Isabel saiu debaixo de Camila na mesma hora.
— Goza na minha boca — ela ordenou, se posicionando. — Quero sentir o gosto do cuzão dessa puta e do teu pau. Deixa-me beber essa porra toda.
Tirei meu pau do cú de Camila, que caiu para o lado, ofegante. Enfiei na boca de Dona Isabel, e ela limpou tudo — tudo — com a língua, sugando cada gota, deixando escorrer apenas um pouquinho pelo canto da boca.
Minhas pernas tremiam quando me sentei no sofá, o coração ainda disparado.
Mas Isabela não tinha gozado. Ela foi para cima de Camila, montando seu rosto.
— Você usou meu genro antes de mim, sua puta — ela disse, se esfregando na boca da amiga. — Vem me fazer gozar com essa tua língua.
Camila, ainda grogue, não resistiu. Começou a lamber a xota de Dona Isabel, e eu vi minha sogra se contorcer de prazer. Meu pau se animou de novo.
Fui para trás dela, lambendo seu cuzinho, vez por outro beijando Camila, sentindo o gosto de Dona Isabel na boca da amiga.
Quando Dona Isabel estava gozando, me posicionei de lado e forcei a entrada no cú dela. Ela virou o rosto, os olhos vidrados:
— Mete no meu cú beijando minha boca — ela pediu, a voz falhando. — Me arromba bem gostoso. Quero sentir esse pauzão me rasgando.
Enterrei meu pau naquele cuzinho sem dó. Ela gritava, chorava, tentava me beijar entre os gemidos, dizia que ia morrer com aquele pau no cú e aquela língua na xota.
Ficamos assim até que Dona Isabel não aguentei mais — seus olhos rolaram, o corpo afrouxou, ela “apagou” de tanto gozar.
Como eu não tinha gozado, meti na xota de Camila, que ainda não tinha levado ferro naquela racha.
Ela se abriu toda, segurando as pernas quase junto da cabeça, e me deixou mandar ferro até encher aquela xota de porra.
Minha sogra, já meio consciente de novo, se apressou em lamber tudo, o gosto de nós três misturado em sua boca.
Quando amanheceu, eu estava com a cara enfiada na xota de Dona Isabel, e ela com meu pau já mole na boca, lambendo-o preguiçosamente.
Voltei para casa, para Mariana, para nossa rotina. Mas nunca mais fui o mesmo.
Até hoje como minha sogra. E Camila. Já trepamos várias vezes juntos desde então, eu, Dona Isabel, Camila, ate hoje minha esposa esta cansada pra sair e tomar uma cerveja ela pedi pra mãe dela sair comigo, pois a final ela queria a mãe bem e feliz da vida.
Gostou deste conto que genro comeu a sogra e amiga dela e filha dormindo em casa? assista um genro comia a namorada aos sons do gemidos da sogra, clique aqui e assista ao vídeo pornô.