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Amigo me chamou e comi a enteada dele junto com ele

29/07/2026 escrito por Amopornobr

Homem visita o melhor amigo, é seduzido pela enteada de dezoito anos na cozinha e acaba flagrado pelo próprio padrasto da jovem, que longe de causar um desastre, a enteada o Padrasto pra ficar junto com eles.

 

Tenho 49 anos, e todo final de semana eu dou caminhada pra me exercitar, e 4quilômetros aqui de casa era casa meu grande amigo Ruy.

 

Ele morava ali há anos, desde que se separou do primeiro casamento e casou de novo.

 

Conhecia ele desde os vinte e tantos, estive na maternidade quando uma das filhas dele nasceu, éramos próximos daquele jeito que não precisa de aviso.

 

A campainha tocou duas vezes. Ruy abriu a porta de calção e chinelo, cara de quem não esperava ninguém.

— Caralho, tu por aqui? — ele riu, me puxando para dentro. — Entra, entra, tava fazendo café.

 

Fui até a cozinha. Ruy serviu duas canecas e sentamos à mesa.

— A Célia e a mais nova saíram — ele disse, soprando o café. — Sobrou só a Amanda, deve tá dormindo ainda.

 

Amanda era enteada dele de 18 anos, que ele tratava como “filha”.

 

Ficamos ali, conversando sobre futebol, sobre o joelho dele que doía, sobre o serviço. Ruy se levantou, esticou os braços.

— Vou tomar um banho rápido. Fica aí, já volto.

 

Ele subiu a escada. Eu fiquei na cozinha, olhando o quintal pela janela, terminando o café. Ouvi passos no corredor.

 

Amanda apareceu na porta da cozinha. Cabelo castanho desarrumado, olhos meio fechados de sono, vestindo um pijama fino e curto. O tecido marcava os mamilos, não tinha sutiã por baixo.

 

Ela se aproximou com aquele jeito preguiçoso de quem acabou de sair da cama.

— Bom dia, tio — disse, me dando um beijo na bochecha.

 

Foi até a garrafa térmica, serviu uma caneca, e encostou na pia de frente para mim.

 

O seu pijama marcava bem buceta dela, mostrando a coxa eram grossa. Ficamos conversando sobre o calor, sobre o mercado, coisas sem importância. Ela riu de uma piada minha, jogou o cabelo pro lado.

 

Então, sem nenhuma mudança na expressão, ela puxou pra cima do shortinho do pijama dela enterrando ainda mais e marcando sua linda buceta nova.

 

A parte de cima do pijama dependendo do movimento mostrava umbigo e era visivel seus lindos seios ficava perfeitamente visivel imaginar o formato deles, pequenos, firmes, com a pele lisa e os mamilos rosados empinados.

 

A barriga lisa descia até uma calcinha branca semitransparente que dividia os grandes lábios e deixava ver os pelinhos cortados rente, deveria ser cuidadosamente aparados.

 

Eu acho ela estava me provocando, só pode, engoli seco e disse com a mão tremia na caneca.

— Quê isso, menina, fecha isso — eu falei, a voz saindo estrangulada. — Seu pai tá aí, o que ele vai pensar?

— Não se preocupa, ele não liga que os amigos deles me vejam. — Ela sorriu, inclinou a cabeça. — Gostou?

— Eu fiquei sem reação e ela provocativamente me perguntou:

— Aposto que já ficou de pau duro. — Ela ergueu o queixo. — Deixa eu ver, mostra aí.

 

O pau doía dentro do meu short de caminhada. A situação era absurda. Ruy podia descer a qualquer momento, e lá estaria eu com a filha dele de peitos de fora e uma ereção evidente.

 

Ajeitei o pau com a mão esquerda, tentando disfarçar.

— Põe pra fora — ela insistiu, os olhos fixos na minha virilha. — Deixa eu ver.

 

Olhei para a escada. Nenhum barulho. Puxei a cintura do short e tirei o pau pra fora, duro, veias marcadas, a cabeça arroxeada.

 

Amanda tirou a parte de cima do pijaminha dela, e puxou para baixo a parte de baixo. Ficando só de calcinha. Veio andando até mim, os peitos balançando a cada passo, se ajoelhou no piso da cozinha.

 

A mão dela era macia, envolveu o pau devagar, acariciando de base à ponta.

 

Ela cuspiu nos dedos, esfregou a saliva na cabeça do pau e começou a chupar.

 

A boca era molhada, quente. Engolia até a metade, parava na cabeça fazendo bico com os lábios, depois voltava a engolir.

 

O barulho de sucção ecoava na cozinha — *sllurp, sllurp* — e eu me inclinei pra frente, enfiando a mão no cabelo dela, alcançando os peitinhos dela.

 

A maciez da pele, os bicos duros entre os dedos. Achei que ia gozar na boca dela quando se levantou de repente.

 

Tirou a calcinha, jogou no chão. Encostou a bunda na borda da pia, abriu as pernas. A buceta rosada, molhada, os lábios inchados e escorrendo.

— Vem Tio — ela me disse.

 

Fui até ela. Encaixei o pau na entrada da bucetinha, deslizei com facilidade, pois estava encharcada, escorria pelo furo.

 

Entrei até o fundo. *Squelch* — o som de carne molhada se abrindo.

 

Comecei a comer a filha do meu amigo ali em pé, segurando pela cintura, o pau entrando e saindo.

 

Os peitos balançavam contra meu peito. Nos trocava-mos beijo molhado, língua contra língua, saliva escorrendo pelo queixo.

 

Chupei os peitos, mordi o mamilo, voltei a beijar a boca.

 

Concentrei no ritmo, enfiando forte, a bunda dela batendo na pia a cada estocada.

Aquelas horas eu nem tinha me ligado, mas eu estava comendo ela sem camisinha.

 

— Oi, pai! — ela falou, chamando o padrasto dela carinhosamente, sorrindo por cima do meu ombro.

Congelei. O pau ainda enterrado nela. Virei o rosto.

 

Ruy estava na porta da cozinha, de calção, pau duro na mão, olhando pra gente com um sorriso tranquilo.

— Agora que começou, vai até o final — ele disse.

 

Tirei o pau da buceta com um *plop* molhado. Virei Amanda de costas pra mim.

 

Ela se debruçou na pia, empinou a bunda, abriu as pernas.

 

A buceta molhada escorrendo pelos pelinhos aparados.

 

Segurei a bunda com as duas mãos e enfiei o pau de uma vez. Comecei a comer forte, o pau entrando até o saco bater na buceta. *Slap, slap, slap*.

 

O meu amigo, pai da garota estava vendo eu comer a filha dele bem ali na cozinha.

 

Não aguentei. Gozei com força, puxando a bunda dela contra mim, enterrando o mais fundo que pude, a porra esguichando em jatos dentro da buceta.

 

Tirei o pau devagar. A porra branca escorreu pela buceta aberta, pingou no piso da cozinha.

 

Sentei na cadeira, ofegante. Amanda ficou na mesma posição, debruçada na pia, a buceta rosada escorrendo, os lábios inchados de tanto comer.

 

Ruy se aproximou, passou a mão na bunda da enteada, posicionou o pau e enfiou por trás.

 

Virou-a na minha direção — ela apoiou as mãos nos meus ombros, eu sentado na cadeira, vendo a cara de satisfação dela, os peitos balançando no meu rosto enquanto Ruy comia a enteada de trás.

 

As estocadas dele faziam o corpo dela ir pra frente e pra trás, os peitinhos dela mexendo bem próximo do meu rosto. Ela gozou estava prestes a gozar, olhando nos meus olhos, a boca aberta, os olhos revirando.

 

Meu pau endureceu de novo. Comecei a beijar os peitos dela, passei a mão pela cintura. Ruy soltou o pau da buceta da enteada, deu um tapa na bunda dela.

— Vamos pro quarto — ele disse.

 

Subimos. Sentei na cama, Amanda veio por cima, encaixou a buceta no pau e sentou até o fundo, levantando a bunda.

 

Ruy foi por trás, passou o pau molhado pela buceta dela no cu e foi introduzindo devagar.

 

A cabeça entrou, depois o resto. Eu sentia o pau dele através da parede, a buceta dela apertando mais. Parei de me mover e deixei ele entrar completamente.

 

Quando entrou até o fundo, começamos os dois a comer — eu na buceta, meu amigo Ruy o cu. O dois pau se movendo dentro da filha do meu amigo.

 

Amanda já não gemia. Gritava. Chorava. *Ahhh, ahhh, ahhh* — os gritos ecoando pelo quarto, as mãos agarrando o lençol.

 

O corpo dela tremia entre nós dois, suor escorrendo pelas costas, pelos peitos que balançavam na minha cara.

 

Ruy gozou primeiro, gemendo alto, enterrando fundo no cu, deu um tapa na bunda dela e sentou na poltrona do quarto, ofegante.

 

Amanda pediu pra eu deitar. Obedeci. Ela veio por cima, encaixou a buceta no pau e pediu pra eu ficar parado. Fiquei. Ela rebolou devagar, depois mais rápido, os quadris girando, a buceta engolindo o pau inteiro a cada movimento.

 

Os peitos apontados para o meu rosto, se mexiam lentamente com as cavalgava que ela dava em cima de mim.

 

Gozamos praticamente juntos a buceta dela apertou em volta do pau, eu gozei com força, a porra misturando com os líquidos dela, escorrendo pelo pau, pelo saco, manchando o lençol.

 

Ela ficou por cima por alguns minutos. A porra escorrendo da buceta pelo pau, pingando no lençol.

 

Então se levantou, pegou o robe do chão e subiu a escada pro quarto dela sem dizer nada.

 

Ruy se vestiu e sentou ao meu lado na cama. Acendeu um cigarro.

 

— Eu como ela desde que ela fez 18 anos— ele disse, soltando a fumaça.

 

A Célia sabe, não sabe. A gente tá esperando a mais nova fazer dezoito pra também seduzir ela.

 

Fiquei em silêncio, processando.

 

E fui pra casa, pensando que tinha acabado de comer a filha do amigo, e não sabia como seria a próxima ida dele la casa da família, e ter olhar pra filha do Ruy, próximo da sua esposa, o quanto ela é safada.

 

O padrasto pegou o melhor amigo comendo sua enteada na cozinha de casa e quis fazer dupla penetração. Quer assistir um video porno de Padrasto chamava o amigo dele pra ficar a tarde em casa “conversando”, e tendo companhia a enteada, clique aqui e assista.