Rapaz morria de tesão de comer, seu próprio irmão mas claro jamais faria isso, e compensou tudo esta frustração no amigo gordinho do irmão, que deu sinal que tinha todo jeito de gostar de ser gay putinha do irmão dos seus amigos.
Eu chamo Beto, e desde cedo eu sempre fui um cara tarado, gosto de mulher mas tenho taras por vídeos pornô de homens transando.
Não tinha muita filtro entre o que eu pensava e o que eu queria fazer, mas o que eu não poderia falar, rsrs.
Meu irmão mais novo, João, tinha acabado de fazer dezoito. Ele é garoto gordinho, tinha bunda grande que qualquer mulher teria inveja. Eu já tinha perdido a conta de quantas vezes bati uma pensando nele.
Pegava as cuecas dele no cesto de roupa suja, me masturbava cheirando a cueca dele e muitas vezes gozava no chuveiro penso nunca aquilo.
De vez em quando eu ficava olhando meu irmão de madrugada dormindo de Bruços, com o cobertor meio caído, aquela bunda arredondada marcando o short.
É claro eu nunca toquei nele e jamais faria isso. Meus pais eram rígidos demais e eu jamais seria idiota de tentar qualquer coisa.
Mas o que eu nunca esperei foi dele trazer amigo novo o Anderson da mesma idade que ele, ele rapaz rosto angelical bem bonitinho, e isso meu abril brecha enorme pra eu botar pratica aquilo hoje me atrai.
Meu irmão trouxe ele um dia aqui em casa. Era Anderson ele tinha 18 anos, ele também gordinho que nem meu irmão, ele era doce, e respeitoso.
Eu reparava nele desde a primeira vez, ele muito idêntico ao meu irmão, puta que pariu, em alguns momentos que ele conversava com meus pais ele ficava com a cruza as pernas. Pra mim era viadinho completo e inrustido.
Ele era o tipo de garoto que parecia feito pra ser deitado de bruços e ser maçacrado o rabinho sem dó.
A primeira vez que aconteceu alguma coisa foi num dia em que meus pais saíram e ficamos só nós três. João e Anderson tavam jogando carta lá embaixo na sala.
Eu tava no meu quarto trocando de roupa quando a porta se abriu. Anderson entrou distraído, falando alguma coisa sobre o banheiro, e só percebeu que eu estava pelado depois que ele fechou a porta pra entrar.
Ele congelou. Os olhos dele desceram do meu peito até o meu pau e ficaram ali por dois segundos que pareceram dez. Eu impulsivamente me cobri com a toalha. Eu claro que meu irmao foi unico homem me viu pelado
Eu falei pra ele: Tá tudo bem, o que você quer?.
Ele disse que queria usar o banheiro do meu quarto pra não incomodar. Eu disse que tudo bem, mas com uma condição. Que ele lambesse meu pau.
Ele virou o rosto pra mim com os olhos arregalados, preocupado com o Meu irmao lá embaixo. Eu tranquei a porta pra ele ficar tranquilo. Tirei a toalha da cintura e sentei na beira da cama.
Anderson ficou parado por um momento, depois se abaixou. A língua dele tocou a ponta do meu pau de leve, como se tivesse medo. Lambeu de novo.
Depois abocanhou a cabeça, os lábios mornos e úmidos envolvendo o glande. Pouco a pouco ele foi descendo, enfiando mais na boca, o bico do meu pau batendo no fundo da garganta dele.
ele sabia bem e me dava lambidas no saco ate ponto do meu pau, caralho me maravilhoso e voltou a chupar meu pau como ja demostrou que fazia
Eu ja estava quase gozando. A mão dele segurava a base do meu pau e ele sugava com um ritmo devagar, molhado, o barulho de chupão baixinho. Foi aí que meu irmão bateu na porta.
— Anderson, você esta aí?
Eu respondi rápido: — Não, tá no banheiro lá de baixo.
Meu irmão foi embora. e amigo dele se levantou, limpou a boca com as costas da mão. A gente decidiu que era melhor parar. Arriscado demais.
Eu disse pra ele, calma, chupa mais pouco só, ele se ajoelhou e chupou, ai eu ja fui pra terminar a sacanagem e peguei a cabeça dele e ajudava movimentar pra cima pra baixo.
Com uma da sminhas maos eu peguei a base meu pau e comecei a me masturbar, que delicisa enquatno a outra conduzia o movimentos e insensidade da boca dele no meu pau.
ai nao demorou muito eu gozei, gozei tudinho ba boca do amigo meu irmão que agora era verdadeiro viadinho, ele continuo mamando ate deixar tudo limpo.
Então ele se levantou e saiu do quarto sem dizer nada e voltou pra mesa de cartas como se nada tivesse acontecido.
Eu nem cheguei a descer jogar com eles, foi dormir, so bati mais uma pra me lembrar que aconteceu instantes antes, gozei pouca coisa, mas gozei.
Meus pais iam viajar de novo. Eu ia ficar de caseiro. Eu sabia que Anderson ia chamar o meu irmão pra jogar carta. Eu já tava me preparando.
No dia em que eles saíram, eu vesti um shortinho sem cueca, solto, sem camiseta. O Anderson já conhecia o que eu tinha ali. O meu irmão, bobo como sempre, não reparava em nada.
O jogo de cartas tava rolando na mesa da cozinha. Eu me sentei do lado do Anderson, de frente pro meu irmão. Eu notava que o Anderson de vez em quando desviava os olhos pro meu short.
Quando eu me mexia na cadeira, o tecido do short marcava o volume do meu pau, mesmo mole. Ele via tudo. Uma das mãos dele ficava abaixo da mesa, sobre a coxa.
Eu puxei assunto com Anderson pra meu irmão não perceber nada, e encostei a minha mão sobre a dele. Ele não esboçou reação nenhuma.
Mas eu sabia que o coração dele, igual o meu, tava batendo mais forte. O nervosismo de ser flagrado misturado com a excitação.
Os minutos foram passando e meu irmão se levantou pra pegar mais petiscos. No segundo em que ele virou as costas, eu peguei a mão do Anderson e coloquei sobre o meu short, em cima do meu pau.
Ele olhou pra mim. Não falou nada. Eu senti os dedos dele apertarem de leve o volume através do tecido, como se estivesse dizendo estou saudade de você e do que fizemos dias atras.
Eu me inclinei pra perto do ouvido dele e sussurrei: — Eu posso chupar o teu pau se tu quiser.
Ele não falou nada. Só deu um aceno de ombro, meio disfarçado, e se virou pra arrumar as cartas pra que meu irmão não percebesse nada.
Meu irmão voltou com os petiscos. Comeu bastante, como sempre comia. Eu sabia que depois de comer ele ia ficar com sono. Eu disse pra ele ir dormir, que eu e o Anderson ficaríamos jogando mais um pouco.
Ele falou tudo bem, se arrastou pro quarto e fechou a porta.
Assim que escutamos a porta bater, eu afastei a cadeira e fui direto no pau dele. Apertei por cima da calça, com força. Anderson fechou os olhos e jogou a cabeça pra trás.
Eu disse pra ele deixar eu chupar. Ele não respondeu, mas se levantou da cadeira. Eu me ajoelhei na frente dele, puxei a calça dele pra baixo. O pau dele era lindo. Sem pelo nenhum, a pele lisinha.
A barriga dele era gordinha, com uns fios de pelos finos descendo do umbigo. Eu abocanhei o pau dele, sentei naquele gosto. Ele repousou a mão sobre a minha cabeça e deixou eu conduzir o boquete.
Eu nunca tinha feito boquete em nenhum amigo do meu irmão. Ele foi o primeiro. O pau dele já tava duro, não era muito grande, mas era gostoso de chupar.
Eu sentia o cheiro dele, morno, de pele limpa, com aquele toque de excitação que fazia o pau latejar na minha boca.
Eu lambia o tronco inteiro, descia até a base, subia até a ponta, circulava o glande com a língua, depois engolia de novo.
O barulho de chupada molhada — sllurp, sllurp — enchia a cozinha silenciosa. Anderson respirava pesado, os dedos dele agarrando meu cabelo.
Ele sussurrou que já tava quase gozando. Eu parei de chupar por um segundo, com o pau dele ainda na boca, e falei: — Goza na minha boca.
Voltei a chupar, aumentei o ritmo. Subia e descia mais rápido, a boca toda molhada de baba, o pau dele latejando contra a minha língua. Ele agarrou minha cabeça com as duas mãos, esticou o corpo, e gozou. Gozou forte.
O esperma quente bateu no fundo da minha garganta, eu senti o jato grosso enchendo minha boca, engoli o que dava e o resto escorreu pelo queixo. Eu tava chupando o pau do amigo do meu irmão. Puta que pariu.
Ele me chupou uns dias atrás e agora eu tava mamando nele.
Eu levantei, limpei o queixo com as costas da mão. Disse pra ele que podia dormir na minha cama. Nós fomos pro quarto. Meu irmão tava ferrado no sono na cama de solteiro dele, roncando baixinho.
Eu tomei banho primeiro. Depois Anderson foi. Eu fiquei esperando deitado na cama de casal, de cueca, ouvindo o barulho do chuveiro. O pau já tava duro de novo só de pensar no que vinha pela frente.
Eu queria deitar com ele, fazer troca-troca, sentir o corpo dele em cima do meu, a boca dele no meu pau de novo, a minha boca no dele, as pernas dele abertas.
Anderson saiu do banheiro com uma toalha na cintura, o corpo gordinho pingando água, os mamilos com o frio. Ele se deitou ao meu lado na cama de casal. Nós dois deitados de costas, olhando pro teto, esperando o meu irmão pegar no sono profundo.
Eu encostei a minha perna na dele. Ele não se afastou.
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