Marido corno convida o melhor amigo para dormir em casa deles e assiste à própria esposa mamar o pênis acumulado dele na calada da noite engasgando muito.
Eu conhecia Gabriel havia quase oito anos. Eles trabalhavam junto com minha esposa no mesmo setor, dividiam almoço, cerveja depois do expediente e quase todas as confidências que dois homens podem trocar.
Ele era um o meu amigo mais próximo, foi ele conseguiu este emprego pra minha esposa, que estava desempregada a muito meses, por isso eu o considero como um irmão.
E era justamente por esta proximidade entre ele e minha esposa que eu sabia de quase tudo que acontecia na vida dele, assim como ele sabia de quase tudo que acontecia na minha.
Eu falei. Quase tudo…
Porque havia uma coisa que Gabriel não sabia que eu sabia. Durante uma viagem na nossa casa da praia, meses atrás, eu estava deitado na cama ao lado da minha esposa, fingindo dormir.
Ouvi engasgo da minha esposa. E cada gemido abafado. Ouvi a minha esposa mamando o pau dele a menos de dois metros de mim, e ouvi cada estalo daquela boca molhada trabalhando com uma fome que eu conhecia bem.
Até hoje ela acha que eu não sei de nada. Até hoje Gabriel acha que eu dormi a noite inteira. Mas eu ouvi tudo.
E, para mim, aquilo tinha sido uma das experiências mais excitantes da minha vida.
Desde aquele dia, eu vinha tentando trazer Gabriel até casa de novo.
Sempre aparecia uma desculpa. Ele tinha que viajar, ia visitar a mãe, estava cansado, sempre algo.
Até que, numa conversa qualquer no trabalho, ele me contou que o relacionamento com a esposa andava esfriado.
Ela era da igreja, tinha feito uns votos, e isso cortara a intimidade dos dois.
Ele me disse, com aquele tom meio resignado, que já fazia duas semanas que não transavam.
Duas semanas sem gozar. Para um homem como Gabriel — acostumado a sexo regular, com um apetite que eu conhecia, aquilo era uma eternidade.
A minha mente disparou no mesmo instante. Aquela era a oportunidade perfeita.
— Sexta-feira você vem lá em casa — eu disse, com a naturalidade de quem convida para uma cerveja. — A gente toma umas, relaxa, esquece um pouco dessa merda.
Ele aceitou na hora. Disse que seria bom demais fugir daquela rotina. Não fazia ideia do que eu estava armando.
Sexta à noite, ele chegou com duas caixas de cerveja e aquele sorriso de quem finalmente ia descomprimir.
Minha esposa estava no banho quando ele apareceu. Assim que saiu, enrolada na toalha, viu Gabriel na área da churrasqueira comigo e correu para o quarto.
Voltou dali a uns dez minutos vestindo um pijama que eu conhecia bem — um shortinho curto demais, com aquele tecido fino que marcava tudo, dividindo a bucetinha dela ao meio.
Ela passou pela varanda, cumprimentou Gabriel com um beijo no rosto e um sorriso demorado.
— Vai ficar com a gente? — perguntei, já sabendo a resposta.
— Não, vou ver a novela — disse ela, ajeitando o cabelo úmido atrás da orelha.
Sem problemas. Ficamos ali, eu e Gabriel, bebendo e conversando.
A noite estava morna, o som dos grilos misturado com o estalo das latas de cerveja sendo abertas.
Depois de umas quatro ou cinco cervejas, a língua dele afrouxou.
— Cara, como você tá aguentando esse tempo todo sem gozar? — perguntei, rindo. — Não pensa em arrumar uma mulher na rua não?
Ele coçou a nuca, meio sem graça, e deu um gole longo na lata.
— É difícil, irmão. Mas já não tô mais ligando. Ocupando a cabeça com outras coisas. — Deu de ombros. — Na rua nunca. Isso eu não faço.
O celular dele tocou. Era a esposa. Ele atendeu, falou baixo, e eu ouvi o suficiente: ela estava na igreja com a mãe, ia dormir lá na casa da mãe dele, já que ele não estava em casa.
Ele disse que estava comigo, que por volta das 23:30 iria embora.
Assim que ele desligou, eu entrei.
— Já bebemos bastante. Fica aqui. Tem quarto sobrando.
Ele hesitou. — Não vai incomodar?
— Incomodar o quê, irmão? Fica.
Enquanto ele terminava de falar com a esposa no telefone, eu corri até o quarto.
Minha esposa estava sentada na cama, mexendo no celular.
— Ajeita a cama pro Gabriel. Ele vai dormir aqui.
Ela levantou sem dizer nada. Foi até o quarto de hóspedes arrumar as coisas. E foi aí que eu notei lá da varanda, Gabriel estava olhando.
Os olhos dele seguiram minha esposa enquanto ela atravessava o corredor, e ela, no meio do caminho, virou o rosto por cima do ombro e deu aquele sorrisinho de canto.
Um sorriso rápido, quase nada. Mas eu vi. E ele viu.
Terminamos de beber. Comemos alguma coisa. Eu disse a Gabriel que o quarto estava pronto, que eu ia tomar um banho e, na sequência, ele podia tomar o dele e se deitar.
Ele concordou com a cabeça, já com aquele olhar pesado de quem bebeu o suficiente para ficar solto mas não bêbado.
Depois do banho dele, nos recolhemos. Eu e minha esposa no nosso quarto, Gabriel no quarto de hóspedes, porta fechada.
Foi aí que eu decidi dar a provocadinha.
Sabendo do que poderia acontecer naquela noite, comecei a tocar nela. Devagar.
Pelo pescoço, pela nuca, descendo até a cintura. Beijei o lóbulo da orelha dela, passei a mão por cima do short do pijama, sentindo o calor que já subia.
Ela se mexeu, abriu as pernas levemente, o quadril empinando na minha direção. Eu continueei. Afastei a barra do short, passei os dedos pela fenda já úmida, circulei o clitóris com a ponta do dedo médio, devagar, bem devagar.
Ela arqueou, soltou um suspiro curto, a mão dela agarrou o meu pulso.
Eu parei.
Deixei ela ali. Tesão acumulado, sem finalizar. Dei boa noite, me virei pro outro lado e fechei os olhos.
Ela ficou assistindo série no celular, o volume baixo. Eu fiquei ali, imóvel, respirando fundo, fingindo dormir.
Meia hora se passou.
Então eu percebi o movimento. A cama cedeu levemente quando ela levantou, devagar, um movimento de quem não quer fazer barulho.
Ouvi o som dos pés descalços no piso frio. A porta do quarto se abriu sem ranger ela sabia qual ângulo empurrar.
Vi claridade na sala. Provavelmente Gabriel, sem conseguir dormir, assistindo TV.
Cinco minutos. Tudo se apagou.
Levantei de fininho. Caminhei pelo corredor com os pés deslizando no piso para não fazer barulho.
A sala estava vazia. A TV, apagada. A porta do quarto de hóspedes estava fechada, mas dava para ouvir vozes abafadas.
Cheguei até a porta e parei do lado de fora, colado na parede.
Ouvi a voz dele, baixa, tensa.
— Já faz mais de duas semanas que não transo…
Depois, barulho na cama. Um movimento de lençol. E pelo som — alguém sentou na poltrona que ficava ao lado da cama, aquela que de vez em quando a gente usava quando transávamos lá.
A voz dele de novo, agora mais rouca.
— Espera… não pode… você é a esposa dele.
A voz dela. Direta. Sem hesitação.
— Cala a boca. Só vou te ajudar a esvaziar. Igual da outra vez. Boquete não é traição.
Silêncio absoluto.
E então começou.
Aquele som. Inconfundível. O som úmido, rítmico, de uma boca engasgando. Gloc, gloc, gloc.
O som da minha esposa mamando o pau do Gabriel. Ela engasgava bastante, o pau dele deveria ser bem maior que meu, ja que minha esposa consegui engolir todo meu pau sem dificuldade, mas chega no dele, ela sente bastante dificuldade.
Dava para ouvir a mão dela deslizando no pau, aquele barulho de pele molhada, de saliva escorrendo.
Ele se soltou mais dessa vez — podia ouvir o quadril dele batendo, fodendo aquela boca com vontade, e expressão dela dever ser sofrimento, ele tentava fazer com que ela engolisse todo penis dele, mas acho batia la garganta.
Ela engasgava, tossia baixo, e voltava. A boca não parava.
Eu so imaginou com duas semanas de leite acumulado de Gabriel, prestes a gozar na boca dela.
Eu fiquei ali. Colado na porta. O pau duro dentro do short, o coração batendo no peito como um tambor.
Ouvi cada estalo, cada gemido abafado dele, cada slurp daquela boca deliciosa trabalhando.
Até que ouvi a voz dela, rouca, com o pau ainda na boca:
— Hmm… me dá leitinho…
Ele não aguentou.
— Vou gozar.
E gozou. Ouvi o gemido longo, contido, o corpo dele estremecendo.
Fiquei imaginando a quantidade de leite que ele soltou dentro da boca dela — duas semanas acumuladas, toda aquela pressão se esvaziando.
Com certeza ela não desperdiçou uma gota. Conhecia minha esposa bem o suficiente para saber que ela engolia tudo.
Por um momento, pensei em abrir a porta. Entrar no quarto. Encher a boca dela também.
Mas não. Recuei devagar, voltei para a cama e fiquei ali, de olhos abertos no escuro, ouvindo o silêncio da casa.
Vou deixar eles pensando que eu não sei de nada. nisso fica so eu e minhas punhetas pelo que vi na sala.
No outro dia, eu levantei primeiro e depois minha esposa, dei beijo de bom dia, bem gostoso, eu sabia a horas a tras ela estava com pau na boca não era meu.
mais tarde, Gabriel se levanta, ele estava pouco sem jeito, mas minha esposa sempre muito carismatica, pedi ele sentar com gente e disse tinha lugarzinho especial na mesa com gente, no caso do ladinho dela.
Eu amo essa minha esposa
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