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Amigo gordinho do meu irmão me mamou e quero quero mamar ele, p2

Por: AmoPornoBR 30/08/2026
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Putaria entre irmao vira suruba entre primos, vira putaria dentro do quarto do rapaz sem nigme imaginar o que acontece por la

Primeira parte: Clique aqui

 

O ronco de João virou um fio grosso e constante. Eu fiquei ouvindo, contando os intervalos entre cada respiração.

 

Quando o ritmo ficou pesado, arrastado, eu soube que ele tinha apagado de vez. Virei a cabeça pro lado.

 

Miguel tava com os olhos fechados, os dedos das mãos abertos sobre o peito, a toalha já meio afrouxada na cintura.

 

A pele dele ainda cheirava a sabonete. Eu passei a mão sobre a coxa dele, por cima da toalha. Ele abriu os olhos e me olhou.

 

Não disse nada. Eu tirei a toalha devagar, puxando pela ponta. O pau dele tava mole, descansando sobre a coxa, a pele lisinha. Eu tirei a cueca e joguei no chão.

 

Me deitei de lado, de frente pra ele, e passei a mão pelo peito, descendo pela barriga sequinha até chegar no pau.

 

Segurei devagar. Ele suspirou pelo nariz, os lábios abrindo um pouco. Eu comecei a bater devagar, sentindo o pau crescer na minha mão.

 

O corpo dele foi se relaxando, as pernas se abrindo sem ele perceber. Eu desci a cabeça e abocanhei o pau dele de novo.

 

Tava morno, macio, e foi endurecendo rápido dentro da minha boca. Sllurp, sllurp — o barulho baixinho molhado no silêncio do quarto.

 

Miguel arrepiou todo, a mão dele agarrando o lençol.

 

Eu parei, levantei a cabeça e me deitei de costas. Puxei ele por cima de mim. Ele entendeu. Montou por cima, as pernas dos dois lados do meu corpo, o pau dele duro encostando no meu.

 

Eu segurei os dois juntos na mão e comecei a bater nos dois ao mesmo tempo. O pau dele era quente contra o meu. Miguel jogou a cabeça pra trás, os lábios abertos, respirando pesado.

 

Eu empurrei ele pra trás devagar, até ele deitar em cima de mim de barriga pra baixo, o pau dele na altura do meu rosto e o meu na altura da boca dele.

 

Ele engoliu meu pau sem hesitar. A boca quente e úmida envolveu a cabeça e desceu. Eu abri as pernas e puxei a dele pra cima, abocanhando o pau dele de novo.

 

A gente se chupou devagar, molhado, os dois corpos encaixados. Sllurp, sllurp, sllurp — os barulhos se misturavam. Eu sentia a língua dele circular o glande, descia pelo tronco, voltava.

 

Eu fazia o mesmo com ele, lambia a base, sugava a ponta, engolia até o fundo. O pau dele latejava na minha boca. O meu pulsava na dele. Os dois corpos suando, quentes, grudados.

 

Miguel começou a rebolar, enfiando o pau na minha boca com mais força. Eu agarrei a bunda dele com as duas mãos e puxei pra mais perto.

 

Ele gemeu baixinho com meu pau na boca, a vibração subindo pelo meu tronco inteiro. Eu levantei o quadril, enfiando mais fundo na garganta dele.

 

Ele engasgou — glck, glck — e continuou chupando. O ronco de João não parava. Eu fechei os olhos e deixei o ritmo tomar conta.

 

colchão rangia demais. Cada movimento que eu fazia com o quadril enviava uma onda sonora pelo estrado, e o ronco de João, embora constante, não era garantia suficiente.

 

Soltei o pau de Miguel da boca com um plop úmido, saliva escorrendo pelo queixo, e sussurrei contra a coxa dele: “Chão. Agora.”

 

Miguel abriu os olhos, o pau dele pulsando ainda entre meus lábios, e assentiu com um movimento seco da cabeça.

 

Desmontamos um do outro com cuidado, cada articulação estalando baixinho, e escorregamos da cama para o carpete.

 

O tecido grosso sob meus joelhos abafava qualquer som — era isso que eu precisava.

 

Deitei-me de lado atrás dele, a barriga dele colada no meu peito, e empurrei devagar. O cu de Miguel cedeu ao redor da minha cabeça, quente e apertado, e ele soltou um ar pela boca entreaberta que eu senti vibrar nas costas dele.

 

Entrei centímetro por centímetro, o pau deslizando até o fundo, e fiquei parado ali, os dois corpos suados grudados, o ronco de João marcando o tempo como um metrônomo no quarto escuro.

 

Comecei a me mover. Para frente e para trás, lento, o carpete absorvendo o ritmo dos meus quadris.

 

Miguel reclinou a cabeça na minha ombro, a boca aberta, o hálito quente batendo no meu queixo.

 

Cada estocada era controlada — funda, mas sem força, sem impacto, só pressão constante contra aquela parede interna que fazia ele tremer.

 

Miguel se virou dentro do meu abraço, os olhos brilhando no escuro, e me empurrou de costas no carpete.

 

Montou sobre mim de costas, as costas dele no meu peito, e sentou devagar até me engolir inteiro.

 

A mudança de ângulo me arrancou um gemido que engoli antes de sair.

 

As mãos dele apoiaram nos meus joelhos e ele começou a rebolar — para cima, para baixo, o cu apertando na base e soltando na ponta, num ritmo preguiçoso que me deixava louco.

 

Puxei ele contra meu peito e enfiei a boca no pescoço dele, mordendo o tendão, sugando a pele salgada de suor.

 

Miguel inclinou a cabeça para o lado, me dando espaço, e o corpo dele relaxou contra o meu enquanto eu empurrava o quadril para cima, encontrando o movimento dele.

 

Esguicho. Esguicho. Esguicho. O som molhado da lubrificação era baixo, abafado pelo carpete e pelos nossos corpos colados.

 

Miguel desmontou e me empurrou de bruços no chão. Senti as mãos dele nas minhas coxas, abrindo, e a língua dele — quente, úmida — percorrendo a fenda do meu cu até o saco.

 

Arcuei as costas, enfiei o rosto no carpete para abafar o som que subia pela garganta. Ele lambeu, girou a língua, enfiou a ponta, e eu agarrei as fibras do carpete entre os dedos.

 

O pau dele veio depois, empurrando devagar, abrindo caminho. A dor era aguda, quente, e se transformou em pressão densa quando ele chegou ao fundo.

 

Fiquei parado, respirando pelo nariz, o cu se ajustando ao redor dele. Miguel esperou. Depois começou a se mover — estocadas curtas, controladas, o pau deslizando só uns centímetros para dentro e para fora, o suficiente para me deixar com a pele arrepiada.

 

João se mexeu na cama. Um resmungo abafado, o colchão estalando. Congelei. Miguel congelou.

 

O pau dele ainda enterrado em mim, os dois de nós segurando o ar, os olhos fixos na silhueta de João que virou de lado e voltou a roncar.

 

Miguel saiu de mim e me puxou de costas.

 

Deitei-me no carpete e ele montou, sentando sobre o meu pau devagar, o cu engolindo até a base.

 

As coxas dele trabalhando, subindo e descendo, e eu segurei os flancos dele, os polegares afundando na carne, guiando o ritmo.

 

Cada vez que ele descia, o pau batia fundo e o cu dele apertava, e eu mordia o lábio até sentir o gosto de ferro.

 

A urgência subiu. Puxei Miguel contra mim e enfiei a língua na boca dele, abafando o gemido que subia dos dois.

 

Nos movemos juntos, colados, o pau entrando e saindo num ritmo desesperado, os quadris batendo — baque, baque, baque — contra o carpete que abafava tudo.

 

Miguel agarrou meu rosto com as duas mãos, a língua dele na minha, os gemidos presos entre as bocas.

 

João resmungou de novo. Algo ininteligível, um som de sono profundo. Parei de me mover.

 

Miguel parou. O coração batia na minha garganta, no meu pau, em cada centímetro de pele que tocava a dele. Segurei a respiração. Miguel também.

 

Depois de alguns segundos de silêncio, só o ronco, recomecei.

 

Devagar, depois mais rápido, o pau inchando dentro dele, o cu apertando ao redor da base.

 

Miguel cavalgou com força, os olhos fechados, a boca aberta contra a minha, e eu gozei — o corpo inteiro travando, o pau pulsando, o leite espirrando dentro dele em jatos quentes.

 

Miguel gojou logo depois, o pau dele borrando entre nossas barrigas, o esperma quente e escorrendo, e ele enterrou o rosto no meu pescoço para abafar o gemido que veio junto.

 

Ficamos ali. No carpete, suados, o ronco de João preenchendo o silêncio. O pau amolecendo dentro dele. O cheiro de sexo e sabonete e suor misturando no ar parado do quarto.

 

De manhã, a cozinha cheirava a café queimado. Miguel sentou na ponta da cadeira, os olhos fixos na xícara.

 

Eu sentei do outro lado da mesa, olhando para o azulejo rachado atrás do fogão. João apareceu de cueca e camiseta, bocejando, e despejou café na caneca dele.

 

“Cara, sonhei uma coisa muito louca hoje,” ele disse, coçando a barriga. “Um sonho muito… sei lá. Interessante.”

 

Não deu detalhes. Eu não perguntei. Miguel não perguntou. Os dois ficaram em silêncio enquanto João tomava o café e falava sobre o jogo de futebol à tarde.

 

Eu segurava a caneca com as duas mãos e não olhava para Miguel. O gosto de café amargo na boca não apagava o de pele e suor que ainda lembrava.

 

A culpa era um buraco no estômago, pesado, quente. João ali, a dois metros, falando de futebol, sem saber que o amigo dele tinha o pau enfiado no cu do irmão dele seis horas antes, no chão do próprio quarto.

 

Miguel terminou o café, levantou, e disse que ia passar mais tarde. João acenou com a mão, distraído, jogando migalhas na pia.

 

E eu fiquei ali, parado, sentindo o peso de tudo que tinha acontecido, sabendo que Miguel ia continuar aparecendo na casa do meu irmão como se nada tivesse sido.

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