Primeira vez chupo o pau do meu primo Magalhães no banheiro

Primo mais velho vai com namorada passar o final de ano casa sua tia e reencontra seu primo a qual tinha chupado o pau dele no Natal passado.
Magalhães, meu primo tinha 25 anos, corpo de quem nunca saiu da praia. Tinha corpo lindo, ele me fez chupar o pau dele, no ano passado quando passou natal aqui em casa. Ele sumiu, não vinha churrasco nada aqui em casa com família.
Depois fiquei sabendo que ele começou a namorar uma garota e me evitou como se eu fosse pecado encarnado.
Eu entendia e respeitei a escolha dele, mas eu sabia e me lembrava tudo ele me fez ou alias que fizemos. Acho este namoro com esta garota, era tentativa frustrada de provar pra ele mesmo que ele não era Gay, talvez pensava que dava pra apagar o que a gente fez no ano passado.
Hoje era mais um vespera de natal e Magalhães veio passar com namorada uns dias aqui em casa, eles foram para quarto do hospedes, como eles havia chegando tarde de viagem, disseram iria tomar lanche junto e eu como queria acordar cedo disse iria dormir, mas eu estava pouco de ciúme sim dele com nova namorada.
eu foi tomar um banho e quando sai o Magalhães estava me esperando no meu quarto, eu estava sem toalha ele chegou pra mim e me deu beijo e segurou meu pau e disse estava com muita saudade de mim, mas pediu desculpas nao iria rolar nada. Eu retribui o beijo, eu gostava de ficar com ele, eu falei eu era pessoa pra estar do lado dele, era eu que seria a pessoa perfeita pra ficar lado dele.
Ele se afastou de mim e falou, não da meu pai iria me matar. e saiu do quarto.
eu fui dormir com ódio dele, eu nao queria ver a cara dele mais.
Pela madrugada o filha da puta chegou e foi para o quarto, 15 minutos depois escutei barulho vindo la quarto, era ele fodendo a namorada dele, eu fui obrigado a bater uma imaginando o que ele estava fazendo com ela, eu sei eu gozei 5 minutos com barulho cabeceira na cama, depois 40 minutos deu batida mais rápidas muito provavelmente ele estava gozando nela eu ainda tive tempo recuperar e bater mais uma punha.
De manhã cedo, eu peguei meu celular e abri status do meu WhatsApp e vi que Magalhães tinha postado fotos curtindo com namorada num barzinho aqui próximo.
Ele parecia ser muito feliz lado da namoradinha nova, mas ela tinha ideia que namoradinho dela ate ano passado estava de joelhos me mamando. Horas antes de postar aquela merda, ele estava segurando meu pau e me beijando na boca.
Mandei mensagem: “Belo casal, sejam feliz…”
Cinco minutos. A bolha de digitando apareceu e sumiu três vezes. Depois veio a resposta.
“Obrigado. Eu não quero mude nada entre nós.”
O coração apertou. Não era raiva, era aquela coisa morna que sobe pelo peito quando alguém que você quer perto decide opta por ser socialmente aceito pela sociedade.
Pelas duas da madrugada, pancada na porta. Quase um soco. Eu tremi, sentado na cama, e a porta abriu. Magalhães entrou rápido e trancou atrás de si. Rosto sério, olheiras fundas. Mas quando me viu ali, o canto da boca dele subiu num sorriso leve.
— Tá sozinho aí?
Veio até mim e me abraçou. Caímos os dois na cama, ele por cima, o peso do corpo dele me esmagando contra o colchão. Depois de parar de rir e se mexer, ele ficou deitado. A cabeça dele no meu peito. O corpo dele era maior que o meu — quatro anos de diferença faziam isso. Passei os dedos pelos fios lisos e bagunçados do cabelo dele.
— Ela foi embora — ele disse.
Parei de mexer no cabelo dele. Pela primeira vez na vida, vi Magalhães sério. Ele era o moleque brincalhão que fazia piada de tudo, não alguém que desabafava de madrugada com a cabeça no peito de outro cara.
— O que aconteceu?
— Ela é muito difícil, cara. A gente vinha brigando há muito tempo. Ela pediu pro irmão vir buscar e vazou.
Não vou mentir que tô sentido, curtia ela. Mas eu prefiro o meu bem mesmo que só… não sei porque tô desabafando com você essas coisas. Eu confio em você.
Bagunçou meu cabelo.
— Sinto muito, Magalhães. Se eu puder te ajudar, pode me pedir.
— Tá tudo bem. O que vamos fazer amanhã? Tentando mudar de assunto e animar pouco.
Ele se levantou e tirou a camisa. Jogou em cima do colchão. O corpo dele apareceu — bronzeado, malhado, o tipo de corpo que só quem mora na praia consegue.
Peito definido, barriga seca, os músculos das costas se mexendo quando ele virou pra porta pra conferir se estava fechada. Mordi o lábio sem perceber.
Meu primo Magalhães puxou o calção junto com a cueca pra baixo. Ficou pelado na minha frente. A piroca pesada, grossa, ainda mole, pendendo com o saco um pouco caidinho. Meu coração disparou. Meu pau começou a crescer dentro do calção.
— Vem, vamos tomar banho.
Levantei quase pulando da cama. Estava nervoso. O pau já duro feito pedra, marcando o tecido. Ele já tinha me visto bater minha primeira punheta, então talvez não fosse problema. Mas a vergonha apertava.
— Eu não sei não, Magalhães… eu tô assim.
Eu entrei no chuveiro logo atrás e aos poucos íamos revezando a água que caía. Era algo que pra mim estava sendo íntimo pra caralho.
Isso pelo menos nos últimos dois anos vinha acontecendo — ele cada vez mais carinhoso comigo, um toque aqui, um abraço ali, coisas que antes não existiam.
— Tu anda batendo muita punheta ainda?
Ele perguntou com a voz rouca, braços cruzados e um sorriso de safado enquanto me olhava. Vi o pau dele pulsar e se mexer e não consegui tirar a visão de dali. Concordei com a cabeça de início.
— Tu tem um pirocão bonito, não tem como não olhar.
Foi a primeira vez que usei palavras tão cruas com alguém e aquilo foi bom pra caralho. Parecia um peso tirado de dentro de mim.
— Tu é viadinho né seu puto?
Eu ja mandei algumas fotos pra ele pelado depois ele chupou meu pau, ja era forma de pedir desculpsa pro ter comido minha ex namorada na época que ela ainda namorava comigo. Só por eu estava transando com ele que eu cheguei a perdoar ele por isso.
Gostava de escutar ele falar essas coisas pra mim putaria, eu nunca tive penetração com ele, so viadagem mesmo, mas eu queria tentar dar primeira vez o cuzinho e era com ele, só que eu nao tinha coragem.
Ele me levou devagar até o vaso, fechou a tampa e me fez sentar lá. Minha boca estava na altura certa em direção ao pau dele. Pude sentir o cheiro gostoso mesmo que a gente já tivesse tomado um pouco de banho.
Deixei um sorriso exposto enquanto minha mão esquerda foi ao meu próprio pau começando uma punheta lenta. Magalhães segurou meu queixo e subiu, me fazendo olhar nos olhos dele.
— é isso que você quer?
— eu disse sim, eu quero muito, eu disse aquilo enquanto os olhos brilhavam e abri minha boca.
Entre eu e Magalhães não existia nada além de um carinho forte pra caralho. Era como se ele fosse um tipo de protetor pra mim, e eu gostava muito de sentir isso.
Ter minha primeira experiência com algo sexualmente direto com ele era com toda certeza a melhor coisa que já me aconteceu.
— Esse é meu primo querido!
Com uma das mãos ele segurou meu cabelo enquanto com a outra começava a bater a piroca dura e pesada dele no meu rosto. Plap, plap.
Aquela rola devia ter uns 21 centímetros, bem mais grossa que a minha. Ele largava simplesmente aquele pedaço de carne sobre meu rosto, era pesado, liso, eu queria ser dele e aqui me fazia arrepiar inteiro.
Senti a cabeça da pica encostar nos meus lábios e aos poucos abri a boca para que ele começasse a entrar. O gosto da piroca me surpreendeu eu achava que seria algo ruim, mas era forte, marcante.
O cheiro fez meu pau pulsar tanto que comecei a vazar pré-gozo pela cabeça.
— Porra, que boquinha quente.
Escutar Magalhães falar putaria enquanto a piroca dele entrava até a metade na minha boca mudou minha vida pra sempre.
Pude sentir ele segurar meu rosto e começar a bombar, fazendo movimentos com a cintura de vai e vem. Schlup, schlup.
Eu tentava a todo momento não encostar os dentes no pau dele, mesmo que de vez em quando acabasse acontecendo.
— Você é um puto, vai querer beber minha porra?
Concordei com a cabeça enquanto sorria na piroca dele. Por um instante ele soltou as mãos. Era óbvio que era meu primeiro boquete no Magalhães queria me deixar conhecer tudo, me deixar explorar do meu jeito. Aquilo me aliviou e me deixou muito mais confortável.
Levei minha mão àquele pauzão grosso. Não consegui envolver ele inteiro, então usei a outra mão para conseguir fechar por completo.
Minha cabeça se movia enquanto os lábios lambiam por cada veia daquele pau babão dele. Slurp, slurp. Chupava com uma vontade do caralho enquanto meu pau pulsava forte lá embaixo.
Magalhães se inclinou um pouco enquanto eu ainda o chupava e começou a fazer um carinho com a ponta dos dedos na cabeça do meu pau.
Ele falou em tom baixo pra ninguém escutar: — Não podemos demorar muito, me deixa fuder sua boquinha pra eu gozar logo? Por favor…
A voz dele saiu quase implorando, o que foi fofo pra caralho. Concordei com a cabeça. Foi o suficiente.
Ele segurou firme minha cabeça dos dois lados. Em questão de segundos começou a socar a piroca na minha boca. plac, plac, plac.
Por conta própria eu só conseguia aguentar até metade da piroca dele, mas naquele momento, enquanto metia fundo acertando minha garganta, eu já engolia um pouco mais.
Aquilo me deixava sem ar. Minha boca salivava pra caralho, babando pelos cantos de tantas vezes que ele estava metendo. Comecei a me engasgar com força, com medo de vomitar no pau dele.
Ele socava forte demais na minha garganta, quase entrando inteiro nela. Levei as mãos às coxas dele tentando empurrar pra não vomitar, mas ele era bem mais forte.
Mais de 1,72, enquanto eu tinha pouco mais de 1,61.
— Vou gozar… porra, eu vou gozar!
Ele ficou apoiado em apenas um pé, trouxe o outro até o meu pau e ficou esfregando o pé dele devagar em mim enquanto socava forte na minha garganta.
Meus olhos estavam lotados de lágrimas devido à velocidade e brutalidade, eu também me tocava, nos estávamos prestes a gozar junto.
Ele foi devagar parando enquanto o corpo tremia. Finalmente estava gozando. Minha língua sentiu o gosto do leite quente que ele jogou achei ruim pra caralho o sabor, mas a sensação de ter levado ele ao orgasmo comigo me fez ficar feliz.
Eu gozei também, foi nos pés dele, e meu corpo inteiro tremeu e aos poucos a piroca dele saiu da minha boca me fazendo tossir muito e quase vomitar.
Ele ficou olhando o próprio pé, que estava sujo com meu esperma.
— Caralho, tu gozou no meu pé!
Naquele momento achei que ele fosse só sair e ir tomar banho, mas ele se ajoelhou na minha frente, segurou meu queixo e me deu um beijo.
Não era meu primeiro beijo, mas era o primeiro com gozo. Ele fez questão de por a língua pra dentro pra pegar um pouco pra ele.
Quente pra caralho. Senti cada segundo da forma como os lábios dele brincavam com os meus. Ao fim, deixou um selinho.
Ele me pegou pela mão e tomamos banho juntos devagar. Engoli a porra dele toda sem cuspir. Me senti o cara mais foda do mundo.
Nos lavamos e saímos logo do banho. Eu fui dormir e ele foi para o quarto dele.
Gostou deste conto reencontro delicisos com primos. Mandei email para amopornobr@gmail.com e peça eu quero escultar os audios deste conto com barulho de toda putaria.
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