Ultimas Horas da OfertaR$ 10,00 de DescontoASSINE AGORA
AmoPornoBr

topo conto pagina interna cta titulo

topo conto pagina interna cta texto

Assine agora

Minha esposa me pegou se masturbando e meu primo me chupou depois

Por: AmoPornoBR 24/08/2026
↗ Compartilhar:WhatsAppTelegramXFacebook

Esposa flagra o marido se masturbando em fez da família e logo que ela sai, seu primo objeto das punhetas do marido sentiu boquinha do velho primão que já era freguês.

A casa inteira tremia com o som da festa. Vozes, risadas, música alta vindo da sala onde minha família reunida celebrava o final de ano.

 

Eu precisava daquele momento. Precisava ficar longe de tudo, longe de todos. O tesão era tão forte que minha piroca pulsava dentro da bermuda, latejando contra o tecido, pedindo atenção.

 

Caminhei pelo corredor até o banheiro da suíte, longe do barulho principal, e entrei no banheiro e apaguei a luz.

 

No escuro, ninguém saberia que havia alguém ali. Deixei a porta banheiro pouco aberto, só pra caso eu escute algum barulho eu consigo me recompor.

 

Iluminei um pouco com a luz do celular quando puxei a rola pra fora. O que vi me fez soltar um suspiro pesado.

 

Meu pau estava babado, brilhando de tanto pré-gozo que escorria da cabeça. Os 17 centímetros de piroca pulsaram firmes na minha mão quando comecei a movimentar devagar.

 

Sequer precisei usar saliva. O pré-gozo já lubrificava tudo, deixando o movimento suave, fácil, delicioso. Me permiti me deixar mais livre ali.

 

Não tinha perigo algum. Não tinha ninguém me olhando, nem minha esposa, nem ninguém. O som que vinha da casa estava alto pra caralho porque meus familiares faziam a festa lá fora.

 

Comecei a deixar que uns leves gemidos baixinhos saíssem da minha boca enquanto me tocava. Ahhhn… O som meu gemidos escapava entre meus lábios antes que eu pudesse contê-lo.

 

Por um instante, imaginei o meu primo Leandro com aquele pau duro e eu o chupando rapidamente enquanto a minha esposa estivesse supermercado fazendo compra.

 

A imagem veio forte, clara, e minha mão apertou mais forte no cabo da minha piroca. Aumentei a velocidade da punheta, escutando os barulhinhos que a piroca melada fazia. Squelch, squelch, squelch.

 

Eu queria escutar meu pau sendo macetado pela minha mão, queria ouvir aquela porra toda. Mas o som festa dos meus familiares estavam sobre saindo o barulho da minha punheta.

 

Não sei se é porque eu estava masturbando e pensando em outro homem mas, o gozo já queria sair. E eu iria deixar. Meu corpo começou a me avisar que a ja estada vindo o que eu mais desejava.

 

Apontei o pau pra frente pra não sujar a roupa e na primeira gospida de porra e espirrou forte, grossa, eu escutei uma voz me chamar.

— Amor?

Mas não tinha mais como parar. A segunda jatada veio mais forte, mais grossa, branca e quente espirrando no ar e caindo no chão.

 

A terceira foi um fio longo que pingou da cabeça do meu pau.

 

Sequer tentei esconder meu pau. Minha esposa ligou a luz do banheiro enquanto meu pau jatava as últimas gotas de porra no chão.

 

A luz branca do fluorescente iluminou tudo — meu pau ainda duro na minha mão, o chão manchado de porra, minha cara de puro desespero.

 

Meu coração começou a bater mais forte a cada segundo. Eu sabia o que viria pela frente.

— O que você esta fazendo?

 

Limpei meu pau e minha mão com a meia quase desesperado, esfregando o tecido contra a pele com mãos trêmulas.

— Por que isso? Você não tem vergonha na cara? Homem casado fazendo o que fez!

 

Ela falava aquilo enquanto apontava o dedo na minha cara. O dedo tremia, os olhos estavam fixos nos meus.

 

Eu estava me culpando muito, ja que cara casado, se masturbando e ainda pensando em outro homem, no caso meu primo.

 

Eu fui burro e ter me deixado ser pego logo por ela. Meus olhos encheram de lágrimas enquanto via minha esposa sair do quarto e bater a porta com força.

 

Não demorou muito até alguém chegar. Meu primo Beto abriu a porta devagar, espiando antes de entrar.

— O que aconteceu?

 

Eu estava sentado na cama com os cotovelos nos joelhos e a cabeça baixa.

— Seu primo não tem vergonha na cara. Um homem casado fazendo o que fez!

 

Beto imitou o tom dela com um meio sorriso nervoso e depois fechou a porta. Se aproximou da cama onde eu estava sentado e se ajoelhou, ficando à minha frente, com uma mão nos meus joelhos.

 

Olhei nos olhos dele e por um momento senti uma leve paz. Eu e Beto sempre fomos bastante próximos.

 

Ele sempre me tirou das minhas emboscadas de moleque travesso, já que é o certinho da família aos olhos dos meus pais.

— Cara, pior… fui bater punheta lá no banheiro de trás e ela viu.

 

Vi um sorriso se criar nos lábios de Beto. A mão dele apertou um pouco mais a minha perna, começando um leve carinho com o polegar.

 

Era estranho ver esse lado diferente do meu primo Beto. Ele demonstrava algo totalmente diferente do que mostrava pra todo mundo.

— Você sempre se metendo em encrenca, né primo… Não pode deixar ela ver isso. Ela não vai entender! Essas coisas você tem que fazer escondido de todo mundo ou comigo!

 

Aquela última palavra teve um impacto maior. A voz dele tinha um tom de posse bem forte, e veio junto a um sorriso safado pra caralho do cara santinho.

 

Ele olhou pro volume que agora se formava na minha roupa e depois olhou pra mim novamente.

— Você gozou antes dela te flagrar?

 

Tirei a piroca pra fora. Tão dura que apontou pra cima, pulsando, a cabeça lubrificada naturalmente. Expliquei a ele que havia limpado com a meia.

 

Ele subiu a mão até chegar no meu pau e envolveu os dedos ao redor do cabo. Não era a primeira vez que ele pegava no meu pau, ele ja tinha pego meu pau ultima vez, nos tinhamos feito uma sessão punheta.

 

Naquele dia minha esposa e dele haviam ido shopping, mas neste dia na real ele so me ajudou limpar o pau pra nao ficar marcado o liquido, caso as nossas esposas poderia observar. Mas era a primeira vez que ele pegava nele duro.

— Eu não sou viado. E você também não é.

 

A voz dele soou firme. A mão começou a se movimentar devagar no meu pau, punhetando com um ritmo lento e constante.

 

Beto tem um corpo bonito e sarado devido ao futebol, mesmo tendo apenas 23 anos. Olhar firme, cabelo estiloso, branquinho de cabelo castanho.

 

Ele sempre teve uma vibe de hetero. Senti um calor novo subir pelo meu corpo enquanto ele olhava para toda a região do meu pau.

— Seus pelinhos são fofos… e esse saco deve ter bastante leite.

 

Ele levou a outra mão ao meu saco, mexendo devagar, pesando as bolas na palma da mão. Não sei o que ele quis dizer com “não sou viado” já que estava praticamente adorando a minha pica.

 

Eu quase gozei quando ele trouxe o nariz até a cabeça do meu pau e começou a cheirar aquela região. Respirou fundo, o nariz encostado na pele sensível.

— Ainda tem cheiro do seu gozo…

 

E mesmo assim, ele me chupou. Abriu a boca e desceu a cabeça, engolindo meu pau até onde dava. Slurp. O som úmido da boca dele envolvendo minha piroca me fez arquear as costas.

 

Aqui que eu estava querendo me imaginar agora estava acontecendo. Beto estava de joelhos e me chupando loucamente, a cabeça subindo e descendo no meu colo, a língua girando ao redor da cabeça do meu pau a cada subida. Suck, slurp, suck.

 

Era delícia sentir aquele pau bem gostoso na minha boquinha.

 

Ele falou pra mim que não podíamos demorar e começou a me chupar mais forte. A boca dele sugava com força, as bochechas afundando a cada puxada.

 

Senti a língua dele sair pra fora pra facilitar ainda mais a entrada do meu pau na boca dele, molhando tudo, deixando a piroca escorregadia de saliva e pré-gozo. Gluck, gluck, gluck.

 

Os sons obscenos da garganta dele engolindo meu pau se misturavam com a música distante da festa lá fora.

— Beto… eu vou gozar… eu vou gozar!

 

E veio o esperma. Jatada após jatada, quente e grossa, enchendo a boca dele que não soltou meu pau por um segundo sequer. Engoliu tudo. Gulp, gulp.

 

A língua ainda limpava a cabeça do meu pau enquanto as últimas contrações esvaziavam minhas bolas. Putaria que pariu — era só eu chamar o Beto.

 

Mas escutamos um barulho se aproximando. Passos no corredor. Me joguei na cama, virando de bruços pra esconder meu pau ainda meio duro contra o colchão.

 

Beto correu pro banheiro e fechou a porta. Quem abriu foi minha esposa, com um olhar sério no rosto.

— Vão servir a ceia. Arruma logo.

 

E saiu, deixando a porta aberta atrás de si.

Acesse o maior site pornô do Brasil! Assine e assista tudo completo e sem censura!

Quero acesso premium

Vídeos que você vai adorar

Ver todos ›

Comentários

Ainda não há comentários. Seja o primeiro!

Você precisa estar logado para comentar.

Entrar para comentar