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Primeira punheta com meu primo quando eu já era casado

26/07/2026 escrito por Amopornobr

Primo casado decide dormir na casa dos avos em quartos separados das esposas, e a bagunça no quarto dos primos foi geral, ate ver o seu único primo solteiro de manha quando todos dormiam se masturbando ao seu lado.

 

Eu era casado havia 7 anos. 35 anos, um emprego estável, uma esposa que ainda era bonita.

 

Mas o sexo tinha virado rotina. Sempre a mesma posição, sempre o mesmo horário, sempre o mesmo silêncio depois.

 

Em vez de procurar outra mulher, comecei a assistir vídeos pornô. Era mais fácil, mais limpo, não deixava rastros.

 

Vídeo após vídeo, porém, tudo ficou igual. Mesmas posições, mesmos gemidos ensaiados, mesmas caras de prazer falso.

 

Eu acessava o site de vídeos pornográficos quase toda noite, procurando algo que não sabia definir.

 

Foi numa dessas navegações que apareceu um vídeo de bissexual amador.

 

O título era simples, sem promessa exagerada. Cliquei sem pensar. Na tela, um casal. O namorado assistia a esposa transar com outro cara, muito mais dotado que ele.

 

O vídeo era curto. O problema vinha depois. O namorado se aproximou, segurou o pau do comedor da sua mulher, facilitando a penetração.

 

A mulher quicava em cima, se contorcia a cada sentada. O pau era grande, grosso, e em determinado momento ela pediu tempo.

 

Foi quando o namorado assumiu o papel de mulherzinha. Se aproximou do pau do comedor, começou a punhetar.

 

Em vez de trocar de vídeo, fiquei olhando. Queria ver até onde ia.

 

O namoradino se aproximou lentamente. A boca encostou os lábios naquele pau que ainda cheirava o interior da vagina da namorada.

 

Engoliu de uma vez. A namorada, em vez de mandar parar, pegou a cabeça do namorado e forçava.

 

O namorado tentava engolir o pau do comedor dela. Eu deveria ter parado de me masturbar.

 

Mas meus olhos estavam arregalados, fixos na tela. Meu gozo, mesmo desacelerando a masturbação, era inevitável.

 

Gozei. Gozei forte. E logo em seguida, uma vergonha profunda tomou conta.

 

Me senti um lixo. Fechei o celular, e sai do banheiro pra minha rotina de ir dormir.

 

Mas aquilo ficou marcado. Voltei a assistir o vídeo outras vezes. E gozava sempre.

 

Depois, com uma vontade absurda, ia comer minha mulher.

 

Era delícia. Mas o que acontecia na aba anônima do celular ficou só entre mim e meus pensamentos.

 

Passei o ano inteiro me masturbando vendo aquele vídeo.

 

No final do ano, o calor chegou sufocante. Minha família inteira se amontoou na casa dos meus avós, uma construção antiga.

 

Meus primos, como há muitos anos, decidiram dormir no mesmo quarto.

 

Era grande, dava pra todo mundo. Só pra falar merda, reviver os velhos tempos.

 

As nossas esposas foram pra outro quarto. Já o Rafael, meu primo, era o único solteiro, pois era recém-separado da esposa. Mas sempre tinha conversinha outra na família dizia ele era gay

 

Ficou decidido: eu e Rafael na mesma cama, o resto dos primos em colchões espalhados pelo quarto.

 

Depois do churrasco, onde tínhamos bebido bastante, fomos dormir.

 

Até aí, sem mistério. Eu via meus primos andando de cueca pelo quarto.

 

O Rafael usava uma cueca que não era box, era aquela mais larguinha, e dava pra ver bem o pau dele balançando de um lado pro outro quando andava.

 

O Luis, que tinha bebido pouco alem, começou com palhaçada de mostrar o pau.

 

Mole, mas era pau de respeito mesmo assim.

 

Rafael, que era de igreja, já mandou parar. “Para com essa viadagem. Vocês são casados e ficam fazendo isso, seu maricão.”

 

A brincadeira acabou. Fomos dormir.

 

Eu tenho sono leve. Acordei durante a madrugada. Virei a cabeça para a direita, os olhos ainda pesados, me perguntando que horas eram.

 

Vi Rafael primeiro. Depois vi o que ele segurava.

 

Sua mão direita envolvia uma piroca pesada, escura, já dura.

 

Ele não me viu acordado. Seus olhos estavam fechados, a boca entreaberta, o movimento lento e deliberado para cima, para baixo, para cima.

 

O sol ja quase batia direto no seu pau, fazendo-o brilhar.

 

Tremi. A cama tremeu comigo. Rafael parou o movimento, seus olhos se abriram, encontraram os meus.

 

Nenhum de dois disse nada.

 

Eu vivi num ambiente muito reservado. Meu pai, o tambem evangélico da família, havia se desvinculado da igreja havia menos de um ano.

 

Mas os anos de norma não sumiram da noite para o dia.

 

E apesar de eu tivesse me masturbando vendo outro homem chupando o pau de outro homem, eu vi Rafael fazia agora, naquela cama, naquela manhã, minha esposa nunca iria imaginar.

 

Eu não conseguia piscar. Não conseguia virar o rosto. Minha própria respiração soava alta demais no quarto quieto, entre o ronco dos outros e o som úmido da mão dele em seu próprio corpo.

 

Rafael sorriu. Não um sorriso de desculpa. Um sorriso de quem sabe de algo que você ainda não aprendeu.

 

“Vai ficar só olhando?” ele sussurrou.

 

Eu não respondi. Mas também não virei de volta.

 

Eu estava parado ali, olhando para Rafael, sem conseguir mover o rosto ou desviar o olhar.

 

O peito subindo e descendo com a respiração ainda acelerada enquanto se tocava, a mão ainda segurando aquele pau que eu não conseguia parar de ver.

 

Ele sorriu de novo, aquele sorriso largo que parecia não ter vergonha de nada, e repetiu em voz ainda mais baixa:

— Vai ficar só olhando,?

 

Minha boca estava seca. Eu não sabia o que responder, o que fazer, o que deveria sentir.

 

Eu tinha medo de fazer algo, foi mesma sensação que tinha quando eu tinha me masturbar rápido antes de tivesse alguma suspeita por parte da minha esposa pela demora no banheiro, e ainda pro cima vendo um homem chupando o pau de outro homem.

 

A sensação de que havia algo ali para eu alcançar, algo que minha esposa jamais iria eu tocar.

 

Rafael não esperou minha resposta. Ele largou o próprio pau ainda duro, ainda apontando para cima e estendeu a mão na minha direção.

 

Seus dedos tocaram meu braço, leve, quase como se estivesse testando se eu iria me afastar.

 

Eu não me afastei. Ele puxou devagar, me puxando para mais perto dele na cama, até que eu tivesse totalmente proximo a ele no colchão, nossos joelhos quase se tocando.

 

— Nunca bateu uma pra outro homem? — ele perguntou.

 

Eu abaixei a cabeça. Minhas mãos estavam trêmulas nos joelhos, os dedos apertando o tecido fino do meu shorts.

 

Não conseguia olhar para ele, não conseguia admitir aquilo em voz alta que eu tinha 32 anos era casado com bela mulher, que eu já tinha tentado tantas vezes sair do viceo de ver videos de homens transando com outros homens.

 

Rafael riu baixinho, não debochando, mas com uma leveza que parecia estranha para o momento.

— Tua mulher sabe de alguma coisa? — ele me perguntou. Eu sempre via Rafael como santo da família.

 

Ele falou aquilo e eu senti algo estranho no peito — não era defesa da minha masculinidade como marido, não era lealdade a minha esposa.

 

Eu não estava mais reconhecendo o meu primo Rafael, eu que sempreenxerguei ele como posso: homem correto, religioso e trabalhador, daquela vergonha que eu estava vendo na minha frente.

 

Rafael não tinha aquilo. Ele estava ali, nu, duro, sem se importar com quem podia acordar, com quem podia ver.

— Eu posso te mostrar — ele sussurrou, se aproximando mais.

 

Seu ombro tocou o meu, e eu senti o calor dele, diferente do meu próprio calor, mais intenso, mais vivo. — Se você quiser.

 

Eu não disse sim. Mas também não disse não. E Rafael pareceu entender isso como permissão.

 

Ele pegou minha mão a mesma mão que eu usava para tentar, nas noites sozinho, antes de parar e colocou sobre o próprio pau.

 

Eu arquejei sem querer, os dedos se fechando em volta daquela carne quente, dura, pulsante.

 

Ele era maior que eu, mais grosso, com veias que eu sentia sob a pele lisa.

 

Rafael gemeu baixinho, um som que saiu da garganta sem filtro, e eu senti meu próprio corpo responder, meu pau endurecendo dentro do short sem que eu pudesse controlar.

— Aperta mais — ele orientou. — Isso, assim.

 

Eu apertei. O movimento veio natural, quase instintivo — subir e descer, sentir a pele deslizar, ouvir a respiração dele ficar mais pesada.

 

Rafael inclinou a cabeça para trás, os olhos fechados de novo, e eu olhei para o rosto dele, para a boca entreaberta, para o suor começando a brilhar na testa.

 

Ele estava bonito assim, descontrolado, livre.

— Tira o seu também — ele pediu, os olhos ainda fechados. — Quero ver.

 

Eu hesitei. A vergonha ainda estava ali, aquela voz do minha esposa dizendo se caso ela ou alguma esposa dos meus primos nos flagrassem.

Eu ja imaginava a esposa nos flagrasse dando noticia para o restante dos parentes: “eu vi teu marido pegando no pau do primo dele la quarto”.

 

Mas a mão de Rafael me fez esquecer e cobriu a minha, apertando mais forte no próprio pau, e ele abriu os olhos fixos nos meus.

— Ninguém vai saber — ele disse. — Eu não conto.

 

Eu soltei ele com uma mão, a outra ainda movendo-se automaticamente, e puxei o elástico do meu shorts para baixo.

 

Meu pau saltou para fora, menor que o dele, mais fino, mas duro até doer, a ponta já molhada com aquele líquido claro que eu conhecia bem — o pré-gozo que sempre me fazia parar antes, com medo do que viria depois.

 

Rafael olhou para baixo, para mim, e sorriu de novo — aquele sorriso que parecia dizer que eu tinha feito a escolha certa.

 

— Agora bate os dois — ele disse, e eu não entendi, até ele pegar o próprio pau de novo e se aproximar, até nossos punhos estarem quase se tocando, até eu sentir o calor dele irradiando no meu. — Os dois juntos.

 

Eu obedeci. Minha mão voltou para ele, e agora estávamos nos masturbando um ao outro, punhos se encontrando, peles se roçando.

 

O som da mão na pele molhada era úmido, obsceno, preenchendo o quarto silencioso.

 

Eu podia ouvir a respiração dele, a minha, o farfalhar das cobertas enquanto nos movíamos.

 

Rafael começou a gemir de novo, mais alto agora, sem se importar com Leo dormindo ao nosso lado, sem se importar com nada.

 

— Ahhh, Primo — ele suspirou, e ouvir meu nome na boca dele, nesse contexto, e aquilo ficou na minha memoria. — Mais rápido, vai.

 

Eu acelerei. Suor escorria nas minhas costas, minha mão deslizava no pau dele com facilidade agora, lubrificada pelo próprio fluido dele.

 

Eu sentia cada pulsação, cada vez que ele apertava os músculos da barriga, cada vez que sua respirava falhava.

 

E então ele se virou, se ajoelhou no colchão, e puxou minha mão para o próprio pau — querendo que eu continuasse, mas de um ângulo diferente, onde ele podia ver.

 

— Goza comigo — ele pediu, a voz quase um rosnado. — Vem, goza.

 

Eu não sabia se conseguiria. Todas aquelas vezes parando, interrompendo, negando a mim mesmo — o medo ainda estava ali, misturado com a excitação.

 

Mas Rafael não parou, e a visão dele ali, de joelhos, se masturbando com a minha mão e a dele juntas, o som de nossas mãos batendo na carne molhada, o cheiro de sexo que começava a preencher o ar — tudo isso me empurrou para um lugar onde não havia mais escolha.

 

Minha visão embaçou, minha boca se abriu em um gemido que eu não consegui conter.

— Ahhh, porra — eu grunhi, e Rafael riu, excitado, sabendo o que estava acontecendo.

 

O primeiro jato saiu forte, atingindo minha própria barriga, quente e espesso.

 

Eu gritei baixinho, sem palavras, sem controle, enquanto meu corpo se convulsionava em espasmos que eu não comandava.

 

Rafael apertou meu pau, ordenhando cada gota, e então ele também começou — jorrando na própria mão, na minha, no espaço entre nós, gemendo “ahhh, ahhh” em uma cadência que parecia música.

 

Quando acabou, eu estava tremendo.

 

Rafael caiu de volta no colchão, ofegante, e ficamos ali, dois corpos suados, dois ventres cobertos de gozo.

 

Ele virou a cabeça para mim, aquele sorriso preguiçoso de volta no rosto.

— Primeira vez? — ele perguntou, já sabendo a resposta.

Eu assenti, ainda sem fôlego.

 

— Tem muito mais pra você descobrir — ele disse, e algo na forma como disse, na promessa implícita, fez meu coração bater mais forte de novo. — Muito mais.

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