
Mãe percebeu alguns olhares do amigo do filho pra cima dela, ela nunca retribuiu. Mas um dia que ela flagrou ele roubando as calcinhas dela pra se masturbar, despertou nela a vontade louca de ser desejada por rapaz com idade do seu filho.
Eu nome era Viviane. Tinha quarenta e cinco anos, loira, com um corpo que carregava as marcas do tempo sem vergonha.
Um bumbum grande e firme ainda, peitos médios que já não apontavam para cima como antes, e aquela barriguinha suave que nenhuma dieta conseguia eliminar completamente.
Meu marido, Marcos, tinha a mesma idade. Passava mais tempo na empresa do que em casa, e quando chegava, chegava se energia, de desejo, de qualquer coisa que não fosse sono.
Eu passava as tardes sozinha. A pequena, Laura, ia para a creche. A do meio, Beatriz, para a escola. E meu filho mais velho, Rafael, dezoito anos, trabalhava numa loja de eletrônicos no centro.
Sempre fui aquela mãe que tratava bem os amigos dele, oferecia suco, perguntava da faculdade, sorria sem compromisso. Nunca dei liberdade demais, nunca dei mole. Eram crianças se comparado a minha idade, apesar todos ja terem 18 anos completos.
Havia dois anos, Pedro apareceu no círculo de amigos do Rafael. Um rapaz negro, vinte anos, magro e alto, com um corpo que parecia ainda em construção — ombros estreitos, mas mãos grandes, pés grandes.
Começou a me olhar de um jeito que eu fingia não notar. Esbarrava na cozinha quando eu lavava louça, fingindo buscar água.
Seu braço deslizava contra minha cintura em passagens apertadas no corredor.
Elogiava meu cabelo loiro, dizia que o meu perfume era bom, perguntava se eu tinha feito academia.
Eu ria. Respondia. Enxergava-o apenas como “amigo do meu filho”.
Até aquela tarde.
Ele veio buscar Rafael para uma balada. Meu filho estava no banho, ainda com o cabelo ensaboado, então mandei Pedro subir e esperar no quarto do Rafael.
Passaram vinte minutos. Eu subi para pegar roupa suja na lavanderia, e quando passei pelo meu quarto, a porta estava entreaberta.
Vi Pedro de costas para mim, a mão dentro da minha gaveta de lingerie.
Vi quando ele pegou uma calcinha preta de renda — uma que eu usava quando queria me sentir bonita, mesmo sem ninguém para ver.
Vi quando ele a levou à cintura, abriu a calça jeans, e enfiou a peça dentro da cueca.
Fingi que não vi. Voltei escada abaixo, o coração batendo em algum lugar entre a garganta e o estômago.
Quando Rafael saiu do banho, os dois foram embora rindo, e eu fiquei na cozinha, segurando uma xícara de café frio, pensando no garoto negro no meu quarto, roubando minha calcinha, pra tocar com ela.
Naquela noite não dormi. Fiquei deitada ao lado de Marcos, que roncava como sempre, e imaginei as mãos de Pedro. Grandes. Morenas. Foi primeira vez que a imaginei-as em mim.
Pela primeira vez, olhei aquele rapaz com outros olhos — não como amigo do filho, mas como corpo com desejo, e possibilidade de me satisfazer com jovem na cama.
Comecei a sentir uma coisa que não sentia há anos: vontade de foder. Vontade de ser tocada, de ser vista, de ser fodida com disposição que meu marido ja não tinha ja bastante tempo.
Meu marido não dava conta, nunca deu. E ali tinha um garoto negrão, dois anos mais novo que meu filho, querendo e desejando me foder.
Demorou meses para que as circunstâncias conspirassem. Uma noite, Rafael me ligou do shopping. E nesse tempo, é obvio que eu me masturbei.
Tinha esquecido a carteira e precisava de carona. Cheguei lá, e Pedro estava com ele, sentado no banco de concreto da praça de alimentação, rindo de alguma coisa no celular.
Agi naturalmente. Perguntei da faculdade, da namorada que eu sabia que ele tinha terminado. Ele respondeu olhando demais para meu degote.
Quase chegando no condomínio, Rafael pediu para parar na padaria. “Só vou buscar uma pizza, mãe, dois minutos.” Desceu, e fiquei sozinha com Pedro no carro escuro.
O silêncio era denso, eu fingia não estar nervosa, ao lado de amigo do meu filho que roubava para se masturbar com minhas calcinhas.
Ele não parava de me olhar do canto do olho, as mãos grandes apoiadas nos joelhos, os dedos batendo nervosos.
Eu então disse, antes de pensar demais: “Preciso conversar com você. Em particular.”
Ele topou antes que eu terminasse de falar. Marquei para o dia seguinte, à tarde. Eu estaria sozinha.
Naquela tarde, me olhei no espelho por vinte minutos. Vestia uma camiseta branca decotada demais, os seios quase escapando, e um short jeans que eu usava há dez anos, agora apertado nas coxas e no bumbum.
Meu cabelo loiro caía nos ombros, ainda molhado do banho. Perfume barato, mas forte.
Quando Pedro tocou a campainha, eu já estava molhada sem que ele me tocasse.
Abri a porta, dei um abraço nele — senti seu corpo todo duro da academia. Pedi a ele que sentasse no sofá da sala.
Ele não conseguia tirar os olhos das minhas pernas. Eu estava sentada de lado, uma perna sobre a outra, e vi quando ele ajustou a posição, inquieto.
Vi o volume na calça jeans, a protuberância que ele tentava esconder sem sucesso. Minha boca secou.
Então falei. Disse que tinha visto. Que sabia da calcinha, do armário, de tudo.
Ele ficou vermelho, negou, gaguejou. Eu me aproximei no sofá, a voz baixa, firme: “Não precisa ter vergonha. Só quero saber por quê.”
O silêncio entre nós pesava toneladas. Ele olhou para as mãos, para mim, para o espaço vazio.
Então soltou: dois anos. Dois anos pensando só em mim. Duas punhetas por dia, às vezes três. Sonhos, fantasias, a calcinha que ele ainda guardava.
Disse que eu era a mulher mais gostosa que ele conhecia. Que meu corpo era perfeito. Que se masturbava pensando em mim gemendo, em mim de quatro, implorando pra ser fodida antes que o meu marido chegasse do trabalho.
Gostei de um jeito que me envergonhava e me excitava igualmente.
Me aproximei mais, senti o calor do corpo dele, e pedi: “Levanta.”
Ele obedeceu. Abri a calça jeans dele, puxei o zíper com dedos trêmulos. Quando tirei a cueca para baixo, o ar parou nos meus pulmões.
Aquilo era enorme. Negra, grossa, pulsando na minha direção. Deveria ter uns vinte e dois centímetros, talvez mais, e uma grossura que minha mão não conseguia circundar.
Duas vezes maior que a do meu marido, talvez três. Senti a boca encher de água.
Comecei a chupar sem pensar. Engoli o quanto conseguia, usei as mãos no que sobrava. O gosto era salgado, intenso, jovem.
Ele gemia alto, sem vergonha, as mãos grandes finalmente me tocaram no meu cabelo, no meu pescoço, apertando sem força. Quinze minutos. Talvez vinte.
Quando gozou, foi um dilúvio. Jorros quentes, grossos, que me cobriram o rosto, entraram nos meus olhos, grudaram nos meus cabelos loiros.
Nunca tinha visto tanto leite. Lambi os lábios, senti o gosto, e quis mais.
Talvez por ser jovem, ele não amoleceu. Ficou duro na minha mão, a cabeça ainda brilhante de esperma.
Eu então me deitei no sofá, abri as pernas, e pedi: “Me chupa. Me prova que deseja a mãe do seu melhor amigo.”
Ele se jogou entre minhas coxas como quem encontra água no deserto. A língua dele era rápida, sem a delicadeza cansada do meu marido.
Encontrou meu clitóris imediatamente, sugou, lambeu em círculos cruéis. Eu gemia sem controle, as mãos no sofá, arranhando o tecido.
Quando gozei, foi um espasmo que subiu da barriga, explodiu na cabeça, me deixou tremendo e molhada demais.
Ele não parou. Levantou-se, me virou de quatro no sofá, e quando a ponta daquela rola negra encostou na minha entrada, eu estremeci inteira — veio pequeno orgasmo mesmo sem uma penetração.
Ele entrou de uma vez, sem piedade, e eu gritei. A dor era doce, a pressão enorme, o enchimento absoluto.
Começou a bombear com força de animal, as mãos grandes segurando minha cintura, me puxando contra ele.
Minha buceta se encharcava, escorria, e eu gozei de novo em dez minutos, talvez menos.
Trocou de posição sem sair de dentro de mim. Me colocou de costas, pernas abertas em V, ele em pé ao lado do sofá — a posição do frango assado, como ele chamou depois.
Senti aquela rola preta inteira, até a base, batendo em algum lugar profundo que eu não sabia que existia.
Os olhos dele fixos nos meus, o suor escorrendo no peito magro.
Bombou igual máquina, sem cansar, e quando gozou de novo, puxou para fora e jorrou no meu rosto, na minha boca, nos meus cabelos loiros.
Ainda não acabou. Me virou de lado, penetrou de novo. Depois de quatro, de costas, olhando para ele.
Depois eu sentada nele, no chão, ele deitado no tapete. Fodemos a tarde inteira.
Na buceta, na minha bunda, quando ele entrou ali, foi outra descoberta, outra dor que virava prazer, outro orgasmo que me deixou sem fôlego.
Nunca imaginei que poderia ter orgasmos múltiplos. Nunca imaginei que um garoto de vinte anos me deixaria assim, molhada, dolorida, satisfeita de um jeito que durava dias.
Quando ouvimos o portão de casa, ele se vestiu em trinta segundos. Saímos pela porta dos fundos, ele pela frente, fingindo que tinha visto apenas para pegar um livro emprestado.
Passamos a nos encontrar quase todos os dias depois disso. Às vezes em motel em que eu tinha pagar, às vezes na minha casa quando eu tinha certeza que estaria sozinha.
Ele gozava sempre no meu rosto, ou dentro da minha vagina. Dizia que gostava de me ver lambuzada, de me ver dele.
Foi a melhor foda da minha vida. O leite dele me deixava maluca, o cheiro, o gosto, a quantidade. E ele gostava disso, gostava de me marcar, de me deixar provada.
Ainda o vejo, de vez em quando. Já não transamos com a mesma frequência, ele arrumou uma namorada, e eu tento ser uma esposa melhor.
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