Padrasto flagra enteado e amigo dele dentro do quarto depois banho e resolve querer se aproximar dos jovens.
Eu me chamo Anderson e tenho 25 anos. O que vou contar aconteceu quando eu e meu amigo tínhamos 18.
Minha mãe perdeu meu pai cedo. Anos depois, casou de novo com um cara que eu chamo de padrasto.
Esse casamento também não durou. Eles separaram. Eu continuei morando com minha mãe, mas gostava do meu padrasto. E acho ele passou gostar da visitas do enteado dele.
A gente fez um combinado: todo domingo eu passava na casa dele.
Alguns domingos eu levava meu amigo Ryan. ja adianto pra vocês que ele não era gay isso eu tenho certeza. Ele tinha 20 anos. A casa do meu padrasto tinha uma área externa bem legal.
A gente fazia churrasco, ficava na piscina, conversava. Dava pra aproveitar o dia inteiro.
Aquele domingo começou igual aos outros. O cheiro de carne na brasa misturava com o cloro da piscina. Ryan chegou cedo, de boné e chinelo.
Meu padrasto já estava com a cerveja na mão. Fomos para a área externa e ficamos ali. Comemos. Bebemos. Conversamos.
O sol quente no pescoço. O barulho de gelo no copo. Ryan ria alto de uma piada do meu padrasto. Eu fiquei deitado na espreguiçadeira, de olhos fechados. O dia inteiro passou assim.
Quando deu 17h, meu padrasto se levantou. Disse que ia sair e mandou a gente tomar banho.
A casa só tinha um banheiro. Eu e Ryan ficamos na área, olhando um pro outro. A discussão começou ali.
— Eu vou primeiro — eu falei.
— Nem. Eu que vou — Ryan respondeu.
— Nem vem, a casa é do meu padrasto.
— E daí? Eu sou convidado.
Ficamos nesse impasse. Nenhum dos dois cedia. Até que Ryan deu de ombros.
— Toma junto então. Não vejo problema.
— Também não. Vamos.
Chegamos no banheiro. A porta fechou com um clique. O espaço era pequeno. O box apertado. Comecei a tirar a roupa.
Primeiro a camiseta, puxando pela cabeça. Depois o short. Ryan fez o mesmo. Tirou a camiseta devagar. Jogou no canto.
Desabotoou o short. Deixou cair no chão. Entramos no box. A água gelada bateu no ombro. Eu virei pro lado pra pegar o sabonete.
Foi aí que eu vi. Ryan estava de pau duro. O pau dele apontando pra frente. Rijo.
A cabeça arregaçada. O tamanho médio. Grossinho. Eu parei. Olhei. Voltei a olhar pra cara dele.
— Ryan, que porra é essa? Porque seu pau tá duro assim?
Ryan deu uma risadinha. Maliciosa. Aquele sorriso torto de canto de boca.
— Não é nada não. É que enquanto você tirava roupa, não resisti a essa bundinha que você tem.
Eu ri. A gente sempre falava umas besteiras assim. Besteira de amigo. Seguimos o banho.
Eu me virei pra pegar o shampoo na prateleira. Quando voltei, Ryan estava batendo uma punheta.
A mão fechada no pau. Movimento pra frente e pra trás. Devagar. Olhando pra mim.
— É assim que você quer brincar então? Beleza, vou fazer também.
Peguei meu pau. Comecei a bater uma punheta também. A água escorrendo pelos corpos. O barulho do chuveiro abafando o som da pele se movendo.
Ryan acelerou. Eu acelerei. Os olhos dele não saíam de mim. Os olhos dele desciam do meu peito até a bunda.
Voltavam pro meu pau. De novo pra bunda. A respiração dele ficou mais curta.
Depois de um tempo, Ryan veio se aproximando. Passo a passo dentro do box. A água batendo entre nós.
Ele estendeu a mão. Pegou no meu pau. Começou a bater uma punheta bem leve. Movimentos sutis. Lentos. Indo pra frente e pra trás. Sem apertar a mão.
Os dedos quase soltos. O polegar passando na cabeça do pau de leve. Um arrepio subiu pela minha coluna. Fiquei sem reação. Mas eu estava gostando.
O toque dele era diferente de qualquer coisa que eu já tinha sentido. Quente. Cuidadoso.
Decidi fazer o mesmo por ele. Olhei bem para os olhos dele. Os olhos castanhos. A pupila dilatada. Subi minha mão devagar. Encontrei o pau dele.
Assim que peguei, comecei a acompanhar os movimentos dele. Mesma intensidade. Mesma lentidão. Os dois punhos se movendo no mesmo ritmo. A pele molhada. A água escorrendo entre os dedos.
Ficamos ali. Um tempo. Os movimentos leves. A respiração pesando. O vapor embaçando o vidro do box. Até que batidas na porta cortaram tudo.
— O que vocês dois tão fazendo aí dentro?
A voz do meu padrasto. Eu gelei. O corpo inteiro travou.
Não podia dizer que Ryan estava tomando banho comigo. Seria estranho demais. Engoli seco.
— Eu tô tomando banho! Ryan tá aqui também, tava muito apertado e como temos um banheiro só, deixei ele entrar pra usar a privada!
Silêncio do outro lado. Segundos que pareceram horas. A mão de Ryan ainda no meu pau.
A minha ainda na dele. Nenhum dos dois se mexendo.
— Entendi. Tudo bem então. Preciso ir até o mercado pegar umas coisas. Volto rapidinho.
Passos se afastando. A porta da rua batendo. Olhei pra Ryan. Ele olhou pra mim. Desligamos o chuveiro. Saímos do box encharcados.
O tesão falando mais alto que qualquer coisa. Corremos pro meu quarto. E fechando a porta.
Não sabíamos bem como fazer o que estávamos fazendo. Deitamos na cama. Ele de um lado, eu do outro.
Viramos. Boca na altura do pau do outro. Um 69. O pau dele na minha boca. O meu na dele. O gosto de pele molhada. De sabonete. De suor.
A língua percorrendo o comprimento. Os lábios apertando. A cabeça entrando fundo. Os gemidos abafados.
O quadril de Ryan se movendo. Enfiando na minha boca. Eu fazendo o mesmo na dele. O ritmo acelerando. A respiração pelo nariz.
O abdômen contraindo. Gozamos um na cara do outro. O gozo quente. Escorrendo pelo queixo. Pelo pescoço. Ryan limpou a boca com as costas da mão. Eu fiz o mesmo.
Não queríamos parar.
Fomos rápido até o banheiro. Lavamos o rosto. Voltamos pra cama. Tiramos o resto da roupa que tinha sobrado. Ryan me puxou pela nuca. Nos beijamos. A boca dele colando na minha.
A língua entrando. O gosto de gozo ainda na boca dele. O tesão crescendo de novo.
O quarto ficando quente. A temperatura dos corpos se esfregando. Pele contra pele. O suor brotando. A cama rangendo com o peso dos dois.
Ficamos ali. Beijando. Esfregando. Esquecemos que meu padrasto tinha saído. Que ele voltaria. O pau de Ryan endureceu de novo.
Ele me virou de costas. A mão dele no meu ombro. A boca no meu ouvido.
— Já que começamos, vamos até o final.
A respiração quente no meu pavilhão. O corpo inteiro arrepiado. Os pelos do braço em pé.
— Vamos. Mas coloca devagarzinho.
Ryan me abriu. As mãos nos quadris. A cabeça do pau encostando no meu cú.
Um calor subiu. Um tesão que eu não sabia de onde vinha.
A pressão. O ânus cedendo. A ponta entrando. O ar preso no peito.
Tudo cortado com um chute na porta.
— Que porra é essa aqui? O que é que vocês tão fazendo?
Meu padrasto. Na porta. Olhar fixo. Ryan travou. Não saiu de cima de mim.
O pau encostado no meu cú. Meu padrasto viu tudo. Os olhos percorrendo a cena.
Meu corpo de bruços. Ryan atrás de mim. O pau dele na entrada do meu cú.
— É isso que vocês querem fazer então? É assim que vai ser? Está bem!
Foi chegando perto da cama. A mão na braguilha. Sacando o pau pra fora.
O pau do meu padrasto. Enorme. Grosso. Daqueles que você vê a veia pulsando. A cabeça arroxeada.
O comprimento maior que o do Ryan. Mais grosso também.
— Pode vir Ryan, você vai começar por aqui. E você também Anderson, agora vocês vão aprender.
Ele forçou o Ryan a chupar. A mim também. Revezando entre a boca do Ryan e a minha. A mão dele na nuca de cada um. Empurrando a cabeça pra frente.
O pau entrando na boca. Fundo. A boca enchendo. O maxilar abrindo. A saliva escorrendo.
O barulho de chupada. Slurp, slurp. Ryan engasgava. Eu também. O pau do meu padrasto batendo na garganta. A veia pulsando na língua.
O gosto de pele. De pré-ejaculado. Ele ficava revezando. Cinco minutos na boca de Ryan. Cinco na minha. De novo. De novo. Quinze minutos. A mandíbula cansada. O queixo molhado de saliva.
Ele virou Ryan de costas. Sem aviso. Sem cuspir. Sem preparar. Enfiou o pau todinho no cú de Ryan de uma vez. Ryan gritou.
O corpo inteiro estremecendo. As mãos agarrando o lençol. Os nós dos dedos brancos. Ele pedia. Implorava pra parar. A voz embargada. Mas meu padrasto não estava nem aí.
Estocava cada vez mais rápido. Com mais força. O som de pele batendo em pele. Plaft, plaft, plaft. O quadril dele batendo na bunda de Ryan.
Ryan gritando. Depois gritando menos. Os gritos dando lugar a gemidos. Abafados primeiro. Depois mais altos.
Era nítido. Ryan estava gostando. Acho que desde o começo, mesmo com a dor, ele estava gostando.
Eu estava assistindo. Deitado na cama. O pau duro na mão. Eu queria participar também. Ryan estava de quatro. Meu padrasto comendo ele por trás. Eu entrei por baixo dele. Deitei na posição.
O pau de Ryan na minha frente. Abocanhei. Movimentos rápidos. Enfiando tudo até a garganta. A boca enchendo. Ryan gemia cada vez mais alto.
O pau dele pulsando na minha boca. A cabeça inchando na língua. O pré-ejaculado escorrendo. Eu engolia. Continuava chupando.
Mas eu queria mais. Queria que Ryan me comesse enquanto meu padrasto comia ele. Saí de baixo dele. Virei a bunda pra ele. De quatro na frente de Ryan. Meu padrasto em pé, comendo Ryan de quatro.
Eu de quatro na frente de Ryan. Foi perfeito. Ryan encaixou o pau no meu cú. A cabeça entrando. O cu abrindo. Cada estocada que meu padrasto dava em Ryan, empurrava Ryan pra frente.
O pau de Ryan entrava no meu cú. O movimento era duplo. Meu padrasto batia em Ryan. Ryan batia em mim. A energia passando de um pro outro. Plaft, plaft, plaft. O som de três corpos se batendo.
No começo doeu um pouco sim. A pressão. O cu sendo aberto. O calor subindo. Mas eu estava relaxado. O corpo solto.
Não demorou até que eu começasse a sentir prazer. A estocada acertando o ponto certo. O arrepio subindo.
Os gemidos saindo da minha própria boca. Ryan gemendo atrás de mim. Meu padrasto grunhindo atrás de Ryan. Os três corpos no mesmo ritmo.
Meu padrasto bombava no cu do Ryan. Ryan ia pra frente e estocava no meu cú. Plaft, plaft, plaft. A cama rangendo. O lençol amassado. O suor escorrendo.
O quarto cheirando a sexo. A temperatura insuportável. Meu padrasto acelerou. As estocadas ficando mais curtas. Mais fortes. O corpo dele enrijecendo. Gozou no cú de Ryan.
O gozo enchendo. Escorrendo pelo cu de Ryan. Ryan sentiu o gozo quente dentro e gozou no meu cú. A mão dele passando pra frente. Pegou no meu pau. Começou a bater uma pra mim. Movimentos rápidos.
O punho fechado. A mão indo e vindo. Eu gozei. O gozo espirrando no lençol. Na mão dele. Quase todos juntos. Os três corpos tremendo. O suor misturando.
O silêncio depois do orgasmo. A respiração pesada. Os três deitados na cama. Sem falar nada.
Depois que acabamos, fomos todos pro banheiro. Nos limpamos. A água morna escorrendo. O silêncio entre nós. Meu padrasto se vestiu primeiro. Olhou pra mim.
— Isso não sai daqui. Ninguém conta pra ninguém.
Eu concordei com a cabeça. Ryan também.
