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Minha sobrinha se tornou uma mulher boa de cama

11/08/2026 escrito por Amopornobr

Minha sobrinha se tornou uma mulher boa de cama

 

Sobrinha vem morar com tia por necessidade, e percebeu que queria apreender a transar bem, e se espelhou na tia durante as viagens dela.

 

Naquela manha eu tinha transado com minha esposa, ela sempre foi mulher muito fogosa e boa de cama, nossa quimica era perfeita. Mas não era como antigamente, mas ainda é muito inteso nosso sexo.

 

Dias depois, eu lembro bem da tarde em que Pati chegou com suas duas malas de rodinha e aquele olhar perdido de quem não entendia ainda que a vida tinha mudado de vez.

 

Minha irmã, mãe de Pati tinha acabado de se divorciar, e em vez de enfrentar a falência emocional e financeira que a esperava no Brasil, resolveu tentar a sorte nos Estados Unidos.

 

Disse que voltava em um ano. Disse que Pato ficaria só temporariamente aqui em casa.

 

Pati entrou pela porta e olhou para mim como quem procura uma aproximação que nunca tivemos.

 

Dezessete anos, quase dezoito, aquele cabelo loiros bagunçados, aquela pele bem branca, e que parece não morou tanto tempo no Rio de Janeiro e Muito menos frequentado praia por lá.

 

Eu tinha 41, morava sozinho havia 2 anos, casado há menos de 5, ainda me adaptando à rotina de dividir o espaço com outra pessoa

 

Eu minha esposa tinha condição financeira boa, mas ela trabalhava muito e eu sentia falta do sexo dela as noites.

 

Com expectativa da chegada da minha sobrinha, eu dentro da minha cabeça precisava adaptar o espaço para mais uma pessoa a Pati, minha sobrinha que mal conhecia ela por fotos na rede social.

— Oi, tio — ela disse, e a voz saiu mais fina do que ela gostaria, eu percebi.

 

— Desculpa pelo transtorno, ela ja tentando se desculpar, pelo simples fato dela estar precisando morar comigo.

 

— Não tem transtorno — respondi, pegando a mala maior.

 

E complementei: — Sua mãe vai se resolver a vida lá fora, você vai ver.

 

Nos dias que antecediam as viagem da minha esposa, eu e ela, trasavamos com bastante intensidade, eu acredito minha sobrinha escutava tudo, “ai amor, ai amor”, minha esposa sempre foi escandalosa na cama.

 

Como a Pati acordava cedo ela deixava nosso cafe tudo pronto antes de ir para a faculdade, não chegávamos a nos encontrar.

 

Minha sobrinha certamente ia para faculdade com bastante sono e aproveitava o deslocamente de onibus pra dormir. Ja que deveria escutar a tia dela gemendo e barulho da cama batendo na parede.

 

Eu não podia fazer nada, foi minha sobrinha que veio morar conosco, então dane-se o que ela ficava escutando o gemido da tia dela enquanto eu a comia a noite.

 

E nossa vida era assim, eu saía para o trabalho, minha esposa Lara organizava a casa antes de ir trabalhar e minha sobrinha ia pra aula.

 

Mas Lara minha esposa viajava muito pelo trabalho, ela dava consultoria em Recursos Humanos a levava para São Paulo, Brasília, Porto Alegre.

 

Com isso eu ficava sozinho com minha sobrinha, semanas e mais semanas .

 

Não sei dizer exatamente quando Pati passou fazer coisas estranhas dentro de casa que começou me chamar a atenção.

 

Minha sobrinha começou a perguntar, sobre como era vida de casado, e admitiu que escutava a tia dela, no caso minha esposa a noite transando comigo.

 

Eu todo sem jeito, pedi desculpas, mesmo sabendo que ja sabia ela poderia estar escutando so gemidos da minha esposa, fodendo comigo.

 

Pati minha sobrinha, parecia que ela estava mais a vontade, já que seu auge dos 18 anos, com peitos durinhos, bundinha redonda, sem estria.

 

Ela gostava de usar roupas curtas, ela se arrumava de jeito que os homens certamente queria a comer, sabe aquela novinha que todo coroa, bate uma punheta, pensando num dia poderia comer?

 

Então, minha sobrinha era ela. Nos dias minha esposa não estava em casa, eu batia algumas punhetas pra minha sobrinha, eu não tenho vergonha disso.

 

Eu sei sou tio daquela jovem, eu transo com minha esposa todas as noites que ela esta em casa e quando ela esta em viagem, não me resta alternativa, a não se em me masturbar, só que o objeto dos meus pensamentos é sim minha sobrinha.

 

E pra ajudar o titio aqui, minha sobrinha depois completou maioridade se achava ainda mais mulher, mesmo sendo virgem, eu sei disso porque a mãe dela falou para minha esposa.

 

Que minha sobrinha era menina virgem e poucos era de sair com amigas, pois sempre foi uma filha muito responsável.

 

Mas minha sobrinha ficou mais mulher e ela passou a sair do banheiro de toalha enrolada na cintura, sem a vergonha daqueles primeiros meses aqui em casa.

 

Ela passou a me chamar só pelo nome, sem o “tio” que soava estranho vindo de uma mulher quase adulta.

 

As noites que minha esposa estava em casa, minha sobrinha sempre ia dormir mais tarde assistindo TV, eu escutava os passos dela na escada enquanto a tia dela durante a relação sexual estava chupando o meu pau e tentando engoli-lo inteiro, ela nunca conseguiu, diga-se de passagem.

 

Eu percebia que o barulho da porta do quarto minha sobrinha estava demorava mais ou menos 30 minutos pra bater assim eu escutava os pes dela subindo a escada, possivelmente ela estava atras da porta do nosso quarto escutando, eu e a tia dela transando.

 

O ano passou. Minha irmã não voltou. Mandava pouco dinheiro, depois deixou de mandar, depois sumiu por três meses até reaparecer com uma ligação dizendo que tinha conseguido um emprego de garçonete em Nova Jersey.

Pati ouviu a conversa do outro lado da porta do quarto, eu percebi porque ela não saiu naquele dia, ficou deitada com as cortinas fechadas até a noite.

— Ela não vai voltar — minha sobrinha disse na janta, de repente, sem olhar para mim. — Não é tio?

— Vai — menti. — Só precisa de tempo.

 

Ela riu. Um riso seco, novo, que eu não tinha ouvido antes. — Você também sabe que não.

 

Ela começou a me contar sobre os garotos da faculdade, depois sobre como nenhum deles a interessava de verdade.

 

Ela tentando pescar e a tia, como é na cama?

 

eu congelei, pois não acredite que filha da minha cunhada tinha perguntando e queria saber como é foder com tia dela.

 

Eu falei pra minha sobrinha, ela muito ativa, gosta de sexo. Nosso sexo não é mais ou mesmo, se compararmos no inicio nosso relacionamento.

 

e ainda complementei: ela já passou dos 40 anos, trabalha bastante.

 

Mas voces nao fazem nada pra mudar, eu disse sim, as vezes pegamos um hotel legal ou as vezes transamos em lugares diferentes.

 

Minha sobrinha curiosa perguntou, tipo que lugar?

 

Eu disse aqui, neste sofá, ela me olhou cara de “como assim?, você come minha tia aqui?”

 

Eu comecei a notar como o ar mudava quando estávamos sozinhos conversando comigo.

 

Ela falou não tinha transando com nenhum homem ainda, tinha medo de não dar certo depois.

 

Eu falei pra ela, calma esta insegurança é normal, a pessoa você escolher pra transar, tem ser alguém especial. Ela pode sim fazer parte da tua vida ou quem sabe so ter lembrança boa dela.

 

Minha sobrinha escultou atentamente, tudo que eu falei pra ela.

 

Minha esposa pra variar viajou na segunda-feira de uma semana de julho.

 

Trabalho em Curitiba, cinco dias, talvez seis. Eu lembro de ter fechado a porta atrás dela e de ter sentido o apartamento de repente maior, mais cheio de possibilidades que eu não queria reconhecer.

 

Naquela primeira noite a sós com minha sobrinha, Pati saiu do banheiro com o cabelo molhado e uma camisola branca.

 

Ela disse, parada na porta do corredor. — Se você quiser tomar banho agora, não precisa esperar esfriar o banheiro.

 

Eu estava na cozinha, segurando uma xícara de café. — Tá bom — respondi.

 

Ela não se moveu. Ficou ali, encostada na moldura da porta, e eu percebi que estava esperando.

 

Não sabia o quê. Não sabia se ela mesma sabia qual real intensão dela.

 

— Posso entrar com você? — perguntou, finalmente, e a pergunta caiu entre nós como algo como um segredo entre tio e sobrinha.

 

Eu não respondi. Só coloquei a xícara na pia e caminhei até o banheiro, e ela me seguiu.

 

Quando entrei baixo do chuveiro, a água realmente estava morna.

 

Ela tirou a camisola antes que eu pudesse pensar em como começar, e eu vi pela primeira vez o corpo que ela tinha construído naqueles meses de convivência, era um corpo visualmente mais tinha saindo da adolescência, magra, peitos ainda pontudos que não caia por causa da gravidade.

 

Mãe da minha sobrinha tinha certeza que estava se comportando na casa do seu tio, e de fato esta. Mas ela não sabia que aquelas horas ela estava se despindo para o seu tio no banheiro dele.

 

Entramos juntos no box que era pequeno, nosso corpos precisaram se acomodar, e eu senti seu ombro contra meu peito.

Sua coxa contra minha coxa, a mão dela esbarrava “sem intensão” no meu pênis assim que ela tentava abaixava a mão após limpar os olhos que estavam cheio de agua caia do chuveiro

 

Ela pegou o sabonete e começou a passar em mim, sem pressa, e eu deixei.

 

Quando suas mãos desceram sobre o meu corpo, meu pau ja estava duro, e ela parou olhou para o meu pau como se estivesse pensando e refletindo aquela atitude com seu tio, olhou para mim, e depois continuou.

— Nunca fiz isso tio — disse ela, eu so respondi “é mesmo?”, eu pedi pra ela se abaixar e provar um pouco da pica do seu tio.

 

Ela se ajoelhou naquele espaço apertado.

 

Ela encostou sua boquinha no meu pau, estava completamente duro, e comecou a engolir a cabeça do pau.

 

Aquelas horas eu não pensava o que minha irmã iria falar se percebesse o que a filha dela estava fazendo com seu tio no banho.

 

O boquete foi desajeitado no inicio, sim.

 

Ela usava os dentes sem querer, parava para perguntar se estava certo, e eu a guiava com a mão no cabelo dela, tentando não empurrar, tentando não perder o controle da sua boca no meu pau.

 

Minha sobrinha era curiosa da minha reação e aprovação da atitude dela de chupar o pau do seu tio no banho.

 

Quando gozei, foi no chão do box, e ela riu, surpresa, e eu ri também, e por um momento fomos apenas 2 pessoas descobrindo algo que não deveríamos.

 

Depois, ela me pediu para beijar na boca. — Os garotos da faculdade são ruins — disse, enxugando o cabelo com a toalha. — Ou eu sou ruim. Não sei.

 

No quarto de hóspedes que agora é dela, com a porta aberta para o corredor escuro, mostrei como a língua deveria mover-se, como a respiração deveria ser dividida.

 

Ela aprendia rápido — sempre aprendia rápido, eu já sabia — e em pouco tempo já beijava melhor que eu, estava eu no quarto de hospedes dando uns beijos na minha sobrinha bem mais nova do que eu e mãe dela trabalhando como condenada e preocupada em pagar as contas.

 

No outro dia, fizemos que nada tinha acontecido, minha esposa que voltaria em 5 dias, ou a mãe que não voltara em um ano.

 

Na terça-feira, ela quis tentar o boquete de novo. Eu sentei na beirada da cama e deixei a minha sobrinha praticar, corrigindo com gemidos quando acertava, com silêncio quando errava.

 

Ela pegou o jeito. Na quarta, já não precisava de correção.

 

Na sexta-feira, saímos para jantar fora. Um restaurante italiano na Rua Barata Ribeiro, mesa no fundo, vinho que eu não deveria ter pedido mas pedi.

 

Minha sobrinha bebeu dois copos e ficou corada, falando mais alto do que o costume, rindo das minhas piadas ruins.

 

Na volta, ela segurou minha mão enquanto iamos para o carro.

 

No apartamento, tomamos banho separados, e nos encontramos na minha cama, onde ela nunca tinha dormido.

 

Eu a deitei de costas, abri suas pernas com as mãos, e pela primeira vez vi sua buceta de perto, ainda úmida do banho, os lábios escuros e entreabertos.

 

Ela se cobriu com as mãos, envergonhada, e eu afastei os braços dela e disse que queria ver.

 

— Ninguém nunca… — começou ela, e eu a interrompi com a língua.

 

O gosto foi de sabonete e de algo mais salgado, algo dela.

 

Eu chupei devagar sua vagina, aprendendo seus contornos, e ela se contorcia, segurava os lençóis, pedia para eu parar.

 

Quando encontrei o clitóris, ela arqueou as costas e soltou um som que nunca tinha ouvido, foi a metade gemido, metade espanto.

 

Continuei. Usei dois dedos para entrar nela, sentindo a umidade crescente, e ela apertou ao redor de mim, pulsando, até que seu corpo inteiro se contraiu e ela gozou com um grito abafado pela própria mão.

 

Eu a deixei descansar. Deitei ao lado dela, acariciando seu cabelo, e ela virou o rosto para mim com os olhos ainda molhados.

 

— Agora você tio— disse ela, e a mão dela encontrou meu pau, ainda duro, ainda pulsando.

 

Eu não tinha planejado. Não tinha trazido preservativo, não tinha pensado em como seria.

 

Mas ela se abriu para mim, e eu me posicionei entre suas pernas, e quando entrei foi com uma lentidão que doía nos dois, ela apertava os olhos, mordia o lábio

 

E eu via naquele rosto o mesmo misto de dor e prazer que me acompanharia pelos anos seguintes.

— Tudo? — perguntei, parado no meio do caminho.

— Tudo — ela respondeu, e eu empurrei até o fim.

 

O som que ela fez não tinha palavra. Ela arqueou os peitos, e eu senti suas unhas cravarem nas minhas costas.

 

Fiquei imóvel, deixando que meu pau adaptasse a vagina dela, e depois comecei a mover-me.

 

Ela me pediu: “divagar tio, divagar…”

Devagar primeiras estocadas nela, depois mais rápido, e ela acompanhava o ritmo com os quadris, aprendendo com seu tio como se dobrar para receber mais.

 

Quando gozei, foi dentro dela — outra coisa que não deveria ter acontecido, outra que aconteceu mesmo assim.

 

Ela me segurou depois, não deixou que eu saísse de imediato, e eu senti seu coração batendo contra o meu peito, acelerado, vivo, real.

— Sua mãe vai voltar — eu disse, finalmente, no escuro.

— Sua esposa também — ela respondeu, e o silêncio que se seguiu já não tinha arrependimento.

 

Minha sobrinha estava melhor que minha esposa definitivamente.

 

 

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