
Tio mantinha relação sexual com sobrinha ja algum tempo e tentava a todo custo tirar a virgindade dela antes do namorado dela.
Minha sobrinha de 18 anos precisou ficar aqui em casa por alguns dias, ela chamava Bel, era timida e delicia ao mesmo tempo.
eu sabia que ela andava ficando com cara mais velho que ela, mas a mãe dela disse ela era virgem.
Bel tinha ficado aquela tarde comigo em casa, ela chupou meu pau aquela tarde, mas na tinha coragem de me dar, meu pau era grande.
A gente pelado na cama e conversando, eu via aquele seu corpo de dezoito anos se encolheu levemente, os ombros arqueados, as costas expostas para mim.
Eu permaneci de joelhos na cama, o pau ainda duro, pulsando contra minha barriga depois de ter gozado no pescoço dela.
— E aí, meu amorzinho? — minha voz saiu rouca, estranha até para mim. — Gostou?
Bel não virou imediatamente. Seus dedos apertaram o lençol, depois se afrouxaram.
— Muito Tio — ela disse para o travesseiro. — Isso que a gente faz é muito gostoso.
Eu me movi na cama, aproximando-me de suas costas. Minha mão encontrou seu quadril, a pele ainda quente, ainda sensível.
— Agora só falta a gente fazer umas coisas a mais — falei, os lábios perto de sua orelha. — Igual seus pais.
Ela finalmente se virou. Seus olhos estavam úmidos, as pupilas ainda dilatadas. A boca entreaberta, o fôlego irregular.
— Eu quero também, mas você sabe sou virgem.
Convencê-la a tomar banho comigo exigiu algumas palavras. Bel tinha vergonha, aquela vergonha de quem nunca foi vista inteira por ninguém.
Eu falei de água quente, de espuma, de como seria bom estar limpos juntos. Ela concordou antes mesmo de eu terminar a frase, com um aceno rápido da cabeça.
Quando se levantou, tentou pegar a calcinha que jogara no chão. Segurei seu pulso.
— Vamos tomar banho — repeti, e ela entendeu.
O banheiro do apartamento era pequeno, o box de azulejos brancos manchados de ferrugem nos cantos.
Esquentei bem chuveiro enquanto Bel ficava parada na porta, os braços cruzados sobre os seios, como se pudesse se esconder assim.
Meu pau já não estava mais tão duro aquela meia-bomba que os homens conhecem, mole o suficiente para não doer, duro o suficiente gozar mais uma vez nela.
Voltei a tocá-la enquanto a água corria. Meus dedos encontraram sua abertura, e ela já estava molhada.
Não da mesma forma de antes, mas pronta, receptiva. Bel abriu as pernas sem que eu pedisse, uma das mãos apoiada na parede, a cabeça jogada para trás.
Acariciei aquela rachinha, sentindo-a se abrir sob minha pressão.
Quando chuveiro estava otimo, entreramos no box. Posicionei Bel de frente para mim, suas costas contra minha barriga, seu corpo inteiro exposto à minha visão.
Meu pau endureceu completamente, pressionando a curva de suas nádegas.
Foi então que vi os frascos de shampoo e condicionador na prateleira. Em um ato que mais tarde me pareceria loucura, derramei ambos na água — muito mais do que o necessário.
A espuma subiu instantaneamente, e quando nos movimos, nossos corpos deslizaram um contra o outro com uma facilidade obscena.
Bel se virou. Seus seios deslizaram pela minha barriga, seus lábios encontraram os meus.
Ela mesma começou a roçar sua buceta no meu pau, movimentos desajeitados, impulsionados por um desejo que ela ainda não sabia o que era.
Segurei minha base do pênis e direcionei a cabeça para sua abertura vaginal.
Encontrei o furo, aquela entrada que pulsava contra mim. Apertei sua nádega com a mão esquerda e forcei.
Bel contorceu a boca. Seus lábios se apertaram, depois se abriram, depois se apertaram de novo.
Ela não emitiu som algum, mas eu vi a dor atravessar seu rosto. Forcei mais um pouco, avançando talvez um centímetro, e seus olhos se encheram de lágrimas.
— Olha — falei, mantendo minha voz baixa, firme. — O que vai acontecer aqui é o que você sempre diz que ouve seus pais transando em casa.
Eu quero muito que você aprenda. Tem que ser bem forte, meu amor.
Forcei de novo. E de novo. A entrada resistia, aquela carne virgem se fechando contra mim como uma porta trancada.
Os olhos de Bel agora choravam silenciosamente, as lágrimas misturando-se com o vapor do chuveiro.
Resolvi mudar de tática. Segurei-a pela cintura com as duas mãos, meu pau já posicionado, e dei uma única forçada decisiva.
A cabeça entrou — parcialmente, mas entrou. Bel se contorceu, ela sabia ela agora era mulher completa, ela ate tendou se afastar, a boca aberta num grito que não saiu.
— Dói muito tio — ela conseguiu dizer, as mãos em meus ombros, empurrando e puxando ao mesmo tempo.
Fiquei parado. Imóvel. Sentia-a ao redor de mim, aquela pressão quase dolorosa, sentia seus músculos se contraírem em espasmos involuntários.
As lágrimas continuavam, agora em fluxo constante, mas Bel não pediu para parar. Esperei que seus ombros descessem, que sua respiração encontrasse algum ritmo.
Consegui entrar mais um pouco. Bel soluçava agora, aqueles sons abafados que as mulheres fazem quando tentam conter a dor.
Sua virgindade se perdendo com seu tio, gota a gota, centímetro a centímetro.
Outra investida — metade do meu comprimento. A sensação era de sucção, de ser puxado para dentro por uma força que não era minha.
Sentia cada contração dela. Cada piscar, cada aperto, cada tentativa de seu corpo de expulsar o meu penis dentro dela.
Recuei levemente, sem sair completamente, e Bel pensou que eu abandonaria a empreitada.
— Não tira tio — ela disse, a voz quebrada. — Eu aguento, coloca tudo em mim.
— Tem certeza Bel?
Ela acenou. Depois me abraçou com uma força que me surpreendeu, seus braços em meu pescoço, seu rosto enterrado em meu ombro.
Entendi: ela me dava permissão. Me dava o controle.
Falei perto de sua orelha. Aquelas três palavras que não planejava, que simplesmente emergiram do momento — “eu te amo” — e empurrei o resto.
Bel me segurou em mim com tanta força que senti suas unhas em minha nuca.
Sua respiração veio ofegante, quente contra minha pele, enquanto ela tentava relaxar em torno da minha invasão peniana completa.
Esperei três minutos. Talvez cinco. O tempo se distendia no vapor do banheiro.
Quando finalmente movi meus quadris, foi com dificuldade — aquela buceta de dezoito anos não se alargava facilmente, resistia a cada centímetro de movimento.
Apertava meu pau em intervalos regulares, mesmo quando Bel começou a fazer aquelas caras — caras de prazer misturado à dor, a testa franzida, a boca entreaberta.
— Tudo bem aí, meu amor?
— Tudo — ela respondeu, a voz distante. — Tá doendo um pouco.
Aceitava-me completamente agora. Deixava-me conduzir o ritmo, a cabeça jogada para trás contra meu ombro, os olhos fechados.
Eu a beijava enquanto metia, cada vez um pouco mais rápido, cada vez mais profundo. A lógica me abandonava — como era possível que ela aguentasse?
Essa pergunta me excitava ainda mais, me fazia travar em certos momentos, pressionar com mais força, sentir cada reação dela.
Quando Bel gozou, foi sem aviso. Seu corpo se arqueou, as pernas cederam, e eu precisei segurá-la para que não caísse.
Ela se levantou então, ficando em pé no box, exatamente como fizera com seu primeiro orgasmo — tremendo, se contorcendo, parando.
Ainda pingava de seu sexo, misturado à água e à espuma: um fio de sangue, fino, quase simbólico.
Saimos do banheiro cambaleantes. No quarto, pedi que descansasse. Fui à cozinha preparar um lanche — pão, queijo, algo simples — e quando voltei, Bel já dormia.
Seu corpo nu sob o lençol, o rosto sereno de uma forma que eu nunca tinha visto.
Depois daquela primeira vez, transamos com frequência cada vez maior.
Meu pau entrava mais facilmente nela, embora ela permanecesse apertada aquela qualidade de carne jovem que não se perde de imediato.
Bel começou a gemer, sons que emergiam sem que ela percebesse, reações ao prazer que minhas estocadas lhe proporcionavam.
Ela passou por outro estágio: na maioria das vezes, gozava antes de mim. Seu corpo aprendeu a responder mais rápido, a antecipar o clímax.
Quando ela já tinha gozado, eu geralmente gozava em sua barriga aquele líquido branco espalhado em sua pele, uma marca temporária, uma maneira de evitar o risco que ambos temíamos.
Foi nesse período que a mãe de Bel apareceu em minha porta. Seu casamento não ia bem, ela disse, sem entrar em detalhes. Planejava uma semana em Buenos Aires, só ela e o marido, uma tentativa de salvar o que restava.
Bel não sabia cozinhar ainda, não podia ficar sozinha — e eu, eu poderia ficar com ela?
Olhei para aquela mulher que mal conhecia. Vi a desesperança em seus olhos, a última tentativa de quem já perdeu muito.
— Claro — respondi. — Claro que sim.
Gostou do conto da sobrinha deixando o tio tirar a virgindade dela no banho? Assista o video porno desta historia do tio em sabado a tarde com sua sobrinha novinha, clique aqui e confira.