Casal contrata empregada doméstica para cuidar da casa, mas na rotina diária o marido descobre o segredo do porque a funcionária gosta de assistir vídeos pornô.
Eu chamo Marcelo, sou casado há muitos anos. Eu e minha esposa trabalhávamos o dia inteiro e a casa ficava abandonada, sem ninguém pra cuidar de nada.
Precisávamos de uma empregada urgente. Por meio de alguns conhecidos, conseguimos uma mulher que morava perto da nossa casa.
Era uma negra na casa dos quarenta, corpo de quem nunca deixou de ser mulher apesar das décadas.
O marido dela era advogado e atendia clientes em cidades diferentes, passava dois, às vezes três meses fora dependendo do caso.
Um dia, todos em casa saíram para um compromisso.
Ficamos só nós dois. O silêncio daquela casa era enorme — eu na sala, ela na cozinha, o som de louça sendo lavada e mais nada.
Resolvi quebrar o gelo. Perguntei sobre a vida pessoal dela, e ela foi aceitando a conversa sem nenhuma resistência.
Perguntei como ela fazia sem marido durante tanto tempo. Pra minha surpresa, ela não hesitou em nenhum momento.
Contou detalhes da vida sexual dela, disse que pra não ficar na seca a sobrinha levava vídeos pra casa e elas ficavam assistindo juntos.
Disse que a sobrinha ficava se tocando durante o filme. Ela não era tão quietinha quanto eu imaginei.
Perguntei se ela gostava. Ela respondeu só: “sim.”
Nesse momento chamei ela até o quarto. Liguei a TV e coloquei num canal pornô.
Ela assustou, deu um passo pra trás, os olhos piscando rápido.
Chamei pra sentar ao meu lado na cama. Peguei a mão dela e coloquei na minha pica já dura por baixo do calção.
Falei: “Olha como você me deixou.” Ela pegou no meu pau, apertou, e tentou sair.
Mas percebi que ela também estava com tesão — a respiração tinha mudado, o peito subia e descia mais rápido.
Abaixei a blusa dela e saltaram aqueles peitinhos durinhos com uns mamilos grandes, escuros, já arrepiados. Sem perguntar nada, comecei a chupar.
Levantei e coloquei meu pau por entre eles. Ela disse que não podia fazer aquilo. Não me importei.
Continuei passando a piroca nos peitinhos dela, esfregando o pau naquele sulco escuro, até que ela gozou — estava há dois meses sem meter, o corpo inteiro estremeceu, as pernas apertaram.
Coloquei ela de quatro na cama. Passei a língua naquela bucetinha peludinha, senti a porra dela escorrer na minha boca, quente, salgada.
Que delícia. Comecei a esfregar o pau na bundinha dela e ela disse que era pra colocar só na buceta. Respeitei. Meti só na buceta. A mais quente e saborosa que já comi.
Lembro até hoje da primeira vez que ela chupou meu pau — esporrei na boca dela, e ela fez questão de beijar minha boca e passar um pouco pra mim.
Toda quarta meus familiares tinham compromisso pela manhã. Ela chegava e entrava direto pro meu quarto pra gente meter. Tinha dia que ela queria só no cu.
Tinha dia que ela queria só chupar. Um dia eu disse que queria meter com uma amiga dela. Ela ajeitou a amiga pra mim.
Depois disso ela não quis mais. Disse que foi traída pelo marido e não queria fazer o mesmo.
Hoje ela trabalha com a gente ainda, continua gostosa.
O marido voltou pra trabalhar perto de casa logo depois de a gente começar a fuder.
Mas ela adora me ver tocando punheta. Hoje tenho cinquenta e seis anos e ela quarenta e cinco.
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