
Genro saiu com sogra e amiga dela, e ficam falando vida intima da sua filha com ele, por sua vez ele precisou levar a sogra e amiga dela pra casa, pois elas tinham bebido muito.
Conheci Mariana quando ela tinha 22 aninhos.
Uma morena de sorriso fácil, corpo magro, seios pequenos.
Na primeira vez que fui na casa dela, conheci a mãe, Dona Isabela, 46 anos, e o baque foi imediato.
Minha relação com ela começou tensa. Olhares cruzados, respostas curtas, aquele clima de sogra que não engole o genro.
Mas com o tempo, a coisa mudou. Passamos a conversar. Eu dormia várias noites na casa dela enquanto namorava a Mariana.
A Mariana fazia um curso aos sábados, e algumas vezes eu ficava lá sozinho com a Dona Isabela, cada um no seu quarto.
Até que um dia. Acordei logo depois da Mariana sair de casa. Me levantei da cama, fui até a cozinha pegar água, e quando passei pela porta do quarto da Dona Isabela, que estava entreaberta, a vi.
Deitada de bruços na cama, a camisola levantada até a cintura, as pernas levemente abertas. A calcinha enfiada no rabinho, o tecido fino marcando o contorno daquele rabão.
E era um rabão. Bumbum grande, durinho, redondo. As coxas grossas, a pele morena. Fiquei parado ali uns segundos, a água esquecida na mão, o pau acordando dentro do short. Dona Isabela era uma mulher de parar o comércio.
Bumbum grande e durinho, seios médios, uma bocetinha rosada com pelinhos bem aparados — isso só descobri depois.
Do dia em que vi o bundão da Dona Isabela em diante, passei a ter uma vontade incontrolável de comê-la.
Algumas vezes saíamos para tomar chopp com a Mariana, mas como esta não bebe muito, cheguei a sair sozinho com a Dona Isabela.
Ela bebe muito. Na maior parte das vezes, chapa de uma tal forma que parece outra pessoa.
Fala muita sacanagem, se insinua, deixa qualquer um que estiver perto dela com muito tesão.
Depois eu soube que ela já tinha transado com um casal amigo.
Eu não sabia na época, mas aquilo só aumentou minha vontade.
Passei a sair pelo menos 1 ou 2 vez por mês com a Dona Isabela, sempre com a intenção de comer aquele rabão.
Um dia estava bebendo com a Dona Isabela e uma amiga dela, a Camila. Uma morena de 38 anos, colega de trabalho da Dona Isabela.
Baixinha, devia ter 1,60m, seios pequenos, uma bunda enorme, e uma xaninha totalmente raspada — isso também descobri depois.
As duas começaram a falar que a Mariana era burra.
Disseram que eu tinha contado como eram nossas transas e que por isso não entendiam como ela podia brigar tanto comigo.
Fiquei meio encabulado. Os comentários se estendiam desde as posições em que eu gostava de transar com a Mariana até o tamanho do meu pau e de como demoro para gozar.
A Dona Isabela falava com os olhos brilhando, a língua solta pelo álcool, e a Camila concordava, rindo, me olhando de cima a baixo.
Quando já eram quase 2h da manhã, a Dona Isabela falou que estava muito bêbada para dirigir e que queria que o genro gostoso dela levasse ela e a Camila para casa.
Falei que não iria, que não queria falação. Mas ela me disse que a casa era só dela no fim de semana porque o sogro tinha viajado, e como a Camila ia dormir lá, se eu quisesse, levava as duas e dormia lá também.
“Assim você pode beber mais um pouquinho conosco lá em casa sem se preocupar em ter que dirigir.”
Achei que alguma coisa podia acontecer. Resolvi pagar pra ver.
Mal chegamos na casa da minha sogra, a Camila falou que precisava tomar um banho para aguentar beber mais um pouco. Tirou a roupa na minha frente, na sala.
A blusa primeiro, depois o sutiã, deixando os seios pequenos à mostra, os mamilos escuros e duros. Depois a saia, e por fim a calcinha, jogando tudo no sofá.
Foi nua para o banheiro, a bunda enorme balançando a cada passo, a xaninha raspada brilhando sob a luz fraca da sala. Não preciso dizer que meu pau ficou muito duro.
Não tive como esconder o tesão, especialmente porque não tinha como não olhar para a bunda da Camila.
Vendo meu tesão, a Dona Isabela falou que estava com ciúmes, porque ela tinha preferência já que me conhecia há mais tempo e era minha sogra.
Não aguentei e disse: “Se você quer que eu dê preferência pra você, preciso saber se sua bundinha é tão gostosa quanto a da Camila.”
Dona Isabela, na mesma hora, levantou e tirou o vestido de alcinha que estava usando.
Estava sem sutiã. Os seios médios ficaram à mostra, os mamilos rosados e duros.
Virou de costas e esfregou a bunda no meu rosto com uma calcinha que estava toda enterrada no regão. O cheiro dela me subiu pelo nariz — doce, quente, com aquele toque de suor e perfume.
Ela disse: “E agora, quem é melhor? Tira minha calcinha e você vai ver a buceta mais bonita que já conheceu na sua vida.”
Tirei a calcinha dela, puxando o tecido que estava enfiado no rabo. E vi que era verdade. A bocetinha era rosinha, com lábios grandes, um cheiro maravilhoso de mulher excitada.
Os pelinhos aparados, curtos, escuros. Dona Isabela se curvou ainda mais, apoiando as mãos nos joelhos, e enfiei minha língua naquela grutinha molhada.
O gosto era salgado, quente, grosso de mel. Ela deu um gemido — “Ahhhh…” — e começou a esfregar aquele bucetão na minha cara, espalhando o melzinho pelo meu rosto.
Fiquei concentrado naquela buceta. Ora lambendo e enfiando o dedo no cuzinho, sentindo o anel apertar no meu dedo, ora lambendo o cuzinho e enfiando três dedos na xota, sentindo a parede macia e molhada se abrir.
Ela gemia, rebolava, a bunda balançando no meu rosto.
Foi quando percebi que a Camila já tinha saído do banho.
Estava do meu lado, nua, abrindo minha calça e abocanhando minha pica.
Quando ela viu meu pau e deu a primeira lambida, falou: “Como consegue ser ainda melhor do que a Mariana descreveu!” E mamou alucinadamente, batendo uma punheta para mim ao mesmo tempo.
A boca dela era quente, úmida, a língua girando na cabeça do meu pau, os lábios apertando. O barulho de chupada — “slurrp, slurrp” — enchia a sala.
Minha sogra saiu à minha frente e deixou a Camila de quatro, pagando um boquete para mim.
Ela afastou a mesinha de centro, ficou olhando para o rabo da Camila e, sem pensar, se enfiou embaixo dela e começou a lamber aquela bucetona.
A Camila começou a gemer com a língua habilidosa da Dona Isabela lhe fazendo carinho — “Uhhhn… ah, assim…” — e passou a apertar os próprios seios enquanto me pagava um boquete. A boca cheia do meu pau, os gemidos abafados.
A Camila tirou o pau da boca por um segundo e falou: “Eu quero sentar no rosto do teu genro, Dona Isabela.
Deita ele no chão que eu quero que ele me chupe e você cavalga na vara dele.” Vibrei de felicidade.
Mais do que rápido, me deitei no chão, me entregando àquelas duas putonas.
Enquanto eu lambia a Camila e Dona Isabela cavalgava no meu pau, as duas se beijavam. A xota da Camila na minha boca, o mel escorrendo pelo meu queixo.
Eu alternava lambidas na xota e no cú dela, sentindo o gosto diferente de cada buraco.
A Dona Isabela cavalgava com força, a buceta engolindo meu pau inteiro a cada descida, o rabo batendo nas minhas coxas — “plap, plap, plap”.
As duas se beijando, as línguas se enroscando, as mãos se apalpando. A Camila gozou. O corpo dela estremeceu, as coxas apertaram minha cabeça, a xota pulsou na minha boca, e o mel escorreu mais forte.
Ela disse: “Quero esse pauzão no meu cú.”
Dona Isabela falou que ela era louca, que jamais daria a bundinha porque tinha medo de sentir dor.
A Camila respondeu: “Olha como eu faço e gosto, e você vai perder o medo de dar esse cuzinho.
A coisa mais gostosa que tem é ser enrabada por um macho.” Ficou de quatro para mim e pediu: “Mete gostoso no meu cuzinho.”
Abaixei e lambi a xotinha dela, passando os dedos, botando o melzinho da xota no cuzinho.
Quando senti que estava bem molhadinha, enfiei meu pau na xotinha dela — “Ahhhh…” — e imediatamente direcionei a cabeça da vara na entrada do cuzinho.
Comecei a forçar a passagem devagar. Mas a Camila jogou o corpo e meu pau entrou todo. Ela deu um grito — “Aaaiiii!” — e pediu para eu ficar parado um pouco.
Começou a massagear sua xotinha, os dedos circulando o clitóris. Então ela virou pra mim e disse: “Agora fode meu cú com força que eu quero gritar de prazer.”
Comecei a foder aquele cuzão com vigor. As estocadas eram fundas, rápidas, o pau entrando e saindo com o som úmido de carne molhada — “squelch, squelch, squelch”.
Ela gritava de dor e de prazer — “Ahh! Ahh! Fode! Fode meu cú!” —, as mãos agarrando o tapete da sala.
A Dona Isabela, vendo a cena, começou a tocar uma siririca e se aproximou para lamber meu saco.
A língua dela passava nas minhas bolas, nos fundos do saco, enquanto eu enrabava a amiga dela. De repente, senti a língua da Dona Isabela no meu cú e me assustei.
Ela disse que achava gostoso e que se eu deixasse ela só lamber, me dava o cú. Confesso que no começo me assustei, mas achei que naquela hora valia quase tudo.
A Dona Isabela logo parou de lamber meu cú e se enfiou embaixo da Camila. Ora lambia a xota da Camila, ora lambia meu saco.
A Camila gemia mais alto agora, o cuzinho apertando meu pau a cada estocada.
Quando a Camila ia gozar pela segunda vez, eu disse que não aguentava, que também ia gozar. Dona Isabela então falou: “Goza na minha boca que eu quero sentir o gosto do cuzão dessa puta e do teu pau. Deixa-me beber essa porra toda.”
Tirei meu pau do cuzinho da Camila, que caiu para o lado, ofegante. Enfiei meu pau na boca da Dona Isabela.
Ela o limpou todinho, a língua girando, os lábios apertando, e quando gozei — “Ahhhh, porra!” —, a porra jorrou na boca dela.
Ela engoliu quase tudo, só deixou escorrer um pouquinho pelo canto da boca. Minhas pernas tremiam e eu sentei no sofá.
Mas a Dona Isabela queria gozar. Foi pra cima da Camila, dizendo: “Você usou meu genro antes de mim, sua puta. Vem me fazer gozar com essa tua língua.”
A Camila, ainda meio grogue, não resistiu às lambidas que Isabela estava dando em sua xota e logo se animou em chupar a xota da amiga.
Vendo aquela cena, meu pau se animou. Fui lamber o cuzinho da minha sogra, vez por outra beijando a boca de Camila que lambia sua xota.
Quando Dona Isabela estava gozando na boca de Camila, me posicionei de lado e comecei a forçar a entrada de seu cuzinho.
Minha sogra virou o rosto e disse: “Mete no meu cú beijando minha boca.
Me arromba bem gostoso que eu quero sentir esse pauzão me rasgando.” Quando ouvi isso, não me contive. Enterei meu pau naquele cuzinho sem dó.
Ela gritava, chorava, tentava me beijar, falava que ia morrer com aquele pauzão no cú e aquela língua na xota. Ficamos assim até que Dona Isabela não aguentou e apagou.
Como não tinha gozado, resolvi meter na xota da Camila, que ainda não tinha levado ferro naquela racha.
Ela se abriu toda, segurando as pernas quase junto da cabeça, e me deixou mandar ferro.
Meti até encher aquela xota de porra, que minha sogra se apressou em lamber quando amanheceu.
Eu estava com a cara enfiada na xota de minha sogra e ela com o meu pau já mole na boca.
O melhor é que voltei pra casa para minha esposa. Mas até hoje como minha sogra e amiga dela juntas.
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