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Meu caso com a rola grossa do cunhado marido da minha irmã

28/07/2026 escrito por Amopornobr

Irmã gêmea viaja com o marido para a casa de familiares, flagra o cunhado nu no banho e, após passar a noite escutando os gemidos da irmã sendo macetada por um pau gigantesco, decide aproveitar a casa vazia para dar a buceta para o cunhado dotado.

 

Eu me chamava Miranda. Trinta anos, casada, moradora de São Paulo.

 

Branca, um metro e setenta, pernas grossas que sempre chamavam atenção nos lugares por onde eu passava.

 

Bunda arrebitada que eu gostava de destacar em jeans justos, vestidos colados, qualquer coisa que marcasse.

 

Olhos castanhos, cabelos lisos e louros que eu mantinha sempre na altura dos ombros. Tinha parentes em Minas Gerais e, naquele janeiro que passou, estava de férias.

 

A família resolveu viajar para Três Corações, e eu fui junto. Chegamos numa tarde de sábado, calor de quarenta graus, e fomos direto para a casa da irmã do meu marido.

 

Vitor, o marido dela, veio receber a gente na porta. Um metro e noventa, moreno, trinta e cinco anos. Sempre discreto, educado demais, aquela coisa que sempre me chamou atenção nele.

 

Não era bonito, mas tinha um jeito simpático que deixava qualquer um à vontade. Apertou minha mão firme, rápido, e desviou o olhar.

 

Conversa vai, conversa vem, a família resolveu ir visitar os pais dele e da sogra. Vitor, porém, estava com um trabalho acadêmico para terminar e não pôde ir.

 

Minha família saiu e eu acabei ficando, fazendo-lhe companhia. Sentei na sala enquanto ele trabalhava no notebook, sentado à mesa de jantar.

 

Eu usava um short muito apertado. O tecido marcava tudo, fazia volume na frente de um jeito que eu sabia que era provocante, mas não me importei na hora.

 

Cruzei as pernas no sofá, deitei a cabeça no encosto, fiquei mexendo no celular. Comecei a notar que Vitor estava desconfortável.

 

Volta e meia, os olhos dele desciam para minha buceta, rápido, discreto, mas eu percebia. Ele fechava as pernas, jogava a camisa por cima do short, tentava disfarçar.

 

Eu observei aquelas reações em silêncio, sem dizer nada, deixando a conversa rolar normalmente sobre o clima, sobre a viagem, sobre qualquer coisa.

 

Em certo momento, pedi-lhe uma cerveja. Ele ficou um pouco apreensivo, mas se levantou e foi em direção à geladeira na cozinha.

 

Meu olhar acompanhou o movimento. Nossa. Eu nunca havia atentado para o meu cunhado daquela forma.

 

O short dele estava esticado para o lado direito da perna, um volume inconfundível que marcava o tecido. Uma rola que se notava mesmo mole, dobrada dentro daquela cueca, empurrando o tecido do short.

 

Quando ele veio em minha direção com a lata gelada, não me contive. Fixei o olhar guloso naquele volume, um olhar demorado, a ponto de ele ter percebido.

 

Parou na minha frente e chamou minha atenção:

— Miranda… Miranda… Tudo bem? Tua cerveja…

 

Piscou duas vezes, estendeu a lata. Eu peguei, levantei os olhos, dei um sorriso curto. Fiquei com vergonha, sim.

 

Mas aquela imagem não saiu mais da minha cabeça. Comecei a imaginar como seria aquela rola dura perto de mim, seu cheiro, seu tamanho, sua espessura.

 

Eu estava no sofá e cruzava e descruzava as minhas pernas, apertando as coxas uma contra a outra sem perceber. O tecido do short esfregava na minha buceta, e eu sentia o calor subindo.

 

Logo ele me disse que precisava sair, iria tomar um banho. Falei-lhe que não havia problema, que eu ficaria ali esperando. Ele sumiu pelo corredor. Esperei uns minutos.

 

O barulho do chuveiro começou, água batendo no boxe. Não me contive. Levantei do sofá, caminhei pelo corredor em silêncio, entrei no quarto deles e fui em direção à porta do banheiro, que estava entreaberta.

 

Fiquei espiando. O boxe embaçado atrapalhava a visão da cintura para baixo, mas eu conseguia ver o torso dele, os ombros largos, a água escorrendo. Meu coração batia acelerado.

 

Quando ele desligou o chuveiro e abriu o boxe, tive a surpresa. Uma rola grande e grossa balançando no meio das pernas dele, mole ainda, mas já impressionante.

 

O saco pesado pendurado, a cabeça grossa descansando sobre a coxa. Meu Deus, aquilo era demais pra mim. Ele me viu parada na porta.

 

Apanhado, acanhado, tentou cobrir aquela jeba com a toalha, mas eu gaguejei uma desculpa, falei que tinha achado que ele estava me chamando pra me avisar de qualquer coisa que minha irmã tinha pedido pra ele me avisar.

 

Ele assentiu, desconfortável, e eu saí rápido pelo corredor.

 

No final do dia, chegou minha irmã, cansada, e fizemos um jantar maravilhoso. Meu marido chegou também nesse horário, pois ainda estava arrumando o carro depois da viagem.

 

Depois jantamos, tomamos um vinho. Eu estava sentada do lado do meu marido, e toda vez que eu olhava para o meu cunhado eu me lembrava do que eu tinha visto no banheiro, aquela rola grande e o saco balançando.

 

Olhei para minha irmã, coitada, magrinha como eu, tentando dar conta do pau do marido numa sentada.

 

Eu e minha irmã somos bem magras, nossas figuras parecem de jovem de quinze anos. Eu não sabia como uma rola daquela que eu vi no banheiro conseguiria se acomodar toda dentro dela.

 

Fomos deitar, eu e meu marido, e minha irmã e meu cunhado foram deitar no quarto bem próximo.

 

Dez minutos depois comecei a escutar estalos de boca, muito provavelmente era minha irmã tentando chupar toda aquela rola em sua boca pequena como a minha.

 

Cinco minutos depois, começamos a escutar rápidas batidas de cabeceira na nossa parede, muito provável que meu cunhado estivesse penetrando nela de frente, de forma rápida e curta.

 

Eu só fiquei pensando: ela devia sentir uma pressão na vagina terrível, daquelas que poucas mulheres aguentam. Meu marido, pra variar, já estava dormindo.

 

Eu comecei a me tocar escutando aquilo, e meu marido meio bobão acordou e não percebeu que eu estava me masturbando e quis me ter.

 

Eu claro que quis, já que eu estava querendo ser a minha irmã, mas sabia que o que eu tinha disponível no momento era meu marido, tinha um pênis certamente limitado de tamanho se comparado com aquilo que vi no meu cunhado.

 

Meu marido veio por cima de mim e fez o que ele sempre faz: me deu um beijo na boca, que realmente era bom, e já colocava as mãos entre as minhas pernas procurando o objetivo principal dele, minha buceta.

 

Uma buceta que ele conhecia bem, mas tinha lugares que ele nunca foi capaz de alcançar devido ao tamanho limitado do seu pau.

 

Depois ele percebeu que estava molhada minha vagina e já foi tratar de enfiar o pau dele, tudo como previsto.

 

Eu escutava as batidas na parede vindas do quarto da minha irmã se intensificarem. Só daquele jeito eu tinha quase certeza de que ela estava de quatro com os peitos encostados no colchão e meu cunhado batendo com seu quadril fortemente nas nadegas da minha querida irmã.

 

O cabelo dela certamente deveria balançar, assim como os seios que estavam pressionados sobre o colchão e esmagados devido ao peso dela e a pressão que meu cunhado fazia sobre o seu corpo enquanto a penetrava.

 

Eu vi que meu marido estava desacelerando as bombadas, acredito que ele queria estender mais a nossa transa básica.

 

E enquanto a minha irmã, aos cuidados do meu cunhado, fazia ao contrário: as batidas se intensificavam. Eu, em alguns momentos, escutava ela gemendo.

 

Eu queria ver o rosto dela descaracterizado por causa da mistura da dor dos impactos e do alcance que meu cunhado conseguia dentro do útero dela.

 

Meu marido bombava devagar, curto, aquele pauzinho entrando e saindo sem preencher o que precisava ser preenchido.

 

Eu fechava os olhos e imaginava o cunhado no lugar dele, aquela rola grossa abrindo minha buceta, me esticando toda, chegando onde meu marido nunca chegou.

 

As batidas na parede ficaram mais fortes, mais rápidas, e eu ouvi minha irmã abafar um grito no travesseiro. Meu cunhado deve ter gozado dentro dela, porque o silêncio que veio depois era pesado, quente. Meu marido gozou logo em seguida, aquele jato fraco que eu mal senti dentro de mim.

 

Eu não gozei. Fiquei ali, deitada, com a buceta quente, insatisfeita, escutando o silêncio da casa enquanto imaginava a rola do meu cunhado ainda dura, ainda quente, ainda pingando porra dentro da minha irmã.

 

Meu marido gozou como já era esperado. Depois de vir, ainda fez cinco bombadas lentas, tentando espremer o último resto de sémen do saco e do pau já murchando.

 

Eu senti aquele pênis pequeno amolecer dentro de mim, inútil, e ele caiu ofegante ao meu lado. O colchão afundou com o peso da barriga saliente.

 

Virou a cabeça e disse “você é muito gostosa, amor.” Eu dei um sorriso pouco forçado, os cantos da boca mal subindo, e fiquei olhando para o teto. Lá fora, os gemidos da minha irmã continuavam.

 

Meu marido percebeu os sons. “Tua irmã tá animada hoje, né?” Eu virei o rosto pra ele, o mesmo sorriso forçado colado no rosto, e concordei com a cabeça sem dizer nada.

 

Voltei a olhar o teto. Ela estava animada porque tinha alguém que a excitava sexualmente. Alguém que fazia o corpo dela responder com vontade. Alguém que não era meu marido.

 

As batidas da cabeceira na parede eram intensas, mas passaram a ser mais espaçadas. Os gemidos da minha irmã continuaram, mas o ritmo mudou.

 

Alguns segundos de silêncio entre as batidas mais rápidas e o novo ritmo mais lento. Ela certamente tinha trocado de posição. Foi montar no meu cunhado.

 

O espaçamento ficou maior, os estalos do colchão mais controlados. Ela estava com os dois pés apoiados na cama, usando as pernas pra ditar o ritmo, provavelmente com receio de sentar tudo de uma vez no pau daquele homem.

 

Eu fui obrigada a voltar a me masturbar ao lado do meu marido. A descarga de energia dele ao gozar dentro de mim já tinha feito ele cair num sono profundo, como era de costume.

 

Ronco leve, boca entreaberta, barriga subindo e descendo. Eu estava ali, tentando me reconectar com um prazer que tinha perdido há muito tempo.

 

Dedos circulando o clitóris, o canal vaginal ainda escorrendo com o leite dele que não me servia de nada. E então escutei um “ai, amor” agudo vindo do quarto ao lado.

 

Ela tinha sentado mais fundo e não aguentou a pressão, a invasão peniana que meu cunhado provocava nela.

 

Depois veio nova mudança de posição. Intervalo de sons, silêncio curto, e então batidas intensas e rápidas. O ritmo alucinador. Pela parede eu sentia o impacto.

 

A voz da minha irmã subiu: “Amor, não para, não para!” Ela estava prestes a gozar no pau do marido pauzudo que tinha a sorte de ter em casa. E logo em seguida veio ele — um rugido longo, grave, que vibrava pela parede.

 

O orgasmo dele daqueles longos. A voz rouca potencializou minha imaginação. E depois veio o silêncio sepulcral no quarto da minha irmã e do meu cunhado.

 

No café da manhã eles desceram juntos. Sorridentes, carinhosos. Um casal perfeito. Ele puxou a cadeira pra ela, serviu o café, passou a mão nas costas dela. Minha irmã tinha muita sorte.

 

Meu marido tomava café olhando o celular, de boxers e camiseta manchada, a barriga saliente apoiada na mesa. Nem conseguia me foder direito. Triste realidade.

 

Meu cunhado me olhava. Eu já estava mais à vontade na casa, sem sutiã, uma blusa larga de alcinhas, short curto.

 

Ele tinha a visão perfeita da irmã gêmea da sua esposa, e eu de fato queria me entregar pra ele, mesmo que acabasse a amizade dela.

 

Meu marido, sempre festeiro, deu a ideia de um churrasco à noite. Minha irmã concordou animada, já planejando o cardápio. Vitor disse que precisava trabalhar no acadêmico, mas ia participar sim.

 

Perguntaram se eu queria ir com eles comprar as coisas. Eu disse que fossem, que eu ia arrumar o quarto, que estava uma bagunça e ainda não tinha tido tempo de organizar. Eles foram. Eu fiquei sozinha com meu cunhado.

 

Eu estava arrumando o quarto quando escutei a batida na porta. “Pode entrar,” eu disse. Ele entrou sem camiseta. Peito largo, pelos escuros descendo pelo abdômen definido até a linha da calça.

 

Achei folgado da parte dele, mas não falei nada. Afinal, era a casa dele.

 

Puxou assunto. Perguntou se tinha dormido bem. Eu falei que sim, que tinha dormido muito bem.

 

Por dentro, eu pensei: dormi muito bem depois de tocar duas siriricas pensando em você comendo a minha irmãzinha, seu pauzudo gostoso.

 

Ele perguntou se eu queria ajuda e logo se abaixou pra mudar a posição da mala. Nesse movimento, o ombro dele encostou de leve no meu seio.

 

Eu senti a pele dele raspar no bico do peito. Estava sem sutiã. Os mamilos ficaram duros, alertas, marcando o tecido fino da blusa. Ele olhou. Eu fiz que não tinha percebido o olhar dele.

 

Depois ele mudou de posição da mala e eu me inclinei pra arrumar as roupas dentro. A blusa era larga e o decote abriu, mostrando o vão dos meus seios pequenos.

 

Puta que pariu. Eu percebia o olhar dele invadindo aquele espaço, os olhos fixos na pele exposta, nos mamilos ainda durinhos.

 

Conversamos sobre coisas bobas. Ele falou que meu marido tinha sorte de ter uma mulher como eu. Ali eu vi — ele queria por inteiro a nova versão da esposa dele.

 

Uma versão que estava querendo transar algo diferente.

 

Troquei olhares com ele. Ele me puxou sem autorização pra um beijo. Aquele beijo que meu marido nunca fez. Língua invadindo, mão na nuca, boca pressionando com fome.

 

Um beijo que parecia que ele queria me engolir. Eu, uma mulher casada desacostumada com beijo tão intenso, correspondei. Ele era forte demais, me ergueu, e eu cruzei as pernas sobre a cintura dele.

 

Beijei como uma adolescente querendo ter a primeira relação com um homem mais experiente. Minhas mãos invalidavam a nuca dele, tentando ser engolida. E eu de fato estava prestes a ser engolida.

 

Ele me soltou. Eu me ajoelhei na frente dele, retirei o calção que vestia, e ali estava — ao vivo, a cores, de forma muito próxima — aquilo que só minha irmã tinha acesso até então.

 

O pau grande e quente, pendurado pesado à minha frente, a cabeça arredondada, as veias marcadas percorrendo o tronco.

 

Minha mão alcançou a base daquela rola. Grande e quente na palma. Comecei a punhetar. Dedos envolvendo o tronco grosso, movimento lento no início, sentindo a pele deslizar sobre as veias, depois mais firme.

 

Um cheiro delicioso de pica espalhava-se pelo quarto — almíscar, suor masculino, aquele aroma que me fez contrair por dentro.

 

Meu cunhado soltou um “Uh” grave que me deu tanto tesão que passei a punhetar com mais velocidade. Minha mão não fechava direito de tão grossa que era a rola.

 

Punho apertado, subindo e descendo, pele esticando sobre as veias, o prepúcio deslizando e revelando a cabeça vermelha e inchada a cada movimento.

 

Esfolava aquela rola como jamais fizera antes.

 

Minha mão alcançou a base daquela rola grande e quente. Comecei a punhetar aquela rolona, dedos envolvendo o tronco, movimento lento no início, depois firme.

 

Um cheiro delicioso de pica espalhava-se pelo quarto. Meu cunhado soltou um “Uh” grave que me deu tanto tesão que passei a punhetar com mais velocidade.

 

Minha mão não fechava direito de tão grossa que era. Esfolava aquela rola como jamais fizera antes, punho apertado, subindo e descendo, pele esticando sobre as veias.

 

Minha boca salivava, rebolava o traseiro sem perceber, língua saindo involuntariamente, querendo lamber aquele pintão cheio de veias, de cabeça vermelha e inchada.

 

Uns vinte centímetros, muito, muito grosso. Vitor estava trêmulo, boquiaberto, mãos apoiadas na pia, até dizer-me:

— Lambe… lambe minha rolona, minha putona de São Paulo… me mostra como chupa um cacete grosso… safada tesuda…

 

Minha língua parecia haver aumentado. Passei a lamber da cabeça ao saco, que também era grande, cheio. Lambi o tronco inteiro, subindo pelas veias, contornando a cabeça, descendo até o saco.

 

Abri bem a boca e consegui apenas abocanhar a cabeça da rola. Não dava para ir além, de tão grossa.

 

Assim mesmo chupava com força, punhetando o cacetão que pulsava e aumentava dentro de minha boca. Chup, chup, chup — o som úmido enchia o quarto, saliva escorrendo pelo queixo, pingando no chão.

 

Não aguentando mais, subi na cama. Fiquei de quatro, tirei o short num movimento rápido, a bunda arrebitada oferecida:

— Vem atolar essa rola grossa na minha bucetinha, vem… atola essa pica logo…

 

Vitor pegou-me com força, mãos grandes agarrando meus quadris. Começou a colocar a cabeça na minha xota molhada, lentamente.

 

Senti uma pressão grande, aquilo abrindo caminho, e quando começou o vai-e-vem, o tapa, tapa, tapa das coxas dele batendo na minha bunda preencheu o quarto.

 

Puxando meus cabelos, Vitor socava aquele cacetão em mim, dando palmadas no meu bundão branco que rebolava com uma tora grossa enfiada.

 

Minha buceta parecia estar cheia de pica, uma rola muito grossa. Ele socava forte.

 

Os lábios iam e vinham, eu me sentia alargada, uma cavala sendo fodida por um jumento do picão grosso.

 

Chup, chup, chup — minha buceta encharcada fazia barulho a cada investida. Depois ele pediu pra que eu o cavalgasse.

 

Virei-me rápido, observando aquela rola brilhante de molhada — coisa que meu marido não poderia fazer, pois eu estava vidrada no pintão que sabia foder gostoso.

 

Ao sentar naquele mastro grosso, senti-me arrepiada. Cavalgava gostoso, enquanto Vitor mamava meus peitos, revirando os olhos.

 

Comecei a gozar, gozava tanto que parecia não terminar, pernas tremendo, buceta espremendo aquela rola. Ele começou a respirar forte, rapidamente, quando liberou um “Uhhhh” grave:

— Pega leite de pica, pega… toma meu leite, safada.

 

Consegui sair de cima e, punhetando a rolona com força, senti no rosto uma jorrada forte de gala quente.

 

Outra na boca, outra nos seios. Fiquei lá, coberta de porra, respirando fundo, lambendo os lábios.

 

Dei-lhe um beijo gostoso, língua na língua, e pedi pra ele sair logo do quarto, pois precisava trocar roupa e roupa de cama — eu tinha transado com meu cunhado na cama que dormia com meu marido.

 

Foi a única foda que tivemos. Quando retornei a São Paulo, senti saudades, conseguindo minimizar com umas fotos que pedi a ele — da rola grande, é claro.

 

Nunca esquecerei daquela foda. E meu marido e minha cunhada nem imaginam que fodi gostoso com o cunhado dela e marido dele.