Mulher de pedreiro grava outros homens comendo o rabo dela e gozando dentro, só o marido corninho assistir tudo sem ela saber.
Meu nome é Larissa, tenho 32 anos, e moro num Conjunto Habitacional aqui na minha cidade em São Paulo e sou esposa bem safadinha quando meu marido não esta em casa.
Todo mundo aqui sabe: eu dou a bunda pra quem eu quiser me comer.
Meu marido corno, o Renato, já aceitou faz tempo. Ele é daquele tipo de homem calado, trabalha o dia inteiro como pedreiro, chega cansado, toma banho, come e senta na frente da TV.
Enquanto isso, eu ficava em casa “cuidando das coisas”. As coisas, no meu caso, eram os machos do condominio de onde eu morava, rsrs, e eles aparecem aqui quase todo dia.
Vizinhos, maridos de amigas, até alguns que as esposas deles conheciam do hospital onde eu trabalhava como auxiliar.
E tinha vizinhas, nunca falou pra eles, mas sabia eles vinha aqui em casa pra me comer, pois se falasse algo, possivelmente eles iria separar, e como elas dependiam financeiramente deles, deixava tudo quieto.
A fama já corria solta de mim e claro corninho do meu marido. Não adiantava esconder de ninguém.
Já tinha acontecido de tudo com esposas destes caras que eu ficava aqui em casa: discussão na feira, cara a cara na padaria, até na farmácia.
Estes dias a Bárbara uma mal amada, mulher de cara que eu ja transava com ele ja 2 meses, me encontrou na rua e veio enxer meu saco:
— Sua vadia descarada! Eu ja sei de tudo, sua vagabunda, você anda transando com meu marido!
Eu olhei bem nos olhos dela e respondi:
— Ele que me procura. Manda ele parar mandar mensagem pra mim querendo me comer.
Quer que eu te conte os detalhes o que fazemos juntos ou prefere continuar fingindo que não sabe?
A cara dela ficou vermelha, os olhos encheram de água, mas ela não teve coragem de fazer nada.
Só virou as costas e saiu xingando. Isso acontecia bastante aqui onde eu moro.
Elas sabiam, mas não queriam admitir que os maridos preferiam transar comigo do que elas frias e frigidas.
Meu marido sabia de tudo. Na verdade, ele não falava nada, mas eu sabia ele gostava.
Ele acho que eu não sabia que ele tinha colocado uma câmera escondida em forma de despertador em cima da cômoda do quarto.
O ângulo era perfeito: pegava a cama inteira, meu rosto, minha bunda, tudo. Depois muito provavelmente ele assistia sozinho, batia uma punheta e gozava vendo outro macho me comendo.
Márcio era amigo do Renato há quase 15 anos.
Vizinho de bloco, daqueles que vinham aqui em casa pra tomar cerveja, assistir futebol e ficar falando com meu marido monte de merda.
Márcio sempre me olhava de canto, mas nunca tinha coragem. Até hoje.
Eu pedi contato para meu marido dele, e sem responder o poque eu queria, me deu o seu zap.
Ai eu mandei mensagem pra o Marcio de manhã: “Márcio, o armário da cozinha desmontou de novo.
Você que é bom de marcenaria podia dar uma olhada pra mim? O Renato tá trabalhando e eu não consigo sozinha.”
Ele respondeu em menos de 1 minuto: “Chego aí em 20 minutos.”
Quando ele chegou, eu já estava pronta. Shortinho jeans bem curto, daqueles que mal cobriam a bunda, blusinha azul cropped bem justa, sem sutiã, cabelo solto e um perfume doce.
Abri a porta sorrindo.
— Entra, Márcio. Obrigada por vir.
Ele tentou disfarçar, mas o olhar desceu direto pros meus peitos e depois pra minha bunda enquanto eu andava na frente dele até a cozinha.
Ficou mexendo no armário, fingindo que era só isso. Eu me encostei na pia do lado dele, de propósito, roçando meu corpo no dele.
— Tá quente hoje, né? — falei, passando a mão no pescoço como se estivesse suada.
— Tá mesmo… — respondeu.
Coloquei a mão na coxa dele.
Ele parou o que estava fazendo e me olhou. Eu não esperei ele falar algo.
Fui chegando mais perto, encostei meus peitos no braço dele e sussurrei no ouvido:
— Meu marido não me fode direito e acho nem tua mulher.
O homem ficou parado, respirando pesado. Segurei a mão dele e coloquei direto na minha bunda. Ele apertou. Forte.
— Caralho, Larissa… o Renato é meu amigo…
— Ele nunca vai saber. eu disse.
Levei ele na meu quarto.
Empurrei ele na cama e fiquei de pé na frente. Tirei a blusinha devagar, deixando os peitos de fora. Meus mamilos já estavam duros. Márcio arregalou os olhos.
— Porra… que delícia.
Me ajoelhei entre as pernas dele, abri o short e tirei aquele pau grosso pra fora.
Já estava duro, latejando. Lambi da base até a cabeça, olhando pra ele.
— Você sabia que eu sou puta, né Márcio? Todo mundo sabe. Eu dou pra vários aqui do conjunto.
Ele gemeu quando enfiei na boca. Chupei gostoso, babando, fazendo baralho. Ele segurou meu cabelo.
— Eu ouvi os boatos… mas ver ao vivo é foda.
Levantei, tirei o shortinho e a calcinha, fiquei só com um shortinho floral aberto atrás.
Virei de costas, empinei a bunda e balancei.
— Quer comer meu cu, Márcio? Eu adoro dar o cu.
Ele não aguentou. Levantou, me empurrou na cama, me colocou de quatro e cuspiu na mão. Senti a cabeça grossa pressionando meu cuzinho.
— Vai devagar primeiro… — pedi, gemendo.
Ele foi entrando. Centímetro por centímetro. Eu gemia alto.
— Aí que gostoso… soca mais fundo.
Márcio começou a meter. Primeiro devagar, depois mais forte. O barulho de pele batendo enchia o quarto que eu fazia amor com meu marido — plap, plap, plap. Ele segurava minha cintura e metia fundo.
— Porra, Lari… sua bunda é muito gostosa.
Virei o rosto pro lado, olhando pra câmera do despertador, e falei gemendo:
— Mete forte, Márcio! Socaaa! Eu gosto de levar vara grossa no cu!
Ele acelerou, batendo forte, me fazendo gemer igual uma cadela.
Dei uma rebolada, apertando o pênis dele dentro de mim.
— Você sabe que eu dou pra mais de um, né? — falei, ofegante. — Ontem mesmo o marido da Bárbara me comeu aqui nesse mesmo cama.
— Caralho… — ele gemeu, excitado com a safadeza. — Sua puta… então toma.
Ele deu um tapa forte na minha bunda. Plop. Depois outro. E outro. Minha pele ficou vermelha. Eu adorava.
— Isso! Me bate! Eu sou vadia mesmo! Mete tudo!
Ele me puxou pelo cabelo, me fazendo arquear as costas.
Metia fundo, rápido, agressivo. Eu gritava de prazer.
— Tá gostoso, Márcio? Tá gostando de comer a mulher do seu amigo?
— Tô porra! Tô louco nessa bunda!
Mudei de posição. Fiquei por cima, de frente pra ele, sentei no pau descendo devagar, sentindo-o abrir meu cu novamente.
Comecei a quicar. Meus peitos balançando na cara dele. Ele chupava meus mamilos enquanto eu rebolava.
— Olha pra mim enquanto eu te dou o cu pra você seu safado — mandei.
— Tua mulher não faz isso né? — eu falei pra ele.
Ele balançou a cabeça negativamente.
Ele olhava, hipnotizado. Eu acelerava, quicando forte, gemendo sem vergonha.
— Eu vou gozar no seu cu, Larissa…
— Goza dentro amor! Enche meu cuzinho teu leite!
Ele apertou minha bunda com força, deu mais uns tapas e gozou gemendo alto, guspindo tudo dentro de mim.
Senti o pau pulsando, me enchendo. Fiquei quicando devagar até ele terminar gozar e sair do sêmen do pênis dele.
Márcio estava sem fôlego, olhando pra mim como se não acreditasse no que tinha feito.
— Isso fica entre a gente, hein… — murmurou.
Eu só ri, olhando pra a câmera na estante.
— Claro, Márcio. Segredo nosso.
Ele se arrumou e foi embora rápido, ainda assustado com a própria safadeza.
Eu fiquei deitada na cama, bunda pra cima, gozo escorrendo, sabendo que o Renato ia chegar mais tarde, assistir tudo e gozar vendo o amigo dele me arrombando.
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