
Esposa casada há quinze anos reencontra de surpresa o ex-namorado na rua e desperta velhas memórias, que acabam preenchendo todo o espaço que o marido deixava vago em um casamento sem ânimo sexual.
Meu nome é Marcia. Tenho 40 anos, sou morena, 1,70m e 58kg. Corpo chapado, fruto de anos de academia e disciplina.
Meu cabelo castanho escuro caía nos ombros, sempre bem tratado. Gosto de me cuidar. Sempre gostei.
Sou casada há mais de 15 anos. Meu marido é um homem bom. Confiável, estável.
Tem 1,80m e 90kg, um pouco acima do peso. Com ele, construí uma vida. Filhos, casa, rotina. Tudo o que uma mulher sonha quando pensa em futuro.
Mas, como toda esposa sabe, o tempo esfria as coisas. A cama ficou morna. As noites ficaram previsíveis.
O sexo virou obrigação quinzenal, rápido, sem sal. Meu marido gozava em minutos. Eu nunca gozava com ele dentro de mim. Em 15 anos, nem uma vez.
Antes dele, tive outros. Alguns marcantes. Transas que me faziam suar, gritar, perder a noção do tempo.
Mas os homens bom de cama geralmente eram errados não constroem vida. Eu escolhi o certo. Não me arrependo.
Eu estava numa sexta-feira qualquer. Atravessei a rua perto do meu escritório, de salto, com a bolsa no ombro.
Ouvi meu nome. Gritado. Alto. Uma voz que eu conhecia. Que eu reconhecia no fundo da garganta, mesmo depois de tantos anos.
Virei. Ele estava ali. O ex. O safado. O bonito. Grande, forte, na medida certa. O rosto mudou pouco. O corpo estava melhor. Ele atravessou a rua e me parou.
Falamos por 30 minutos. Meu coração disparou desde o primeiro segundo que o reencontrei.
Ele também era casado. Pai. Cansado da mesma rotina que eu. Cansado de responsabilidades sem tempo para si mesmo.
Marcamos um almoço. Depois daquele primeiro, almoçamos quase todos os dias.
Ele me fazia rir. Me fazia sentir que eu existia para algo além de cozinhar, limpar, trabalhar, cuidar. Eu comecei a me sentia viva de novo.
Passei a desejar aquele homem. Ficava excitada só de pensar em encontrá-lo.
A calcinha molhava antes mesmo de ele chegar à mesa. Afoita. Ansiosa. Como uma adolescente.
Os almoços deixaram minha vida mais brilhante. Tinha vontade de fazer coisas. De me arrumar. De me sentir bonita. Até o sexo com meu marido melhorou. Eu estava mais solta. Mais quente. Mais disposta.
Certo dia, ele me convidou para ver o carro novo. Sentei no banco do passageiro. Ele pegou minha mão. Nossos olhos se encontraram. Ele me puxou. Nossas bocas se colaram.
O beijo foi molhado, fundo, desesperado. Sua língua invadiu minha boca. Minha língua procurou a dele. Sabor de café e menta. Meu corpo inteiro arrepiou. Meus mamilos endureceram sob a blusa.
Minha calcinha ficou ensopada. Pude sentir o líquido escorrendo entre as pernas. Ficamos nisso. Só nisso. Mas foi o suficiente para eu saber que não ia parar.
Os próximos almoços ficaram mais quentes. Arrumávamos cantos, escadas, carro.
Nos pegávamos como adolescentes. Mãos por baixo da roupa. Bocas no pescoço. Dedos na borda da calcinha. Sem sexo. Ainda. Aquela etapa foi deliciosa. A tensão crescia a cada encontro.
Eu não me sentia culpada. Estava mais disposta para minha família. Mais paciente com as crianças.
Mais carinhosa com meu marido. Era como se aquele desejo reprimido me desse energia para tudo.
Depois de algumas semanas, ajustamos nossos horários. Conseguimos a tarde livre. Almoçamos no restaurante. Deixei meu carro lá. Partimos juntos.
Andamos pela cidade de mãos dadas. Lugares pouco movimentados. Praças. Ruas estreitas. Ele me puxava pela cintura. Eu encostava a cabeça no ombro dele. O cheiro dele me deixava tonta. Um perfume amadeirado misturado com suor de homem.
Decidimos ir para um motel na saída da cidade.
Eu sabia que ia acontecer. Me preparei. Toda depilada. Calcinha minúscula branca. Vestido leve, sem sutiã. Meus mamilos marcavam o tecido.
Entramos na suíte. A porta fechou. Ele me agarrou pela nuca. Me empurrou contra a parede. Nossas bocas se esmagaram.
Língua, dente, saliva. Ele arrancou meu vestido. Eu puxei sua camisa. Em segundos, estávamos nus.
Ele me beijou inteira. Pescoço, seios, barriga, coxas. Sua boca desceu até minha buceta.
Abriu meus lábios com a língua. Chupou meu clitóris. Enfiou a língua dentro. Gozei duas vezes na boca dele. Gozei gritando. Gozei me contorcendo.
Gozei com as pernas tremendo. Que boca. Que língua. Que homem que me fez reviver tudo aquilo que eu ja vivi com ele.
Depois foi minha vez. Caí de joelhos. Seu pau estava duro, apontando para meu rosto. Grande. Grosso. Reto.
Um pau lindo. De tirar foto. Muito maior que o do meu marido. Em volume, talvez dez vezes maior.
Peguei na base. Lambi o tronco. Chupei a cabeça. Enfiei na boca. Baba escorria pelo queixo. Bati o pau na minha cara.
Passei nos meus peitos. Esfreguei nos mamilos. Eu parecia uma criança com brinquedo novo.
Brincando de pau. Ele não queria gozar. Quando chegava perto, parava. Dizia que queria gozar dentro da minha buceta.
Coloquei a camisinha naquele caralhão. Tentei sentar. Não foi fácil. Nada fácil. Meu marido tem pau pequeno e fino.
Estava acostumada com pouco. Com o pauzão na boca, imaginava se conseguiria engolir tudo aquilo de novo.
Mesmo assim, foi maravilhoso. Senti cada centímetro me invadindo. A cabeça abrindo meus lábios. O tronco entrando devagar.
Eu estava molhada. Encharcada. O pau escorregava. Até hoje, relembrando, fico arrepiada.
Depois que minha buceta engoliu tudo, fiquei parada. Me acostumando. Sentindo o volume. As veias pulsando dentro de mim.
Comecei o sobe e desce. Devagar. Depois mais rápido. Jogava meu corpo para frente. Enchia meu amante de beijos. Aquele pauzão pulsava no fundo.
Gozei muito. Muito mesmo. Em 15 anos de casamento, nunca gozei com penetração.
Com ele, minutos depois de quicar, já estava gozando de novo.
Sem tocar no clitóris. Só o pau. Só o movimento. Só ele.
Quando sentiu meu gozo, quis me comer de quatro. Achei que ia doer. O pau batia no útero. Estranho. Disse para ele ser carinhoso. Ele foi.
Colocou só a metade no início. Foi inserindo aos poucos. Meteu muito. Uns 30 minutos. Alternando. Velocidade e força. Depois suavidade e delicadeza.
Ele socava fundo. Tirava quase tudo. Enfiava de novo. O barulho da minha buceta ensopada ecoava no quarto de Motel. Sssquish, sssquish, sssquish. As bolas batendo nos meus lábios.
Ele me falava besteira enquanto me socava. “Estava com saudade de ser comida assim?. Teu marido não consegui te socar assim né, é só eu. Você não vive sem meu pau ne. Ficou saudade de eu te comer como nas antigas.”
Gozei de novo. De quatro. Dessa vez esguichando. O líquido escorreu pelas minhas coxas. Eu não estava mais aguentando.
Ele enfiou o dedo no meu cuzinho. Lambia meu cuzinho ensopado.
A língua dele no meu ânus me fez gemer alto. Meu marido nunca passou perto meu ânus.
Não dei o cuzinho. Ele insistiu. Mas não, não rola.
Ele disse queria gozar. Tirou a camisinha. Disse que queria gozar no meu rosto. Preferi na boca.
Não podia correr risco de porra no cabelo. Meu marido perceberia na hora.
Ele gozou muito. Muito. Muito. Jatos quentes na minha boca. Engoli tudo. Tudo. Até a última gota.
Tomamos banho juntos. Não molhei o cabelo. Saímos arrumados. Ninguém desconfiaria de nada.
Trabalhei mais uma hora. Fui para casa. Meu marido chegou com as crianças logo depois.
Fiz o jantar. Brinquei com os pequenos. Coloquei-os para dormir.
Fui tomar banho. Lavei o cabelo. No chuveiro, toquei minha buceta. Estava vermelha. Alargada. Ainda sentia meu ex dentro de mim.
Fui para a cama. Meu marido dormia. Comecei a comparar. O corpo do meu marido. O corpo do meu ex. Meu marido andava descuidado. Barriga. Pênis pequeno. Sem energia.
Toquei no pau do meu marido. Dormindo, era minúsculo. O do meu ex, em volume, dez vezes maior e não estou exagerando.
Meu marido ao acordar com toque, tive transar com ele, Como sempre ele gozou rápido e eu não consegui gozar.
Hoje, me encontro com meu ex, umas 2, ou 3 vezes por mês.
Eu usei camisinha, por uns 2 meses, depois fizemos o teste, pra vê se estávamos limpo e passamos a transar sem preservativo. Sou esposa, mãe e e responsável.
Hoje graças ao encontro meu ex, eu tenho mais energia. Mais vontade. Mais prazer.
Sei que não é certo. Mas na vida, é feita de escolhas e eu fiz ser feliz.
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