Madrasta cansa de obrigações com o marido, procura o enteado pra dizer que estava cansada de procurar o enteado somente após as brigas com marido.
A água quente batia forte nas minhas costas, mas não parecia suficiente para lavar o que eu sentia.
Esfreguei a toalha no rosto com mais força, tentando remover o resto pegajoso do esperma do meu marido que ainda grudava na minha pele.
Tinha sido mais uma tentativa frustrada de apaziguar a discussão de mais cedo.
Sexo que não foi sexo, apenas uma obrigação cumprida para silenciar os gritos.
Ele já tinha virado para o lado e dormido, satisfeito e alheio, enquanto eu ficava ali, suja e insatisfeita.
Mas ali, sozinha sob o jato, minha mente já estava em outro lugar.
Com outra pessoa. Fechei os olhos e deixei a mão descer pelo meu corpo, escorregando pela barriga úmida até encontrar o caminho entre minhas pernas.
A água corria entre meus dedos enquanto eu tocava a carne inchada, pedindo por algo que meu marido não me dava.
O banho mais uma vez durou muito mais do que o necessário.
Eu tinha saudade e muita vontade do filho do meu marido.
Apesar dele ser meu enteado e de maior, meu corpo sentia falta daquele corpo em cima do meu, me fazendo mais mulher do que nunca.
Era a lembrança do que tinha visto semanas antes, aquele volume impressionante entre as pernas que me tirara o sono.
Eu não merecia ter aquela vida de mulher casada com um homem que aos olhos da sociedade era perfeito, mas que dentro de casa não tinha interesse sexual nenhum em mim.
Mas meu enteado tinha. E muito.
Fui até o quarto do meu enteado naquela tarde. Bati na porta.
— Pode entrar — a voz veio de dentro, meio ofegante.
Empurrei a porta e o encontrei na esteira, caminhando a um ritmo moderado, testando a perna recém-liberada.
O suor cobria seu corpo inteiro.
Os músculos das pernas se flexionavam a cada passo na esteira.
Fiquei parada na porta por um segundo a mais do que deveria, observando o ritmo dele.
— Tudo bem aí? — ele me deu uma rápida olhada e perguntou, sem parar de andar.
— Tô bem — respondi, encostando no batente da porta e cruzando os braços. — Queria saber uma coisa. Você escutou a briga que eu tive com seu pai?
Ele desacelerou a esteira até parar. O peito subia e descia rapidamente. Passou a mão pelo rosto, limpando o suor da testa com o antebraço.
— Claro que escutei. Não só a discussão, mas a tentativa de vocês se reconciliarem.
— Na verdade, é por isso que eu tô aqui. Eu não aguento mais isso — respondi, tentando me justificar, sentindo o rosto esquentar.
Meu enteado ficou em silêncio por um momento. O barulho da esteira tinha parado, e só se ouvia a respiração dele, ainda irregular.
— Você acha que o que você estava fazendo com meu pai é legal? — ele me questionou, olhando pro chão por um instante antes de voltar os olhos pra mim, sério.
— Eu não quero mais ter que me deitar com seu pai. Só quando nós brigamos… eu não acho justo com você e, claro, com meus sentimentos… eu disse, quase num tom de desabafo.
E continuei, as palavras saindo mais rápido agora: — Mas repito, eu tento te esquecer me masturbando depois que termino de transar com teu pai.
Ele nem vê a mulher dele se masturbando ao lado dele, ele dorme como uma pedra.
Ele assentiu. O movimento da cabeça foi pequeno.
Vai tomar banho e me encontra no meu quarto — eu disse com tom quase autoritário, virando as costas antes que ele pudesse ver minha ansiedade.
Saí do quarto dele e fui direto pro meu. Abri a gaveta de lingerie e escolhi uma calcinha fio dental minúscula, um pedaço mínimo de tecido branco — e não usei sutiã.
Deslizei para a cama, me enfiei debaixo dos lençóis frescos e esperei. O coração batia contra as costelas.
Minutos depois, três batidas na porta.
— Entra — eu disse.
Ele apareceu com um short de ginástica cinza largo e uma camiseta branca colada ao corpo.
O cabelo ainda estava molhado do banho. Ficou parado na porta por um instante, me olhando, avaliando a silhueta sob os lençóis.
— Vem, fica aqui comigo debaixo das cobertas.
Ele caminhou até a cama. Eu me vi refletida no olhar dele, como a mulher do seu pai estava pronta pra se entregar a ele.
Eu pedi pra ele se deitar. Com as duas mãos, retirei o calção dele e logo saltou aquela piroca no meu queixo.
Ele me olhava com quem sabia que estava fazendo algo de errado com o pai dele.
Eu esquecia naquele momento que eu era casada e madrasta daquele garoto de 18 anos.
O pau dele estava completamente repousado na barriga dele, pouco torcido para a esquerda.
Fui com a ponta da minha língua até o início do testículo e passei a língua por todo o saco escrotal, indo até a ponta do pénis.
Ele pulsava, mesmo na pose horizontal e indo contra a gravidade; o pau dele mal encostava na barriga de tão duro.
Com uma das mãos segurei o pau dele firmemente e comecei a punhetá-lo enquanto eu chupava o saco dele, tentando engolir as duas bolas de uma vez.
Eu não tinha aquilo no meu casamento; eu tinha com o filho do meu marido.
Dei mais uma boa lambida no pau dele até chegar na ponta e abrir bem a boca pra engoli-lo.
Comecei a fazer movimentos com a cabeça tentando engolir o pénis dele lentamente, puxando a pele dele com as mãos durante a masturbação.
O som úmido das minhas chupadas era a trilha perfeita do que estávamos fazendo no quarto do meu marido, enquanto a mulher perfeita dele não existia naquele momento.
Eu não queria engravidar do filho do meu marido, eu decidi terminar ali mesmo, chupando até ele encher a boca da madrasta dele de sêmen.
Ele falou que estava quase gozando. Acelerei o oral que eu fazia nele, com ajuda das minhas mãos.
Eu também estava quase gozando, pois eu me tocava como uma esposa infeliz no seu casamento.
Não podíamos demorar com aquilo, porque o pai dele estava prestes a chegar em casa, e tudo aquilo que era desconfiança passaria a ser certeza.
Ele não trabalhava e eu era dona de casa, então dinheiro para motel era só quando eu ou ele conseguíamos arrancar dinheiro daquele velho rabugento do meu marido.
Eu não poderia estar mais excitada. Senti o orgasmo chegando — aquela pressão crescendo no fundo do abdômen, as coxas começando a tremer incontrolavelmente.
E acho que meus gemidos o entregaram, porque ele se inclinou e sussurrou no meu ouvido:
— Goza, madrasta, goza!
Acho que mesmo que eu não quisesse, não tinha escolha. Já tinha começado.
— Aahh… ahh… — meu corpo se pressionou contra o dele e minha boca tentava engolir a força e toda a extensão do pau dele enquanto eu estava gozando.
As pernas se fecharam em volta da minha mão. A minha boceta convulsionava, apertando ao redor dos meus dedos que estavam lá dentro.
Senti os dedos saírem dela, percorrendo o lençol da minha cama. Ele estava me ajudando enquanto eu me satisfazia; agora eu precisava ajudar o filho do meu marido.
Achei que nada mais justo do que retribuir o orgasmo. Eu me posicionei no 69 e alcancei o pau dele na minha boca.
Enquanto ele lambia o meu esperma da minha gozada, eu bombeava minha boca no máximo possível no pau dele.
E assim, estávamos os dois fazendo aquilo um pelo outro — ele me fodendo duas vezes, com língua no meu cu e na buceta, e eu fodendo o pau dele na minha boca.
Ele estava me deixando louca mais uma vez. O contato do pau dele na minha boca me dava náuseas de tão fundo que ele ia, encostando perto da minha garganta, mas não era culpa dele, eu buscava isso pra mim.
Senti que ele estava próximo ao orgasmo.
— Uhhhn… não para… — ele me disse, a voz trêmula.
E então aconteceu. Minha boceta convulsionou ao receber o leite tirando direto da pica que eu mais queria dentro daquela casa, meu enteado.
Tanto o corpo dele quanto o meu arqueamos ao mesmo tempo.
Seu pau explodiu deliciosamente com jatos quentes de esperma batendo nas minhas costas, escorrendo pela coluna, quentes e grossos.
O corpo dele endureceu atrás de mim, um gemido rouco escapando pela garganta dele.
Meu corpo todo arqueou contra o dele, meio exausta, coberta do gozo dele.
Quando ele tirou a boca de mim, eu ainda ofegante sai de cima dele, completamente acabada.
Os dois gozamos ao mesmo tempo. Foi incrível.
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