
Sobrinho vai passar uns dia casa sua tia solteirona de 46 anos a pedido da sua mãe, pois iria iniciar a faculdade perto da casa dela, e descobre o como a tua Tia Teresa apesar roupas discretas era uma mulher incrivelmente boa de cama.
Minha mãe mandou eu ir pra casa da minha tia Teresa porque eu ia começar a faculdade perto da casa dela.
Na minha cabeça, tia Teresa era só aquela parenta solteirona que aparecia nos almoços de família 3 ou 4 vezes por ano, sempre quietinha no canto dela, ela sempre muito simpática e evitava responder qualquer assunto que envolvesse homem.
Pois ela ja separou 2 vezes e nao queria mais saber da vida de casada tão cedo na vida dela.
Eu tinha dezoito anos, tesão acumulado suficiente pra abastecer uma boate, como nossa cidade aqui brasil sempre muito fria, todos nos vivíamos bastante roupa e foi por causa disso talvez eu não tinha reparado na minha tia que aquela mulher escondia um corpo que faria qualquer um perder o juízo.
Quase engasguei quando ela abriu a porta. A mulher tinha 46 anos, mas parecia uma daquelas atrizes de filme de ação que aparecem só pra distrair o protagonista.
Loiraça, alta, com um par de pernas deliciosos, ela era baixinha, trabalhava como tradutora em cartório da cidade.
E o detalhe que me pegou de cheio: ela tava usando um calça jeans justa, como estava jaqueta por causa da temperatura, ela tinha recém colocado um aquecedor central na casa dela e foi primeira vez que vi ela foi primeira vez depois muito tempo que ha vi sem aquela jaqueta que tampava tudo o corpo dela.
ela sempre muito elegante estava camisa justa ao corpo e jeans bem colado que dava pra ver a divisão perfeita das nádegas quando ela se virou pra pegar minha mala. O tecido entrava direitinho na bunda, nao é possivel mulher daquela idade tinha corpinho dava inveja a muita meninina de 18 anos por ai, marcando cada lado com uma precisão que parecia deliberada.
Quando ela me abraçou pra dar as boas-vindas, senti aqueles peitos médios mas firmes esmagando meu peito, e a mão dela, “sem querer”, passou direto pela minha bunda, apertando levemente antes de subir pra minha cintura.
Meu pau deu sinal de vida sim, ele estava de lado na minha calça, e eu precisei respirar fundo e afastar pouco meu quadril pra aliviar a pressão sobre meu rapazinho queria acordar.
Nos primeiros dias foi uma tensão do caralho. Eu comecei a criar situações. Deixava a porta do banheiro entreaberta quando tomava banho, fingindo distração.
Uma vez ela passou pelo corredor exatamente quando eu saía do chuveiro, todo molhado, e vi o olhar dela descer até meu pau dezessete centímetros, grosso e curvado pra cima, ainda meio mole mas já visivelmente grande, pendendo pesado entre as coxas.
Ela virou o rosto na mesma hora, fingindo que não tinha visto. Outra vez ela tava passando roupa na área de serviço, toda curvada na minha frente, aquela bunda maravilhoso e redonda apontada pra cima enquanto pegava uma camisa no cesto.
Eu me aproximei pra “ajudar”, esfregando meu pau duro nas costas dela através da calça de moletom, devagar, sem pressa. Ela deu um pulo, endireitou o corpo, mas não falou nada, antes de voltar a passar a roupa com as mãos tremendo levemente.
Uma noite eu não aguentei. Fucei as gavetas dela no quarto principal, aquela que cheirava a perfume caro e lavanda, e achei um pacote de calcinhas limpas dobradas no canto. Peguei uma vermelha, daquelas fio-dental minúsculo e um detalhe de laço na frente.
Levei pro meu quarto, trancando a porta atrás de mim. O cheiro era incrível — aquele perfume dela misturado com um odor salgado e particular, quente, de mulher madura.
Fiquei batendo uma imaginando ela de quatro na cama dela, com aquela bunda grande empinada, as coxas grossas abertas, enquanto eu enfiava no cuzinho rosa dela sem dó. Gozei tanto que melou a calcinha toda, deixando uma mancha branca, e eu nem limpei direito antes de devolver, jogando de qualquer jeito no fundo da gaveta.
Eu masturbei durante 2 semanas com mesma calcinha dela e sempre deixava na mesma gaveta.
Eu tava no corredor quando ouvi o chuveiro ligado — ela tava tomando banho e a porta não tinha fechado direito, deixando uma fresta de 2 dedos aproximadamente. Fui levar uma toalha. Puta merda.
Ela tava de costas, se ensaboando, e aquele cuzinho dela era simplesmente perfeito, sem um pelo, parecia de novinha daquele jeito apertado e inocente.
As nádegas redondas emolduravam aquele buraquinho que contraía levemente com o movimento dela se lavando. Meu pau ficou duro na hora, pulsando contra o tecido da calça.
Quando ela virou e me viu parado na porta, em vez de gritar, só cobriu os peitos com as mãos e falou baixinho, a voz trêmula: “Fecha a porta, por favor.”
No dia seguinte, não consegui fingir que nada tinha acontecido. Procurei o momento certo, cruzei com ela na cozinha e falei olhando nos olhos: ” Tia, ontem eu achei que o banheiro estava vazio. Foi sem querer. Peço desculpa pra senhora.” Curto, direto, sem me fazer de vítima.
Ela sorriu limpou as mãos na toalha de prato, virou-se para mim com aquela expressão calma e respondeu: “Não foste o primeiro homem a ver-me assim e não serás o último.”
Fiquei perplexo, sem saber o que dizer. Voltei ao meu quarto, abri a gaveta e lá estavam as calcinhas dela que tinha guardado. Levei uma ao rosto, inspirei fundo e masturbei-me com uma intensidade que me deixou as pernas tremendo.
No sábado seguinte, ela levantou-se para o café sem qualquer discrição. Vestia uma camisola transparente que, à primeira vista, parecia inocente, mas se os olhos demorassem meio segundo a mais, via-se o bico dos peitos, o formato, o tamanho dos seios maduros.
Durante o dia, piorou. Assistiu televisão comigo usando roupas ainda mais justas e decotadas, como se estivesse a testar se eu ia escorregar de novo para ela me mandar embora, eu fiquei na minha.
Horas depois no jantar, perguntou como estava a minha mãe. Disse que tinha ligado na semana anterior mas a conversa não evoluiu muito. Informei que estava cansado e fui para o meu quarto. Ela ficou a olhar-me enquanto me afastava.
Minutos depois, batidas na porta. Tia Teresa, com uma garrafa de vinho e dois copos. Queria conversar mais. “Tudo bem”, respondi. Ela sugeriu o quarto dela, que era “melhor”. Fomos.
Depois de bebermos alguma coisa, a conversa deslizou para terreno íntimo. Tia Teresa desabafa que nunca tinha dado certo com homens, pois queriam comê-la e depois não respondiam às mensagens.
Achava que já tinha passado a hora de conhecer alguém que desse a atenção que ela merecia. Disse-lhe que era uma mulher incrível e que podia contar comigo para o que “precisasse”.
Ela me olhando seriamente se levantou, tirou a camisola lentamente na minha frente. Corpo perfeito, pele clara, seios maduros. Convidou-me a fazer o mesmo.
FUi que fiz, tirei toda a minha roupa. Os nossos corpos ficaram frente a frente, prontos para se unirem como um só pedaço de carne.
Me aproximei diante dela, beijei do pescoço aos pés, lambendo cada centímetro de pele. Cheguei ao seu sexo, explorei com a língua e os dedos. Ela gemia baixinho, segurava-me o cabelo, guiava os movimentos com uma mistura de timidez e luxúria.
Tia Teresa deitou-me na cama, posicionou-me entre suas pernas e guiou o meu membro para dentro dela. Movia-se com uma cadência que só uma mulher experiente saberia fazer.
Segurei-a pela cintura, explorei cada centímetro da sua pele. Gozei rápido dentro dela. Ela riu e disse que não precisava de me preocupar, que ia fazer-me alegrar rapidinho.
E começou a fazer um boquete que fez jus à sua maturidade, língua, boca, mão, tudo sincronia. O meu rapazinho reanimou. Ela montou em mim.
O peso dela fazia o colchão descer e subir. Notei que a cama estava afastada da parede para evitar o barulho da cabeceira, isso visão de mulher certamente ja transou vários caras na cama dela e queria descrição com vizinhos.
Ela comandava todas as posições. Virou-se de costas e, nas investidas, percebi que, apesar dos 46 anos e de muitas picas em seu currículo, o seu cuzinho era fechado e bem branquinho.
Teresa saiu de cima de mim, o pau escorregando daquela buceta encharcada, e antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ela já estava de joelhos entre minhas pernas, a boca quente me engolindo inteiro novamente.
A facilidade com que ela tomou tudo — o pau sumindo até a base, os lábios apertados na raiz, a garganta relaxando como se nada fosse — me fez arquear os olhos.
“Porra, tia… você engole tudo igual profissional. Aposto que já transou com caras com pau bem maior que o meu, né?”
Ela soltou o pau com um estalo molhado, olhou para cima com aqueles olhos expressivos, e o canto da boca subiu num sorriso lento, sem nenhuma vergonha.
“Eu já vivi muito essa vida, Hugo. E não me envergonho de nada.”
A mão na cabeça dela acompanhando cada engolida da minha tia, eu vi no espelho tinha na porta do armario dela minha tia Teresa pelada de quatro chupando meu pau foi surreal.
Aqueles peitos caidinhos mas gostosos, com as auréolas escuras e grandes, a barriga macia com marquinhas de estrias que ela tentou não escondia cruzando os braços. E aquela bunda — redonda e pesada, balançando enquanto me mamava.
Ela disse que era minha fez de chupa-la, me levantei a agora era minha vez de trabalhar.
Comecei chupando ela todinha, começando pelos pés, subindo pelas coxas longas, mordendo a parte interna onde a pele era mais macia. eu pedi pra ela erguer as pernas e segurar com as maos os tornozelo. E fiquei caminho livre, e foi quando cheguei no cuzinho, ela tentou empurrar com pes sobre meu ombro.
“Lá não, Hugo! Isso é sujo!”
Mas eu segurei as coxas dela, abrindo mais, e cuspi naquele buraquinho rosa, vendo a saliva escorrer pelo lombo.
Ela gemeu que nem uma putinha quando lambi, a língua foi certeira ela me falou tom manhoso “não Hugo, nas faz isso com sua tia”. Pressionando com língua, sentindo aquele anel muscular se contrair tentando me expulsar enquanto ela se arqueava toda.
O cheiro dela ali — musgo, suor misturado com o tesão escorrendo da buceta — me deixou louco.
Meu pau estava bem duro, como ela ja tinha experiente muito pau ja passou e deixou ela toda larga isso admito, mas eu queria o cuzinho dela e fiquei joelho, posicionando meu pênis perto seu anus.
Quando vi ela percebeu a minha intensão, ela ficou nervosa, as pernas dela estavam trêmulas.
“Eu nunca fiz assim… só uma vez, com meu ex-namoradinho de adocelência, e doeu muito.”
Mas eu já tinha passado dedo, língua, e agora estava com a cabeça do meu pau pressionando a entrada, molhado com a baba dela e o meu pré-gozo.
“Relaxa, tia”, falei, enquanto empurrava devagar, sentindo aquela resistência ceder centímetro por centímetro.
Ela gritou, a mão voando para minha cintura, as unhas cravando fundo. Mas quando entrou tudo, quando minha barriga bateu nas nádegas dela, ela estava gemendo que nem louca.
Aqueles som que ela fazia era um misto de choro ou arrependimento por estar se entregando para seu sobrinho, filho da sua irmã. O pescoço dela esticado com as veias dele saltadas, por causa dor.
Aquela bunda enorme balançando enquanto eu fodia o cuzinho apertado dela foi a melhor coisa que já senti. O som das estocadas ecoava no quarto — plac, plac, plac— misturado com os gemidos roucos dela e a respiração ofegante.
Ela entrou no clima e começou se tocar, enquanto eu a fodia seu rabinho. Ela gozou duas vezes antes de eu jorrar dentro.
A primeira com um grito abafado na mão, o corpo todo tremendo.
A segunda mais silenciosa, só os olhos revirando e a boca aberta num “ah” sem som. E sim, eu gozei dentro mesmo, sentindo meu esperma quente enchendo aquele cuzinho, escorrendo quando eu saí, deixando ela aberta e melada.
Depois a gente ficou deitado suados, o cheiro de sexo impregnando os lençóis, e ela começou a chorar, as lágrimas silenciosas escorrendo pelo lado do rosto.
“O que a gente fez, Hugo? Eu sou sua tia….”
Mas quando eu passei a mão na bunda dela de novo, apertando aquela carne macia, ela só virou para o lado e deixou, puxando minha mão para entre as pernas, mostrando que já estava molhada de novo.
Ela pedi que eu saisse do quarto, acho ela estava com minha vergonha em saber sobrinho dela a comeu e ainda por cima sem camisinha.
nos transamos mais alguns dias, acho foram 4 ou 5 dias, não me lembro.
Na noite seguinte, eu estava no meu quarto, o pau na mão, imaginando aquela cena de novo — o cuzinho dela se abrindo, o gemido, o esperma escorrendo — quando ouvi a porta rangendo.
Quando olhei, lá estava Tia Teresa parada na entrada, só de camisola branca, aquela fina que deixava os mamilos durinhos marcando, escuros contra o tecido. Ela ficou uns segundos me olhando, com a mão cobrindo a boca, até que soltou:
“Eu… eu não consigo parar de pensar no que a gente anda fazendo ultimamente.”
Mas você precisa ir embora, achar lugar pra você, eu não quero me apaixonar por você, você tem idade de ser meu filho e eu sou tua tia.
Eu olhei pra tia Teresa, sempre tão certinha, agora pedindo pra eu ir embora da casa dela, depois transarmos varias vezes, mas eu sabia aquilo era misto de vergonha e arrependimento.
É claro que eu respeitei a vontade dela.
No outro dia falei pra minha mãe, ela entendeu e não chegou questionar os motivos, mas ela acha muito provavelmente a tia Teresa queria ter vida dela com privacidade.
Agora toda vez que a família se reúne e ela hoje ela esta namorado, um cara bacana da idade dela, ela linda usando calça jeans apertada, eu só consigo pensar naquela bunda enorme levando a minha rola, no cuzinho dela se abrindo para mim, no jeito que ela gemia quando gozava.
E pelo jeito que ela me olha quando ninguém tá vendo aquele olhar de lado, era olhar de saudade.
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