
Amigo do pai resolveu provocar o filho do seu amigo com namorada dele, pra que ela o chupasse e depois ele chuparia o pau seu namorado como o amigo do seu pai iria o chupar também.
Eu tinha 45 anos, advogado, morando em São Paulo. Sempre fui um homem sem tabus, sem preconceitos.
Uma das minhas taras mais fortes era transar pessoas mais novas.
Tinha um amigo descendente de coreano, casado com uma loira de tirar o fôlego. Ele tinha um filho de 18 anos que puxou a mãe eu o chamava de Bruno e uma filha de 15 com traços orientais, que chamarei de Vanessa.
Sempre frequentei a casa deles. Nunca tive interesse nos filhos, somente amizade, embora Vanessa fosse uma tremenda gata, mas muito tímida, preferindo ficar em casa na piscina.
Bruno tinha uma namorada novinha de parar o trânsito, Marta, 18 anos, várias vezes campeã de concursos de beleza. Sempre brinquei com ele, dizendo que não dava conta do recado, porque a Marta devia ser muito boa de cama.
No dia 3 de dezembro, fui até a casa do meu amigo, achando que ele estaria lá, já que fechava a empresa em dezembro.
Bruno atendeu e me convidou para entrar. Disse que a avó tinha passado mal e os pais viajaram às pressas, só voltando em janeiro.
Convidei-o para tomar cerveja no barzinho de um conhecido, mas recusou, dizendo que esperava a Marta.
Aceitei ficar ali mesmo, não perderia a chance de ver a Marta de biquíni. Ela chegou por volta das 11:30. Fui à cozinha pegar mais cervejas e, pela janela, ouvi-a reclamando da minha presença — queria transar na piscina.
Quando voltei, cumprimentou-me com sorriso amável, sem demonstrar o descontentamento.
Ficamos conversando quase duas horas. Ela não colocou o biquíni, mas os dois já tinham tomado várias latas e estavam meio bêbados. Bruno foi buscar mais cerveja e voltou dizendo que estavam acabando.
Ofereci-me para comprar mais e comida para todos. Marta ficou radiante, pediu comida japonesa de uma loja no shopping popular, do outro lado da cidade. Antes de sair, peguei um dos controles do portão sem que ninguém percebesse.
Fui ao Mercado Municipal, comprei a comida, passei num posto por cervejas, e retornei em uns 35 minutos.
Chegando, já imaginando que estivessem transando, peguei minha máquina digital do porta-luvas e entrei sem fazer barulho. Aproximei-me da piscina e os vi transando dentro da água. Comecei a fotografar.
Depois de uns 5 minutos, Bruno gritou que ia encher o cuzinho dela de porra e gozou dentro dela, no cu. Deu um beijo na boca da Marta, saiu da piscina e sentou à mesa.
Marta o acompanhou, reclamando que ainda não tinha gozado e que tinham que ser rápidos antes da minha volta. Bruno disse que precisava de tempo para se recuperar, mas Marta respondeu que sabia muito bem como reanimá-lo.
Deitou-o na mesa e começou a chupar o pau dele. Eu estava excitadíssimo, mas conseguia fotografar tudo.
Foi então que me surpreendi. Marta pegou na bolsa um vibrador, cuspiu nele, enfiou na própria buceta para molhar, e depois enfiou tudo no cuzinho do Bruno, sem que ele reclamasse.
Logo o pau dele ficou duro como ferro. Marta dizia que ele gostava mesmo era de um bom cacete no cu e que ia arranjar um macho verdadeiro para comer os dois.
Com Bruno duro, mandou-o deitar no piso, se abaixou, enfiou o pau na buceta e começou a cavalgar. Depois, virada de costas para ele, apoiou os joelhos no chão e se inclinou até os seios encostarem nas pernas dele, sem tirar o pau da buceta.
Mandou Bruno enfiar o vibrador no cuzinho dela e começou a cavalgar rápido. Bruno fazia o vai e vem com o vibrador até Marta atingir o orgasmo gritando.
Como Bruno ainda não tinha gozado, ficou de pé batendo punheta. Marta ficou de joelhos, e de vez em quando ele enfiava o pau na boca dela para chupar, até que gozou dentro e ela engoliu tudo.
Guardando a máquina no carro, dei a volta no quarteirão, estacionei e toquei a campainha como se estivesse chegando naquele momento.
Bruno veio abrir a porta com um sorriso aberto. Quando chegamos à piscina, Marta já tinha vestido o biquíni e estava sentada à mesa como se nada tivesse acontecido.
Comemos o japonês que eu trouxe e continuamos a beber. Por volta das quatro da tarde, eu bebia devagar — tinha segundas intenções. Aproveitei a conversa e comecei a falar de fantasias sexuais.
Perguntei a Marta qual era a dela. Ela ficou meio constrangida, desviou o olhar, perguntou qual era a minha primeiro.
Eu respondi que ela não precisava ficar envergonhada e soltei: minha fantasia era transar com um casal, comer o marido com a ajuda da esposa, e depois fazer uma dupla penetração na mulher.
Marta arregalou os olhos e, depois de um silêncio, falou que a dela era ver o Bruno chupando o pau de um homem e depois ser enrabado.
Bruno quase engasgou. Disse que aquilo nunca iria acontecer, que não daria o cuzinho pra ninguém. Eu respondi que não significava ser viado, que já tinha comido um cara na frente da namorada.
Marta me olhou e disse que então eu já tinha realizado minha fantasia. Respondi que não — faltou a DP com a mulher, porque ela não gostava de dar o cuzinho.
Aproveitei a deixa e perguntei se ela gostava de dar o cuzinho. Ela respondeu que sim, que sempre fazia sexo anal com o Bruno.
Aí ela me perguntou se eu tinha coragem de chupar um homem. Eu disse que sim. Ela duvidou, disse que eu não teria coragem de chupar o Bruno naquele momento.
Eu falei que teria, se ela me chupasse e depois deixasse eu meter no cuzinho dela. Ela respondeu que teria coragem, mas que eu chupasse o Bruno primeiro.
Recusei, dizendo que ela não cumpriria a parte dela depois. Esse impasse durou alguns minutos. Meu pau estava duro parecendo um ferro, quase furando a bermuda.
Até que Marta se levantou e, sem sequer olhar para o Bruno, afastou as cervejas, sentou-se à mesa com um pé em cada braço da cadeira.
Começou a me provocar passando a mão na buceta por cima do biquíni, perguntando se eu queria comer aquela bucetinha.
Eu respondi que sim. Ela afastou o biquíni, mostrando a buceta maravilhosa, mas me advertiu: sem tocar sem cumprir minha parte do acordo.
Então falou que eu podia sentir o cheiro. Aproximei-me e inspirei com gosto. Depois ela disse que eu podia sentir o gostinho dela, só com a ponta da língua. Passei a ponta da língua em toda a buceta, sentindo aquele gosto delicioso.
Marta se levantou, dizendo que eu não teria mais nada se não chupasse o Bruno primeiro. Nesse momento, tirei o pau pra fora da bermuda. Marta se aproximou, me olhou e começou a me chupar.
Bruno foi reclamar, dizendo que não sabia chupar direito. Eu mandei ele ficar quieto pra aprender, porque a vez dele já estava chegando. Ele ficou quieto, mas pude perceber que ficou excitado — seu pau começou a ficar duro.
Então disse a ele para ficar de joelhos e ajudar sua namorada putinha a me chupar. Ele protestou, dizendo que não iria fazer aquilo.
Virei para a Marta: “Sua putinha, você não vai fazer seu namoradinho me chupar? Não é isso que você quer ver? Então faz ele me chupar.”
Ela pegou o Bruno pelo braço, disse que era pra ele se ajoelhar. Pegou meu pau com a mão esquerda, apontou para a boca dele, e com a mão direita pegou sua cabeça e encostou no meu pau.
No início Bruno não abriu a boca, mas como Marta não o deixava sair, ele acabou cedendo. E começou a me chupar de uma forma maravilhosa.
Marta aproveitou o momento em que Bruno me chupava e começou a me despir. Arrancou a camisa por cima da minha cabeça, depois a bermuda até o chão. Fiquei pelado.
Puxou a sunga do Bruno e tirou o próprio biquíni. Veio me beijar, enfiando a língua na minha boca, e murmurou entre os beijos: “Pervertido. Sem vergonha.
Tá comendo os dois, né?” Aproveitei e enfiei um dedo na buceta dela — estava encharcada, escorrendo pelos meus dedos, a excitação escorrendo pelas coxas dela.
Mandei-a ajudar o namoradinho a me chupar. Ela se ajoelhou ao lado do Bruno, abocanhou meu pau e chupou com vontade, fazendo barulho de saliva.
Depois passou para o Bruno e deu a volta, ficando atrás de mim. Senti a língua dela nas nádegas, descendo devagar, até chegar no meu cu.
Enfiou a língua, girou, lambendo aquele buraco. O prazer era indescritível — Bruno na frente, Marta atrás, língua no cu e boca no pau.
Depois de um tempo, Marta disse que estava na hora do Bruno levar rola no cu. Mandou ele se deitar na mesa. Bruno deitou-se de costas, pernas penduradas nas bordas.
Marta abriu as pernas dele e começou a chupar o cu, enfiando a língua, lubrificando tudo. Depois veio me chupar, cobrindo meu pau de saliva, e direcionou a cabeça na entrada do cuzinho do Bruno.
Quando comecei a enfiar, ele reclamou. Marta se debruçou e o beijou, dizendo que estava realizando a fantasia dela, que estava adorando, que era pra aguentar que logo iria se acostumar.
Penetrei tudo e fiquei parado. Quando ele relaxou, comecei o vai e vem, cada vez mais rápido — slap, slap, slap — a pele batendo ecoava no jardim. Dez minutos depois, avisei que ia gozar.
Marta mandou gozar dentro, que queria ver a porra saindo depois. Gozei dentro do cu do Bruno, tremendo, esvaziando tudo.
Quando tirei, Marta mandou segurar as pernas do Bruno levantadas. A porra começou a escorrer do cu dele — um fio branco e grosso descendo pelo buraco aberto.
Marta abaixou e começou a limpar com a língua, lambendo o cuzinho, engolindo a porra. De repente começou a gozar, tremendo, e vi que tinha o vibrador enfiado na buceta, se masturbando enquanto limpava tudo com a boca.
Marta se levantou ofegante e falou que ia buscar mais cerveja. Eu disse para não demorar, que ainda queria comer ela inteira.
Ela me implorou que realizasse a fantasia dela — ver outro homem me chupar. Eu falei que depois faria. Ela fez cara triste, dizendo que depois eu não faria.
Eu respondi que faria tudo o que ela quisesse. Para provar, mandei o Bruno ficar em pé ao meu lado. Peguei o pau dele, ainda meio duro porque não tinha gozado.
Comecei a chupar, sentindo o gosto da pele, a cabeça na minha língua. Chupei um pouco e parei. Olhei para a Marta e perguntei se estava satisfeita.
Ela respondeu que não — que queria ver o namorado dela gozando na minha boca. Deixei-o continuar.
Bruno gozou na minha boca, quente e grosso, e eu engoli tudo.
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