Sobrinho bebe demais na casa da tia e ao dormir la com nova namorada, acaba comendo a tia na madrugada.
Essa Historia com meu Sobrinho, não é so mais uma historia de tia e sobrinho, de mulher casada redescobrindo o seu corpo e suas vontades sexuais mais proibidas e julgadas pela sociedade.
Meu marido, Roberto, achava graça da minha obsessão. “Isa, ele é só o seu sobrinho, não o príncipe de Gales.”. Eu ria, mas não diminuía o ritmo.
Tinha algo no meu sobrinho Lucas, que me fazia querer que tudo fosse perfeito quando ele aparecesse aqui em casa.
Lucas fazia engenharia em São Paulo, e nas férias sempre voltava para a cidade dos pais e dava passadinha por alguns dias na casa dos tios mais chegados que era ao lado da dos pais dele. Eu o conhecia desde que ele desde nasceu mudei de olhos, como se diz.
Acompanhei sua voz grossa chegando, os primeiros pelos no queixo, o surto de altura aos quinze que o transformou num rapaz de metro e oitenta e cinco.
Agora, aos dezoito, ele tinha aquele corpo que só a juventude e a academia conseguem moldar: ombros largos, cintura estreita, aquela barriga que parecia esculpida mesmo quando ele estava de camiseta larga.
Quando soube que ele viria sozinho, confesso que senti um alívio que não me atrevia a nomear.
A namorada, aquela Mariana, tinha terminado com ele. “Na véspera de Ano Novo, como você acredita?”, ele me contou mais tarde, com uma risada amarga que não alcançava os olhos.
Eu tentei consola-lo por telefone dizendo, “ela não é pra você Lucas”, mas no fundo comemorei o termino de namoro dos 2, porque confesso que lá no fundo sentia uma pontinha de ciúmes.
Eu achava ele lindo demais pra ela, eu acho toda tia mais velha pensava do seu sobrinho predileto, né?. Eu iria fazer de tudo pra anima-lo
Preparei tudo com uma precisão militar. As caixas de cerveja gelavam na varanda, o pernil assava lentamente no forno, a lista de reprodução que ele gostava — descoberta através de conversas casuais no portão — tocava baixinho no sistema de som.
Quando a campainha tocou, minhas mãos suaram levemente antes que eu pudesse controlá-las.
Lucas entrou com aquela mochila de couro desgastada no ombro, o cabelo castanho desgrenhado da viagem de ônibus.
Ele me abraçou com força, e eu senti o cheiro dele algo amadeirado, e por baixo o suor da viagem.
“Tia Isa, você tá linda,” ele disse, e eu senti o calor subir pelo meu pescoço enquanto desviava o olhar.
A noite avançou. Roberto assumiu o comando do churrasco, eu circulava entre os convidados com bandejas de petiscos.
Lucas saiu para encontrar amigos, e eu me peguei olhando o relógio a cada dez minutos, calculando quando voltaria.
Quando ele finalmente apareceu, não estava sozinho. Uma garota de cabelo azul o segurava pela cintura, rindo de algo que ele murmurara em seu ouvido.
Meu estômago apertou de um jeito que não tinha nada a ver com o pernil que experimentara. Peguei mais uma taça de espumante, depois outra.
A garota de cabelo azul — nunca soube o nome dela, Lucas beijava no canto da sala de estar, suas mãos desaparecendo debaixo da camisa dele.
Eu ria alto demais com piadas que não eram tão engraçadas, tocava o braço de pessoas com uma intimidade que normalmente não teria.
A casa estava cheia de convidados mais ou menos 40. Todo mundo estava bebendo pouco e rindo bastante. Inclusive meu sobrinho e sua nova “provável” próxima namorada cabelo azul.
Lá pelas duas da manhã, a casa começava a esvaziar. Meus outros sobrinhos dormiam empilhados no meu quarto de casal, junto com minha cunhada grávida que roncava suavemente no colchão inflável.
Roberto meu marido desabara no sofá da sala, uma garrafa de cerveja vazia ainda entre os dedos. Eu arrastei-me para o quarto de hóspedes ao lado, onde havia duas camas de solteiro.
Lucas e a garota de cabelo azul já ocupavam uma delas, dormindo profundamente, os corpos entrelaçados como raízes de árvores.
Apaguei a luz e deitei na cama vazia. O silêncio da madrugada era absoluto, apenas o zumbido distante do ar-condicionado e a respiração pesada dos outros ocupantes do quarto.
Não sei quanto tempo dormi. Minutos, talvez horas. O que me trouxe de volta foi uma faixa de luz amarelada era a porta se abrindo, alguém entrando.
Mantive os olhos semicerrados, ainda presa naquelas camadas de sono que não permitem raciocínio claro.
Uma silhueta se aproximou, e eu pensei: Roberto, ele veio vir na minha cama talvez quisse me comer aquela noite.
A cama balançou quando o peso caiu sobre ela. Mãos grandes, quentes, encontraram meus seios por baixo da camisola.
Eu arqueei as costas, inconscientemente, oferecendo meu corpo. Os dedos desceram, preguiçosos, pelo meu estômago, até encontrarem a barra da calcinha e puxarem de lado.
Quando ele entrou em mim, foi como ser preenchida por algo que eu não sabia que estava faltando.
Eu gemi baixinho, “Mmm…”, e minhas mãos foram para suas nádegas, apertando, puxando-o mais fundo.
Era estranho, sim — Roberto não era tão… tão completo ou tão duro. Mas o sono e o álcool e o desejo que se acumulava há meses criaram uma névoa onde o raciocínio não conseguia penetrar.
Ele começou a me comer, e eu acompanhei o ritmo, minhas unhas cravando-se naquela carne firme, aquela bunda que mal tinha gordura, apenas músculo jovem e tenso.
E quando ele enfiou seu pau e eu me senti completamente preenchida por dentro, enquanto socava gostoso eu percebi que tinha algo de errado e só agora que eu tinha notado pau era muito grande, não era aquele eu estava acostumado.
“Ahhh…”, de repente escapou de mim quando ele encontrou um ângulo que fazia estrelas explodirem atrás das minhas pálpebras.
Uma das mãos dele subiu, puxou a camisola até liberar meu peito, e então sua boca estava lá, sugando, a língua desenhando círculos ao redor do mamilo antes de mordiscar levemente.
Eu estava subindo, subindo, aquela montanha que não escalava há tanto tempo.
Minhas pernas envolveram sua cintura, abrindo-me mais, pedindo mais. Ele suspirava contra meu peito, ofegante, “Hhnnn…”, e o som me excitava de um jeito que não conseguia processar.
Minhas unhas cavaram mais fundo, marcando aquela pele perfeita, puxando-o para o centro de mim, para o lugar onde eu pulsava e queimava.
A última estocada veio profunda, quase dolorosa na sua intensidade. Ele enterrou o rosto no meu pescoço, sua boca encontrando a minha, e eu senti o gosto de cerveja e algo mais doce, algo que não era o tabaco que Roberto fumava escondido.
Ele gozou com um gemido abafado contra minha pele, “Nnngh…”, e eu senti cada jato quente inundando-me, escorrendo, encharcando minha vagina.
Ele desabou ao meu lado, pesado, satisfeito, e em segundos sua respiração se tornou regular, profunda — o sono de quem não tem culpas.
Eu deitei ali, ainda ofegante, ainda pulsando em volta do vazio que ele deixara.
Minha mão permaneceu em sua bunda, sentindo o calor residual, os batimentos cardíacos que lentamente diminuíam.
Minha calcinha estava completamente encharcada — dele, de mim, daquela mistura que escorria entre minhas pernas.
Foi então que ele murmurou, já no limiar do sono profundo: “Isso foi incrível, Tia Isa.”
O mundo parou.
Isa. Só Roberto me chamava assim. Só Roberto, e agora… Meu sobrinho Lucas.
Eu fiquei pensando Lucas, que me apresentou sua futura talves candidata a namorada horas antes: “Essa gata aqui é a irmã da minha Mãe! Tia Isabela!”
O sorriso dele, o brilho nos olhos, o jeito que tinha me olhado me deixou com bastante vergonha e exibida.
Eu deveria ter gritado. Deveria ter empurrado aquele corpo adormecido para o chão, deveria ter acordado a casa inteira com minha indignação.
Era o meu sobrinho. Dezoito anos. Eu tinha quarenta e dois. Eu era casada. Mãe. Tia. Respeitável.
Mas meu corpo não chegou se mover.
Meu sobrinho dormia a centímetros de mim, a boca entreaberta, meu batom ainda manchando levemente seus lábios.
Meu sobrinho dormia feito um anjo… depois de me foder… e depois de gozar dentro de mim!
Uma de suas mãos descansava em meu peito, pesada, possessiva. Eu podia ver cada pestana daqueles olhos fechados, cada poro daquela pele que eu marcara com minhas unhas.
Minha língua moveu-se antes que eu pudesse pensar. Estendi-a, devagar, e toquei seus lábios. O gosto dele — de nós — explodiu em minha boca.
Eu não me afastei. Fiquei ali, respirando o mesmo ar que ele exalava, sentindo seu hálito quente contra minha face.
Aquela noite, dormi pouco. Cada vez que começava a adormecer, acordava com o coração acelerado, convencida de que alguém descobrira, de que o mundo inteiro sabia.
Mas o quarto permanecia escuro, silencioso, e Lucas continuava ao meu lado, inocente em seu sono de anjo que me foderara até eu ver estrelas.
Eu sabia que talves querendo se deitar com sua tia ou talves tivesse se confundido ao retornar do banheiro tivesse deitado na cama errada.
Mas isso era menos dos problemas. Eu já tinha gozado não sei quantas vezes, mas esta com meu sobrinho foi diferente.
Eu nunca tinha sentido a sua língua dentro da minha boca…
Eu pensava tudo aquilo enquanto a porra dele escorria entre as minhas pernas, me deixando a calcinha toda ensopada.
Eu queria mais. Queria sentir novamente aquela plenitude, aquela língua, aquela boca me chamando pelo nome que só ele usara.
Queria aquele pau enorme me abrindo, me preenchendo, me destruindo.
Por mais errado que fosse. Por mais que me condenassem. Por mais que eu mesma me condenasse.
Eu queria Lucas. E estava disposta a fazer de tudo para tê-lo de novo.
Gostou deste conto que sobrinho acabou comendo a tia na madrugada, não deixe de assistir este vídeo pornô de sobrinho que vai visita a casa dos tios num final de semana CLIQUE AQUI ASSISTA TODA A HISTORIA.
