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Padrasto é pego na punheta no quarto da enteada bagunceira

Elenco: May Akemi

Padrasto pego batendo punheta quarto enteada. Ao chegar do trabalho o Padrasto com manina de organização se deparar com os pertences da enteada de 18 anos espalhados pelo chão da sala, o homem, conhecido por sua mania exagerada de arrumação, o completo oposto da esposa desorganizada, irritou-se profundamente. Decidido a chamar a atenção da jovem, ele marchou até o quarto dela. Ao perceber que o cômodo estava vazio e que a garota havia saído, a raiva transformou-se instantaneamente em um desejo avassalador. Cercado pelo perfume e pelas coisas íntimas da ninfeta, o padrasto começou a se masturbar deitado na cama da jovem, deliciando-se com cheiro das coisas dela.

Enquanto o homem se tocava tranquilamente, a enteada retornou da rua. Vestindo um shortinho curto, uma miniblusa rosa e um chapéu no estilo menininha estilosa que destacava toda a sua jovialidade, ela percebeu a bagunça que havia deixado na sala. Temendo a bronca do padrasto chato, ela correu para recolher tudo antes que alguém notasse, acreditando que a casa estava completamente vazia. Com os braços cheios de roupas, a jovem seguiu em direção ao próprio quarto para guardá-las.

Ao abrir a porta, o choque foi inevitável. Diante do flagrante daquele ato libidinoso, a enteada soltou um grito abafado, deixando todas as peças recem recolhidas da sala caírem novamente ao chão. O padrasto, pego de surpresa em uma situação humilhante e degradante, virou-se de lado rapidamente para tentar esconder o pênis ereto e, completamente sem jeito, gaguejou a frase clichê: “Não é o que parece…”. Enojada e assustada com a audácia do homem, a garota deu as costas e disparou: “Eu vou contar tudo para a minha mãe!”, saindo apressada do ambiente. Sozinho no quarto, o padrasto desabou na cama, lamentando o próprio erro em um sussurro tenso: “Que descuido meu… estraguei tudo”.

As horas se passaram sob um silêncio sufocante, até que o homem, consumido pela culpa e pelo medo de ver seu casamento destruído, resolveu ir até o quarto da jovem para tentar contornar o desastre. A enteada continuava deitada na cama com a mesma roupa da rua, exibindo suas curvas com uma postura surpreendentemente calma. Quando o padrasto começou a gaguejar novos pedidos de desculpas pelo que ela fora forçada a ver, a garota o interrompeu, demonstrando uma maturidade fria e inesperada: “Não precisa se preocupar… eu já sabia que você vinha aqui fazer isso todos os dias com as minhas coisas”.

O padrasto paralisou, completamente desarmado pela revelação. Antes que ele pudesse esboçar qualquer reação, a ninfeta complementou com um sorriso malicioso, quebrando de vez o tabu familiar: “Você é um bobo. Poderia ter falado a sua vontade diretamente para mim”. O homem, engolindo em seco com o coração batendo na garganta, respondeu seriamente, tentando manter um resquício de controle: “Eu até quero… mas nós não podemos”.

A resposta da jovem de dezoito anos veio sem rodeios, firme e carregada de safadeza explícita: “E por que não podemos? A minha mãe não está em casa”.

Assim que pronunciou as palavras, a enteada colocou-se de pé na beirada da cama. Olhando fixamente nos olhos do padrasto, ela levou as mãos às laterais da cintura e, em um movimento lento e provocativo, abaixou o shortinho e a calcinha, revelando a bucetinha rosada e totalmente despida, mostrando exatamente o banquete que o esperava. O bloqueio moral do homem desmoronou no mesmo segundo. Tomado por uma onda recarregada de testosterona, ele avançou sobre o corpo da jovem, jogando-a de quatro na cama.

25:23 minutos
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