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Olhando meu Marido comendo a Enteada
A desconfiança da esposa sempre pairou como uma sombra pesada sobre o teto daquela casa; ela sentia, de forma quase instintiva, que o marido queimava de desejo para possuir a sua filha, enteada dele. A jovem, agora com dezoito anos, já namorava e tinha plena consciência do que era certo ou errado, mas a tensão velada que rondava os corredores da residência começava a desgastar qualquer barreira moral. Consumida por um ciúme doentio, a mãe tentava a todo custo flagrar os dois, vasculhando horários e vigiando os cômodos.
Durante seus banhos longos e solitários, enquanto a água morna caía, ela se masturbava constantemente sob o impacto de pensamentos proibidos, imaginando a buceta jovem da própria filha sendo invadida pelo pênis do marido. No cotidiano do casamento, ela já havia notado que o membro dele não estava mais como antigamente, as vezes faltava vigor e raramente ele parecia pronto para o trabalho, mas a ideia da juventude da enteada parecia ser o remédio para aquela situação.
Até que o dia do inevitável flagrante finalmente aconteceu. Ao caminhar pelo corredor silencioso à tarde, a esposa viu através da fresta da porta exatamente o que tanto evitava e, ao mesmo tempo, desejava pensar: o marido e a filha estavam totalmente entregues ao prazer no quarto da jovem. A mãe paralisou diante da cena, assistindo a toda a situação de longe sem falar absolutamente nada. Ela não moveu um dedo para evitar que aquela safadeza explícita ocorresse bem diante de seus olhos. Viu a enteada ficar totalmente despida, entregando-se ao controle do homem experiente, que estava prestes a macetar com uma força que há muito tempo não demonstrava no quarto do casal.
Antes do primeiro flagrante, a esposa ficava muito chateada e dividida entre o choque e a traição, mas, com o passar do tempo, a dinâmica mudou por completo. Os encontros clandestinos acompanhados secretamente por ela passaram a ter um gosto de quero mais, transformando o ciúme em puro voyeurismo.
Para melhorar o cenário da casa, a esposa passou a se aproveitar diretamente da virilidade do marido, que voltou totalmente à tona devido ao fetiche do tabu familiar. Os encontros dele com a enteada tornaram-se cada vez mais frequentes e ritualísticos. Logo após o padrasto jorrar porra na jovem e preencher o desejo da garota, a enteada saía discretamente do quarto. Na sequência, o homem — ainda com o pau completamente duro, latejando e cheio de testosterona — ia direto ao quarto do casal para satisfazer a vontade agora da sua esposa, que já o aguardava com a buceta completamente encharcada de tesão depois de ter assistido secretamente a tudo aquilo entre o seu marido e a sua filha.
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