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Minha Esposa e Sobrinha do meu Compadre Bombeiro

Por: AmoPornoBR 23/08/2026 ⏱ Tempo de leitura: 11min
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Casal vai visitar um amigo do seu marido aposentado, onde seu compadre comia ja algum tempo a esposa do velho amigo, sabendo destas visitas a sua sobrinha novinha sempre estava na casa seu tio.

Chegamos na fazenda por volta das duas da tarde. Minha Esposa de 46 anos, era minha esposa e vinha no banco do passageiro, um vestido leve de alcinhas, sem sutiã.

 

Eu ela sempre visitava meu compadre era Bombeiro aposentado. Ele morava sozinho, e sua sobrinha filha da sua ex mulher, quando sabíamos que eu minha esposa vinha, ela sempre procurava passar o final de semana com gente na casa do tio.

 

Sua sobrinha de 18 anos.

 

Sua sobrinha nos recebeu na varanda. Um short jeans curtíssimo, uma regatinha branca que deixava a barriga de fora.

 

Corpo de garota, durinho, sem um pingo de gordura. Me abraçou forte e me deu um selinho, os lábios encostando nos meus por um segundo a mais do que devia.

 

Senti o cheiro dela. Minha Esposa beijou meu compadre no rosto, e ele segurou a mão dela por um momento a mais. Notei. Minha Esposa também notou. Sorriu de canto de boca.

 

Meu compadre era um moreno forte, de ombros largos, braços grossos de quem trabalha na roça. Sério, meio calado, meio tímido.

 

Mas o olho dele já percorria o corpo de Minha Esposa de cima a baixo, parando nos seios que balançavam levemente quando ela andava.

 

Eu já tinha comentado com Minha Esposa umas dez vezes sobre a tesão do compadre por ela. Ela sempre dava risada, dizia que eu era doido.

 

Mas hoje ela vestira aquele vestido sem sutiã de propósito. Eu conhecia minha esposa.

 

Sentamos na sala. Eu e meu compadre abrimos as cervejas. Minha Esposa e Sobrinha dele preferiram uma batidinha doce que Sobrinha do meu compadre mesma preparou,  cachaça com leite condensado e maracujá.

 

Doce, forte, desce fácil e sobe rápido pra cabeça.

 

A conversa começou normal, mas logo Sobrinha do meu compadre soltou a primeira frase picante. Falou do namorado, um moleque da idade dela que namorava fazia seis meses e ainda não tinha conseguido comer ela.

 

Riu, jogou o cabelo pra trás, mostrou os dentes brancos.

 

— Ele é muito bobo — Sobrinha do meu compadre disse, lambendo a borda do copo. — Fica só me apertando por cima da roupa.

 

Minha Esposa gargalhou, já com a segunda batida na mão.

— Bobo é pouco. Homem tem que ter jeito, né?

— É, tem que ter jeito — Sobrinha do meu compadre repetiu, e olhou pra mim por um segundo longo demais.

 

Eu, minha esposa e meu compadre começamos a elogiar o corpo de Sobrinha dele. Ele falou primeiro, com aquela voz grave dele:

— Tá linda demais essa menina. Cada vez mais gostosa.

 

Eu entrei na dança:

— Gostosinha é pouco. Essa ai é um perigo, pra qualquer homem casado pedir divórcio da mulher.

 

Sobrinha do meu compadre deu um sorriso largo, cruzou as pernas. O short subiu e deixou metade da bunda de fora. Minha Esposa não ficou atrás.

 

Mexeu no vestido, deixou uma alça cair no ombro, mostrou o topo do seio. As duas riam, se olhavam, se mediam. Já não era uma conversa de jovem garota e mulher casada falando sacanagem.

 

Era duas fêmeas, duas potrancas se insinuando, querendo, desejando serem fodidas por dois homens diferentes.

 

A bebida fazia seu trabalho. Os biquinhos dos seios delas espetavam o tecido, durinhos, duros. As duas riam alto, jogavam o cabelo, se inclinavam pra frente mostrando os decotes.

 

Quase pediam pra serem levadas pro quarto.

 

Minha Esposa já tinha experiência. Mas Sobrinha do meu compadre eu tinha quase certeza que ainda era virgem.

 

O jeito que ela falava de sexo, com vontade mas sem saber bem do que tava falando. Meu compadre a paparicava desde que ela tinha dezoito.

 

Dava presente, levava pra passear, tratava como princesa. Agora ela tava ali, 18 anos, com aquele corpo e aquela vontade toda acumulada de transar com alguém mais experiente.

 

Sobrinha do meu compadre levantou pra buscar mais batida pra elas e uma cerveja pra mim.

 

Fiquei olhando por trás. O short jeans enterrado na bunda, cada passo fazia a carne balançar. Que rabo maravilhoso.

 

Fiquei imaginando ela de quatro, rebolando, a bunda empinada, me chamando. Que delícia. Meu compadre percebeu meu interesse, se inclinou e comentou baixinho:

— Tá linda ela, né?

— Tá — respondi, sem tirar o olho da porta da cozinha.

 

Era hora de dar um ajuda para meu compadre. Passei a mão no queixo, pensei rápido. Virei pra Minha Esposa e disse:

— Você não queria conversar a sós com o compadre? Vão conversar a sós em algum quarto. Eu e Sobrinha dele esperamos vocês aqui na sala.

 

Minha Esposa me olhou. Entendeu tudo. Sem dizer uma palavra, levantou, foi até meu compadre, pegou na mão dele e o puxou. Deu dois passos em direção ao quarto dele, já com a mão na cintura dele.

 

Antes de entrar no quarto, encostou a boca no pescoço do compadre e disse uma coisa. Depois ela me disse, ela não tinha trazido camisinha, mas estava tomando anticoncepcionais.

 

A porta ficou entreaberta. Eu não senti ciúme da minha esposa. Me empolguei. Sabia que ela ia ser comida pelo meu compadre, e isso me deixou com o pau duro no mesmo instante.

 

O que eu também queria naquele momento era beijar, chupar, e abrir a bucetinha virgem da Sobrinha dele.

 

Sobrinha do meu compadre voltou da cozinha com a jarra de batida e minha cerveja. Parou no meio da sala, olhou em volta.

— Cadê eles?

— “Foram conversar no quarto”. Eu respondi.

 

Ela deu um sorrisinho. Sentou no sofá ao meu lado, cruzou as pernas. Ficamos tomando a bebida. A batida tava doce, forte. O álcool subiu rápido na cabeça dela, vi o rosto ficar corado, os olhos brilharem.

 

Dei cinco minutos. Depois peguei ela pela mão e levantei.

— Vamos ver o que tão fazendo?

 

Fomos até a porta do quarto. De dentro, ouvi Minha Esposa gemendo. Meio soluçando, aquele gemido que eu conhecia bem, alto, quebrado no meio, com a respiração presa.

 

A safada tava sendo chupada. Falei baixinho, puxando Sobrinha do meu compadre pela mão pra sair:

— Tá chupando a buceta dela.

Sobrinha do meu compadre deu um sorrisinho amarelo. Aquilo era novo pra ela. Minha Esposa já sabia foder, mas Sobrinha do meu compadre era novinha ainda.

 

Eu sonhava com a bucetinha dela na minha boca, ela mamando no meu pau, engolindo meu gozo.

 

De volta ao sofá, coloquei o braço sobre o ombro dela. Fiquei quieto.Fui descendo devagarzinho, o braço escorregando pelo ombro, pelo braço, até tocar o bico do seio por cima da regatinha. Seios durinhos.

 

O bico duro, pontudo, latejava no meu dedo. Nesta hora, escutamos um tapa do meu compadre. Estralou lá no quarto. Meu compadre deu uma palmada, com certeza na raba de Minha Esposa.

 

O som ecoou pela sala. Deu mais uma. E outra. Na quarta palmada na bunda de Minha Esposa, minha mão já abraçava por de tras a sobrinha do meu envolvendo sua barriga.

Com o barulho lá do quarto, ela se encostou em mim, como pedindo tratamento igual.

 

Dei-lhe um longo beijo de língua, de surpresa. Minha boca colou na dela, a língua entrou, encontrei a dela. Ela ficou imóvel por um segundo, depois abriu a boca, me deixou entrar.

 

O beijo molhado, quente, com gosto de batida doce. Me afastei, falei sussurrando no ouvido dela:

— Vamos conversar lá no seu quarto?

— Vamos — ela respondeu, a voz fina, meio trêmula.

 

Fomos saindo da sala. Da porta do quarto do compadre, ouvíamos as estocadas fortes que meu compadre estava dando na minha esposa.

 

O som de pele batendo em pele, o estrondo ritmado de uma foda bruta. Meu compadre castigava a buceta fogosa da safada da minha esposa.

 

Minha Esposa gemia alto, sem preocupação de eu escutar algo. Sobrinha do meu compadre ouviu tudo, os olhos arregalados, o passo ficando mais rápido no corredor.

 

Chegamos no quarto dela. Sobrinha do meu compadre se deitou na cama. A tesão era nítida — o peito subindo e descendo rápido, os biquinhos duros furando a regata, as coxas apertadas uma na outra.

 

Ouvir o Tio dela comendo minha esposa foi demais pra ela. Tava suspirando forte, já esperando sentir uma vara dura invadindo sua buceta.

 

Em dois minutos não tínhamos mais roupas. Arranquei a regata, puxei o short. Ela não usava calcinha. A bucetinha lisinha, inchada, brilhando de mel.

 

Eu beijava e mordia os peitinhos duros, os mamilos durinhos entre meus dentes. Levei a mão na buceta. Meladinha, quente, escorrendo. Os dedos escorregaram entre os lábios, encontrei o grelin duro, pulsando.

— Me come! — ela pediu, a voz engasgada.

 

Desci, lambendo seu corpo macio, cheiroso. Pele lisa, sabor de sal e perfume barato. Passei a língua pelo umbigo, desci pela barriga, cheguei na buceta. Lambi, chupei.

 

Os lábios da buceta entre meus lábios, o grelin na minha língua. Ela gemia forte, as mãos agarrando o lençol, os quadris se mexendo sozinhos.

 

A fiz gozar na minha boca — o corpo inteiro estremeceu, as coxas apertaram minha cabeça, a buceta jorrou mel quente na minha língua. Engoli tudo.

 

Depois ofereci a vara pra ela mamar, isso ela já tinha feito outras vezes eu fui na casa do meu compadre. O pau duro, latejando.

 

Ela segurou na base, meio sem jeito no começo, passou a língua na cabeça, experimentou. Depois abriu a boca e chupou. Sem jeito, mas com vontade. A boca quente e molhada, a língua rodando na cabeça do pau.

 

Já estávamos com meia hora no quarto. Percebi uma sombra na porta. Era meu compadre, com certeza, tentando ouvir a Sobrinha dele sendo comida por mim.

 

Bati de leve na bunda dela. Mais forte. Mais forte. A quarta palmada bem estralada — a mão aberta estalou na carne da bunda, deixou a marca vermelha. Sobrinha do meu compadre gemeu alto. A sombra continuava lá.

 

Coloquei o pau na entrada da buceta e forcei um pouquinho. Foi a cabeça. Ela gemeu chorosa, os olhos apertados, os dedos agarrando o lençol.

 

Neste momento, ouvi a voz de Minha Esposa chamando meu compadre lá na cozinha. Eu enterrei tudo. O pau entrou até o talo, a buceta engoliu tudo de uma vez. Sobrinha do meu compadre jogou a cabeça pra trás e gritou:

— Ahhhhhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh!

 

Falei carinhoso, mas alto pra ele ouvir:

— Isso, geme gostoso no pau para teu tio ouvir. Toma minha putinha, toma.

 

Ela já se acostumou com minhas socadas forte, pois ela já tinha corpo de mulher, só ainda não tinha sido inaugurada. As estocadas fundas, ritmadas, o pau entrando e saindo da buceta encharcada.

 

O som de carne molhada batendo, plaft, plaft, plaft. A sombra se afastou da porta.

 

Mudei de posição. Peguei por trás, ela empinada na cama, os joelhos afastados, a bunda erguida. Encaxei na buceta e fui estocando. Fundo, devagar, depois mais rápido.

 

Ouvi passos no corredor. Era o compadre e Minha Esposa. Vinham ouvir Sobrinha do meu compadre gemendo na sua primeira transa. Ela gemia cada vez mais alto, a voz fina, quebrada.

— Rebola minha cadelinha. Dança no meu pau — falei alto.

— Isso, mexe essa raba gostosa. Mexe, putinha, mexe.

 

Ouvi uma risadinha de Minha Esposa, a safada. Continuei cutucando, as estocadas fortes, a bunda de Sobrinha do meu compadre batendo no meu baixo-ventre. plaft, plaft, plaft.

 

Ela gozei quase gritando, o corpo inteiro tremendo, a buceta apertando e soltando, mel escorrendo pelas coxas.

 

Silenciamos com um beijo longo. Minha língua invadiu a boca dela. Ouvi os passos do compadre e de Minha Esposa saindo da porta. Abracei Sobrinha do meu compadre, fiquei beijando, fazendo carinho nos cabelos dela.

 

Depois mamando com força nos seios. A boca nos seios a deixava louca de tesão. Sussurrava, pedia, implorava pra ser comida mais uma vez.

 

Me sentei sobre os calcanhares e puxei ela pra sentar. Minha putinha gostosa veio encaixando a buceta, com muita tesão. Foi descendo até encostar a bunda nas minhas coxas.

 

O pau entrou tudo, ela arqueou. Começou a cavalgar rápido, a bunda batendo nas minhas coxas. plaft, plaft, plaft. Nem percebi que Minha Esposa e o compadre tinham voltado à porta e ficaram ouvindo o batido da bunda dela em minhas coxas.

 

Não levei muito tempo a sobrinha dele me fez gozar de novo. Nos limpamos tomamos banhos e voltamos para sala e pedimos uma pizza.

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