Eu estava louco pra tirar a virgindade da minha sobrinha

Tio andava pegando a sobrinha de 18 anos algum tempo, mas nunca chegou a comer ela. Enquanto sua esposa e a sua irmã trabalhavam juntas de plantão a noite em supermercado. E como a mãe da jovem nunca se importou da sobrinha fazer companhia, o tio aproveitou pra iniciar ela na vida sexual.
Eu estava já algum tempo me relacionando com filha da minha irmão, minha sobrinha que tinha 18 anos que ainda era virgem.
Nos nunca passamos das preliminar, no máximo um boquete por parte dela e as vezes eu a chupava, mas ela já estava bem encaminhada. Comigo ela já descobriu o que orgasmo, e só faltava eu a comer mesmo, pra selar nosso amor.
Eu estava disposto a comer minha sobrinha aquele dia já minha esposa e mãe dela trabalhavam mesmo turno e nunca se importaram da minha sobrinha mesmo de maior ficar com seu tio sozinho em casa.
Quando ela chegou aqui em casa eu fui direto para cama que eu dormia com minha esposa, e ficarmos sabe como é naquela bulinação deliciosa.
A expressão no rosto de Flavia era inconfundível — olhos semicerrados, lábios entreabertos, bochechas coradas. Só quem já viu uma sobrinha gozando sabe o que era aquilo.
Como eu não tinha certeza se tinha acabado, continuei chupando aquela buceta molhada. Os lábios dela tremiam contra minha boca. Então ela empurrou minha cabeça com as duas mãos e cruzou as pernas, apertando as coxas. O recado estava dado.
Ficamos agarrados ali, ela de costas pra mim, minha bunda pressionada contra meu pau duro. Eu ainda não tinha gozado. Da cabeça escorria uma baba transparente que grudava na pele dela.
— E aí, meu amorzinho, gostou? — perguntei, com a voz rouca.
— Muito. Isso que a gente faz é muito gostoso, né, tio?
— Agora só falta a gente fazer umas coisas a mais, igual aos seus pais.
— Eu quero.
Chamei minha sobrinha pra tomar banho comigo. Ela disse ter vergonha. Segurei o queixo dela, levantei o rosto dela pro meu.
— Vai ser legal. Confia em mim.
Ela topou bem rápido.
— Tá bom.
Quis colocar pelo menos a calcinha. Não deixei. Iamos tomar banho, não tinha motivo. Entramos no banheiro. Eu estava com o pau meia bomba.
Enquanto a água do chuveiro aquecia, voltei a tocar Flavia. Passei os dedos pela buceta dela e acreditem — a jovem já estava pronta.
Querendo mais. Minha mão acariciava a rachinha, e ela abriu as pernas pra facilitar. Os dedos escorregavam naquele mel.
Entramos sob o chuveiro. Deixei minha sobrinha de frente pra mim, toda arreganhada, meu pau duraço roçando na buceta dela.
A água quente batia nos dois. Num ato de loucura, derramei os vidros de shampoo e condicionador sobre o corpo dela.
O líquido viscoso escorreu pelos seios, pela barriga, até chegar entre as pernas. Nossos corpos ficaram escorregadios — uma loucura.
Por vontade dela, voltamos a nos beijar. Foi minha sobrinha quem roçava com pressão no meu pau, deslizando a buceta molhada de shampoo ao longo do meu cacete duro. Aquilo tava demais.
Direcionei meu pau na entrada da buceta dela. Encontrei o buraquinho. Dei uma forçada. Peguei a bunda dela com uma das mãos, afundando os dedos na carne macia, e fui metendo devagar.
O shampoo e a água quente deixaram a entrada dela preparada pra me receber.
Olhando nos olhos dela e de vez em quando a beijando, fui forçando a entrada. minha sobrinha contorcia os lábios — sinal de dor — mas não deu um pio. Forcei mais um pouco.
Parece ter ido uns centímetros. Ela contraiu o rosto todo, os olhos apertando, e deu a entender que não ia aguentar.
Segurei o rosto dela com uma mão, mantendo o olhar.
— Olha, o que vai acontecer aqui é o que você sempre diz que ouve eles fazendo. Então eu quero muito que você aprenda. E tem que ser bem forte, meu amor.
Ela engoliu em seco. Os olhos marejaram. Mas não recuou.
Forcei, forcei e não entrava de jeito nenhum. Ela ainda era virgem, e eu já via os olhos de Flávia lacrimejando de dor. A cabeça do meu pau escorregava na entrada, desviava, não achava o caminho.
A água do chuveiro caía sobre nós dois, misturando com o shampoo que escorria pelo corpo escorregadio dela.
Resolvi ser direto e cuidadoso. Peguei-a pela cintura com as duas mãos, com o pau já encaminhado, e dei uma boa forçada.
Entrou parte da cabeça. O calor na ponta do pau era absurdo. Minha sobrinha ficou louca, querendo sair, dizendo que doía.
Tentei tranquilizá-la mais uma vez, dizendo que era assim mesmo. Fiquei parado um bom tempo. Só via as lágrimas descendo do rosto dela, misturando com a água da ducha.
Consegui entrar mais um golinho. Flávia agora só soluçava baixinho, o corpo tremendo. Dei outra investida e entrou metade.
Meu pau parecia sugado pela buceta de minha sobrinha . Sentia ela piscar, se contraindo a todo momento. Aquela boceta de dezoito anos apertava como um punho fechado, espremendo meu pau de todos os lados.
Voltei só um pouco, sem tirar de dentro. Flávia achou que eu ia sair e falou, ainda chorosa:
— Não tira, eu aguento.
— Você tem certeza?
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Ela só concordou acenando com a cabeça e me deu um abraço forte. Entendi que me deixava à vontade. Falei no ouvidinho dela um “eu te amo” bem gostoso e empurrei o resto.
Flávia se atracou com força no meu pescoço, respiração ofegante, tentando relaxar. Senti o pau afundar até o talo. A buceta dela engoliu tudo, apertando, pulsando.
Três, cinco minutos depois, comecei a meter. Subia e descia com dificuldade. Buceta de mulher de dezoito anos que até uns minutos era virgem não se alarga tão fácil.
A buceta de minha sobrinha apertava meu pau o tempo todo, espremendo a cada movimento. Mesmo com a jovem dando sinais de prazer, não relaxava.
Ia beijando minha sobrinha e metendo agora um pouco mais rápido, mas com cuidado pra não machucá-la.
Os lábios dela tremiam a cada estocada, e o corpo escorregadio pelo shampoo fazia tudo mais fácil e mais difícil ao mesmo tempo.
— Tudo bem aí, meu amor?
— Tudo. Tá doendo um pouco, mas continua.
Flávia aceitava aos poucos toda minha pica dentro dela. O prazer chegou, apesar da dor. Fazia carinha de prazer, mas às vezes franzia a testa em sinal de dor.
Jogava a cabeça pra trás e me deixava conduzir a cavalgada. O tesão não me tirava a razão. Como era possível uma jovem aguentar aquilo tudo, já na primeira vez?
Fiquei mais louco e dei umas estocadas e travava, fundo, parando dentro dela. Flávia gozou e eu também. Nunca tive uma gozada tão boa.
No momento do gozo dela, se levantou, ficando em pé na banheira, repetindo a cena do primeiro orgasmo: tremia, se contorcia e parava. Eu abracei.
Terminei de nos enxugar e fui à cozinha preparar um lanche rápido — pão, queijo, um suco. Quando voltei ao quarto com o prato, minha sobrinha já dormia.
Deitada de lado, completamente nua, a bucetinha exposta entre as coxas carnudas. O peito subia e descia devagar. Comi sozinho, em silêncio, observando aquele corpo jovem relaxado.
Já era tarde. Resolvi não dar trela pro meu tesão — ela precisava descansar. Deitei ao lado dela e apaguei.
Às 1h12 da madrugada, acordei derrepente. Tava sonhando com ela com a gente no banho, com aquele aperto.
Virei pro lado e lá estava: bem pertinho de mim, pelada de tudo, dormindo de frente como uma rã, joelhos dobrados, a bunda empinada, a buceta toda arreganhada e rosada.
O cheiro morno dela subia entre as pernas. Não deu pra aguentar.
Abaixei a cabeça e dei umas chupadas lentas, passando a língua pela fenda inteira, deixando bastante saliva escorrendo.
Ela se mexeu levemente, um gemidinho fraco escapando entre os lábios. Me posicionei entre as pernas dela e forcei a entrada naquela bucetinha.
Deu trabalho — ela tava apertada, ainda inchada da primeira vez. Empurrei com dificuldade, a cabeça do pau abrindo os lábios carnudos, indo até a metade.
Flávia acordou com um suspiro cortado. “Devagar…” — a voz saiu rouca, sonhenta. Sua bucetinha ia contraindo aos poucos, e meu pau ia sumindo dentro da jovem, centímetro a centímetro, engolido por aquele aperto quente.
Comecei a me mover, estocadas curtas e firmes. Ela reclamava bem menos agora, e gemia bastante com cada socada — “uhn… uhhn…” — o som úmido da buceta se misturando ao rangido do colchão.
“Hummm, isso tá bom” — murmurou, os olhos semicerrados, o rosto afundado no travesseiro.
“Flávia, você é minha sobrinha preferida. Te amo.”
“Eu também.”
Aquilo foi motivo pra meter com mais intensidade. Acelerei o ritmo, cravando fundo, as bolas batendo contra a bunda dela — plap, plap, plap.
Ela reclamou, um gemido mais agudo, e tive que diminuir. Voltei ao ritmo devagar, mas firme, sentindo cada contração daquela buceta apertando meu pau inteiro.
Após um bom tempo metendo, tava prestes a gozar. Flávia também tava chegando no ponto — arquejava, as unhas cravadas no lençol, a bunda tremendo.
Ela gozou primeiro: o corpo inteiro estremeceu, a buceta apertou como uma mão fechada, e um gemido longo escapou da garganta dela.
Eu vim logo depois — tirei o pau pra fora e inundei sua barriguinha. Jato após jato de porra branca cobrindo o umbigo, escorrendo pelos lados.
Flávia abriu os olhos e olhou pra barriga, fez uma careta de nojo.
“Tanta porra, tio…”
Era altas horas. Fomos pra mais um banho — rápido, morno, silencioso. Minha esposa talvez só chegaria em casa mais tarde.
Voltamos pra cama e dormimos peladões, bem agarradinhos, feitos pombinhos.
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