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Comi minha tia na cama da minha avó com ela do lado

Por: AmoPornoBR 26/08/2026
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Eu tinha dezoito anos, quase terminando o ensino médio, quando minha mãe me pediu aquele favor.

 

Era terça-feira, ela tinha que trabalhar na quarta e não conseguia ir dormir na casa da minha avó. Minha mãe e minha tia sem ia casa dela cuidar dela.

 

Arruei minha mochila, porque sairia direto da aula na manhã seguinte.

 

Pedalei até a casa da minha avó, o suor escorrendo pelas costas da camisa no calor da tarde de setembro.

 

Quando entrei pela porta da frente, ouvi vozes vindo do quarto. Minha avó estava deitada na cama, e ao lado dela, deitada cama auxiliar, estava minha tia.

 

Ela tinha 51 anos, mas não aparentava. Magra, com seios caídos pelo tempo e uma bunda redondinha, um pouco flácida, mas que me chamava atenção de um jeito que eu não conseguia explicar.

 

Os dois pares de olhos se viraram para mim quando apareci na porta.

— Gerson? — minha avó falou, surpresa.

 

— O que você está fazendo aqui? — minha tia perguntou, sentando-se na cama.

 

Expliquei a confusão de mensagens. Minha mãe não tinha visto que minha tia já tinha trocado o dia com ela. Só que minha mãe saiu de casa antes de ler.

 

— Não tem problema, eu venho amanhã também — falei, tentando parecer casual.

 

Minha tia me encarou por um segundo a mais do que o necessário.

 

Depois deitou de novo ao lado da minha avó, e eu fui para o quarto de hóspedes.

 

Coloquei a mochila na cadeira, troquei de camisa. O plano se formou rápido — falaria que ia tomar banho, mas na verdade queria me masturbar.

 

Gostava de me encostar na parede do banheiro, esticar as pernas no chão frio de cerâmica, a porta ao meu lado.

Voltei para o quarto principal e anunciei:

— Vou tomar banho.

 

Minha avó acenou com a cabeça, os olhos já voltados para a televisão. Minha tia não disse nada, mas senti seu olhar nas minhas costas enquanto eu saía.

 

No banheiro, encostei a porta — ou pensei que tinha encostado. Na verdade, ela ficou entreaberta, uma fresta que eu não percebi. Fiquei sentado no chão, as costas contra a parede gelada.

 

Procurei um vídeo bom por minutos que pareceram horas. Até que encontrei: caseiro, amador, com o título em letras simples — “Comendo minha tia solteirona”.

 

A coincidência me fez rir baixinho. Coloquei sem fone, o volume baixo mas audível. O vídeo começou. Uma mulher mais velha, um rapaz mais novo.

 

Eu movia a mão sobre meu pau, já duro, sentindo a textura áspera do jeans contra a pele sensível. Demorei mais do que imaginei.

 

Tanto que decidi que terminaria na cama, depois do banho de verdade.

 

Levantei do chão. E foi quando vi. No vidro do banheiro, uma silhueta. O rosto da minha tia, inclinado, olhando para dentro.

 

Nossos olhos se encontraram por um instante — um instante suficiente. Ela se abaixou rápido, pensando que eu não tinha visto.

 

Fiquei parado, o pau ainda duro na mão, a água do chuveiro que nem tinha ligado. Liguei o chuveiro.

 

Deixei a água escaldante correr pelo corpo, mas não senti. Só pensava no rosto dela através do vidro embaciado.

 

Quando saí, enrolei uma toalha na cintura e depois vesti uma bermuda. Por cima da camiseta, coloquei uma blusa de moletom — para esconder a ereção que não passava.

 

Voltei para o quarto da minha avó. Minha tia estava lá, sentada na cama como se nada tivesse acontecido.

 

— Demorou bastante — minha avó comentou, sem tirar os olhos do jornal da televisão.

 

— Tomei banho rápido, mas fiquei de papo com um amigo no celular — menti, a voz saindo mais firme do que eu esperava.

 

Pedi para deitar com elas. Minha avó, distraída, mandou minha tia ir para o meio. Eu ficaria na ponte. Deitei de lado, de costas para minha tia.

 

Fiquei dez minutos imóvel, ouvindo o jornal, sentindo o calor do corpo dela atrás de mim. O tesão falava mais alto que o medo.

 

Minha mão se moveu devagar, encontrando a curva da bunda dela por baixo da coberta. Ela não se mexeu. Testei de novo.

 

Apertei, abri e fechei a carne flácida e macia. Ela se virou de lado, olhando para mim de canto, mordendo o lábio inferior. Naquele momento, tive certeza. Ela queria. Eu queria. O resto era só detalhe.

 

Ela usava shorts de pijama e uma camiseta larga. Puxei o elástico do shorts para baixo, devagar, expondo a pele clara da bunda. Meu pau pulou contra a bermuda.

 

Posicionei a cabeça no buraquinho do cuzinho dela, só esfregando, indo e voltando, os dois debaixo da coberta, minha avó a menos de um metro de distância, vendo televisão.

 

A cabeça entrou um pouco. Ela arquejou, a boca abrindo para um grito que eu não podia deixar acontecer. Dei um tapa leve no rosto dela — não para machucar, para silenciar.

 

Tapei sua boca com a mão e sussurrei no ouvido:

— Cala a boca tia.

 

Fiquei enfiando devagar, sentindo o aperto quente, o corpo dela tenso contra o meu. Minha avó se virou de repente.

 

— Você sabe que exame é esse que eu tenho que fazer? — ela perguntou, confusa com alguma notícia do jornal. Tirei a mão da boca da minha tia.

 

Com o susto, enfiei de uma vez só — um movimento involuntário, uma tentativa de fugir para trás que foi para frente.

 

Ela gritou, mas disfarçou:

— NOSSAAA, MÃE, OLHA O QUE ACONTECEU COM A CIDADE NO JORNAL!

 

Minha avó se virou para a televisão. Minha tia me deu um tapa na cara — de verdade dessa vez, com força — e me empurrou, tirando meu pau do cu dela. O barulho do tapa foi alto mais barulho da teve estava mais alto ainda.

— O que foi? — minha avó perguntou, desviando o olhar da tela.

 

— Meu celular caiu no chão — respondi, massageando a bochecha. Minha tia estava sentada agora, uma mão na bunda, outra na boca, os olhos furiosos e molhados de dor.

 

Como pedido de desculpas, levei dois dedos à boca dela. Ela os molhou sem pensar. Desci pela barriga, encontrei a bucetinha, e comecei a siriricar.

 

Era um pedido de desculpas que virou outra coisa. Ela se abriu para minha mão, os quadris movendo-se contra meus dedos.

 

Depois de um tempo, ela me olhou com os olhos revirados, sussurrando:

— Para, vou gozar.

Foi quando eu acelerei e gozei tudinho dentro dela.

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