Minha esposa andava transando com meu sobrinho aqui em casa.p2

Marido preocupado com o sinal das câmeras que usava pra vigiar sua esposa e sobrinho dentro de casa pra saber se eles estavam aprontando, corre desesperado para casa e flagra se esposa não estava sendo enrabada pelo sobrinho.
Leia a primeira parte desta historia antes de seguir com esta, clique aqui.
Vamos ao relato:
Era evidente que minha esposa tia do rapaz, estava salivando por aquela genitália anormal, até pensei que ela iria se afastar, mas ela caminhou lentamente até meu sobrinho
Se abaixou ao lado dele e suavemente com uma das mãos, agarrou o pau do meu sobrinho e ele com a mão por cima dela, estava ensinando-a a bater uma punheta com um pau daquela dimensão.
Vendo aquilo eu fiquei com muito tesão e como estava sozinho no escritório, saquei o pau pra fora e comecei a me masturbar junto com eles, assistindo tudo que eles estavam fazendo na cozinha.
Ela ficou ali, abaixada, quase encostando a boca naquele pau, mas somente batendo punheta, bem de leve, esperando o momento em que meu sobrinho iria jorrar toda aquela porra guardada a muito tempo.
Ele apontou aquela vara grossa para ela como um míssil, e com 2 jatadas, melou todo o vestidinho preto que minha esposa estava usando. E não era somente eles que estava gozando, eu do outro lado da tela também estava.
Depois daquele banho de porra que ela tomou, ela largou o pau dele e correu para o quarto para se limpar.
Mas sentou na cama, abaixou a calcinha e novamente, começou a se masturbar, mas dessa vez, ela pegou a porra que o sobrinho havia jogado em seu vestido e começou a esfregar em sua buceta enquanto se masturbava.
Ela queria colocar a porra do sobrinho todinha dentro de sua buceta.
Ela alternava entre enfiar os dedos na buceta, dar uns tapinhas no clitoris e esfregar a porra do sobrinho na buceta, até que ela gozou novamente.
A porra dela se misturou com a porra do sobrinho que ela introduziu na buceta, ela aproveitou cada gota da porra que meu sobrinho havia deixado no vestido dela, chegando até a lamber o que estava nos dedos dela.
E eu pude notar que essa altura, era impossível conte-los, já estava me rendendo a condição de corno, mas, fica a pergunta, aquela bucetinha apertada, que só conhecia o meu pau, aguentaria aquele extintor de incêndio do meu sobrinho?
Depois de sair do quarto, ela foi furiosa na direção do meu sobrinho, dizendo que só havia feito aquilo para alivia-lo, que ela ainda era sua tia e que eu jamais poderia saber disso e ele complementou pedindo desculpas e que havia passado dos limites.
Mas minha esposa sabia da potencia do rapaz, sabia que se caso se envolvesse com ele, teria muito sexo.
Eu sabia que eu já havia perdido minha esposa para meu sobrinho, já contava até nossas intimidades para ele, coisas do tipo, que eu só conseguia gozar uma vez por dia.
Eu não reconhecia a mulher que me casei a 15 anos atrás. Era outra Gabi, era uma mulher sedenta por sacanagem com o próprio sobrinho!
Chegando em casa, o mesmo ritual, conversamos um pouco, jantamos, vimos um filme os 3 juntos e fomos dormir.
No quarto, minha esposa saiu do banho como um tiro, subiu em cima de mim apenas de saída de banho, uma pretinha de seda que ela usa antes de se trocar e já foi me beijando intensamente, não conseguia nem falar.
Durante seus beijos, podia sentir o gosto da porra do meu sobrinho, mas, eu sabia o que ela queria e quando me dei conta, ela já estava tirando meu shorts e com meu pau enfiado todinho na sua garganta, mas eu sabia que não era eu que ela estava pensando naquele momento.
Ela estava imaginando estar com meu sobrinho, chupando aquela mamba negra.
Mesmo assim, segui, eu estava com muito tesão, e fiquei ainda mais de saber que minha mulher estava comigo e imaginando estar com outro.
Virei ela de costas, mirei meu pau na entrada da sua buceta que já estava pingando, suplicando por um pau e meti tudo. Podia sentir ela jogando seus quadris para trás, querendo que meu pau entrasse mais ainda, buscando um pau que não era o meu.
Gabi gemia, gemia muito alto, pela maneira de como me puxava, tenho certeza que ela estava imaginando sendo fodida por meu sobrinho.
A piranha gemia cada vez mais alto, sem se importar com a presença do meu sobrinho, acho que ela queria que ele a escutasse. Ela me implorava pra meter com mais força e a cada estocada que eu dava nela, ela jogava a bunda cada vez mais forte.
Sedenta por mais, Gabi me jogou na cama e começou a cavalgar no meu pau, ela sentava com força, com estimulo, o barulho de pele na pele estava quase tão alto quanto os gritos de tesão que a safada dava.
De tanto que ela pulava no meu pau, ela começou a gozar, ela quicava cada vez mais forte, esfregando o grelo na minha barriga, mas eu sentia o odor da porra, sentia o odor da porra do meu sobrinho.
Virei ela costas, em cima de mim mesmo, e enfiei meu pau dentro do cú dela, eu sabia que quando ela estava prestes a gozar, ela gostava que eu comesse o cú dela, então assim que ela começou a subir e descer aquele cú no meu pau, os gemidos foram ficando mais altos.
Minha esposa estava chegando no ápice e no momento que ela gozou ela quase se entregou, soltou um “Isso! Eu vou gozar Sobri…” e cortou a frase a tempo de não ser desmascarada, mas eu já sabia, sabia que ela estava gozando pesando nele eu também gozei junto com ela.
Assim que terminamos, ela saiu de cima de mim sem ao menos me dar um beijo, nem olhou para mim direito, realmente é como se eu fosse algo para aliviar a tensão dela e suprir o desejo de algo que ela não podia ter.
Tomou um banho e deitou para dormir. Estava realmente preocupado, sabia que estava perdendo minha esposa para meu sobrinho e que amanha ela iria o querer novamente.
No dia seguinte, eu não tinha expediente, mas menti para minha esposa dizendo que iria trabalhar normalmente, só para ficar no escritório vendo toda a sacanagem que eles fariam na minha ausência.
Mas, chegando no escritório, ao abrir as câmeras, nenhuma funcionava, pensei ser a internet do trabalho, então rapidamente reiniciei o modem e mesmo assim, nada das câmeras, nem no computador, nem no celular.
Percebi que o sistema de câmeras la em casa havia caído, então me veio o desespero, eu não podia ficar sem assistir a sacanagem entre eles, peguei minhas coisas, chamei um Uber e fui para casa.
O trânsito estava caótico, tudo parado, estava desesperado dentro carro, tentando acessar as câmeras pelo celular e nada ainda.
Chegando em casa, abri a porta devagar para não fazer barulho, fui até a cozinha, nada deles dois, fui na sala, nada também, fui até o banheiro e vazio também, até que ouvi murmurinhos vindos do nosso quarto, gelei, meu coração acelerou, eu tremia de nervoso.
Ao mesmo tempo que eu queria abrir aquela porta e ver o que estava acontecendo entre o dois, não sei se estava preparado para ver o que eu iria ver ali, respirei fundo, me acalmei e abri a porta.
Eu congelei, não tinha reação para o que eu estava vendo ali. Estava diante do meu sobrinho e minha esposa, na minha cama.
Ela chupava ele com vontade, o pau dele brilhava de tanta baba que ela estava deixando ali, ela subia e descia com aquela boquinha que não estava suportando um pau daquele calibre.
Mas minha esposa não desistia, a cada chupada podia ver a boca dela abrindo mais, o pau entrando um pouco mais, enquanto ela segurava aquele tronco com as duas mãos a fim de ajudar para que ele entrasse até o fim.
Eu fiquei entre a porta assistindo tudo, depois desse boquete bem babado da minha esposa, meu sobrinho quis fazer um 69.
Jogou ela na cama, puxou a buceta para perto do rosto dele e começou a chupar enquanto ele metia o pau na boca dela, ela tentava gemer, mas era muito difícil com aquele pau entrando e saindo da boca dela, como se ele estivesse metendo na buceta dela, dizendo a ela “olha aqui o que te aguarda”.
Meu sobrinho chupava a buceta e subia para o cú da minha da esposa, ele sabia como agrada-la, cheguei a duvidar se ele era virgem mesmo. Deixou tudo bem molhado, podia ver a saliva escorrendo do cú para a buceta dela.
Como a buceta dela já estava bem molhada, pronta para receber aquele pau enorme, ela em cima dele, de costas, foi sentando bem devagarzinho, para ver se ela iria aguentar aquele pau todo batendo no seu útero.
Assim meu sobrinho viu que a bucetinha de minha esposa aguentava, o marmanjo começou as estocadas violentas nela.
Ele não tinha dó, metia tudo, com força, os estalos eram muito altos, minha esposa gritava de tesão, nunca vi ela gritando assim comigo. Até suava por toda força que estava fazendo para aguentar a rola do rapaz.
Quando ela se cansou, as pernas até bambas de tanto sentar naquele cacete, meu sobrinho a jogou na cama, abriu suas pernas e segurando seus pés, mais estocadas, era a vez dele trabalhar, aquele pau, indo e vindo na buceta da minha esposa, esfolando tudo e ele metia com muita força, ele estava sedento por aquele bucetinha apertada.
Com uma das mãos ele segurava o peito dela, esfregando seu mamilo, com outra mão uma de suas pernas, para que ela não fosse para trás a cada bombada violenta que ele dava nela.
Eu não acreditava no que eu estava vendo, eu nunca poderia proporcionar isso a minha esposa, era impossível competir com essa anomalia que estava se hospedando em minha casa e comendo minha esposa.
Ela fez posições com ele que eu nem imaginava que ela conhecia, deitou na cama, jogou as pernas pra cima e meu sobrinho em pé, enterrando no cú dela, não sei como ela aguentou aquela rola no cú dela.
Aquele mastro era muito maior que a minha rola, se com a minha rola ela já gritava, com a dele então, pude ver até uma lagrima saindo do olho dela, a pele dela brilhava de calor ao receber aquele instrumento no cú.
As estocadas eram tão fortes que o colchão da cama afundava cada vez que a rola do meu sobrinho entrava no cú de minha esposa.
O sexo foi violento, assisti tudo ali da porta mesmo, fiquei com muito tesão de ver aquilo tudo. Meu sobrinho fudeu com minha esposa de todos os jeitos possíveis e para finalizar, deitou ela de conchinha e meteu até gozar.
Ela gritava “ai!” “ai!” “ai!” “ai!”. Mas eu sabia que não era de dor, acho que se ela pudesse enfiar mais aquela rola na buceta ela enfiava, já estava até vermelha de tão esfolada que ela ficou pelo sobrinho.
O marmanjo gozou muito, lavou a minha esposa de porra, ele não gozou la dentro, mas mirou direitinho na buceta dela e soltou 3 jatos que fizeram ela pular de tanta pressão.
Quando eles acabaram, sai de fininho esperei uns 15 minutos fora de casa e voltei, agi como se nada tivesse acontecido, cumprimentei os dois, conversamos um pouco e fomos comer, mas eu podia ver a felicidade no olhar de minha esposa, era uma felicidade que eu não poderia entregar a ela.
A sorte que meu sobrinho estava lá para ajudá-la.
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