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Madrasta imagina o que os filhos faziam no banheiro
A madrasta voltou para casa bem mais cedo naquele dia e estranhou o silêncio absoluto que tomava conta da residência. Como os pais trabalhavam o dia inteiro fora, os jovens costumavam ficar totalmente sozinhos desde cedo, e cada um possuía quartos separados justamente para garantir a privacidade. No entanto, ao se aproximar do corredor, ela notou que a porta do banheiro social estava trancada. Inicialmente, ao ouvir alguns gemidos abafados vindos lá de dentro, a mulher pensou que Eduardo, seu enteado de dezoito anos, estava apenas se masturbando sozinho.
Curiosa, ela deu mais alguns passos em silêncio. Foi então que começou a perceber barulhos nítidos de boca, estalos úmidos e gemidos manhosos que ela reconheceu imediatamente: eram de Flávia, sua irmã de criação, que passava os dias na casa com o rapaz. A madrasta achou muito estranho todo aquele barulho, pois era para ser somente Eduardo ali dentro. Encostando o ouvido na madeira, a mente da mulher começou a desenhar exatamente o que acontecia naquele espaço apertado. Nos primeiros minutos, com os estalos de boca cada vez mais intensos, ela imaginou que certamente seria Flávia de joelhos, chupando o pau do irmão de criação com vontade. Porém, o ritmo mudou de repente; os gemidos de Flávia ficaram mais agudos e os estalos de saliva continuaram fortes, o que levou a madrasta a crer que a situação havia se invertido e que Eduardo agora estava com o rosto enfiado entre as pernas da jovem, chupando a vagina dela sem nenhum pudor.
Sem poder interferir ou brigar, afinal ambos já eram maiores de idade e donos de suas próprias vontades, a madrasta sentiu uma onda de calor absurda invadir seu corpo. Consumida pelo fetiche do tabu familiar, ela encostou-se na parede do corredor, baixou a calcinha e começou a se masturbar ali mesmo, gozando forte apenas visualizando a safadeza que os dois faziam debaixo do chuveiro.
O segredo perverso, que era para ser trancado somente entre os dois, passou a ser também dos três, com a madrasta tornando-se a espectadora oculta da luxúria dos filhos dentro de casa.
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