Uma Semana Sozinho em Casa Com Minha Madrasta
Na semana em que o pai precisou se ausentar de casa por causa de uma longa viagem a trabalho, ele cometeu o erro de deixar sua jovem esposa, a madrasta do filho, completamente sozinha com o rapaz dentro de casa. Durante esse tempo isolados, a convivência forçada mostrou que os dois se davam bem até demais. Sob o pretexto de cuidar do jovem na ausência do pai, ela procurava controlar o seu enteado de todas as formas, ditando as regras da casa e controlando rigidamente os seus horários. Em alguns momentos, ela procurava ajudar o jovem em seus estudos, mas a proximidade física acabava o distraindo com outras coisas e aumentando o desejo entre os dois. Já na hora do banho, ela ia mais longe no controle e tentava melhorar a higiene nas partes íntimas do seu enteado, entrando no box para ensinar na prática a forma mais adequada de como aquilo tinha que ser feito, esfregando o pau do rapaz até deixá-lo completamente duro, alimentando uma tensão sexual absurda entre eles, longe dos olhos do pai que trabalhava fora da cidade.
A madrasta, uma mulher linda, provocante e dona de um corpo escultural, começou a andar pela casa com roupas curtas e transparentes, atiçando o enteado. O rapaz, que já passava os dias com o pau duro de tanto olhar para ela, não aguentou a provocação ao vê-la sair do banheiro de toalha. O clima esquentou no quarto do jovem, eles estavam vivendo praticamente como marido e esposa. Sem a presença do marido, a madrasta se entregou ao desejo pelo jovem, esquecendo completamente o casamento.
Eles passaram o resto da semana trancados, transando em todos os cômodos da casa. Apesar de ditar as regras no dia a dia, na cama a madrasta adorava ser dominada pelo enteado e ficava de quatro na cama, dando a buceta e o cuzinho com vontade enquanto o rapaz a comia com violência e força. O sexo proibido virou um vício diário, com direito a chupadas intensas e fofocas sussurradas no ouvido sobre como o pai era corno e nunca saberia de nada. A cada foda, o rapaz se deliciava em gozar na boca, nos seios e na cara da madrasta, que engolia toda a porra com tesão. Quando a semana chegou ao fim e o pai ligou avisando que estava voltando da viagem, a madrasta, ainda com o corpo suado e lambuzado da última foda, implorou para o jovem não contar nada ao pai sobre o que acontecia após o banho dela, selando um pacto secreto de sacanagem que continuaria sempre que ficassem sozinhos.











