Revivendo o passado com a minha meia-irmã
Depois do acontecido na noite anterior, o meio irmão ainda tenta procurar o conforto dos peitos de sua meia irmã, mas tudo que ele ouviu não sai de sua cabeça. Por algumas vezes pela manhã ainda tentava chupar os peitos de sua meia irmã, até conseguiu bater uma punheta nos peitos dela. Mas os gemidos dela com outro homem ecoam em sua cabeça. Determinado a deixar aquele sentimento de lado e esquecer os peitos de sua meia irmã, ele tenta seguir a vida. Arruma um emprego, sai em busca de amizades, tenta curtir a vida e deixar os problemas para trás.
A cada dia que passava ele procurava menos a meia irmã e focava cada vez mais na vida que estava construindo novamente e isso foi notado pela meia irmã. O jogo havia virado, quem estava atrás do seu meio irmão agora era a meia irmã. Sem compreender o porque do afastamento ela tenta se aproximar de todas as formas que encontra, mas, sem sucesso.
O meio irmão segue a vida, sem dar explicações, sem conversinhas ou sorrisos e isso deixa a meia irmã cada vez mais impaciente, até que um dia ela decide confronta-lo. Em uma noite enquanto os dois estavam no sofá, a meia irmã decide entender o motivo do afastamento e o meio irmão, não querendo dar explicações pois já havia superado aqueles peitinhos da meia irmã, culpa o trabalho, estava cansado de tanto trabalhar, nada mais que isso. A meia irmã percebe que o problema não é esse e continua a pressiona-lo a fim de extrair o real motivo do desinteresse do irmão pelos seus peitos.
O meio irmão segue sem resposta, sem demonstrar nenhum afeto ou preocupação pelo problema da meia irmã. A meia irmã vendo que não ia conseguir nada além daquelas poucas palavras ditas no sofá, em um momento de poucas alternativas, para recuperar o interesse do irmão, decide tentar uma abordagem nova. Apesar de manter os laços familiares com o meio irmão, a meia irmã quer reviver o passado com ele, mas agora parece ser tarde. Uma historia de taboo e reconquista.










