Obsessão e conformismo de um tio Corno
A rotina daquela casa foi definitivamente engolida por uma obsessão sombria tio, onde a dor da traição se fundiu a um desejo de verdadeiro cuckold que é ser masoquista incontrolável. O marido, agora totalmente imerso em sua fantasia perversa, passava horas revisando as imagens das câmeras, observando cada detalhe da sua esposa manipulando e aproveitando cada centímetro do membro avantajado do sobrinho. Através das lentes, ficava claro que, naqueles momentos de luxúria, a única coisa que passava pela cabeça da mulher era a insignificância do marido diante da potência bruta do jovem rapaz. A comparação entre o “fusquinha” do tio e o “pau de jumento” do sobrinho tornou-se o combustível para o fetiche de cuckold que agora ditava as regras do lar.
Mesmo ciente de que a fidelidade era uma lembrança distante, o homem continuava a buscar o corpo da sua esposa que na teoria era tia do Sobrinho e na pratica era a nova mulher do seu sobrinho. Durante a intimidade do casal, ele se alimentava da ideia perturbadora de que aquele corpo agora pertencia a outro macho alfa. Ele percebia, pelo olhar distante e pela respiração ofegante dela, que a esposa certamente o trocava em sua imaginação. Ela agia como uma mulher precisava sentir prazer naquele dia, nem que pra isso o chifre era cravado na cabeça do marido pelo sobrinho. Nos poucos momentos íntimos que ainda tinha com seu marido a esposa inevitavelmente revivia em sua mente o preenchimento avassalador que pênis do seu sobrinho dotado conseguia proporcionar.
O conformismo do marido atingiu um nível de perversão onde ele se sentia um espectador privilegiado da própria desonra. Ver a sua doce mulher render-se completamente ao pedaço de carne que ficava dura ao estar irrigada e vascularizada no penis do sobrinho.











