Empregada em nova mulher
O macho alfa e patrão se depara com Elisa, sua jovem empregadinha, que chega visivelmente atrasada para o expediente. No entanto, a pontualidade era o que menos importava naquele momento, pois ele estava consumido pela saudade e, principalmente, pela curiosidade mórbida de saber se ela havia cumprido as ordens depravadas que ele lhe impusera no dia anterior. O controle que ele exerce sobre a moça transformou a relação de trabalho em um jogo de submissão e desejo, onde a figura de “santinha” de Elisa desaparece a cada novo comando de seu superior.
Ao confrontá-la, o chefe percebe que a jovem está cada vez mais entregue ao seu papel de objeto de prazer, perdendo a timidez e assumindo uma postura de verdadeira amante dedicada aos caprichos dele. Ele a observa detalhadamente, buscando sinais da transformação que prometeu realizar em apenas uma semana. Elisa, agora sob o domínio total do patrão, entende que seu emprego é apenas uma fachada para a verdadeira função que desempenha naquela casa: satisfazer os instintos mais primitivos do homem que a comanda. O clima de tensão sexual no escritório torna-se insuportável, culminando em mais um encontro onde a hierarquia profissional é substituída pela luxúria desenfreada, provando que a metamorfose da jovem está quase completa e sem volta.









