De Santinha a Puta em 7 dias
Elisa é o retrato da mulher batalhadora: vinda de uma família numerosa e presa a um casamento precoce com um marido muito ciumento e possessivo. A necessidade financeira da família obrigou ela a ir trabalhar fora, ela encontrou no emprego doméstico uma forma de ajudar dentro de casa. Sua dedicação da Elisa logo conquistou a confiança absoluta dos patrões, mas a oportunidade de uma mudança drástica surgiu quando a família do Patrão viajou, deixando a casa sob os cuidados apenas do Marido da Patroa. Sozinhos naquela residência por sete dias, o ambiente de respeito deu lugar a uma putaria sem perigosa e a um desejo de libertação por parte da empregada. Percebendo a carência de Elisa, e o patrão decidiu aproveitar a ausência da esposa para “ensinar” a nova empregadinha uma nova forma de sentir prazer, quebrando o taboo da relação entre patrão e empregada.
Durante essa semana de total liberdade, Elisa descobriu um mundo de prazeres e fetiches que seu marido jamais sonhou existir, entregando-se ao Patrão. A noite após o primeiro putaria, ele estava enfeitiçado por ela por tudo que tinha apreendido. No dia seguinte, Elisa voltou ao trabalho tentando manter o profissionalismo, mas o desejo nos olhos a traía. Eles voltaram a assistir filmes pornôs juntos, transformando a sala em um laboratório de sacanagem onde a empregada casada buscava aprender tudo o que seu matrimônio frustrado lhe negou. Foi então que o chefinho fez um pedido inusitado: uma marca de posse que ela dificilmente conseguiria justificar para o maridinho.
A transformação de “santinha” a puta estava completa em apenas uma semana de submissão e depravação. Aquela residência tornou-se o cenário de uma iniciação sexual inesquecível, onde o vigor do patrão e boa vontade de apreender da patroa fizeram toda diferença. A mudança na vida da empregada tomou outros rumos não só dentro do trabalho mas no seu casamento.