Um casal, diferente de muitos outros, mantinha uma união liberal para os padrões da sociedade. Eles tinham uma vida sexual ativa e intensa, tanto entre si quanto com parceiros que escolhiam juntos fora do casamento. Mantinham total harmonia na relação; a participação de outras pessoas para se relacionarem com os cônjuges nunca foi objeto de ciúme ou insegurança.
No entanto, para que esse tipo de relacionamento funcione, não basta apenas o parceiro ter liberdade sexual. É preciso respeitar três regras fundamentais que jamais podem ser quebradas, sob o risco de causarem danos irreversíveis ao matrimônio.
A primeira regra determina que se deve avisar com quem está saindo. A segunda proíbe repetir o parceiro, pois isso demonstraria que houve apego a ele. A terceira, e mais sagrada de todas, é que jamais se deve trazer alguém para transar na cama do casal. Aquele ali é o local mais sagrado do casamento e tem que ser preservado. Inclusive, essas duas últimas regras são consideradas imperdoáveis se forem descumpridas.
Eles tinham regras rígidas na rotina: saíam pelo menos duas vezes por semana com outras pessoas. Havia total flexibilidade para escolher até mesmo o horário de retorno para casa após uma longa noite com um parceiro desconhecido.