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Depois sai da cadeia, tive começar a comer a mulher dos outros

Por: AmoPornoBR 02/10/2026 ⏱ Tempo de leitura: 14min
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Ex-presidiário, sai da cadeira não consegui oportunidade de trabalho, e teve convite de uma amiga das antigas, pra começar comer mulheres casadas.

A sociedade queria me ver reintegrado, trabalhando, pagando impostos, mas ninguém queria dar a oportunidade.

Não era injustiça — era realidade. Ex-presidiário carrega o estigma como tatuagem na testa, mesmo quando não tem nenhuma.

Eu sobrevivia de bicos. Frete, descarregamento de caminhão, conserto de coisas que outros jogavam fora. Vida honesta, sem terno e gravata.

Ana me ligou numa terça-feira à tarde. Conhecia ela de antes da cadeia. Loira madura, trinta e poucos, magrinha com curvas que não terminavam, seios enormes que balançavam quando ria. Ela ria muito.

— Uma amiga minha quer iniciar o marido no mundo liberal e está disposta a pagar — disse pelo telefone, a voz arrastada de quem fuma demais.

— Como assim? Por que não vão a uma casa de swing?

— O marido não sabe.

— Não sabe o quê?

— Que ela quer iniciá-lo. Ela é liberal, mas o marido é conservador, possessivo e ciumento.

— E…?

— Ela é minha amiga. Conversamos sobre essas coisas. Ela acha que falar o que quer para o marido ele nunca vai aceitar, mas que poderia criar uma situação para serem levados, com jeito, para uma troca de casais.

Eles têm uma casa de campo e ela pensa em convidar um casal para ficar lá com eles alguns dias.

— Você quer que eu passe alguns dias te comendo, comendo a sua amiga e ainda vai me dar dinheiro pra isso?

— Exatamente! Gosto de você pela sua inteligência! — Ela respondeu.

— Minha rola grossa também ajuda — respondi zombeteiro. Ela riu do outro lado da linha. — E quanto é isso que vou ganhar para fingir que sou seu marido?

A resposta dela me deixou de queixo caído.

— O que essa sua amiga faz? Tem um banco?

— Eles são bem de vida… mas dinheiro não traz felicidade, como você pôde ver.

Eles têm uma loja bem movimentada, mas o que ela quer é rolas diferentes se movimentando dentro dela e não se importa que o marido movimente a rola dele dentro de outras bucetas também. Vai aceitar?

Aceitei. Mudei-me para a casa da Ana. O plano era simples: fingir que éramos casados, nos tornarmos íntimos da família e deixar a coisa rolar com naturalidade.

Clarisse, a “esposa liberal”, quis me conhecer. Combinamos um encontro fingindo ser por acaso, numa cafeteria.

— Ana, minha querida! Que surpresa encontrar você! — Clarisse chegou merecendo um Oscar, andando de mãos dadas com o marido.

Mulher madura, da mesma idade que a Ana ou um pouco mais velha. Pele bem clara, cabelos ruivos, olhos verdes. Não olhei muito para ela naquele momento.

A Ana tinha me alertado que o marido era ciumento e queríamos que ele simpatizasse conosco.

— Clarisse! Saudades de você! — A Ana se levantou e se abraçaram. — Senta aqui com a gente! Esse é meu marido, Petre.

— Marido?? Casou e não me convidou? — Clarisse me cumprimentou com um beijinho no rosto e puxou o marido. — Esse é o Gabriel, meu marido.

Ele estendeu a mão. Apertei. Trabalhador, de mãos calejadas, olhar desconfiado que se afrouxou quando sorri. Sou alto, 1,95, bastante musculoso, moreno.

Contrariando o estereótipo de ex-presidiário, sou educado e tenho um certo nível cultural que me permite ser uma companhia agradável.

Eu ignorei completamente a Clarisse.

Já a Ana se comportou como uma vadiazinha. Esticava olhares sempre que podia para o Gabriel, seguindo à risca o plano de fazê-lo se sentir desejado.

Quando o olhar deles se encontrava, ela desviava se fingindo constrangida. Aquilo me incomodava. Não fui exatamente um pacifista na vida.

A cadeia nos ensina que discussões se encerram na violência, que é o melhor meio de manter o respeito. Não estava gostando nada da “minha mulher” dar mole para aquele cara. Mas controlei meus instintos.

O café terminou com um convite para jantar na casa deles. O jantar seguiu o mesmo script: eu indiferente à Clarisse, a Ana aparentando interesse no Gabriel.

Terminou com dois convites — um para passarmos uns dias na casa de campo deles, outro mais imediato, para passarmos a noite ali mesmo. Os dois feitos pelo Gabriel.

Não sei se já planejando alguma situação com a Ana ou se simplesmente porque tinha gostado de nós. Clarisse ergueu as sobrancelhas, surpresa.

Um esboço de sorriso cruzou o rosto dela. Saiu melhor que o plano original — era dela que vinha o convite.

— Não queremos incomodar — respondi.

— Não é incômodo. A casa é grande, temos quarto para visitas, e vocês beberam. Não é bom que dirijam nesse estado — ele insistiu.

— Vamos ficar, amor — disse a Ana, um pouco alterada pelo álcool. Ou se fingindo. Em seguida cochichou no meu ouvido que não ia aguentar esperar para chegar em casa, insinuando estar ardendo de desejo.

Nossos anfitriões, se não ouviram, no mínimo perceberam. Concordei relutante. Nos deram um quarto ao lado do deles.

Nessa altura já era nítido o interesse do Gabriel na Ana. Embriagado pelo vinho e pela impressão de ser desejado por ela, às vezes parecia esquecer que a mulher dele e o marido da Ana estavam no recinto.

Quando o pinto endurece, o homem perde a capacidade de raciocinar direito.

Eu estava do lado de dentro com a Ana quando a porta do quarto fechou. Ela estava com um vestidinho leve, curto e decotado que valorizava seu poder de sedução.

Usou de olhares, sorrisos na hora apropriada, toques nas mãos durante toda a noite. E eu estava me sentindo enciumado. Admito. Gosto da Ana.

Não só como mulher, mas como companheira também. Meu instinto chegou a sugerir ao meu córtex cerebral brigar pela minha fêmea, mostrar àquele rival que a Ana tinha dono e era minha.

Não foi intencional, mas isso deve ter aumentado a autoestima do Gabriel — ele perceber que eu estava ficando irritado com as entradas que a Ana dava para ele, que ela como fêmea tinha comparado ele comigo e optado por ele.

Fiquei puto. A Clarisse deve ter achado que éramos dois atores de primeira.

O fato é que quando fechei a porta do quarto eu queria mostrar para a Ana quem é que mandava.

Agarrei-a pelo pescoço, como quem ata uma gravata, e enfiei a mão por baixo do vestido, levantando-o até chegar aos seios.

Puxei o sutiã para baixo e apertei aqueles peitos cheios, massageando os mamilos entre os dedos, beliscando até ela gemer manhosa e esfregar o traseiro em mim, sentindo minha rola crescendo contra sua bunda.

— Você acha que é solta no mundo, sua putinha? — sussurrei roçando os lábios na orelha dela. — Você tem dono, entendeu? Tá pensando que vou deixar você dar praquele cara? Aqui tem tudo que você precisa.

Ela riu num tom sarcástico e eu não soube se era da situação ou da minha afirmação. A sensação de que a estava perdendo para aquele riquinho filho da puta abalou minha confiança.

Em vez de tirá-la dali, desci a mão e encontrei a calcinha encharcada. Alisei por cima, depois enfiei os dedos por dentro e comecei a boliná-la.

O creme escorria entre meus dedos. Levei-os à boca dela, fiz sentir o próprio gosto, depois lambi parte do creme eu mesmo. Ela continuava presa na gravata, rebolando em mim.

Desci a calcinha até o meio das coxas, desabotoei a calça, abri o zíper, chacoalhei a perna e pus meu pau pra fora, duro feito pedra.

Encostei na buceta por trás e ela gemeu mais alto, empinando a bundinha, ficando na ponta dos pés. Enfiei de uma vez. Ela deu um gemido forte de dor, apesar de encharcada, sem resistência, alargando a vulva até tocar no fundo.

Tirei e comecei a socar. Ela presa na gravata, mãos apoiadas na parede ao lado da porta, recebendo meus impactos. Nem pensei nos gemidos altos chegando no quarto ao lado.

— É isso que quer, gostosa? — cochichei raivoso. — Acha que precisa de outro homem? Você é minha e de mais ninguém.

Ela gemia e o caldo se empossava na calcinha à meia altura das coxas. Comi feito animal, ela gozava feito potranca. Falei bobagens sobre posse, sobre ela ser minha propriedade exclusiva.

Ela aceitava submissa enquanto eu a arrombava, tentando marcar território. Gozei intensamente, urrando alto, despejando litros de porra dentro dela. Ela gritava impropérios e gozava também, pela enésima vez.

Fiquei imóvel, afrouxei a pressão no pescoço. Senti a rola diminuir e a porra escorrer pelo pau, pelo saco, pingar no caldo acumulado nos fundilhos esticados da calcinha, próxima aos joelhos daquelas pernas abertas.

Soltei-a e senti vergonha. Andei até a cama, larguei a calça no chão, arranquei a camisa. Ela não foi se limpar. Veio atrás de mim, pernas sujas de porra, e se deitou ao meu lado.

— Há muito tempo não me sentia tão desejada — disse, me abraçando, depois afastando a cabeça pra me encarar. — Você está com ciúmes de mim, Petre?

Não respondi.

— Se você quiser, paramos por aqui…

Continuei em silêncio.

— Nós não temos nada um com o outro… já ficamos muitas vezes, aplicamos golpes juntos, mas você nunca falou em compromisso, Petre… e nem eu. — Falava baixinho, com comoção.

Eu a encarei. Ela tinha razão. Era uma mulher livre. Estávamos fazendo um trabalho honesto. Imoral talvez, mas honesto. Ela ia ganhar mais grana do que cinco ou seis salários.

Eu também. Não tinha direito de interferir. Com o pau baixando, raciocinava com clareza. O ciúme esvanecia.

— Não, Ana. Vamos continuar — respondi, tentando passar convicção que não tinha.

Ela ficou me olhando em silêncio.

— Não sou santo, você sabe… Sou um depravado. E você não fica atrás. Já chupou o pau de um cara e sentou em cima dele pra eu pegar a grana dele, porra! — tentei dar tom engraçado. Funcionou. Ela sorriu.

— Vamos nessa! Pode fazer seu jogo de sedução que você fica linda fazendo.

Isso a lisonjeou. Sorriu com mais naturalidade. Beijei-a na boca e retirei a calcinha, que ela puxara pra cima pra represar a porra.

Joguei-a pro lado, puxei-a pra mim, pernas nos meus antebraços, posição frango assado, e enfiei o pau na buceta suja e recém-fodida.

Comecei a fodê-la em velocidade. Ela parecia impassível, mas percebia sua expressão oscilando. Começou a gemer baixinho, dizendo num tom fininho que eu era o homem mais gostoso que já tinha estado nela, que jamais seria superado.

Que era minha e só minha, mesmo que se entregasse pra outro homem na minha frente. Que aquilo era business, mas o amor dela era pra mim.

Que ia sentir ciúmes quando eu comesse a Clarisse, mas ia gostar de ver eu arregaçar a buceta e o cuzinho da amiga. Que desconfiava que Gabriel não era metade do homem que eu era.

Que Clarisse era mal comida e ia conhecer um homem de verdade.

Tudo isso falava baixinho, me alisando o rosto suado, me encarando, movendo os quadris, me espremendo. Meu pau estava duro feito ferro quando o tom dos gemidos ficou mais rouco.

Ela gemeu alto, puxando minhas nádegas, cruzando as pernas atrás de mim. Não demorei a despejar outro rio de porra, urrando, esquecendo que podíamos ser ouvidos. E estávamos, como soubemos mais tarde.

Fiquei destruído de cansaço na cama enquanto Ana pegava a calcinha e andava a passos curtos e rápidos pro banheiro, usando a calcinha enrolada contra a buceta pra impedir a porra de descer pela perna.

Ela ligou o chuveiro e voltei a raciocinar com clareza.

Será que ela fazia tudo aquilo para me manter seduzido? A água correndo no banheiro marcava o tempo enquanto essas perguntas giravam na minha cabeça.

Será que eu era um otário prestes a virar corno? Sem mim ela não ganharia a grana. Mas e depois? Gabriel era rico, comandava vinte empregados, podia dar a ela um padrão de vida que eu jamais alcançaria.

Ela precisava de mim para chegar nele, mas depois não precisaria mais. Nem da Clarisse. Ana era inteligente, consciente do poder de sedução que tinha. Poderia convencer Gabriel a largar a esposa numa conversa só.

Cinco, seis minutos se passaram. A porta do banheiro abriu e ela saiu linda, cheirosa, sorrindo, enxugando o cabelo com a toalha.

Os peitos longos tremulavam de leve cada vez que seu calcanhar batia no chão. Deu um passo em direção à cama e parou. Nós dois ouvimos ao mesmo tempo: o ranger súbito de uma cama no quarto ao lado. Gemidos abafados.

O casal tinha ficado assanhado ouvindo nossa transa. Fodiam de modo arritmado, a cama batendo na parede. Clarisse gemia de boca fechada, mas ouvíamos as expirações graves do Gabriel metendo com violência.

Aí ela berrou, sem pudor nenhum: “Fode meu cu!” e depois “Me arregaça, quero ficar uma semana sem sentar!” O ploc-ploc característico do frango assado — o corpo dele batendo com força nas nádegas dela — preenchia os segundos entre os gemidos.

Meu pau subiu. Pensei que seria ótimo arrombar aquela bundinha empinada da Clarisse na frente do marido dela.

Ana se apropriou do meu pau, fazendo um carinho leve com as pontas dos dedos enquanto tentava imaginar a cena. Os gemidos do Gabriel ficaram altos e os gritos finais da Clarisse conclamaram ele a despejar a porra dentro do rabo.

Depois ela elogiou a “porra quentinha” que “escorria pelo cu e a fazia se sentir toda melecada”.

Silêncio. Ana abaixou e começou a chupar meu pau enquanto se masturbava. Estava dolorido pelos dois orgasmos recentes, mas ela sabia fazer aquilo muito bem.

Paramos quando ouvimos alguém tomar banho no banheiro ao lado e, segundos depois, a porta do quarto abrindo e passos descendo a escada. Ana vestiu o roupão emprestado pela Louise.

— Vou lá! Se for ele, vou provocá-lo mais um pouco. Se for ela, converso e volto. Fique aqui!

Saiu e fechou a porta. Poucos minutos depois, um secador de cabelo no banheiro ao lado. Clarisse. Gabriel tinha o cabelo baixinho, não usava secador.

Era ele que tinha saído. O ciúme me deu um soco no estômago. E se Ana estivesse chupando o pau dele? Saí do quarto sem fazer barulho. Vi-os no bar. Ana conversava com ele, fazendo caras e bocas nos momentos certos.

Chegou a se abaixar e esfregar a bunda nele sob pretexto de pegar algo no frigobar. Fiquei transtornado de ciúme e tesão — meu pau endureceu na hora. Gabriel estava louco de desejo, mas não dava o passo seguinte.

E estava certo: a esposa estava acordada. O secador parou. Voltei apressado para o quarto.

Fiquei desesperado. A Clarisse era safada — poderia levar os dois para o quarto dela, as duas dando para o Gabriel enquanto eu virava corno. “Eu ouviria”, pensei para me tranquilizar.

Mas e se fossem para um quarto distante? A casa era enorme. Minha tortura durou dez, quinze minutos. Finalmente Ana voltou. Não parecia ter sido comida. Meu coração palpitava.

— E aí? Como foi lá? — perguntei, tentando não mostrar preocupação.

— O Gabriel está preso na minha teia — respondeu baixinho. — O plano vai funcionar.

Meu coração apertou. Me peguei torcendo contra o plano.

— Combinaram alguma coisa?

— Não. Só fiz algumas insinuações sobre o quanto estava ansiosa para passar a semana na casa de campo deles. Esbarrei minha mão no pau dele uma hora e ele quase gozou — riu.

Concluí que não tinha transado nem chupado. Fiquei mais tranquilo.

No café da manhã seguinte, havia no ar um clima de noite bem-sucedida. As fêmeas tinham aquela satisfação de mulher bem comida que todo homem reconhece ao amanhecer.

Gabriel exibia a autoconfiança de uma águia com presa nas garras, já mirando a próxima. Eu devia parecer preocupado — coisa que Clarisse interpretou como representação minha, já que sabia que eu não era nada da Ana.

E Gabriel deve ter achado que eu o via como um macho mais completo, assistindo indefeso enquanto ele arrastava minha fêmea para a cama dele.

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