Deixe um velho Haitiano me chupar

Mulher casada emprega um Pobre homem Haitiano e se descobre o que homem tanta experiência pode fazer com mulher mal resolvida na cama com seu atual marido
Eu me chamo Miriam sou descendente de holandês, 1,62 de altura, cabelo preto cortado na altura dos ombros.
Seios médios, empinados, e uma bunda de 96 centímetros que a esteira e os pesos do quarto de ginástica mantinham firme.
30 anos, casada com Rogério há cinco. Ele tinha 45 e trabalhava numa multinacional.
Nossa casa ficava num bairro nobre da Capital. Muros altos, piscina, quintal grande.
Em novembro de 2020, Marli pediu férias. Resolveu visitar parentes em Goiás que não via há oito anos. Preparamos os documentos, ela partiu.
Não contratamos ninguém para substituí-la. Seria apenas um mês. Eu não trabalhava — minha vida era a casa e os trabalhos assistenciais da igreja, aos sábados, quando atendíamos imigrantes haitianos e africanos.
Num desses sábados, conhecemos Peter. Haitiano, três anos no Brasil, personalidade amável. Procurava trabalho para juntar dinheiro e buscar a família que havia ficado na África.
Rogério propôs que ele fizesse jardinagem no quintal às segundas. Achei boa ideia. Mas Rogério me puxou de lado e falou para eu prestar atenção nas roupas que usava em casa.
Eu gostava de ficar à vontade — blusa folgada sem sutiã, leggings. Combinou-se que Peter viria na segunda.
Na segunda, vesti uma roupa mais comportada. Conversei com Peter enquanto lhe levava as refeições.
Ele contava sobre a vida na África, as dificuldades, a saudade da esposa. Na terça, perguntei sobre o avô dele.
Disse que se chamava Angelo, 72 anos. Tinha feito cirurgia para retirar um tumor do estômago. Como não havia condição de operar na África, Peter juntou dinheiro e trouxe o avô para o Brasil.
Angelo era viúvo há cinco anos, ainda fraco da cirurgia, se alimentava só de coisas líquidas e ficava muito só. Comentei com Rogério. Ele disse que ia pensar num jeito de ajudar.
Na sexta, Rogério recebeu uma convocação da matriz. Um curso de aprimoramento em Manaus, um mês. Tentei adiar, mas era ordem da empresa. Marli não pôde voltar — uma tia adoecera.
Fiquei preocupada. Eu sozinha naquela casa grande.
No sábado, pagamos Peter pelo trabalho. Ele contou que viajaria na quarta para buscar a família. Mas estava preocupado com o avô, que ficaria sozinho.
O amigo que morava com ele havia arrumado trabalho noutra cidade. Rogério teve a ideia: Angelo poderia ficar na casa da empregada.
Relutei um pouco, mas pensei que uma pessoa de idade seria boa companhia. Peter ficou preocupado se não incomodaria.
Eu disse que seria um prazer. Cuidaria dos remédios e da dieta dele. Combinei com Peter que ele traria Angelo na quarta de manhã.
Rogério viajou no domingo. Na terça, arrumei o quarto para Angelo. Na quarta, a campainha tocou. Eram Peter e o avô.
Um senhor magrinho, cara simpática. Levei os dois ao quarto. Peter explicou os remédios, a dieta, deixou um telefone para emergências. Angelo disse ao neto que ficasse tranquilo, que estaria muito bem ali comigo.
Na quinta, acordei vestindo um baby doll — tipo um vestido, meio transparente, com uma calcinha branca por baixo.
Fui direto para a cozinha preparar o café. Esqueci de Angelo nos fundos. Escutei alguém me chamando.
Angelo tinha caído ao tentar se levantar. Me agachei para ajudá-lo. Seu olhar percorreu meu corpo — o tecido fino do baby doll, os seios marcando por baixo, a calcinha branca.
Só então me lembrei de como estava vestida. Não liguei. Era um senhor de setenta e cinco anos. Ajudei-o a levantar e o convidei para tomar café comigo.
Sentamos na cozinha. A conversa fluiu. Ele contou da vida, de como se sentia no Brasil. A voz mansa, o sotaque carregando as vogais.
Até sentir os seios molhando. Olhei para baixo. O baby doll transparente mostrava duas manchas escuras se alastrando no tecido, os mamilos endurecidos e visíveis.
Levantei os olhos. Angelo tinha a vista cravada nos meus peitos. Pedi licença, subi para meu quarto. Mas a imagem do velho olhando não saía da minha cabeça. Será que aquele senhor ainda tinha desejos?
Tomei banho, troquei para roupa de ginástica. Fui fazer meus exercícios no quintal. Angelo sentado numa cadeira, observando as plantas.
Passei por ele. Seus olhos acompanharam meu corpo — as pernas, a bunda na calça justa, os seios. Aquilo mexeu comigo. Algo estranho, uma coceira entre as pernas que não devia estar ali.
Convidei-o para almoçar. A tarde transcorreu tranquila. À noite, fui perguntar como ele estava. Pediu pizza. Comemos juntos. Eu vestia uma blusa branca com sutiã de renda.
No outro dia, acordei e vesti uma blusa de botões. Não gostava, mas era necessário depois de ontem.
Coloquei um short jeans, não muito curto. Cheguei à cozinha. Angelo já estava perto da porta. Convidei-o para entrar.
Disse que todos os dias poderia fazer as refeições comigo — eu me sentia só e a companhia dele ajudava o tempo passar. Começamos o café. Senti os peitos soltando leite de novo, quente, escorrendo dentro do sutiã.
— Preciso ir à farmácia comprar uma bombinha para tirar esse leite — falei, olhando para as manchas que se formavam na blusa.
“Precisa não, minha filha. Faça uma massagem que ajuda. Mas existem outras formas que na minha terra as mulheres utilizavam.”
A voz de Angelo saiu calma, os olhos cansados pousados em mim.
Eu estava ali na sala , com a blusa manchada de leite, os seios pesando como pedras.
“Qual forma?”
“Os maridos sugavam o leite em excesso de suas esposas.”
O sangue subiu às bochechas. Desviei o olhar para a janela, onde o sol de meio-dia rachava o quintal.
“Mas meu esposo demora a voltar. Ele me ligou ontem dizendo que não há previsão de voltar mais cedo.”
“Que pena, minha filha. Quem sabe eu posso te ajudar de alguma maneira?”
“Como assim, Angelo?”
Subi correndo para o meu quarto pegar meu celular estava tocando.
Eu fiquei pensando, como ele poderia me ajudar? Tive somente um homem na vida — Rogério.
Não passava pela minha cabeça a malícia daquele velho, ainda mais fraco e debilitado depois da cirurgia.
Coloquei um Short de lycra preto, top colado. Tudo grudado no corpo, marcando cada curva. Desci e vi Angelo perto da piscina, sentado na cadeira de plástico branco.
“Por que o senhor não aproveita a piscina?”
“Não, minha filha. Não tenho roupa para isso.”
“É uma pena mesmo. Depois quem sabe arrumamos uma roupa para o senhor.”
Fui para a academia dos fundos. Comecei alongamentos, agachamentos.
Quando saí, Angelo me olhou.
“O que aconteceu, minha filha?”
“Mesmo problema de hoje cedo.”
“Se quiser, eu posso te ajudar.”
“Como o senhor pode me ajudar?”
“Como eu disse, na minha terra os maridos tomavam o leite de suas esposas. Isso ajudava os a ficarem mais fortes. Como estou debilitado, eu poderia tomar.”
“Mas como vou fazer isso?”
“Eu posso tomar direto dos seus seios.”
O estômago revirou. As mãos fecharam em punho ao lado do corpo.
“Não posso. Isso é pecado e estarei traindo meu esposo.”
“Não. Você vai estar ajudando um velho em recuperação, precisando de cuidados.”
Fiquei em silêncio. A dor apertava. Os mamilos endureciam contra o tecido do top, pontudos, visíveis. Não concordava. Mas já estava começando a doer demais.
“Podemos fazer só com uma condição.”
“Qual?”
“Eu deixo você tomar o leite hoje. Mas logo após isso eu compro uma bombinha. E o que aconteceu aqui fica aqui. O senhor não conta para ninguém.”
“Tudo bem. Obrigado pela ajuda, minha filha.”
“Vamos la meu quarto. E lá você me ajuda.”
Caminhei na frente. As pernas tremiam. A sensação de que estava fazendo algo errado apertava o peito, mas a dor e a curiosidade me moveram até lá.
Sentei no sofá da sala. O estofado grosso, velho, com cheiro de sabão em pó.
“Sente aqui e deite com a cabeça no meu colo. Tampe os olhos enquanto eu tiro o top.”
Ele obedeceu. As mãos enrugadas cobriram o rosto. Meu coração batia tão forte que eu ouvia nos ouvidos. Pensei em Rogério.
Tirei o top com dedos trêmulos. Os seios ficaram expostos — os mamilos rosados, duros, com gotinhas de leite brotando na ponta.
“Seja rápido, por favor.”
Ele tirou as mãos do rosto. A boca enrugada se aproximou do seio esquerdo. O hálito morno bateu na pele antes dos lábios tocarem. Quando ele selou a boca no mamilo, suspirei e dei uma leve mexida. Ele parou.
“Tudo bem, minha filha?”
“Tudo sim. Seja rápido, por favor.”
Voltou a sugar. O som úmido enchia a sala — slurp, slurp, slurp. O leite escorria nos cantos da boca dele, descendo pelo queixo escuro.
Uma linha branca deslizou pelo maxilar enrugado. O corpo esquentou. A dor ia cedendo, dando lugar a algo diferente — um calor que subia do ventre, espalhando pelos quadris. Meus dedos agarraram o tecido do sofá.
Ele terminou o esquerdo e virou para o direito. Suspendi o seio com a mão, guiando. A boca se fechou no mamilo direito e suspirei de novo. Ele parou.
“Termina. Por favor.”
Voltou a sugar. Slurp, slurp. O leite saía em jatos finos contra a língua dele.
O ventre pulsava. Apertei as coxas. Queria que acabasse logo. Mas estava começando a curtir. O calor entre as pernas crescia, úmido, insistente.
Quando terminou, pedi que fechasse os olhos. Antes de vestir o top, olhei para meus seios — babados, brilhantes de saliva e leite, os mamilos duros como pedras. Não acreditava.
Vesti o top, me levantei.
“Obrigado. E peço que fique entre nós. Mais tarde trago a comida para você.”
Não conseguia olhar na cara dele. Mas antes de sair da sala, a voz me alcançou:
“Muito obrigado, minha filha. Não me sentia tão bem há muitos anos.”
Fui correndo para casa. Direto para o banheiro. Tranquei a porta. Tirei tudo — top, short, calcinha. Olhei para a calcinha. O tecido na virilha estava encharcado, escuro de líquido.
Meu corpo tinha respondido. Tinha sentido tesão por aquele senhor.
Entrei no banho. A água quente escorreu pelo corpo. Esfreguei os seios com sabonete, tirando cada resquício de saliva e leite.
As pernas ainda tremiam.
Aquilo tinha ido longe demais.
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