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Casada há 22 anos e fui ser puta do ex

Por: AmoPornoBR 25/08/2026 ⏱ Tempo de leitura: 6min
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Esposa casada há mais de vinte anos se cansa da rotina e das cobranças do marido, reencontra o antigo namorado e se entrega a uma rotina secreta de felação, beijo grego e sexo anal intenso.

Eu tinha 42 anos, 1 metro e 59 de altura, 60 quilos distribuídos em curvas que meu marido olha todas as noites me vigiando.

 

Meus seios grandes, bunda média, cabelos loiros caindo até a metade das costas.

 

22 anos de casamento, e eu ainda me lembrava de como era ser desejada.

 

Meu marido tinha um emprego bom. Eu trabalhava em escritório e passava longas horas trabalhando assim como meu marido.

 

Ele tinha genética boa, não engordava, eu falo isso da tal genética porque a mãe dele o pai dele os irmãos dele todos eram magro, já minha família não.

 

Mas o preço disso vinha na mesa do café da manhã, no almoço, no jantar. Ele era magro, sempre fora, e esperava que eu permanecesse do mesmo jeito que conhecera.

 

“Controla a boca”, ele dizia quando eu ia me servir em nossas refeições.

 

Eu engordava fácil. Sempre engordei. E perder era uma guerra. Ficava com raiva, mas engolia.

 

Engolia a raiva, engolia a fome, engolia a vontade de ser livre dentro da própria pele.

 

Afonso apareceu no Facebook como um fantasma que eu não sabia que estava procurando.

 

Uma página de músicas antigas, ele aprovando solicitações, eu clicando sem pensar.

 

A mensagem veio antes que eu pudesse arrepender-me: “Nossa, Letícia. Tão feliz de te ver por aqui.”

 

Começamos a conversar aquele dia, e claro eu não contei nada para o meu marido. De conversas passou para ligações, eu escutava a favor do meu ex, ouvia coisas que meu marido jamais diria.

 

Afonso me elogiava. Dizia que eu era linda. Dizia que me amava. Eu ria, desviava, porque meu marido ja muito tempo não me elogiava.

 

Acabei pondo senha no meu celular. Por precaução. Meu marido nunca mexia, mas o WhatsApp agora bloqueava sozinho a tela.

 

Pela manhã, assim que meu marido saía, eu ficava na minha empresa, esta empresa me deu presente a solidão perfeita para eu sair com me ex.

 

Eu e meu ex, marcávamos encontros naqueles horários, eu inventando compromissos, ele esperando em seu apartamento que eu ainda não conhecia.

 

O dia chegou. Esperei meu marido ir trabalhar, levantei, tomei banho. Passei óleo no corpo inteiro, já depilada, já pronta.

 

Mini saia jeans verde, salto, blusinha coladinha. Cabelos soltos, escovados, caindo como ouro falso nos ombros.

 

Maquiagem, batom vermelho, um carro dirigindo até um endereço que eu apagaria depois.

 

O apartamento era simples, que era muito diferente da minha, que era uma bela de uma casa, como ele mesma pensara.

 

Deixei o carro afastado, caminhei até o portão. Nem precisei chamar. Ele já estava na janela, me esperando.

 

Abriu o portão. Entrei. Fechou.  Ele me abraçou antes que eu pudesse avaliar o lugar.

 

Beijou minha boca, chupou minha língua, acariciou meus cabelos com mãos que tremiam um pouco. “Você não mudou nada”, disse. “Você está linda.”

 

Senti-me uma princesa. Ridícula, 42 anos, casada, sentindo-se princesa por causa de elogios que deveria receber do meu marido.

 

Minha blusinha saiu do corpo, não sei quando. As mãos dele passearam por baixo da mini saia, tocaram meu bumbum com familiaridade de quem já conhecera aquele corpo antes dele ser do meu marido.

 

Dedos invadiram por entre o fio dental, encontraram minha bucetinha. Uma buceta que ele já conhecia bem, que ele mesmo inaugurou quando ainda eu era adolescente, e tínhamos a mesma idade.

 

Naquele momento esqueci que eu era casada. Levei-o até o quarto, joguei-o numa poltrona no canto do quarto dele, próximo à cama. Ajoelhei.

 

Segurei o pau dele por cima do short, senti-o duro como pedra, pulsando contra a minha palma.

 

Ele me levantou. Colocou-me de costas para ele, mãos erguidas contra a parede, pernas abertas. Começou a me lamber do salto agulha para cima.

 

Dedos do pé, calcanhar, canelas, panturrilhas, subindo. Quando chegou à bunda, puxou o fio dental para o lado, lambeu meu cuzinho.

 

Eu dei um pulo para frente, ele segurou minha cintura, enfiou a língua no meu cuzinho sem pedir permissão.

 

Tirou meu fio dental com os dentes. Ouvi o barulho das narinas, o som dele cheirando, inalando. “Porra”, soltou.

 

“Que delícia o cheirinho da bucetinha e do cuzinho.” Enfiou a língua por baixo, me chupou a bucetinha e o cuzinho alternadamente, uma lambida em cada, uma invasão em cada.

 

Meu marido nunca tinha feito isso. Nunca colocara a boca ali, nunca se interessara por aquele buraco que agora era do Afonso meu ex, estava devorando com fome de quem volta para casa.

 

Eu tremia. A língua entrava no cu e na buceta, confundindo os limites, fazendo-me gozar na boca dele.

 

Ele tomou toda minha porra, engoliu, continuou lambendo como se eu ainda tivesse mais para dar.

 

Sentou-me na poltrona novamente. Ele em pé, eu sentada, o pau na minha cara. Meu marido nunca me colocara para mamar.

 

Nunca me pedira isso, nunca imaginara que eu pudesse querer. Mas a vara de Afonso batia no meu rosto, batia, batia, e eu sentia cada impacto como uma ofensa à minha dignidade de esposa respeitada.

 

Meu marido sempre me respeitara demais.

 

Afonso segurou meu queixo. Colocou a ponta do pau na minha boca. “Mama, minha bezerrinha”, ordenou. Eu, sem jeito, com nojo que não conseguia descrever, engoli a cabeça.

 

A pele recuou, senti a cabeça crescer dentro da minha boca, a cada sugada ficava maior, mais dura. A baba saía da vara, entrava na minha boca, eu tomava, engolia, aceitava.

 

Ele tirou, colocou as bolas na minha cara, uma depois da outra, eu chupei cada uma, lambendo, humilhada e excitada em proporções que não conseguia medir.

 

De joelhos na poltrona, rabo erguido, levei uma varada na buceta. Afonso louco, gemendo, falando que ia comer meu cuzinho.

 

Eu disse não. Disse que era virgem ali, que doía, que meu marido nunca tentou. Acho que falar aqui foi pior.

 

Ele correu ao banheiro, voltou com um gel, passou no pau, e sem avisar, sem preparar, sem cuidado, enterrou tudo no meu cuzinho.

 

Dei um pulo de dor. Um grito que não reconheci como meu. Ele segurou, caímos no chão, eu ainda gritando, ele enterrou mais uma vez, tudo, até as bolas baterem na minha buceta.

 

Implorei para parar. Ele não ouviu, ou ouviu e não quis saber. Enterrou, tirou, enterrou de novo, arrancando meu lacre, fazendo-me dele completamente.

 

Fui para casa dolorida. Sentada no carro, cada buraco na estrada era uma punição. Mas voltei. Voltei na semana seguinte, e na outra, e na outra.

 

Mamei pau e bolas, dei buceta e cuzinho, aprendi a pedir, a implorar, a gemer no tom que ele gostava. Meu marido em casa não fazia o que meu amante fazia.

 

E eu, que fora princesa por um dia, descobrira que preferia ser puta do meu ex.

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