
Primo descobre segredo da prima casada do interior era bem safada com outros homens nas redes sociais.
O meu nome é Carlos. O que aconteceu começou em 2018, quando eu tinha 19 anos.
Eu morava com minha mãe numa casa simples na cidade pequena.
Desde cedo eu aprendi a mexer com celulares e computadores. Formatava aparelhos, recuperava sistemas, instalava aplicativos.
As pessoas me procuravam, eu resolvia o problema e cobrava pouco. Era um dinheiro extra que ajudava em casa.
Eu tinha uma prima chamada Vitória. Na época ela estava com 39 anos.
Uma mulher simples, criada na fazenda. Magra, uns cinquenta quilos, um e sessenta e cinco de altura. Seios pequenos, bunda pequena.
Cabelo preto liso, sempre preso num rabo de cavalo solto. Rosto comum, daquelas feições que a gente vê em qualquer mulher do interior.
Nada que chamasse a atenção de ninguém. Eu nunca olhei para ela de forma diferente. Ela era família, ponto.
Vitória casou com meu primo. Ele trabalhava com gado, levava boi e cavalo para outras fazendas e passava a semana inteira fora.
Só voltava para casa nos fins de semana. Ela ficava sozinha lá na chácara, sem muito o que fazer.
Foi aí que ela soube que eu entendia de celular. Começou a aparecer em casa. Chegava com o aparelho na mão, sentava na cadeira da cozinha e esperava eu resolver o problema.
Reset, conta na Play Store, atualização. Sempre tinha alguma coisa. E eu fazia tudo de graça. Isso me incomodava, mas eu não dizia nada.
Um dia ela me pediu para criar uma conta no Facebook. Disse que queria ver o que as pessoas postavam, conversar com as amigas.
Eu criei um e-mail, cadastrei ela, coloquei uma senha com a data do aniversário dela.
Eu sabia que ela ia esquecer e voltar para me perguntar. Quando terminei, ela sorriu, pegou o celular e saiu animada.
Em poucos dias já estava postando fotos de flores e da lagoa da chácara.
Mais de um mês se passou. Eu estava em casa sem nada para fazer, mexendo no computador.
Abri o navegador e ali, no canto da tela, apareceu o ícone do e-mail que eu tinha criado para ela.
Fiquei olhando para aquele ícone por uns segundos. Lembrei da senha. Lembrei da conta do Facebook.
Uma curiosidade bateu. Entrei na conta dela, abri o chat das mensagens.
Vi conversas com um rapaz. Vitória mandava mensagens dizendo para ele ir na casa dela durante a semana, que ela estaria sozinha.
Dizia que estava doida para dar pra ele. Eu fiquei parado olhando para a tela. Li duas, três vezes. As mensagens eram poucas, o que indicava que ela apagava a conversa depois.
Aquelas estavam lá porque tinham sido enviadas há poucos minutos, esperando resposta.
O rapaz respondeu. Era de longe, de outra cidade. Pelo teor da conversa, era o tipo de papo que nunca ia sair da tela.
Putaria virtual, nada mais. Quando a conversa acabou, as mensagens sumiram.
Ela apagava tudo. Medo do meu primo pegar o celular.
Eu não conseguia acreditar. Aquela mulher simples, quieta, que sempre se mostrou direita, estava fazendo aquilo.
E a curiosidade me comeu. Queria saber até onde ela ia. O quanto ela era safada.
Eu tinha uma conta fake que cultivava há uns três anos. Postava fotos, interagia com pessoas, mantinha tudo ativo para ninguém desconfiar.
Quem tem o costume de criar fake sabe como funciona. Mandei solicitação de amizade para Vitória. Em pouco tempo, foi aceita.
Fui no chat, agradeci, puxei assunto. Perguntei sobre as fotos de lagoa e flores que ela postava. Ela respondeu, foi conversando.
Perguntei se era solteira. Ela disse que sim. Mulher casada dizendo que era solteira para um desconhecido. Eu segui a conversa sem pressa.
Por três dias mandei bom dia, conversei sobre coisas simples. Até que um dia ela puxou o assunto sobre eu estar solteiro.
Eu respondi que ainda não tinha achado a pessoa certa. O papo foi esquentando. Ela perguntou o que eu achava dela, se eu ficaria com ela.
Eu disse que achava ela bonita e que sim. Ela perguntou o que eu gostaria de fazer com ela. A conversa foi subindo de tom.
Ela revelou que gostava de chupar um pau. Disse que sua posição favorita era de quatro.
Falou que amava que castigassem o cuzinho dela.
Eu pedi fotos. Mando umas que eu tinha baixado da internet para parecer minhas.
Ela mandou fotos onde não mostrava o rosto, mas eu sabia que era ela. As roupas eram as mesmas que eu já tinha visto ela usar.
Nas fotos ela levantava a blusa e abaixava a calça. Peitinhos pequenos que cabiam nas mãos, com bicos grandes.
Uma buceta com um grelo bem grande. E uma foto mostrando a bundinha pequena, mas com um cuzinho que aparentemente já era bem abertinho.
Eu tirei print de toda a conversa. Salvei cada foto. Sabia que ela ia apagar tudo em qualquer momento. E foi o que aconteceu.
Conversamos por mais uns dias, ela perdeu interesse e me bloqueou. Pensei que ela devia fazer aquilo com vários homens, mas sem passar de mensagens e fotos.
Mas comigo ia ser diferente. Eu estava decidido. Ia castigar aquele cuzinho dela. Ia comer prima Vitória.
Num domingo fui lá na casa dela. Estavam ela, meu primo e mais familiares reunidos.
Tirei várias fotos com a galera. Postei todas no meu Facebook, coisa que eu nunca fazia.
Marquei todos os parentes. Marquei Vitória. Tinha algo em mente.
Dias depois, entrei na conta fake e mandei mensagem para minha conta verdadeira.
O fake perguntou quem era a mulher da foto. Eu respondi que era minha prima.
O fake respondeu que ela era uma puta, que ficava enganando os outros, e mandou todos os prints da conversa e as fotos dela pelada.
Eu respondi que não podia acreditar, que ia tirar a história a limpo e mandei ele ficar longe da minha família. Tudo encenado. As duas contas eram minhas.
Logo em seguida mandei mensagem para Vitória no WhatsApp. Ela respondeu rápido. Contei que um rapaz tinha vindo conversar comigo e mandado os prints e as fotos.
Ela entrou em choque. Pediu para eu não contar a ninguém. Disse que meu primo era bravo, que iria mandá-la embora de casa.
Eu respondi que estava chateado com tudo aquilo e que ela teria que vir em casa para conversarmos.
Eram duas horas da tarde quando Vitória chegou. Entrou de cabeça baixa, olhos vermelhos e úmidos.
Sentou na cadeira da sala e começou a falar. Pediu para eu não contar nada. Disse que aquilo ia acabar com a vida dela.
Falou que só fez aquilo porque estava carente, se sentindo sozinha.
Eu peguei o celular, abri um aplicativo de espelhamento e liguei a TV da sala. Uma tela de sessenta polegadas.
E lá estavam os prints da conversa. Uma por uma. As fotos apareciam grandes, nítidas. Vitória abaixava a cabeça cada vez que uma imagem surgia na tela.
A voz dela saía baixa, quebrada. Dizia que não sabia o que fazer para consertar aquilo. Que se pudesse voltar atrás, nunca teria feito nada daquilo.
Apontei para a tela da TV onde as mensagens ficavam expostas.
— Olha aqui. Você dizendo que gosta de dar o cu, que quer que castiguem seu cu. Mandou até foto com o cu arreganhado.
Vitória ficou parada. Os olhos iam da tela para o chão, as mãos apertadas uma contra a outra.
— Eu não sei o que te dizer… — a voz saiu fina, quase sumindo.
— Já que você quer tanto que castiguem seu cú, eu vou fazer isso agora.
Os olhos dela se arregalaram. Deu um passo para trás.
— Você é meu primo. Você não deveria falar essas coisas pra mim.
Cruzei os braços.
— As coisas que você fez também não deveriam fazer. Você é uma mulher casada. — Dei uma pausa. — Se você quiser consertar isso e ninguém saber, vai ter que fazer o que eu quero.
— O que você quer de mim? O que você vai fazer comigo?
— Quero que você seja a minha puta. Vou fazer de você a minha putinha.
Ela ficou em silêncio. Eu prossegui:
— Pode recusar e ir embora. Mas se recusar, eu envio tudo pro meu primo agora mesmo.
A cabeça dela abaixou. Os ombros caíram.
— Vou lá trancar o portão pra ninguém nos interromper. Você vai pro meu quarto. Quando eu voltar, quero ver você pelada de quatro.
Se não estiver assim, nada vai ser resolvido.
Fui ao quintal, tranquei o portão, fechei as portas.
Na cozinha, tomei um copo de água e fui ao quarto.
A luz estava apagada. Acendi. Lá estava ela: de quatro, bunda apontada pra mim, cabeça baixa num travesseiro.
Vitória não era bonita. Magra, uns cinquenta quilos, seios e bunda pequenos.
Jamais teria interesse por aquele tipo de mulher.
Mas naquela situação, com o controle da vida dela nas minhas mãos, o tesão subiu como nunca.
— Apaga a luz — ela pediu.
— Não. Quero ver seu cuzinho sendo castigado por mim.
Na gaveta do computador, peguei o lubrificante. Coloquei nos dedos e passei naquele cuzinho devagar, deixando todo melado.
Ela ficou muda, de quatro, sem esboçar reação. O cú parecia frouxo, não tão apertado quanto eu esperava.
Melei meu pau, encostei na portinha. Ela fez uma cara feia, mas não reclamou.
Comecei a pôr e tirar devagar. Squish, squish. Fui aumentando o ritmo. Tapa, tapa, tapa — a pele batendo. Ela gemeu.
— Aahh… — os gemidos ficaram mais altos.
Socando forte, aquele cú engolindo meu pau, o barulho de carne molhada preenchendo o quarto.
Fodi por mais dez minutos até gozar. Tirei e o melado escorreu.
— Vou ao banheiro. Você vem comigo.
No banheiro, ela tinha porra escorrendo pelas pernas. Abri o chuveiro e entrei no box. Ela caminhou em minha direção.
— Você não. Fique aí mesmo.
Se ajoelhou. Chupou todo o resto de porra que ficou no pau, pegou o sabonete e deixou tudo limpinho. Desliguei o chuveiro.
Ela pegou a toalha e me enxugou. Então me olhou fixo e deu uma risada.
Fomos pra uma área da casa. Sentei numa cadeira e mandei ela chupar. Passaram-se cinco minutos até ela parar e falar:
— Já que estamos fazendo isso, quero que você me foda mais.
Virei-a de quatro ali mesmo. Montei em cima dela e enfiei na buceta. Ela gemeu alto, gozou rápido, deixando tudo melado de novo.
Com o pau já lubrificado, posicionei no cú e meti forte por uns minutos até gozar novamente.
Voltamos ao banheiro. Tomamos banho. Ela se arrumou e foi embora.
Mais tarde, uma mensagem no WhatsApp:
— Então está tudo resolvido? Você não vai falar pra ninguém? E apaga esses prints agora.
Respondi:
— Tudo bem. Negócio fechado, pode ficar tranquila.
A resposta veio rápido:
— Que bom, fico aliviada. Mas eu gostei de ficar com você hoje. Se você quiser, podemos repetir. Só me chamar, ou vir aqui em casa durante a semana que vou ser sua puta.
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