Eu queria me vingar da minha esposa depois que descobri a primeira traição dela. Mas preciso esclarecer uma coisa: a vingança que eu tinha planejado não deu certo.
Meu plano era fazer ela sentir o peso na consciência no dia da nossa viagem. Eu ia colocar a nossa música da adolescência para tocar, aquela mesma que soava no rádio do fusca do meu pai quando a beijei pela primeira vez.
Eu queria fazê-la reviver os nossos primeiros momentos juntos e, com isso, fazê-la sentir culpa das suas traições. Mas, infelizmente, não funcionou.
A música tocou, ela sorriu com aquele olhar distante, e não sentiu porra nenhuma. Naquele instante, percebi que a mulher que eu amava já tinha partido fazia tempo.
Foi quando eu decidi terminar com ela. Ela chorou, falou que ia pra outro estado, que ia mudar de vida. Entre lágrimas, disse que me amava.
Eu simplesmente não tinha como fazer diferente, e fui firme na minha decisão. Fechei a porta e assisti ela arrastar a mala pelo corredor, o som das rodas no piso frio ecoando como um tiro de misericórdia.
Meses se passaram. As minhas últimas semanas a vida parecia estar se estabilizando, mas a falta dela era incalculável. Sai e transei com outras mulheres, mas só conseguia funcionar na cama quando pensava nela.
Fechava os olhos e só via aquela buceta dela engolindo meu pau de 16 centímetros, o jeito que ela movia o quadril, como se fosse feita sob medida pra mim.
Essas mulheres, por mais que fossem pessoas maravilhosas, nenhuma tinha aquela coisa que só minha ex tinha. Não sei explicar o cheiro do cabelo, o cheiro do corpo, o gemido que ela dava falando meu nome no ouvido.
Era como uma droga que me corria no sangue e não saía de jeito nenhum. Eu evitava entrar nas redes sociais da minha ex, pois isso iria me machucar demais.
Eu de fato não queria me deparar com ela oficializando um relacionamento com alguém, ou saindo à noite com amigas, sem postar como terminou a noite.
Minha mente já construía o cenário: muito provavelmente trancada num quarto de algum cara pauzudo fodendo ela por uma hora sem parar.
E eu ainda com minhas preliminares longas pra não comer logo de cara e gozar rápido, tentando compensar com carinho o que me faltava de brutalidade.
Mas eu seguia os parentes dela. Gostava muito da mãe dela, que postou uma foto com ela. Achei estranho e, quando fui ver, ela já tinha voltado para o Rio de Janeiro.
Saber que ela estava na mesma cidade que eu foi quando a avalanche desceu na minha vida. Logo que fiquei sabendo que ela estava aqui, minha tensão e ansiedade subiram muito.
Comecei a ficar paranoico de verdade, principalmente porque ainda havia vários pertences dela aqui em casa. Inclusive calcinhas, lingerie, perfume que eu tinha comprado pra ela e creme do corpo.
Neste tempo, eu me masturbava com frequência cheirando as coisas dela. Eu não chegava a gozar na calcinha, pra não tirar o cheiro original dela.
Passava o tecido pelo rosto, inspirava fundo, e aquilo me levava a lugares que nenhuma mulher viva conseguia. Mas conseguia gozar bem mais vezes com as calcinhas da minha ex do que com minhas atuais parceiras.
Parecia que ela queria me afetar de alguma forma, deixando um pedaço dela aqui em casa.
Eis que a mensagem dela chegou no meu celular, dizendo que ia buscar suas coisas. Eu simplesmente travei. Eram umas 17 horas. Não consegui fazer absolutamente nada.
Deitei na cama e me masturbei o resto do dia com as coisas dela como se fosse uma despedida definitiva dela. Eu não conseguia nem mais gozar, só vinha o orgasmo seco e depois mais nada.
Seis punhetas em incríveis duas horas. Eu parei e fiquei olhando para o teto até a tarde do dia seguinte, os olhos fixos na mancha de umidade que se espalhava pelo gesso como uma ferida aberta.
Quando ela chegou, agiu como se fôssemos amigos, não ex-namorados. Não parecia ter raiva nem ressentimento de eu ter terminado.
Veio lindamente sorrindo, aquele sorriso que me desarmava desde os dezessete anos. Me perguntou sobre a mulher que ela sabia que tinha ficado comigo, sem nenhum ciúme.
Isso me doeu demais. A ausência de posse era pior do que o ciúme era como se eu já não significasse nada pra ela.
Ela falou que tinha voltado para o Rio e disse que não ficou com ninguém na viagem. Eu pensei internamente: eu duvido disso.
Ela não deveria ter ficado sem transar com outros caras lá. Eu mal conseguia falar com ela de tão perfeita que ela estava naquela tarde.
O vestido leve abraçando as curvas, o cabelo caindo nos ombros, o perfume que eu conhecia de memória. Apesar de tudo, marcamos de sair para conversar.
No dia do encontro, ela mandou mensagem pedindo para adiar e ser um pouco mais tarde, dizendo que tinha uma coisa para fazer na casa dela.
Eu já sabia que a mãe dela não estava em casa e, como eu tenho a chave, resolvi fazer o pior e ir até lá.
Parei o carro distante da casa dela e fiquei por ali. Eu estava tão cego pela situação que nem me liguei que ela conhecia bem a placa do meu carro seria fácil de ser reconhecido.
Mas naquele momento, a razão tinha saído de férias. Fiquei lá por uma hora até que ela saiu, pegou o carro dela e foi para um barzinho se encontrar com outro.
Eu a segui e vi tudo de lá. Eles foram para a casa dela. Eu entrei com a minha chave, me escondi e ouvi tudo o que estava acontecendo lá dentro.
Quando entrei, me arrependi na hora, mas não sabia o que fazer. Mesmo sofrendo muito, tentei ver de perto a cena toda.
Aquilo machucava como uma lâmina quente na carne, mas eu estava preso pela minha própria vontade de ver o que minha ex fazia com outro na cama.
Era horrível ouvir e ver o amor da sua vida se beijando com outro homem na sua frente. Ela estava totalmente entregue. Esse cara parecia aqueles lutadores de jiu-jítsu — corpo desenhado, cintura fina — e minha ex toda miúda na frente dele.
Minha ex estava a poucas horas de sair comigo e estava totalmente desconectada de mim naquele momento.
Através da fresta da porta, vi as mãos dele agarrando a cintura dela, levantando-a como se ela não pesasse nada.
O som dos beijos molhados ecoava pelo quarto. “Ahhn…” o gemido dela cortou o ar, o mesmo gemido que um dia foi só meu. Ele a deitou na cama e arrancou a roupa com uma impaciência animal.
Minha ex abriu as pernas sem hesitação, oferecendo-se de um jeito que me fez o estômago revirar. O pau dele era grosso, veias saltando, e ele enterrou tudo de uma vez.
“Fode!” ela gritou, cravando as unhas nas costas dele. A cama batia na parede, slap, slap, slap, num ritmo brutal. Eu via a buceta dela sendo arrombada, os lábios esticados em volta daquele pau enorme, o mel escorrendo pela coxa.
Ela rebolava, cavalgava, pedia mais. “Mais fundo, caralho!” A voz dela rouca de tanto gemer. Ele virou ela de quatro, agarrou os cabelos e bombeou sem piedade.
O som da pele colando, o squelch da buceta encharcada, os gemidos que não paravam. “Vou gozar, vou gozar!” Ela gritou, o corpo inteiro tremendo, a buceta apertando o pau dele como uma garra.
Ele grunhiu, enterrou até o saco bater nela e gozou dentro, o líquido branco escorrendo pela perna dela quando ele tirou. Eu vi tudo. Cada detalhe. Cada gota.
Uns 90 minutos depois que eles acabaram e o cara foi embora, ela me ligou mandando eu sair do carro.
Eu confessei que já estava dentro da casa ouvindo tudo. Ela me chamou para o quarto. Eu estava completamente hipnotizado.
Ela estava bêbada, seminua, me agarrou, me jogou na cama e fizemos o que vocês já sabem — transamos. Ela nem tinha tomado banho e estava transando comigo.
Eu sentia o cheiro do outro macho, um perfume amadeirado, pelo corpo dela. A buceta dela estava fodida, solta, ainda molhada do leite do outro, e eu entrei mesmo assim.
A sensação de entrar naquela buceta já usada, quente, escorregando com o gozo dele, era ao mesmo tempo a coisa mais nojenta e mais excitante que eu já senti.
Eu bombeei sem pensar, a cabeça vazia, só o corpo agindo. O cheiro dos dois misturados na pele dela, o gosto salgado do suor alheio quando beijei o pescoço dela.
Ela gemia, mas eu sabia que era mecânico, era automático. Eu gozei rápido, dentro dela, adicionando meu líquido ao do outro. Não dormimos juntos.
Tomamos banho juntos, em silêncio, a água quente escorrendo pelos corpos marcados, e eu fui embora.
No dia seguinte, ela apareceu na minha casa me pedindo desculpas pelo ocorrido, mas também me xingou muito. Ela já sabia que eu estava seguindo ela há muitas horas antes, pois uma amiga dela viu meu carro e avisou.
Ela queria ver onde eu iria chegar. Disse que não queria mais nada comigo, que foi só uma brincadeira da parte dela.
Ela pegou a aliança, que eu achava que já tinha jogado no lixo, jogou em cima de mim e me deu dois tapas na cara.
O metal frio bateu no meu peito, e o ardor no rosto veio logo depois. Estático, eu não reagi.
Disse que se eu quisesse tê-la por perto, teria que agir como homem. Eu falei pra ela que eu iria pedir ela em casamento na viagem, mas eu tinha descoberto uma traição dela, quando eu havia invalido a privacidade dela do celular.
Ela ficou possessa, ela não acredito a hora que ouviu aquilo. Os olhos dela pegaram fogo, a mandíbula travou.
Ela disse que realmente esperava o meu pedido de casamento naquele dia da viagem, e que eu já deveria ter aceitado o fato de ser homem corno.
As palavras caíram como tijolos. Ela disse que eu teria que fazer como outros caras fazem com ela, pois eu estava péssimo na cama há mais de dois anos e deveria entender que ela merece mais do que sexo básico.
Eu perguntei pra ela o que os outros tinham que eu não tinha. Ela olhou pra mim, ainda com o olhar duro, e falou: “O principal você não tem: um pau grande e totalmente duro quando transa.
O resto você pode aprender, me assistindo mais com estes caras que eu me deito fazem.”. Eu me senti um bosta, um fracassado, sem reação.
Eu queria tentar reconquistar ela a todo preço, pois começamos a namorar doze anos anos atrás, quando eu tinha 27 anos. Fui tão fiel que só depois fui entender as oportunidades que apareceram nesse tempo todo.
Mulheres que se jogaram em mim, festas que eu recusei ir, noites que eu passei sozinho enquanto ela “trabalhava até tarde”. Além disso, fui o primeiro namorado dela e a primeira vez dela em tudo.
Eu não sentiria tanto se ela tivesse dado pra outros caras uma vez ou outra no nosso relacionamento, porém ela passou de todos os limites — conhecendo outros homens, inclusive do trabalho dela.
Ela, como sempre, me hipnotizou. Mandou eu ficar quieto e me tirou a roupa ali mesmo na sala.
Quis me convencer que ela era a única alternativa da minha vida, mas que nós não iríamos mais ficar juntos.
E transamos pela última vez como eu não transava há muito tempo.
Ela me empurrou contra a parede da sala, os olhos furiosos ainda, mas as mãos ágeis. Arrancou minha camisa, abriu meu cinto com um movimento só. “Fica quieto,” ela rosnou.
Abaixou-se e engoliu meu pau na boca toda de uma vez, o calor úmido me fazendo gemer alto. “Ahhh… porra…, para com isso, para com isso…” A língua dela girava na cabeça, os lábios apertados na base. Eu nao resisti e agarrei o cabelo dela, o quadril batendo na cara dela, fuck, fuck, fuck. Ela tirou da boca com um pop, ficou de quatro no sofá, levantou a saia. “Fode logo, porque vai ser sua ultima vez.”
Eu entrei na buceta dela com força, sentindo ela abrir pra mim, quente e molhada. Agarrei os quadris e bombeei sem controle, o som da carne batendo, slap, slap, slap. “Mais forte, caralho!” ela gritava.
Eu fodi como nunca, cada estocada uma punhalada de raiva e desejo. Virei ela de frente, beijei com força, mordi o lábio inferior até sentir gosto de ferro.
Levantei a perna dela no ombro e enterrei fundo. “Ahhhn… sim, assim!” Os gemidos dela enchiam a sala. Eu gozei dentro dela com um rugido, o corpo inteiro tremendo, as pernas quase cedendo.
Ela se vestiu sem me olhar e saiu pela porta, deixando o cheiro de sexo e perfume no ar.
Dias depois deste último dia que paramos, ela me ligou pedindo desculpas e chorou bastante no telefone. Pediu para que a gente fosse conversando, pois realmente gostava de mim e ficou muito magoada com o nosso término.
O choro dela era autêntico — eu conhecia cada inflexão daquela voz.
Eu não sei se esta vinda dela repentina para o Rio é porque a família dela não está muito bem de grana. Talvez ela quisesse conforto e estabilidade financeira que eu poderia dar.
A dúvida me corroía, mas a verdade era que eu não me importava.
Enfim, sei que pode parecer coisa de corno manso mesmo, mas eu a amo muito. Será que lá na Europa, longe das amizades ruins e tudo mais, ela iria parar de me trair?
Eu quero fugir e mudar de vida ao lado dela, começar tudo de novo. A ideia tomou conta da minha cabeça como uma febre — outro país, outra língua, outra vida. Longe dos caras de jiu-jítsu, dos barzinhos, das colegas de trabalho que facilitavam as saídas dela.
E de fato fizemos isso. Saímos. Como minha empresa era totalmente home office, eu conseguiria trabalhar em qualquer lugar do mundo. Arrumei as malas, fechei a casa, e embarquei com ela num voo para Lisboa.
No avião, ela dormiu encostada no meu ombro, e eu fiquei acordado olhando as nuvens pela janela, perguntando se estava fazendo a coisa certa.
O anel de casamento brilhava no dedo dela — tinha posto de novo no aeroporto, sem eu pedir. Quando o avião tocou o solo português, ela apertou minha mão e sorriu.
Eu sorri de volta. Era um recomeço ou uma sentença, e só o tempo diria qual dos dois. Mas naquele momento, com o sol de Lisboa entrando pela janela do terminal, eu escolhi acreditar que era o começo de algo que finalmente daria certo.
Marido corno assistiu a esposa ser arrombada pelo lutador e aceitou ela de volta e teve certeza ao mudar de cidade iria mudar também a sua esposa. Quer assistir vídeo de perdão e recomeço depois de traição assista clicando aqui! [QUERO ASSISTIR TUDO AGORA]