
Conto Erótico PAI olha o Namorado Comendo a Filha. Eu sempre fui um homem de rotina rígida. Acordava às cinco da manhã, trabalhava em uma obra o dia inteiro e só voltava para casa quando o sol já tinha se posto. Morava com minha filha, Elisa, uma loira de vinte e três anos, deslumbrante, mas que parecia não ter a menor pressa em colocar a vida para andar. Eu cobrava dela todos os dias que arrumasse um emprego, qualquer coisa que contribuísse com as contas, mas a resposta era sempre a mesma: “Está difícil, pai”, “Ninguém tá contratando”, “Mando amanhã mais cinco currículos”. Eu sabia que ela passava a maioria do tempo no celular ou vendo TV, mas o cansaço batia tão forte que eu acabava engolindo seco e indo dormir.
Depois de um ano sem tirar uma folga, o chefe me obrigou a pegar dez dias de férias. Eu não queria, mas o corpo já não aguentava. Decidi que não ia avisar Elisa. Pensei em fazer uma surpresa, chegar em casa no meio do dia e ver se, de fato, ela estava se esforçando para achar uma vaga ou se estava apenas espalhando preguiça pelo sofá. Peguei um ônibus na terça-feira pela manhã, com o coração apertado, esperando encontrá-la sentada à mesa de jantar, cercada de formulários e anúncios de jornal.
Quando a chave girou na fechadura, por volta das onze da manhã, o que me esperava era um silêncio mortal. A casa estava parada. Eu entrei, deixando a mala no corredor, e chamei por ela.
— Elisa?
Nada. Só o zumbido baixo da geladeira na cozinha. Chamei mais duas vezes, um pouco mais alto, pensando que ela podia estar no fundo do quintal ou com fones de ouvido. Silêncio. Senti um frio na barriga. Será que ela tinha saído e deixado a porta destrancada? Caminhei pelo corredor, meus passos pesados fazendo o assoalho ranger levemente. A porta do quarto dela estava entreaberta, deixando escapar uma tira de luz e um som baixo, ritmado, que eu não identifiquei de imediato.
Aproximei-me devagar, com o coração batendo mais rápido por causa da suspeita de que algo estava errado. Empurrei a porta suavemente com a ponta dos dedos, preparando o discurso para repreendê-la por estar dormindo de manhã. Mas o que vi me pregou os pés no chão e tirou o ar dos meus pulmões.
Elisa estava lá, mas não estava dormindo. Ela estava de quatro, no centro da cama, com o rosto enterrado no travesseiro e o traseiro erguido, oferecido. E atrás dela, não estava eu, nem qualquer outro cara comum. Era Flávio, o namorado dela. Ele era um jovem de vinte e dois anos, moreno, com o corpo musculoso que eu via sempre em camisas sociais justas. Naquele momento, ele estava sem camisa, e a pele escura dele contrastava violentamente com a brancura da pele de minha filha.
Eu fiquei paralisado. Não consegui nem fechar a porta. Meus olhos foram atraídos, como por um ímã, para o ponto onde os dois se uniam. Flávio tinha a calça jeans abaixada até os joelhos, e o que vi ali me deixou de queixo caído. O pau dele era enorme, muito maior que o meu, grosso e escuro, entrando e saindo da buceta rosada de Elisa com uma facilidade aterrorizante. Ele era profundo. Cada vez que ele avançava, minha filha soltava um gemido abafado no travesseiro, e as nádegas dela tremiam com o impacto.
— Toma essa rola, gata — sussurrou Flávio, com a voz rouca, segurando a cintura dela com força. — Toma todinha.
Elisa arqueou as costas, empurrando o traseiro contra ele, buscando mais. Eu vi a mão dela se agarrar às lençóis brancas, torcendo o tecido. O som era molhado, sujo, um esfrega-esfrega repetitivo que ecoava no quarto pequeno. Eu me senti pequeno, humilhado, mas ao mesmo tempo, uma curiosidade doentia me impedia de olhar para o lado. Eu via a grossura daquele caralho negro esticando a entrada dela, vendo os lábios dela engolirem aquilo tudo com avidez. Era uma visão brutal, pornográfica, e estava acontecendo com a minha “menininha”, a mesma que me dava desculpas de que estava “cansada” de procurar emprego.
Flávio aumentou o ritmo. O colchão começou a ranger mais alto, acompanhando as estocadas dele. Ele puxou o cabelo loiro de Elisa, forçando-a a erguer a cabeça.
— Quer dizer pro teu pai que tá difícil achar emprego, hein? — provocou ele, dando um tapa forte na bunda dela, que deixou uma marca vermelha na pele clara. — Aqui tá ocupada, né?
— Ah, sim… — gemeu ela, a voz trêmula e ofegante. — Tão… tão ocupada…
O sangue subiu para o meu rosto. Eu senti um nó na garganta. Eles estavam rindo da minha cara, da minha confiança. Flávio continuou a foder com uma energia que eu já não tinha há anos. Ele era um animal, jovem e potente, usando minha filha como se fosse uma boneca. Eu via o suor escorrer pelas costas dele, vi os músculos das coxas dele se contraírem a cada golpe profundo. A diferença de tamanho entre nós era gritante. Eu sabia, naquele momento, que eu nunca tinha conseguido chegar onde ele estava chegando.
De repente, Flávio apertou os dentes e soltou um grunhido gutural. Ele cravou o pau até o fundo, com força, e ficou imóvel por alguns segundos, arqueando as costas. Eu sabia o que estava acontecendo. Ele estava gozando dentro dela. Eu vi o saco dele contrair, vi a base daquele pau enorme pulsar enquanto ele despejava toda a carga. Elisa gemeu alto, sentindo o calor explodir lá dentro, e o corpo dela estremeceu todo, desmaiando de prazer sobre o colchão.
Foi aí que o pânico me atingiu. Se eles me vissem ali, seria o fim. Eu dei um passo para trás, devagar, com as pernas bambas. A porta rangeu levemente, mas o som dos suspiros pesados deles cobriu o ruído. Eu virei as costas e andei pelo corredor o mais rápido que pude sem correr, segurando a respiração. Peguei minha mala no hall e saí de casa, fechando a porta com um clique suave.
Fiquei sentado no banco da praça perto de casa por uma hora, tentando processar o que tinha visto. A imagem do pau dele entrando nela estava queimada na minha retina. Eu me sentia um corno, um idiota que trabalhava como um escravo enquanto aquilo acontecia debaixo do meu teto.
Quando voltei para casa, às duas da tarde, encontrei Elisa na cozinha. Ela estava fazendo um sanduíche, vestida com um shorts curto e uma regata, com o cabelo ainda úmido do banho. Ela parecia radiante, com aquela cor de quem acabou de transar intensamente.
— Opa! — ela disse, se assustando ao me ver. — Pai, você tá em casa? Que surpresa!
— Peguei uns dias de folga — respondi, tentando manter a voz neutra, enquanto sentia o cheiro do banho dela, misturado a um perfume sutil que eu reconheci, mas que não ousaria comentar. — E você? Arrumou alguma entrevista hoje?
Elisa me olhou nos olhos, sem pestanejar. O rosto dela era de uma inocência perfeita.
— Ah, pai… — ela suspirou, fazendo beicinho. — Hoje foi um dia terrível. Mandei uns currículos, mas ninguém retornou. O mercado tá impossível, eu te falei.
Ela mordeu o sanduíche, e eu vi um pedacinho de maionese no canto da boca dela. Lembrei do rosto dela enterrado no travesseiro, gemendo o nome de outro homem enquanto ele enchia a buceta dela de porra.
— É… — eu murmurei, sentindo um gosto amargo na boca. — O mercado tá mesmo difícil.
Durante aquela semana, aquilo se repetiu. Eu fingia sair para o trabalho, mas dava uma volta pelo quarteirão e voltava sorrateiramente. Eu via o carro de Flávio estacionado na esquina. Eu entrava em casa devagar e ouvia os sons. Às vezes, eu conseguia ouvir o barulho da carne batendo na carne através da madeira da porta. Eu ouvia ela gritar “Ai, Flávio, devagar!” ou “Foda-me, amor, foda-me!”. Eu via as marcas de dentes no pescoço dela quando ela dizia que tinha se machucado “batendo na porta”.
O ápice foi na quinta-feira. Eu esqueci a carteira e tive que voltar correndo. Encontrei a porta do quarto dela fechada, mas não trancafiada. Eu empurrei a porta só um centímetro, o suficiente para ver o espelho. Pelo reflexo, vi Elisa montada nele, pulando no pau negro dele com os seios balançando soltos. Ela estava toda suada, os olhos fechados, o rosto contorcido em prazer puro. Flávio segurava os seios dela, apertando com força, enquanto ela gemia que estava gozando de novo.
Eu fechei a porta e saí. Eu não podia mais olhar. Mas eu também não podia mais confrontar. Havia uma excitação torturada em saber que minha filha, aquela menina loira e “inocente”, estava sendo usada como um objeto sexual por um garoto com pau maior que o meu, e que ela mentia para minha cara todos os dias, rindo da minha ignorância.
No domingo, à noite, véspera de eu voltar ao trabalho, ela se sentou ao meu lado no sofá.
— Pai, acho que na semana que vem vou conseguir algo — disse ela, apoiando a cabeça no meu ombro, como fazia quando era pequena.
Eu olhei para a televisão, pensando na grossura do pau de Flávio e no quanto ela devia estar gostando de ser esticada por ele.
— Tomara que sim, Elisa — eu disse, passando a mão na cabeça dela e sentindo o perfume do sexo que ela ainda carregava, mesmo após o banho. — Tomara que sim. Uma Historia de TABOO.