
Vou contar uma história cheia e taboo pra vocês, um conto erótico quando eu inusitada como comia a filha de grande amigo meu do trabalho.
Trabalho no setor de vendas de uma empresa muito grande e nesse setor sou responsável por uma equipe de vendas, a melhor daquela empresa. Mas o meu trabalho só é possível graças a um grande amigo que eu fiz lá dentro, meu braço direito, o Caio.
Eu e Caio entramos na empresa quase que ao mesmo tempo, e nossa evolução caminhou junta, eu fui promovido a líder de equipe de vendas e com essa promoção tive que escolher um auxiliar e nada mais justo que o Caio.
Nós desenvolvemos uma relação além do trabalho, saímos juntos, jantávamos um na casa da outro, nossas esposas se deram bem e com isso construímos uma amizade muito verdadeira.
Em um dia de trabalho, Caio me pediu um favor, disse que gostaria de levar a mulher dele para jantar para comemorar o aniversario de casamento, mas a filha não gostaria de ficar em casa sozinha então me pediu para que eu olhasse ela durante o jantar para eles.
Prontamente aceitei o pedido, afinal meu melhor amigo precisava de mim e diante a todas as vezes que ele já me salvou, nada mais justo do que eu fazer isso por ele.
O sábado chegou, me arrumei, despedi da minha mulher dizendo que voltaria um pouco mais tarde para que Caio pudesse aproveitar o jantar com a esposa.
Chegando na casa de Caio, ele atendeu a porta, cumprimentei a mulher dele e a filha.
– Oi Ana! Tudo bem? Pronta para uma noite chata com o velho aqui?
– Que isso seu Nicolas! Escolhi uma série bem legal para assistirmos e meu pai deixou dinheiro para nós pedirmos pizza! Vai ser legal!
Eu e Ana até que éramos próximos, pra uma menina de 18 anos, Ana é muito doce, gentil, sempre muito educada, inocente de tudo, devido ao pai rígido que ela tem, acredito que até virgem ela era.
Caio e sua mulher se despediram da gente, fechando a porta de casa seguiram para seu encontro.
– Bom Ana, que filme você separou para nós assistirmos hoje?
– É um filme de terror seu Nicolas! Estou querendo assistir a muito tempo!
– E você não tem medo desses filmes Ana?
– Tenho sim, só assisto quando estou com meu pai, mas, como hoje o você está aqui, podemos assistir.
Pedi para a Ana arrumar o local onde iriamos assistir o filme enquanto eu fazia o pedido da nossa pizza, e assim ela fez.
Quando desliguei o telefone, fui para a sala a procura de Ana e vi que a televisão não estava ligada e Ana não estava no sofá.
– Ana! Onde você está? Não vai colocar o filme para nós?
– Aqui seu Nicolas! No meu quarto, pode subir!
Quando cheguei ao quarto de Ana vi que ela tinha colocado o filme na televisão do quarto para que pudéssemos assisti-lo.
– Vamos ver aqui no quarto seu Nicolas! “Da” mais medo!
– Tudo bem Ana, me da uma almofada ai para eu encostar aqui no cantinho da cama.
Coloquei a almofada no encosto da cama e Ana deu o play no filme, nunca me interessei muito por esse tipo de filme, pelo que pude ver, algo relacionado a fantasmas, assassinatos, não tinha costume de assistir isso.
– Seu Nicolas! Estou ficando com medo!
– Ana, é só um filme! E logo o caso vai ser resolvido!
Fui interagindo com ela durante o filme e pude notar que a cada cena de terror ela estava mais próxima de mim, até que no clímax do filme, ela sentou no meu colo.
Fiquei sem reação, a garota estava com medo, e eu estava ficando excitado, pois a cada susto ela se mexia e a bunda dela pressionava o meu pau.
Estava me controlando para que meu pau não ficasse duro, resisti ao máximo, mas, aconteceu, meu pau ficou duro como pedra e Ana sentiu!
– Seu Nicolas, o que é isso duro se mexendo?
– Você não sabe o que é isso Ana?
Perguntei, com uma resposta pronta a fim de já cortar o que havia acontecido.
– Eu sei sim, mas ele fica duro toda vez que alguém senta nele? Estou sentindo-o relando na minha bunda!
Com essas palavras ela se aconchegou mais em meu pau e eu perdi o controle da situação.
– Ele ta duro mesmo! Nossa!
– Sim Ana, você já viu um antes?
– Meu pai não deixa, disse que isso só pode acontecer quando eu terminar os estudos e estiver trabalhando.
Nisso, como já estava excitado e percebendo que ela nunca havia tocado em um pau antes, percebendo que ali eu tinha a oportunidade de comer uma garota de 18 anos virgem, o que é raro hoje em dia. Esqueci totalmente que Caio estava no jantar e de que ela era a filha do meu melhor amigo.
– E você quer ver como é um pau duro, Ana?
– Eu quero seu Nicolas!
Tirei ela do meu colo, sentei na ponta da cama e sem pensar em nada saquei o pau pra fora.
– Nossa seu Nicolas! Ele é muito grande!
– Pode toca-lo Ana, veja como ele é duro.
Ela colocou aquela mão lisinha e macia sobre meu pau e ele deu uma bombada de tesão, ela tirou a mão rapidamente assustada com isso.
– Não se preocupe Ana, é assim mesmo, pode mexer nele.
Ela começou a acariciar a cabeça do meu pau, meio sem jeito, mas era bom, dava pra ver que ela não fazia ideia do que estava fazendo.
– Ana, pegue ele com força, e empurre para frente e para trás.
– Assim, seu Nicolas?
Com movimentos irregulares e desajeitados ela começou a bater uma punheta lenta para mim, mas estava gostoso, aquela mão macia e lisa, agora quente de segurar meu pau.
– Ana, posso ver a sua também?
Já estava numa situação complicada não é mesmo? Qual problema de levar pra frente?
– Seu Nicolas, pode sim…
Ela disse meio sem jeito, tirou a camiseta, tirou a calça e ficou somente de sutiã e calcinha.
– Ana, confia em mim, vou te ensinar umas coisas que já é hora de você entender para que você não seja enganada no futuro.
Com essa frase, Ana deu um sorriso como se estivesse sentindo confiança em estar ali comigo e tirou a calcinha.
Para a minha surpresa, uma bucetinha carnuda, rosa, fechadinha e depilada! Mesmo virgem a garota já se cuidava!
– Isso mesmo Ana! São coisas completamente normais! Quando você for fazer isso com seu namorado, ele vai te ver pelada!
– Mas eu vou apagar a luz seu Nicolas! Eu tenho vergonha!
– Ana! Você é tão bonita! Não precisa apagar a luz!
Com isso, mais um sorriso de alegria e confiança.
– Agora Ana, eu vou tocar na sua ta?
Ana consentiu com a cabeça num balançar meio sem graça, mas empolgada com o que estava acontecendo ali, uma novidade muito grande para ela.
Toquei naquela bucetinha rosa, que já estava quente, parecia que ela estava excitada com tudo aquilo e quando eu puis a mão, uma contração, sua bucetinha piscou. Nesse momento não perdi tempo e comecei a beijar seu pescoço e para minha surpresa, ela gostou.
– Ana, você quer colocar a boca no meu pau? Quer saber como é?
– Seu Nicolas, eu quero, mas eu não sei como fazer isso.
– Vamos lá, eu te explico, fique de joelhos.
Ana se ajoelhou e com a mão tremula agarrou meu pau e colocou a boca bem próxima dele, esperando meu comando.
– Isso Ana, agora com a ponta da sua língua, molhe a cabecinha dele, pode deixá-lo bem molhado e não se preocupe em se babar, isso é normal nessa hora.
Colocando a língua pra fora e encostando na cabeça do meu pau, com movimentos circulares ela começou a babar na cabeça dele e eu já estava louco para enfiar ele todinha na boca dela, mas com paciência fui ensinando passo a passo do boquete.
– Vamos ver até onde ele consegue ir dentro da sua boca Ana?
– Acho que eu não consigo muito, nunca fiz isso seu Nicolas.
Ela abriu a boca lentamente e centímetro por centímetro pude ver meu pau sumindo naquela boquinha rosada e brilhando de baba. Quando me dei conta, metade do meu pau já estava lá dentro sem nenhum esforço!
– Ana! Você já colocou metade dele na boca!
– Sim seu Nicolas! Até que eu sou boa!
– Continue Ana! Acho que você consegue mais!
Eu já estava num tesão absurdo e em um momento de descontrole joguei o pau pra frente fazendo ele bater na garganta de Ana e ela acabou engasgando.
– Ana! Desculpe! É que está muito gostoso!
– Seu Nicolas! Eu gostei disso! Faz de novo!
Mais uma vez, eu peguei a cabeça dela, empurrei meu pau na garganta dela e segurei um pouco para que ela engasgasse novamente. Ela engasgou, a baba escorreu, meu Deus, que tesão de ver aquilo!
– Seu Nicolas! Posso tentar sozinha?
– Pode Ana! Vai pra frente e para trás, sem pressa, no seu tempo e quando se sentir segura e só empurrar ele pra frente que ele bate na sua garganta.
E assim Ana fez, no começo, desajeitada, mas em alguns minutos, se tornou um boquete suave, bem babado e com pancadinhas na garganta.
– Ana, agora levante-se que eu vou te ensinar mais uma coisa, isso é muito importante que você preste atenção, porque não é qualquer um que sabe fazer, deite aqui na cama e abra as pernas.
Ana deitou e gentilmente fui beijando dos pés até o meio das pernas dela, chegando naquela bucetinha rosada e apertada, gritando um convite para que eu fudesse com ela.
– Ana, agora eu vou te chupar e você vai ver como é bom!
– Está bem seu Nicolas, mas faz direitinho porque eu quero aprender!
Comecei com lambidas leves nas laterais daquela bucetinha e com isso pude ouvir pequenos gemidos, baixinhos, vinham lá do fundo.
– Que gostoso seu Nicolas! Isso é muito bom! Faz mais!
Parti para o meio da buceta, com meus dedos, abri os lábios dela e comecei a lamber o buraquinho da buceta dela e isso fez com que ela gritasse.
– Meu Deus que delícia! Como eu não fiz isso antes! Continua seu Nicolas!
Chupei a buceta dela por uns 10 minutos e ela se contorcendo de tesão.
– Ana, agora eu quero que você vire de costas para mim, vou colocar meu pau na sua buceta, se você gostou de umas chupadas, o pau lá dentro você vai adorar.
– Mesmo seu Nicolas? Você vai devagar? Eu sou virgem!
– Confie em mim Ana, não vou te machucar, talvez doa um pouquinho, mas quando doer, tente gemer e relaxar que passa.
– Está bem seu Nicolas, pode colocar.
Enquanto ela dizia isso, foi se virando e eu pude ver aquela bunda, lisinha, sem marcas, redondinha, suada de tão quente que o quarto estava.
Mais uma vez, abri sua bunda e com a ponta dos dedos abri sua buceta e coloquei somente a cabecinha do meu pau, ela deu um pulo.
– Calma Ana, ele vai entrar agora okay?
– Pode ir seu Nicolas, eu estou pronta!
Quando ela disse isso, me controlei muito para não enterrar o pau nela de uma vez, fui bem devagar, aos poucos, senti o selinho se rompendo e com isso um leve choro.
– Dói seu Nicolas!
– Ana, relaxa, se concentra no meu pau indo e vindo na sua buceta.
Por alguns minutos, pude sentir que Ana estava relaxando, o choro estava passando e dando espaço para pequenos e finos gemidos de prazer.
– Seu Nicolas, isso é gostoso, pode continuar!
– Vou com mais força Ana, vamos ver se você aguenta.
De pouco em pouco fui aumentando o ritmo das enterradas que eu estava dando naquela bucetinha recém inaugurada pelo meu pau e vi que ela estava gostando.
– Seu Nicolas, vai! Continua assim! Nunca senti isso!
As palavras dela estavam me deixando louco e por um impulso, as vezes faço isso quando estou fudendo minha mulher eu soltei:
– Isso! Agora me deixa comer seu Cú!
Ana olhou para mim enquanto eu enterrava meu pau nela e ela balançava aqueles peitos lindos e concordou somente com a cabeça.
– Posso mesmo Ana?
– Pode seu Nicolas, prefiro aprender tudo com você, você é um ótimo professor.
– Então Ana, suba os joelhos e fique de quatro para mim, mas antes, preciso que você chupe mais um pouco do meu pau, ele precisa estar bem lubrificado para entrar no seu cú.
Ela não entendeu direito, então ao invés de chupar ela cuspiu nele e com a própria mão esfregou a baba dela e virou aquele rabo de novo para mim.
– Pode ir seu Nicolas, mas faz igual a minha buceta, vai devagarzinho.
– Relaxa Ana, não vou te machucar.
Lentamente, encostei meu pau naquele cu rosinha e assim que encostei, mais uma piscada de susto. Com muita calma, fiz um pouco de força e a cabeça do meu pau entrou no cu dela com uma certa facilidade.
– Está relaxada Ana? Ela já entrou
– Sim seu Nicolas, eu senti.
Com calma, fui colocando o resto do meu pau todinho no cú de Ana, mas, não deu pra por inteiro, foi somente até a metade e com movimentos leves, comecei a ir e vir.
– Isso seu Nicolas, assim não está doendo!
– É só relaxar Ana, quanto mais relaxada você está, menos vai doer.
Durante os movimentos, ela pressionou o meu pau com o cú dela e eu dei uma gemida.
– Gostou disso seu Nicolas?
– Sim Ana! Isso é muito bom!
Enquanto eu fazia os movimentos de ir e vir, Ana apertava meu pau com seu cú e aquilo me deixava louco!
– Ana, agora eu vou te mostrar o que é que sai do nosso pau quando chegamos ao orgasmo.
Ela parou, tirei meu pau do cu dela, ela virou e me olhou.
– Agora Ana, pegue ele com suas mãos e bata um pouco de punheta como eu te ensinei, mas coloque ele perto a sua boca, abra ela e feche os olhos.
– É para eu engolir seu Nicolas? Eu já vi isso em um filme.
– Isso mesmo Ana!
A garota já tinha assistido a um filme pornô então deixei com que ela finalizasse sem que eu dissesse nada. Ela começou com uma punheta desajeitada e ao mesmo tempo encostando os lábios no meu pau.
– Ana abra a boca!
– Vai seu Nicolas! Pode jogar tudo dentro da minha boca!
Despejei toda a minha porra na boca dela, que preencheu quase tudo, ela olhou para mim com uma cara feia.
– Engole Ana, tem que engolir, assim como você viu no filme!
Em um movimento, pude ver a garganta mexendo e ela abriu a boca de novo, nada la dentro, engoliu tudinho!
– Isso ai Ana! Fez certinho!
– Fiz mesmo seu Nicolas?
– Fez sim, parabéns você é muito boa nisso! Vamos tomar um banho antes que seus pais cheguem.
Levantamos e fomos em direção ao banheiro a campainha tocou, era o cara da pizza, coloquei minha calça e rapidamente desci, coloquei a pizza em cima da mesa e subi para tomar banho com a garota.
– Ana, o que fizemos aqui, você não pode contar pra ninguém! Porque se não eu nunca mais poderei te ensinar as coisas que eu sei e você tem muito a aprender!
– Claro que não seu Nicolas, isso fica entre a gente e eu quero aprender mais!
Terminamos o banho e descemos para comer a pizza, durante a refeição os pais de Ana chegaram.
– E ai Ana! Tudo certo? Se divertiu com o Nicolas?
Olhei para Ana, dei uma piscadinha de canto de olho junto com um sorriso.
– Sim pai! Eu gosto muito dele!
Acabei de comer, me levantei e disse que era hora de ir embora, Caio sorriu para mim, me levou até a porta e me agradeceu por tudo.
– Cara, obrigado viu, sem você eu não poderia fazer isso, parece que Ana gostou de você!
– Nos divertimos bastante viu! Pode contar comigo quando precisar!
Antes de sai olhei pela fresta entre Caio e a porta e pude ver Ana me observando, dei mais um sorriso para ela e fiz um sinal de silencio, ela concordou e subiu para o quarto.
E agora, eu tenho nas mãos, a filha do meu amigo, inocente, que está louca para aprender a fuder direitinho e eu posso ensina-la em segredo sempre.