
Eu tinha 42 anos quando eu comecei a comer minha sobrinha.
Isso mesmo, assim que ela completou 18 anos, pela primeira vez eu comi minha sobrinha e eu vou contar neste Conto Erótico como isso aconteceu.
Minha irmã, depois que o marido dela faleceu, por questões de necessidade veio morar na mesma cidade em que eu moro, para podermos ficar mais próximos devido ao trabalho dela e eu poder ajudar no que minha sobrinha pudesse precisar, já que ela tinha dificuldade de arranjar emprego.
Minha sobrinha se chamava de Clara, eu chamava ela carinhosamente de Clarinha, que faz cursinho pré-vestibular pela manhã e à tarde costuma ficar sozinha em casa. Eu como trabalho no mesmo período em que ela está estudando, sempre que saio do trabalho, passo na casa da minha irmã para ver se minha sobrinha precisa de alguma coisa, pois a hora que a garota chega em casa é a hora em que minha irmã está saindo para trabalhar.
Era mais um dia normal, acordei com o toque do despertador, me arrumei, tomei meu café e segui para meu trabalho. Saindo do trabalho, entrei em contato com minha irmã já avisando que passaria lá para ver se a Clarinha precisava de alguma coisa, minha irmã agradeceu e dessa vez disse que não deu tempo de deixar a comida pronta para ela, se eu poderia preparar alguma coisa para a garota, concordei e complementei dizendo que já almoçaria com ela, assim não precisaria chegar em casa e fazer algo para comer.
Passei no mercado, comprei as coisas para um almoço farto entre mim e minha sobrinha Clarinha e segui para a casa de minha irmã.
Chegando na casa da minha irmã, ao tocar a campainha Clara atendeu:
– Oi tio! Tudo bem?
– Oi querida! Tudo bem sim, vim fazer um almoço para nós!
– Nossa! Minha mãe não deixou nada aqui, que bom que você veio! Vamos cozinhar então.
Entrei na casa e já reparei algo diferente na situação, toda vez que Clarinha me recebia em casa, geralmente ela estava de pijama, ou alguma roupa mais caseira, como uma calça de moletom, uma blusa, algo do tipo…
Mas, dessa vez não, assim que abriu aporta, Clara estava com um top, branco, quase transparente, era possível perceber que não havia nada por baixo, deixando a vista um pouco de seus peitos, que por sinal, são muito bonitos, grandes, redondinhos, os mamilos bem durinhos…peitos de uma garota de 18 anos.
E como roupa de baixo, apenas uma shortinho Licra verde, digamos até um pouco apertada, dividindo aquela bucetinha no meio.
Após esse choque e alguns segundos sem conseguir falar nada, segui para a cozinha e comecei o preparo do almoço.
– Tio! Não sabia que você cozinhava tão bem! O cheiro está ótimo!
– Que bom que você gostou minha sobrinha, essa é uma das minhas receitas favoritas!
– Não vejo a hora de poder comer! Adoro homens que saibam cozinhar! Para me conquistar basta começar pelo meu estomago.
Achei estranha a conversa da minha sobrinha, mas ao ver ela vestida daquela forma, me olhando de um jeito peculiar, resolvi dar sequencia para ver até onde ela chegaria.
– É mesmo Clarinha? Eu gosto de mulheres que apreciem minha comida.
Fui um pouco mais agressivo.
– É eu sei bem como conquistar uma mulher, começamos pela comida mesmo…
Disse isso esperando uma resposta atravessada, algo que cortasse esse assunto e que me mostrasse que eu apenas estava delirando e que aquilo não passava de algo da minha percepção completamente errônea sobre a situação, mas ai ela sentou na mesa da cozinha, mexendo no elástico da calcinha com um olhar mais baixo e respondeu.
– Pelo que eu estou vendo aí, você consegue arrancar muitas coisas de uma mulher, né, tio?
Fiquei em choque, sem reação, a única resposta que eu tive foi uma risada sem jeito. A esse ponto a comida já estava quase pronta.
Foi quando Clara disse que precisava ir até o banheiro, ela demorou um pouco e quando ela voltou, ela voltou com um perfume que eu nunca havia sentido antes, o cheiro tomou conta da casa, tão forte e suave que conseguiu cobrir o cheiro da carne assada que eu estava fazendo para nós.
– Pronto Clara, já está tudo pronto, vamos comer?
– Tio, ainda estou um pouco sem fome, você não quer ver um pouco de televisão e depois comemos?
– Pensando bem, acabei tomando um café na empresa mesmo, podemos comer um pouco mais tarde, vamos matar o tempo na televisão então.
Como eu fui ingênuo, em nenhum momento me passou pela cabeça o que estava prestes a acontecer, que na realidade, aquilo já estava tudo arquitetado na cabeça da minha sobrinha safada.
Sentamos no sofá e começamos a assistir o jornal e conversar um pouco sobre as coisas da faculdade dela, ela estava me contando sobre o curso que ela estava cursando, que estava em época de provas, mas que estava indo bem e que estava gostando da matéria e dos amigos que fez em sua nova fase da vida.
Conversa vai, conversa vem, ela acaba sentando em meu colo, eu, sem reação de tira-la ou se deixava ela ali mesmo, afinal eu sou tio dela, não vejo problema em minha sobrinha sentar no meu colo.
Mas a forma como estava vestida, aquela bunda roçando no meu pau por baixo da calça, aquilo foi inevitável, em alguns segundos eu já estava de pau duro e não podia controlar, quando meu pau deu uma bombada de tesão, pude sentir que ele encostou bem no meio da bucetinha dela e reparei que ela estava quente também.
– Nossa tio! O que é isso que está se mexendo aí? – Disse ela, dando uma risada com um tom safado.
Ali, depois daquela risada, pude perceber que o foco não era o almoço e sim o que Clarinha realmente queria. Quando meu pau encostou em sua buceta e ela o sentiu, percebi que ela fez questão de se pressionar ao meu colo, fazendo com que sua bucetinha encostasse ainda mais em meu pau bombando de tesão.
– Clarinha, você sabe bem o que é isso e você vestida dessa forma, não está me ajudando…
– Tio, você não percebeu que eu estou com fome, mas a fome é de outra coisa?
Nesse momento não me contive, meu pau deu mais uma bombada de tesão que fez com que ela se ajustasse ainda mais no meu colo e minha mão foi direto para as coxas grossas dela.
– Clara, eu não sei bem se devíamos estar fazendo isso.
– Tio, relaxa, esse vai ser um segredo só nosso, além do mais, minha mãe vai voltar bem tarde hoje, podemos aproveitar – Ela disse, pressionando meu pau no meio de sua bunda.
A essa altura eu já estava totalmente entregue a situação, com muito tesão, louco para arrancar aquela calcinha dela e enfiar meu pau naquela garganta até eu ver a baba escorrendo de tanto ela engasgar.
– Vamos tio, quero saber o que mais você sabe fazer bem…
Ela arrancou o top que ela estava usando, confirmando a minha visão sobre aqueles peitos, durinhos, brancos, mamilos apontados para mim demonstrando tesão, e os esfregou na minha cara, me impossibilitando de responder qualquer coisa.
Retirei ela do meu colo e já saquei o pau para fora.
– Nossa tio! Que grande! Eu quero ver se ele cabe na minha boca.
Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ela já estava de joelhos, com aqueles olhos castanhos grandes olhando pra mim e meu pau todinho dentro de sua boca.
– Ele é grande, mas eu dou conta, olha como ele vai até a minha garganta.
Enfiando meu pau inteiro na boca, quando ele chega em sua garganta ela o pressiona, não sei como ela fez isso, mas puta que pariu, eu nunca senti uma sensação tão gostosa na minha vida, mas, pude entender também o quão experiente ela já era em pagar um boquete.
– Parece que você sabe bem o que está fazendo, né, Clarinha?
– Sei sim, e eu posso fazer muito mais, você só sai daqui hoje quando eu estiver acabada nesse sofá de tanta porra que você vai jogar em mim.
Eu não acreditava no que eu estava ouvindo, não acreditava no que eu estava vivendo ali, naquele momento, a filha da minha irmã! Minha sobrinha!
– Quer saber? É isso que você quer? Quer meu pau todinho enterrado na sua buceta? Então chupa e engole ele todo, deixa ele bem molhado para entrar fácil nessa buceta apertadinha.
– Tio, eu já estou toda molhada, quero ele todinho dentro de mim, centímetro por centímetro, quero sentir ele batendo no meu útero.
Antes que e pudesse enfiar meu pau nela, ela me jogou no sofá e colocou aquela buceta molhadinha na minha cara, fazendo movimentos leves, rebolando e esfregando tudo aquilo na minha boca.
Eu chupei tanto aquela buceta que minha boca ficou até seca, mas Clarinha cada vez mais molhada e gemendo, gemidos nítidos de que ela estava clamando pelo pau do Titio que já estava duro como pedra.
– Vamos tio, agora eu quero que você me foda inteirinha, me deita nesse sofá e me come como se eu fosse uma puta.
E assim eu fiz, joguei ela no sofá virada de costas para mim, abri as pernas dela, com os dedos eu abri a buceta dela e soquei todo o meu pau para dentro.
Ela gritou.
– Que delícia! Era isso que eu queria! Me fode! Me fode com força!
Eu metia tanto naquela bunda que fizemos o sofá até sair do lugar de tão forte que eu estava metendo.
– Mais! Mais! Eu quero mais!
Ela era insaciável, não cansava nunca, não conseguia acreditar no que eu estava vendo.
Vendo que eu estava diminuindo o ritmo, ela parou e me sentou no sofá.
– Agora eu quero sentir o gosto da minha buceta no seu pau!
E de novo, sem nenhum esforço, ela abocanhou meu pau até o final e o pressionou com a sua garganta, e assim o fez por varias idas e vindas, eu me contorcia de tesão.
Depois de chupar meu pau, ela veio, louca para sentar com força em cima de mim e assim ela fez.
Cara! Como ela rebolava, uma rebolada lenta, aquelas de filme sabe? Indo para frente e para traz, movimentos suaves, sem pressa e a cada rebolada eu via que ela ficava cada vez com mais tesão!
– Que delícia de pau para rebolar, eu consigo sentir ele lá no fundo! Me deixa rebolar mais um pouco, não goza agora!
Essas reboladas estavam acabando comigo, estava me segurando ao máximo para não soltar toda a porra que tinha bem lá fundo da buceta dela, me concentrei e consegui seguir firme.
– Antes de você gozar, eu quero que você coma o meu cu, porque eu quero sentir toda essa porra que vai sair de você, escorrendo pelo meu cu, tio!
– Então fique de quatro e empina bem essa bunda que meu pau vai entrar todinho no seu cu, Clarinha!
E assim ela fez, saiu de cima de mim, ajoelhou no sofá e colocou a barriga em cima do encosto de cabeça e jogou aquela bunda sedenta por um pau para cima, conseguia ver o cu dela piscando e esperando pela entrada do meu pau.
– Olha tio, está piscando, enfia logo esse pau aí, mas vai devagar, é a minha primeira vez fazendo isso.
Antes disso, fui até a frente dela e pedi para que ela cuspisse no meu pau, para que ele pudesse entrar mais fácil no cu dela. Ela não só cuspiu como enfiou ele inteiro em sua boca e com uma engasgada eu pude ver aquela baba escorrendo, lubrificando tudo para que ele pudesse abrir aquele cuzinho piscando.
Voltei para aquela bunda empinada e com todo cuidado encostei a cabeça do meu pau na entrada do cuzinho dela e bem baixinho pude ouvir um gemido.
Comecei a pressionar para que meu pau entrasse devagar e pude sentir Clarinha relaxando e se jogando contra mim, fazendo força para que meu pau pudesse entrar em seu cú e quando ele entrou, meu Deus! Que delícia! Um cuzinho novinho, nunca havia sentido um pau antes! Nunca tive essa oportunidade!
– Tio! Entrou tudo! Estou sentindo! Ele é muito grande, vai devagar!
Com movimentos de idas e vindas e lentamente fui aumentando a velocidade e ela respondendo as ações com gemidos bem baixinhos e jogando a bunda para traz a fim de fazer com que meu pau entrasse todinho em seu cú.
– Com força tio! Mete com força! Eu quero sentir! Quero toda essa porra escorrendo pelo meu cu!
Agarrei os quadris dela com vontade e comecei a meter com toda força que ainda me restava, a garota é insaciável!
– Clara, eu vou gozar!
Senti ela pressionando meu pau com o cu dela e jogando a bunda para trás para que eu não pudesse sair.
– Vai tio! Joga tudo ai dentro! Eu quero tudo dentro de mim! Goza para mim! Goza no meu cu!
E eu gozei, gozei como eu não gozava a tempos. Assim que tirei o pau do cú dela, pude ver a minha porra escorrendo para fora enquanto ela piscava aquele cu recém fodido e para finalizar, ela se virou e mais uma vez, com uma ultima mamada que preencheu toda a garganta dela, ela limpou o restante de porra que havia ficado no meu pau.
Caímos no sofá, acabados, quentes e suados, o sexo foi nervoso. Tivemos até que voltar o sofá para o lugar pois de tanto que metemos forte o sofá andou.
Deitada no sofá de pernas abertas, e toda melada de porra, olhei para ela e pude ver pelo seu olhar que aquilo não era o fim e sim o começo de algo muito mais profundo, algo que não poderíamos revelar a ninguém, algo proibido, mas, gostoso.
Levantamos depois de alguns minutos e tomamos um banho juntos, fomos para a cozinha, a comida já estava até fria, esquentamos e comemos.
Ao acabar, lavei a louça e disse que precisava ir para casa, minha irmã logo chegaria. Clarinha concordou.
– Tio, esse é o nosso segredo, amanhã tenho algumas surpresas para você.
Ela me abraçou e apertou meu pau mais uma vez com sua mão, dei um beijo nela e fui embora.
Entrei no carro desacreditado do que havia acabado de viver, mas algo dentro de mim havia gostado, estava querendo mais, gostou da sensação do perigo.
E assim, agora visito minha sobrinha todos os dias após o trabalho para ver se ela precisa de alguma coisa.
E geralmente ela precisa…
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